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Nomenclatura binomial

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Em biologia , a nomenclatura binomial é uma convenção estandarditzada para denominar as diferentes espécies. Tal e como a palavra 'binomial' sugere, o nome científico de uma espécie está composto pela combinação de duas palavras: o género e o epítet da espécie, assim dentro um mesmo género podem existir diferentes espécies que mantêm o primeiro termo e canvïen a segunda palavra dentro a nomenclatura binomial. O nome de género sempre começa com maiúscula enquanto que a epítet sempre o faz em minúscula; ambos termos se escrevem em cursiva, por exemplo: Homo sapiens. O nome de género pode abreujar-se, mas nunca ometre's, se já foi nomeado dantes ou pode se deduzir pelo contexto em que se encontra (como agora H. sapiens). Em alguns casos o uso destas abreviacions é tanto comum que acaban se usando de maneira geral, um exemplo deste fenòmen o encontramos na bactéria Escherichia cole, que com freqüência se denomina simplesmente E. cole.

Origem dos nomes

O termo que descreve a espécie tem de ser um adjectivo que diferencïi a espécie de de outros membros do seu mesmo género. O nome do género deriva normalmente do latino. Também se utilizam palavras provenientes do grego clássico, de línguas usadas aos lugares onde se encontra o organismo a denominar ou bem se usa o nome daquele que descreveu a espécie. De fato, os taxonomistes empregam nomes de muitas outras fontes, inclusive extraídas de bromes e idos. Mesmo assim, as palavras sempre se'ls aplicam as mesmas regras gramaticals como se se fossem palavras latinas. Por esta razão a nomenclatura binomial conhece-se popularmente como o "nome em latino", ainda que esta terminologia é recusada pelos biòlegs. Em mudança, o termo "nome científico" considera-se aceitável. Podeis consultar uma Lista de palavras latinas e gregas com freqüência usadas em taxonomia.

Uso e vantagens da nomenclatura binomial

As vantagens da nomenclatura binomial provem principalmente da sua singeleza e uso generalizado:

Todas as acções relacionadas com o estabelecimento da nomenclatura binomial tendem a favorecer a estabilidade dela mesma. Supondo que uma espécie seja tranferida de um género a outro (coisa que ocorre com freqüência graças à aquisição de novos conhecimentos por parte dos cientistas), o segundo termo ou epítet da espécie se conserva sempre que seja possível. Do mesmo modo, se o que até então se achava que eram duas espécies diferentes passa a se considerar como uma de sozinha, os antigos nomes de espécie acontecem termos de subespècie.

Mesmo assim, esta estabilidade não é nem muito menos absoluta. Um organismo pode ter mais de um nome científico em uso, dependendo da opinião dos cientistas, a conservação taxonòmica respeite os códigos de nomenclatura ou os avanços em filogènia molecular. Outra fonte de instabilidade é a norma que estabelece que a nomenclatura tem de respeitar a ordem em que uma espécie foi descoberta e denominada.

As normas de nomenclatura regem como se denominam as plantas (incluídos os fongs e os cianobacteris), os cultivars, animais, bactérias e vírus. Estas normas difereixen entre elas. Por exemplo, o código de nomenclatura de plantas ICBN não permite a tautonomia, enquanto que o ICZN (para animais) sim. provou-se de impulsionar um código geral denominado BioCode que substituiria todos os demés, os unificando, mas também se está a discutir a possibilidade de um PhyloCode ou código filogenètic que denominaria todas as espécies e grupos filogenèticament.