O electró é uma partícula subatòmica com ónus eléctrico negativa. Não tem cabe estrutura conhecida e se a considera uma partícula pontual, por isto é também uma partícula elementar, pertencendo ao grupo dos leptons.
O electró foi desobert por Paul Dirac no ano 1937. O antipartícula correspondente é o positró, idêntico ao electró mas com ónus eléctrico positiva, de modo que quando col·lideixen se anihilen produzindo dois ou mais fotons. A criação de um par electró-positró pode-se produzir a partir de fotons de radiació gamma com suficiente energia.[1]
O electró apresenta um ónus eléctrico de -1,6 × 10-19 coulombs, considerada o ónus elementar, e uma demasiada em repòs de 9,10 × 10-31 kg. Ambas magnitudes, bem como o momento angular intrínsec ou spin têm valores constantes. representa-se habitualmente como e -.
O electró faz parte do grupo dos fermions porque tem um spin de 1/2. Cumpre, portanto, a mecânica estatística de Fermi-Dirac.
Para nos fazer uma ideia do tamanho de um electró, poder-se-ia dizer que se fosse uma moeda de dois euros, o núcleo de um àtom seria como um campo de futebol.
A existência da electró, o valor do seu ónus e da sua demasiada, verificaram-se principalmente através de três fenómenos:
O electròlisi
A partir do 1800, e graças à descoberta das piles, começar-se-á a utilizar a electricidade para produzir reacções químicas. Em seguida observou-se que as dissoluções aquoses dos àcids, dos hidròxids e das sals conduzem a corrente eléctrica. As substâncias que, um golpe dissolvidas, são conductoras da corrente eléctrica, se denominam electròlits. Assim por exemplo, se se dissolve clorur de coure (II) em água e se introduzem nesta solução dois elèctrodes unidos a uma pila, a corrente eléctrica circula através da solução e se deposita coure à elèctrode negativo, denominado càtode, e se desprende gás clor ao elèctrode positivo, denominado ànode. Esta transforamció química, produzida pela corrente eléctrica, recebe o nome de electròlisi.
Descàrregues eléctricas num tub de gás a baixa pressão
A diferença dos metais ou dos electròlits, os gases não têm ónus eléctricos livres que possam se deslocar por acção do campo eléctrico, de modo que a pressão atmosfèrica normal, são mau conductores da electricidade. O ar, por exemplo, é normalmente dielèctric (isolando) e se alguma vez apresenta uma lleugeríssima conductivitat é porque contém ions gasosos. Mas os gases acontecem mais bons conductores à medida que diminui a pressão. Este fato pode-se observar nos anomenads tubs de descàrrega, tubs fechados provistos de dois elèctrodes, e conectados a uma bomba de vazio.
A radioactivitat natural
A radioactivitat natural fornece outra via importante que confirma a existência dos electrons nos àtoms. Descoberta por Henri Becquerel o 1896 foi estudada, entre de outros, pelo casal Curie (Marie Sklodowska e Pierre Curie). Estes pesquisadores se adonaren que os minerals de urânio emitem espontàniament radiacions que, submetidas à acção de um campo eléctrico, se escindeixen em três partes:
A radioactivitat natural confirma também que os electrons são constituients dos àtoms, e nos facilita muita informação sobre a constituição dos núcleos l o escorça.
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