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Acadians

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Regiões acadianes

Os acadians (em inglês : acadians; em francês : acadiens) são descendentes dos habitantes que viviam nos assentamentos franceses originais fundados ao extremo norte-est do continente americano. Estas zonas correspondem, hoje dia, às províncies canadenses de Nova Escócia, Nova Brunsvic e a Ilha do Príncipe Eduard. Se bem tanto acadians como quebequesos são de origem francesa, Acàdia foi fundada quatro anos dantes que o Quebec numa área geográfica separada. Ademais, os acadians são descendentes de emigrantes de muitas mais zonas de França que os quebequesos. Conseqüentment, os dois grupos vão desenvolupart a sua própria cultura.

O 1755, os acadians foram obrigados ao exílio pelos britânicos; muitos vão-se assentar no que depois seria o estado da Louisiana, onde foram denominados cajuns.

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História

O 1603, Enric IV, rei de França, concedeu a Pierre Dugua de Mundos o direito a colonitzar as terras americanas ubicades entre os graus 40è e 60è de latitud norte. Dugua chegou ao Novo Continente no ano 1604 e fez construir um forte à ilha de Saint Croix, à desembocadura do rio homònim (o qual hoje dia separa o estado estatunidenc do Maine e o canadense da Nova Brunsvic). A primavera seguinte, os colonos navegaram pela baía e fundaram a vila de Porto Royal, ao actual Nova Escócia.

Ao século XVII tinham-se assentat a Acàdia umas cem famílias francesas. Os acadians desenvolveram relações amicals com os indígenas, aprendendo e aplicando as suas técnicas de caça e pesca. Habitavam principalmente as regiões costaneres, em terras fèrtils arrabassades ao mar através da construção de muros de contenció. Como que viviam na fronteira entre os domínios franceses e britânicos, os acadians se encontraram envolvidos na cada conflito entre ambos poderes; Acàdia passou a fazer parte de um domínio ou o outro em repetidas ocasiões, e os seus habitantes acabaram adoptando uma atitude neutral e recusando lutar para qualquer dos bandos; por isto se'ls denominou os "franceses neutrals".

Depois do Tratado de Utrecht (1713), França cedeu por última vez aos britânicos a porció de Acàdia que hoje é Nova Escócia (excepto a ilha Cabe Bretó). O 1754, a governação britânica, não aceitando mais a neutralitat dos acadians, exigiram que jurassem lealdade à monarquia, para evitar que se aliassem com os franceses em caso de guerra. Não querendo lutar contra familiares que habitavam territórios franceses, e temendo que o jurament comprometesse a sua fé católica, os acadians se vão negar. Isto provocou que o coronel Charles Lawrence ordenasse a deportação dos acadians sem a autorização de Londres e em despit das anteriores precauções das autoridades britânicas na contramão de acções dràstiques. O historiador John Mack Faragher usou o termo contemporâneo ethnic cleansing (que poderia se traduzir por "limpeza étnica") para descrever aquela acção britânica.

Deportação dos acadians

No que conhece como a Grande Expulsão (em inglês: Great Upheaval; em francês: Grand Dérangement), mais de 12.000 acadians (os três quartos da população de Nova Escócia) foram obrigados ao exílio; as suas casas foram queimadas e as suas terras confiscadas. As famílias separaram-se e vão-se dispersar ao redor das terras britânicas de América do Norte; alguns voltaram a França.

Em 2003 , por petição de representantes acadians, uma proclamació foi publicada em nome da rainha Isabel II, em tanto que monarca canadense, na qual se reconhecia oficialmente a deportação e se estabelecia o 28 de julho como dia de comemoração.

Geografia

Na actualidade, os acadians vivem principalmente em regiões do norte e o est de Nova Brunsvic, à ilha Miscou e à ilha de Llepaquè. Há outros grupos às ilhas da Magdalena e em outras partes do Quebec, da Ilha do Príncipe Eduard e de Nova Escócia, como por exemplo a Chéticamp e a Clare.

Uma minoria habita ainda o sul e o oeste de Nova Brunsvic e também a Nova Inglaterra. Algumas destas comunidades foram mais ou menos assimilades: para muitas famílias que habitam em zonas de predominança anglòfona o francês caiu em desús, principalmente entre as gerações mais jovens. Os acadians que se estabeleceram no que converter-se-ia na Luisiana, particularmente à área do sudoeste conhecida como Acadiana, dedos cajuns, padeceram influências da cultura dominante.

População

Segundo o censo canadense do 2001, ao Canadá vivem 71.590 acadians que se identificam eles mesmos como tals, dos quals 26.220 vivem na Nova Brunsvic, 17.420 ao Quebec, 11.180 à Nova Escócia, 8.745 a Ontàrio e 3.020 à Ilha do Príncipe Eduard. Tal como se desconhece a quantidade de acadians a Nova Inglaterra, também não se sabe quantos à os Estados Unidos em general; não obstante, é sabido que à Luisiana há uns 432.549 cajuns. Faz falta ter em conta que nos formularis do censo, a governação canadense se nega a fazer constar a origem acadià como eleição possível. Assim, o número real de acadians pode ser mais elevado: tão só à Nova Brunsvic seriam ao redor de 230.000.

Cultura

Hoje dia, os acadians constituem uma minoria vivent, especialmente à Nova Brunsvic e à Luisiana. Desde o 1994, o Congresso Mundial Acadià uniu de uma verdadeira maneira os acadians das províncies Marítimas, de Nova Inglaterra e de Luisiana.

Os acadians destacados das províncies Marítimas incluem em:

O 15 de agosto é a festa nacional dos acadians, que são predominantment católicos. O lema nacional acadià é Ave, maris Stella.

Bandeiras

Bandeira de Acàdia, adoptada o 1884.

A bandeira de Acàdia é tricolor, parecendo à bandeira de França mas com uma estrela dourada na banda azul, que simboliza a Mãe de Deus da Assunção, patroa dos acadians. Esta bandeira foi adoptada o 1884 ao Congresso Acadià Nacional, a Miscouche (Ilha do Príncipe Eduard).

Os acadians que não vivem em Acàdia têm outros símbolos. A bandeira da região Acadiana de Luisiana foi designada por Thomas J. Arceneaux da Universidade de Luisiana a Lafayette, e adoptada pela legislatura do estado como o emblema oficial da região Acadiana o 1974. Um grupo de acadians de Nova Inglaterra que assistiu ao Congresso Mundial Acadià de Nova Escócia 2004, aprovou um desenho para a bandeira acadiana de Nova Inglaterra realizado por William Cork.

Língua

Os acadians falam um dialecto do francês denominado francês acadià; o inglês também está muito difundido. À Luisiana, os cajuns falam em maioria o inglês, mas muitos ainda utilizam o francês cajun. Em algumas áreas emprega-se o chiac, e aqueles que se estabeleceram a Quebec falam geralmente francês quebequès.

Tributos à deportação

Estátua de Evangeline, heroína fictícia do poema Evangeline de Longfellow, a St. Martinville, Louisiana. A estátua foi um dom da actriz Dolores do Rio, que foi o modelo e que fez de Evangeline num filme do 1929 dirigida por Edwin Carawe.

Pélagie-a-charette, da escritora canadense Antonine Maillet, trata sobre a viagem de volta a Acàdia de várias famílias deportadas, o qual começou 15 anos depois da Grande Expulsão.

Robbie Robertson escreveu uma canção popular baseando-se na expulsão acadiana titulada Acadian Driftwood, a qual apareceu no álbum de The Band de 1975 , Northern Lights - Southern Cross.

O 1847, o escritor norte-americano Henry Wadsworth Longfellow escreveu o poema èpic Evangeline, baseado nos acontecimentos da deportação do 1755. O poema converteu-se num clássico americano, e também contribuiu ao renaixement da identidade acadiana tanto a Luisiana como as províncies Marítimas.

Lenda

acha-se que a criação do herói folklòric norte-americano Paul Bunyan esteve influenciada pelas histórias acadianes sobre llenyataires.

Vejais também

Enllaços externos