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Peixe

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Disambig.svg Este artigo trata sobre um tipo de animais. Vede outros significados a «Peixe (desambiguació)».
Um guppy.
Peixes de água doce
Peixes de água salada
Dunkleosteus terreli, peixe prehistòric do Devonià que podia conseguir os 10 m de longitude.
Anatomia externa da espécie Lampanyctodes hectoris: (1) - Opercle (coberta das brànquies), (2) - Linha lateral, (3) - Aleta dorsal espinosa, (4) - Aleta dorsal suave, (5)- Peduncle caudal, (6) - Bicha ou aleta caudal, (7) - Aleta anal, (8) - Fotòfors, (9) - Aletes pèlviques, (10) - Aletes pectorals.

Os peixes são todos aqueles animais vertebrats que não são membros do grupo dos tetràpodes (os vertebrats terrestres com quatro potes de tipos quiridi). O especialitat da zoologia que se ocupa especificamente dos peixes se diz Ictiologia.

O grupo dos peixes é um tàxon parafilètic, isto é, um calaix de sastre definida pela exclusão de um tàxon (os tetràpodes) de outro maior (os vertebrats), e não pela posse de características derivadas comuns. Como é próprio dos primeiros vertebrats, são aquàtics e, a diferença do que observamos nos tetràpodes, a respiração se produz por brànquies sitas em clivelles da faringe. A locomoció baseia-se numa forma hidrodinàmica, com movimentos laterais do corpo auxiliats por extremitats que são aletes. O grupo é muito heterogeni e inclui em formas tão dispars como as lamprees, os taurons ou as tonyines, totalitzant cerca de 30.000 espécies.

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Origem e evolução

Os peixes originaram-se a partir de outros chordata para o começo do Cambrià. Não se sabe do verdadeiro exactamente onde fixar a sua origem; o grupo mais primitivo dos peixes, os agnats -que não possuem mandíbules- compreende segundo a maioria das classificações as lamprees e os mixines, mas estes últimos, segundo alguns cientistas, não são verdadeiros vertebrats, já que as llamprees possuem umas características que compartilham de uma ou outra maneira com o resto de vertebrats e que não compartilham com os mixines.

A grande maioria das espécies hoje existentes pertencem a dois grupos (às vezes considerados classes, às vezes superclasses): os condrictis ou peixes cartilaginosos, que incluem em taurons, manadas, peixes serra e quimeres, caracterizados para ter clivelles branquials externament visíveis e um esqueleto composto só de cartílag; e os osteïctis, com esqueleto ósseo e brànquies protegidas mediante um opercle. Muitas diferenças morfològiques, anatòmiques e fisiològiques diferencien a ambos grupos. Os osteïctis são um grupo de vertebrats muito primitivos, mas muito reeixits evolutivament, já que os taurons são animais muito antigos que não mudaram muito desde a sua origem e que hoje em dia seguem sendo um grupo muito bem adaptado ao mundo.

Os vertebrats terrestres (tetràpodes) vão-se diferenciar a partir de peixes emparentats com o latimèria ou os peixes pulmonats, e algumas das primeiras formas estão a metade de caminho entre o nosso conceito de peixe e o de amfibi.

Os peixes bem como outros organismos aquàtics podem classificar-se ecològicament pela sua tolerância a diferentes salinitats, em eurihalinos ou estenohalinos, bem como por outros aspectos da sua adaptação.

Anatomia

Morfologia

Os peixes apresentam uma forma fusiforme e hidrodinàmica porque adaptaram a sua morfologia ao medi aquàtic e assim oferecer a mínima resistência à hora de adiantar na água. A maior parte dos peixes primitivos já tinham esta forma, enquanto que os peixes actuais podem apresentar modificações desta forma comum conforme com a hàbitat preferent, a alimentação, a forma de vida, etc.[1] Assim, o corpo pode estar comprimit lateralment, onde o eixo transversal é menor que o vertical (presente à grande maioria de peixes) ou deprimit dorsoventralment (como no caso do rap e das manadas). Os peixes planos (pleuronectiformes), ainda que têm o corpo comprimit lateralment, têm-no asimètric, descansam em cima um dos dois lados e, a simples vista, parece que o têm deprimit dorsoventralment. Isto os permite enganxar-se do todo ao fundo e os serve de vigilância e de camuflatge de protecção ao mesmo tempo. Os seus músculos, de forma longitudinal e muito desenvolvidos, proporcionam-nos uma natació persistent e lenta. Outra variante é o corpo acintat, extremamente longo e com o eixo vertical bem mais longo que o transversal. Também aparecem outras formas: serpentiformes, irregulares (cavallet de mar), com várias estruturas morfològiques (pínnules, carenes, aletes modificadas em órgãos adherents,...), etc.[2]

Uma forma hidrodinàmica (fusiforme, alongada, com os extremos agudos e com o eixo longitudinal maior que o vertical e o horitzontal) é própria dos bons nedadors. Os peixes adiantam graças a um movimento que começa no terço anterior do tronco e se propaga, sem interrupção até a aleta caudal. Este movimento vê-se ajudado pela bufeta natatòria (apesar que não todas as espécies têm), a qual pode suspender o peixe na água ainda que não tenha cabe movimento.

Os peixes pelàgics apresentam várias estruturas que facilitam a natació a grande velocidade. As aletes dorsals e as pectorals podem-se replegar dentro solcs para evitar o fregament e no peduncle caudal aparecem pínnules (detrás o aleta dorsal e o anal) e carenes laterais que servem por estabilitzar.[3]

Esqueleto

Os peixes, como todos os vertebrats, possuem um esqueleto que lhe confereix forma e solidesa ao corpo. No caso do peixe inclui um eixo dorsal, o crani e as extremitats. A base deste eixo, o componente rígido do qual é a coluna vertebral, é o cordão dorsal meio do que se desenvolveu aquela. A coluna vertebral compõe-se de um número variable de vèrtebres unidas entre si. As vértebras apresentam sobre o centro um orifici pelo qual passa o sistema nervoso central, incluindo a medula espinal.

O crani do peixe consta de muitos ossets e o esqueleto das extremitats está composto pelas aletes: o das imparells está unido directamente à coluna vertebral e sustentado por ela. As aletes pares (pectorals e pèlviques), em mudança, possuem a sua própria estrutura esqueletal de apoio, fechado nos músculos do tronco, e só estão unidas de uma maneira livre com o esqueleto central.[4]

Musculatura

Ocupa a maior parte do corpo do peixe. A dos lados do tronco serve para a locomoció, emprega-se ao máximo, está muito desenvolvida, estende-se desde a nuca até a raiz da aleta caudal e forma dois feixos iguais situados a ambos lados da coluna vertebral. Os músculos compõem-se de numerosos segments sucessivos unidos entre si sem sutura, como em pacotes. Da musculatura do tronco desenvolveu-se também a das aletes: compõe-se de dois músculos principais que produzem a extensão e contracció daquelas.[5]

Aletes

Escates de Labeo rohita
Escates de ródeus (Rhodeus amarus)
Linha lateral de um tauró
Tipo de boca de peixe:A: terminal. B: súpera. C: ínfera.

São empregadas pelos peixes para impulsionar-se, guiar-se e frear o seu movimento cabe adiante. As aletes são plecs epitelials armados sobre radis duros ou segments. Os duros são realmente rígidos e denominam-se espinosos. Os segments, além de ser flexíveis, se ramifiquen mais ou menos cerca da vora da aleta e denominam-se radis macios. podem-se mover-se desde o tronco já que têm na base dois grupos de músculos que permitem aos peixes plegar-as, as despregar e as empregar para se guiar e fazer diferentes movimentos.

há de dois tipo: pares e imparells, isto é, de um tipo de aleta tem duas e de outro uma sozinha. São imparells a dorsal, a caudal e a anal, enquanto que as pèlviques e as pectorals são pares. A posição das pares pode ser diferente segundo as famílias ou espécies de peixes a considerar, sobretudo as pèlviques já que podem estar deslocadas para atrás (posição abdominal) ou bem chefa adiante (toràcica ou, inclusive, jugular). Algumas espécies carecem deste último tipo de aletes.[6]

Pele e escates

O corpo dos peixes divide-se em três partes: o chefe, o tronco com o peduncle caudal (parte estreita do corpo do peixe à qual se une a bicha ou aleta caudal) e a bicha. Todas elas se encontram recobertes por uma pele composta por duas capas: o exterior (epidermis) e a interior (dermis ou cutis).[7] A primeira excreta uma mucositat que reduz a resistência por fricció da água e constitui uma protecção contra os parasitas, as feridas e as infecções. Entre a capa exterior e a interior encontram-se as escates (inserides na dermis), ainda que não todos os peixes têm.[8] Nos teleostis encontram-se as escates ctenoides (quadrades e com a vora dentada) e as cicloides (redondas e com a vora llisa).[9] As escames da linha lateral (órgão sensorial que segue uma linha desde a opercle até o início do aleta caudal) se encontram furadas e assim permitem a recepção de estímulos ambientais como vários tipos de ondas e vibracions da água e a temperatura (percebem as diferenças de pressão dentro a linha lateral). O número de escates da linha lateral pode ser útil para reconhecer a espécie. Às vezes, as escates não sempre aparecem e, no seu lugar, há uma mucositat que recobreix directamente a pele e a protege (caso das raboses e morenes) e em outros casos podem estar muito desenvolvidas e tomam uma gruixa considerável. Nos elasmobranquis, em lugar de escates há denticles dèrmics ou escates placoides: por sob a pele há a placa basal e sobresurt um ganxo dirigido chefe atrás que confereix à pele um tacte áspero. Esta estrutura é homòloga à dos dentes.[10]

Outra peculiaritat referente às escates é que crescem juntamente com o seu portador e, de maneira similar aos anéis das árvores, se pode saber a idade dos peixes pelos anéis das escates. O número de escates de uma bicha longitudinal e transversal é diferente na cada espécie de peixe e mediante a denominada fórmula de retrocàlcul pode-se identificar a espécie. Esta fórmula informa sobre o número de escates que há no sentido longitudinal da linha lateral e as que há entre esta e o início do aleta dorsal , ou bem entre ela e a vora inferior do ventre.[11]

Boca

A diferente posição dos maxilars faz que a boca dos peixes possa ser terminal, súpera, ínfera ou protràctil. Quando ambos são iguais, a boca é terminal; quando sobresurt a mandíbula, a boca é súpera; quando o faz o maxilar, a boca é ínfera; e, quando os maxilars saem chefe enfora, a boca é protràctil.[12]

Coloració

A coloració e os desenhos dos peixes são devidos à presença de pigments à pele e à irisació da luz sobre as finas capas de crescimento das escates. Sobre a pele do peixe há uma infinitat de cromatòfors -células cromàtiques- que determinam a sua cor. A cada uma destas células contém sempre uma sozinha cor e a coloració do peixe se produz pela interacção destas células (ao se estender ou se contrair os diferentes pigments das células). Também uma mudança da intensidade da luz influi neste processo favorecendo o que alguns peixes possam adaptar a sua coloració às diferenças de luminosidade e do meio. Tanto os peixes bentònics como os pelàgics apresentam uma coloració mimètica: permite-os camuflar-se para passar desapercebuts aos depredadors (defesa passiva) ou para esperar o passo da presa. Podem ajudar-se de outras estruturas morfològiques por camuflar-se e a coloració pode variar segundo o sexo, o hàbitat, a idade e o estado reproductor.[13]

Aparelho respiratório

Nos peixes cartilaginosos aparecem à cada custado entre 5 e 7 fenedures branquials que se comunicam, independentemente uma da outra, com o exterior. A primeira, mais pequena, é a espiracle. Nos peixes ósseos há o opercle: uma peça óssea e planície que protege as brànquies que são as estruturas relacionadas com a respiração.[14]

Classificação

Os peixes são um grupo parafilètic: isto quer dizer que qualquer clade que contenha todos os peixes também conterá todos os tetràpodes, os quais não são peixes. Por esta razão, grupos como a antiga classe Pisces já não se usam em classificações formais.

Os peixes são classificats nos seguintes grandes grupos:

Estado de conservação

Arquivo:Sardines.ogg

Perca do Nil (Lates niloticus)

A UICN, na sua Lista de espécies animais em perigo de extinção do ano 2006, assinala 1.173 espécies de peixes em perigo de acontecer extinguidas em curto prazo. incluem-se espécies como o bacallà (Gadus morhua),[15] o celacant (Latimeria chalumnae)[16] e o tauró branco (Carcharodon carcharias)[17] entre de outros. A diferença das plantas e dos animais terrestres, os peixes vivem sob a água e este fato comporta uma dificuldade acrescentada para \ obter dados e avaliar o seu estado de conservação. Tanmateix, parece ser que os peixes de água doce são os mais ameaçados porque, com freqüência, vivem em zonas relativamente pequenas. Assim, a corte de exemplo, o diminuto Cyprinodon diabolis só vive num pequeno bassal de 3 por 6 m a Nevada (Estados Unidos).[18]

Sobrepesca

No caso dos peixes comestibles, como o bacallà e a tonyina, uma das suas principais ameaças é a sobrepesca.[19][20] Lá onde é presente, finalmente, provoca o col·lapse das populações de peixes porque a população piscícola não se pode reproduzir suficientemente rápido como para substituir os indivíduos capturados pela pesca. Um caso bem estudado deste problema é o de um tipo de sardina do Pacífico, Sardinops sagax, pescada adiante da costa de Califórnia : no ano 1937 se'n pescavam 790.000 toneladas, enquanto que o 1968 as capturas já tinham baixado às 24.000 toneladas, momento em que se parou a pesca porque já não resultava economicamente rendible e não porque a espécie se tivesse extinguido.[21] De aqui a necessidade evidente de equilibrar a conservação das espécies piscícoles com a preservació dos meios de subsistència dos pescadores. Em lugares como Escócia, Terranova e Alaska, a indústria pesqueira gera muitos lugares de trabalho, pela qual coisa as governações respectivas são os principais interessats na busca de um equilíbrio entre a conservação das populações de peixes e a manutenção da vàlua económica da pesca comercial.[22][23] De outra banda, cientistas, ecòlegs e movimentos conservacionistes empurram medo medes mais estritos de protecção das populações de peixes já que muitas destas poderiam desaparecer num prazo de cinquenta anos ao ritmo actual da pesca comercial.[24]

Destruição da hàbitat

Uma outro problema compartilhado pelos ecosistemes marinhos e os de água doce é a degradació dos hàbitats pelos efeitos da contaminação da água, a construção de embassaments, a extracção de água para a sua utilização pelos seres humanos e a introdução de espécies exòtiques.[25] Um exemplo de peixe que se encontra em perigo de extinção devido a isto é um tipo de esturió de Norte-amèrica , Scaphirhynchus albus, que padece as modificações introduzidas aos rios onde vive devido a diferentes actividades humanas.[26]

Introdução de espécies exòtiques

A introdução de espécies exòtiques produziu-se numa grande varietat de lugares e por muitas razões diferentes. Um dos casos melhor estudados (e mais graves) foi a introdução da perca do Nil (Lates niloticus) ao Lago Vitória. Desde a década de 1960 este peixe foi exterminant progressivamente as 500 espécies de cíclids que só se encontravam neste lago africano. Algumas destas espécies agora só sobrevivem em programas de cria em cativeiro enquanto que de outros são, com muita probabilidade, extinguidas.[27] A carpa comum (Cyprinus carpio), a tilàpia do Nil (Oreochromis niloticus), Perca fluviatilis, a truita de rio (Salmo trutta), a llampresa de mar (Petromyzon marinus) e a truita arco de Santo Martí (Oncorhynchus mykiss) são outros exemplos de peixes que causaram problemas em hàbitats diferentes aos seus habituais.[28]

Aspectos culturais

Mosaic encontrado em Pompeia.
Banco de peixes (obra de Abraham vão Beijeren, circa 1650)

Vejais também

Referências

  1. Università di Roma. (italiano)
  2. Mas Ferrà, Xavier e Canyelles Ferrà, Xavier: Peixes das Ilhas Baleares. Editorial Berço, Palma de Mallorca, maio do 2000. Manuals de introdução à natureza, 13. ISBN 84-273-6013-4. Planície 21.
  3. Biblioteca Digital (castelhano)
  4. www.mundoacuariofilo.org (castelhano)
  5. ElAnzuelo.como (castelhano)
  6. www.icarito.cl (castelhano)
  7. Australian Museum Fish Site (inglês)
  8. AmiMascota.como (castelhano)
  9. Roberts, C.D. 1993. Comparative morphology of spined scales and their phylogenetic significance in the Teleostei. Bull. Mar. Sci. 52(1):60-113.
  10. Daniel, J.F. (1922). The elasmobranch fishes. University of California Press, Berkeley, Califórnia, Estados Unidos.
  11. Universidad de Concepción, Chile (castelhano)
  12. www.geocities.como (castelhano)
  13. The Telegraph. (inglês)
  14. Gilbert, Scott F.: Developmental Biology. Quarta edição. Sinauer Associates, Inc. Sunderland, Massachusetts, Estados Unidos. ISBN 0-87893-249-6. Ano 1994.
  15. IUCN (inglês)
  16. IUCN (inglês)
  17. IUCN (inglês)
  18. Helfman G., Collette B., & Facey D.: The Diversity of Fishes, Blackwell Publishing, pp. 449-450, 1997, ISBN 0-86542-256-7.
  19. Call tom halt cod 'over-fishing' (inglês)
  20. Tuna groups tackle overfishing (inglês)
  21. Helfman G., Collette B., & Facey D.: The Diversity of Fishes, Blackwell Publishing, p 462, 1997, ISBN 0-86542-256-7.
  22. UK 'must shield fishing industry' (inglês)
  23. EU fish quota deal hammered out (inglês)
  24. Ocean study predicts the collapse of all seafood fisheries by 2050 (inglês)
  25. Helfman G., Collette B., & Facey D.: The Diversity of Fishes, Blackwell Publishing, p 463, 1997, ISBN 0-86542-256-7.
  26. Threatened and Endangered Species: Pallid Sturgeon Scaphirhynchus Fact Sheet (inglês)
  27. The little fish fight back (inglês)
  28. Stop That Fish! (inglês)

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