A televisão ("Tv-", em grego "longe" e "-visão" em latino "visão" "ver" ou "vista"), abreujat TV, é um sistema de telecomunicação para a emissão e para a recepção de sons e de imagens em movimento a distância. O termo também acabou se referindo a todos os aspectos da programação televisiva.
A televisão comercial começou a em os anos 30. Desde então, a tv aconteceu um dos electrodomésticos mais comuns por todos os lados. Nos anos 70 apareceram os primeiros aparelhos de vídeo, que permitiam gravar o conteúdos da TV. Como as fitas VHS e mais tarde o DVD. O fato televisivo aconteceu sinònim de cultura posto moderna.
O aparelho usado para receber a televisão é o televisor. Internament tem múltiplos circuitos electrónicos, incluindo os que sintonitzen e descodifiquen o sinal. Ao aparelho carecido destes circuitos se denomina-o monitor, em lugar de televisor. Apart da televisão analògica tradicional, alguns televisors estão desenhados para receber diferentes sinais e formatos, como um circuito fechado de TV (CCTV), televisão digital, ou televisão de alta definição (HDTV).
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As primeiras tentativas de transmitir imagens a distância realizaram-se mediante a electricidade e sistemas mecânicos. A electricidade exercia como meio de união entre os pontos e servia para realizar a captació e recepção da imagem, os meios mecânicos efectuavam as tarefas de movimentos para realizar os varridos e descomposició seqüencial da imagem a transmitir. Pelo 1884 apareceram os primeiros sistemas de transmissão de desenhos , mapas escritos e fotografas denominados telefotos. Nestes primeiros aparelhos utilizava a diferença de resistência para realizar a captació.
O desenvolvimento das células fotosensibles de seleni , nas que a sua resistivitat varia segundo a quantidade de luz que incideixi nelas, o sistema se vai perfeccionar até o ponto que o 1927 se estabeleceu um serviço regular de transmissão de telefotografia entre Londres e Nova Iorque. As ondas de rádio cedo substituíram os cabos de coure , apesar que nunca chegaram a eliminar por completo, sobretudo nos serviços ponto a ponto.
O desenvolvimento da telefotografia conseguiu a sua cimeira com os "teleinscriptors", e o seu sistema de transmissão. Estes aparelhos permitiam receber o jornal diariamente a casa do cliente, mediante a impressão do mesmo que se fazia desde uma emissora especializada.
Até a década de 1980 continuou-se fazendo ser servir o sistema de telefotografia para a transmissão de fotografas destinados aos meios de comunicação.
A imagem em movimento é o que caracteriza à televisão. Os primeiros desenvolvimentos realizaram-nos os franceses Rionoux e Fournier o 1906. Estes desenvolveram uma matriu de células fotosensibles que conectavam, ao princípio uma a uma, com outra matriu de làmpada. À cada célula da emissor correspondia-lhe uma luz no receptor.
Cedo substituíram-se os numerosos cabos por um único par. Por isto se utilizou um sistema de commutació que ia pondo a cada célula à cada instando em contacto com a cada làmpada. O problema foi a sincronització de ambos commutadors, bem como a velocidade com a qual tinham de girar para conseguir uma imagem completa que fosse percebida pelo olho como tal.
A necessidade de enviar a informação da imagem em série, isto é utilizando só uma via como no caso da matriu fotosensible, aceitou-se rapidamente. Em seguida desenvolveram-se sistemas de exploração, também denominados de desintegració, da imagem. desenvolveram-se sistemas mecânicos e eléctricos.
O 1884 Paul Nipkow desenhou e patentà o denominado disco de Nipkow, um projecto de televisão que não poderia levar à prática. O 1910, o disco de Nipkow foi utilizado no desenvolvimento dos sistemas de televisão dos inícios do século XX e o 25 de março de 1925, o inventor escocês John Logie Baird efectuou a primeira experiência real utilizando dois discos, um ao emissor e outro no receptor, que estavam unidos ao mesmo eixo para que o seu giro fora sincronitzat e separados por 2 metros. transmitiu-se um chefe de um maniquí com uma definição de 28 linhas e uma frequência de quadro de 14 quadros por segundo.
Baird ofereceu a primeira demonstração pública do funcionamento de um sistema de televisão aos membros da Royal Institution, já um jornalista o 26 de janeiro de 1926 no seu laboratório de Londres . Em 1927, Baird transmitiu um sinal a 438 milhas através de uma linha de telefone entre Londres e Glasgow.
Este disco permite a realização de um varrido seqüencial da imagem mediante uma série de orificis realizados no mesmo. A cada orifici, que em teoria teria de ter uma medida infinitesimal e na prática era de 1mm, sacou uma linha da imagem e como estes, os buracos, estavam ligeiramente deslocados, acabavam fazendo o varrido total da mesma. O número de linhas que se adoptaram foi de 30 mas isto não deu os resultados desejados, a qualidade da imagem não resultava satisfatória.
O 1928 Baird fundou a companhia Baird TV Development Co para explodir comercialment a TV. Esta empresa conseguiu a primeira sinal de televisão transatlàntica entre Londres e Nova Iorque. Naquele mesmo ano Paul Nipkow vê na Exposição de rádio de Berlim um sistema de televisão funcionando perfeitamente baseado no seu invent com o seu nome ao pé do mesmo. O 1929 começam-se as emissões regulares em Londres e Berlim baseadas no sistema Nipkow Baird e que se emitia em banda média de rádio.
desenvolveram-se outros exploradors mecânicos como o que realizou a casa Telefunken, que deu bons resultados, mas que era muito complexo e constava de um cilindre com buracos que tinham uma lento cadascun deles.
A formação da imagem na recepção realizava-se mediante o mesmo princípio que utilizava na captació. Outro disco similar, girando de maneira sincronitzada, era utilizado para olhar através dele uma làmpada de neó a luminosidade correspondia à luz captada neste ponto da imagem. Este sistema, pela minúscul medida da área de formação da imagem, não teve muito sucesso, já que unicamente permitia que esta fosse vista por uma pessoa, apesar que se tentou fazer mais grande a imagem mediante a utilização de lentos. desenvolveram-se sistemas baseados em fita em lugar de discos e também se desenvolveu, que foi o que conseguiu resolver o problema da medida da imagem, um sistema de espelhos montados num tambor que realizavam a apresentação numa tela. Por isto o tambor tinha os espelhos ligeiramente inclinados, colocados de maneira helicoïdal. Este tambor é conhecido como a roda de Weill. Pelo desenvolvimento prático destes televisors foi necessária a substituição da làmpada de neó, que não dava a luminosidade suficiente, de outras maneiras, e entre eles se utilizou o de pôr uma llampara de descàrrega de gás e fazer passar a luz da mesma por uma célula de Kerr que regulava o flux luminoso em relação à tensão que se lhe aplicava nos seus borns. O desenvolvimento completo do sistema obteve-se com a utilização de roda-a fònica para realizar o sincronisme entre o emissor e o receptor.
A exploração da imagem, que se tinha desenvolvido de forma progressiva pelas experiências de Senlecq e Nipkow se questiona pela exposição do princípio da exploração entrellaçada desenvolvido por Balam e Toló. A exploração entrellaçada resolve o problema da persistència da imagem, as primeiras linhas traçades perdiam-se quando ainda não se tinham traçat as últimas produzindo o conhecido como efeito onda. Na exploração entrellaçada exploram-se primeiro as linhas senars e depois as pares e realiza-se o mesmo na apresentação da imagem. Brillounin perfecciona o disco de Nipkow porque realize a exploração entrellaçada colocar umas lentos nos buracos aumentando assim a brillantor captado.
O 1932 realizaram-se as primeiras emissões em Paris . Estes emissões têm uma definição de 60 linhas mas três anos depois estar-se-ia a emitir com 180. A precarietat das células empregadas para a captació fazia que faria falta alumiar muito intensament as cenas produzindo moltíssima calor que impedia o desenvolvimento do trabalho nos platós.
roda-a fònica foi o sistema de sincronització mecânico que melhores resultados deu. Consistia numa roda de ferro que tinha tantos dentes como buracos tinha no tambor ou disco. roda-a e o disco estavam unidos pelo mesmo eixo. roda-a estava em médio de duas bobines que eram percorridas pelo sinal que chegava do emissor. Ao centro emissor dava-se, ao começo da cada buraco, princípio da cada linha, um pólos bem mais intenso e amplo que as variações habituais das células captadores, que quando era recebido no receptor ao passar pelas bobines faz que a roda dê um passo posicionant o buraco que corresponde.
O 1937 começaram as transmissões regulares de TV electrónica em França e ao Reino Unido. Isto trouxe a um rápido desenvolvimento da indústria televisiva e portanto a um rápido aumento dos teleespectadors ainda que os televisors eram de tela pequena e muito caros. Estas emissões foram possíveis para o desenvolvimento dos seguintes elementos na cada extremo da corrente.
A implementació do denominado tub de raigs catòdics ou tub de Brauman, por S. Thomson o 1895 foi um precedente que teria grande transcendència na televisão, se bem não se pôde integrar, devido às deficiências tecnológicas, até entrado no século XX e que perdura nos primeiros anos do século XXI.
Desde os inícios dos experimentos sobre os raigs catòdics até que o tub se desenvolveu o suficientemente pelo seu uso na televisão foram necessários muitos progressos nesta busca. As investigações de Wehnelt, que acrescentou a sua cilindre, os perfeccionament dos controles electrostàtic e electromagnètics do feix, com o desenvolvimento das denominadas "lentos electrónicas" de Vichert e os sistemas de deflexió permitir que o pesquisador Holweck desenvolvesse o primeiro tub de Brauman destinado à televisão. Porque este sistema trabalhasse correctamente teve-se de construir um emissor especial, este emissor realizou-o Balam que estava baseado num espelho móvel e um sistema mecânico para o varrido.
Um golpe resolvido o problema da apresentação da imagem na recepção ficava para resolver o da captació na emissor. Os exploradors mecânicos freavam o progresso da técnica da TV. Era evidente que o progresso tinha de vir da mão da electrónica, como no caso da recepção. O 27 de janeiro de 1926, John Logie Baird fez uma demonstração ante a Real Instituição de Inglaterra, o captador era mecânico, composto de três discos e de construção muito rudimentària. Alfredo Dinsdale descreve-o desta guisa no seu livro Televisão:
| « | O aparelho estava montado com esses de bicicletes velhas, tabuleiros de mesas de café e lentos de vidro de claraboies, todo unido com lacre, cordes, etc. a qual coisa fez que não impressionar muito favoravelmente àqueles que estavam costumados aos primorosos mecanismos dos construtores de aparelhos, mas a importância das provas foi real e decisiva para o mundo científico daqueles tempos. | » |
A primeira imagem sobre um tub de raigs catòdics formou-se o 1911 ao Instituto Tecnológico de Santo Petersburg e consistia numas ratlles brancas sobre fundo negro e foram obtidas por Boris Rosing com colaboração com Zworrykin. A captació realizava-se mediante dois tambores de espelhos (sistema Weill) e gerava uma exploração entrellaçada de 30 linhas e 12,5 quadros por segundo.
Os sinais de sincronisme eram gerados por potenciòmetres unidos aos tambores de espelhos que se aplicavam às bobines deflexores do TRC, a intensidade de fés era proporcional à il·luminació que recebia a célula fotoelèctrica.
O 1931 Vladimir Kosme Zworykin desenvolveu o captador electrónico que tanto se esperava, o iconoscopi. Este tub electrónico permitir o abandonament de todos os outros sistemas que se vinham utilizando e perdurar, com as suas modificações, até a irrupció dos captadors CCD's a finais no século XX.
O iconoscopi está baseado num mosaic electrónico composto por milhares de pequenas células fotoelèctriques independentes que se criavam mediante a construção de um sandwich de três capas, uma muito fina de pouco que se recobrien numa das suas caras de uma substância conductora (grafit em pó impalpable ou prata) e na outra cara uma substância fotosensible composta de milhares de pequenos globulits de prata e òxid de cesi. Este mosaic, que era também conhecido com o nome de mosaic electrónico de Zworykin se colocava dentro de um tub de vazio e sobre o mesmo se projectava, mediante um sistema de lentos, a imagem a captar. A leitura da "imagem electrónica" gerada ao mosaic realizava-se com um feix electrónico que proporcionava aos pequenos condensadors fotoelèctrics os electrons necessários para a sua neutralització. Para o qual projecta-se um feix de electrons sobre o mosaic, as intensidades geradas na cada descàrrega, proporcionals ao ónus da cada célula e esta à intensidade de luz deste ponto da imagem passam aos circuitos amplificadors e de lá à corrente de transmissão, depois dos diferentes processats necessários pelo óptimo rendimento do sistema de TV.
A exploração do mosaic pelo feix de electrons realizava-se mediante um sistema de deflexió electromagnètic, igual que o utilizado no tub do receptor.
desenvolveram-se outro tipo de tubs de câmara como o dissector de imagem de Phil Taylor Farnsworth e depois o icotrò e o superemitrò, que era um híbrid de iconoscopi e dissector, e ao final apareceu o orticò, desenvolvido pela casa RCA e que era muito menor, sob medida, que a iconoscopi e bem mais sensível. Este tub foi o que se desenvolveu e vai perdurar até o seu desaparecimento.
Vladimir Zworykin realizar os seus estudos e experimentos do iconoscopi à RCA, depois de deixar Santo Petersburg e trabalhando com Phil Taylor Farnsworth quem o acusou de copiar os seus trabalhos sobre o dissector de imagem.
Os transductors desenhados foram a base pelas câmaras de televisão. Estas equipas integravam, e integram, todo o necessário para captar uma imagem e a transformar num sinal eléctrico. O sinal, que contém a informação da imagem mais os polsos necessários pelo sincronisme dos receptores, se denomina sinal de vídeo. Uma vez que se tenha produzido esta sinal, esta pode ser manipulada de diferentes formas, até a sua emissão pela antena, o sistema de difusió desejado.
O sinal transmitido da imagem contém a informação desta, mas como se viu, é necessário, para a sua recomposició, que tenha um perfeito sincronisme entre a deflexió de exploração e a deflexió na representação.
A exploração de uma imagem realiza-se mediante a sua descomposició, primeiro em fotogrames aos que se denominam quadros e depois em linhas, lendo a cada quadro. Para determinar o número de quadros necessários porque possa-se recompondre uma imagem em movimento bem como o número de linhas para obter uma óptima qualidade na reprodução e a óptima percepció da cor (na TV em cor) realizaram-se numerosos estudos empírics e cientistas o olho humano e a sua forma de perceber. obteve-se que o número de quadros devia ser ao menos de 24 ao segundo (depois se empregaram por outras razões 25 e 30) e que o número de linhas devia ser superior às 300.
A sinal de vídeo a composen a própria informação da imagem correspondente à cada linha (no sistema PAU 625 linhas e no NTSC 525 pela cada quadro) agrupadas em dois grupos, as linhas senars e as pares da cada quadro, a cadascun destes grupos de linhas se'ls denomina campo (no sistema PAU usam-se 25 quadros por segundo enquanto que no sistema NTSC 30). A esta informação faz falta acrescentar a de sincronisme, tanto de quadro como de linha, isto é, tanto vertical como horitzontal. Ao estar o quadro dividido em dois campos temos pela cada quadro um sincronisme vertical que nos assinala o começo e o tipo de campo, isto é quando começa o campo imparell e quando começa o campo par. Ao começo da cada linha acrescenta-se o pólos de sincronisme de linha ou horitzontal (modernament com a TV em cor também se acrescenta informação sobre a sincronia da cor).
A codificació da imagem realiza-se entre 0V para o negro e 0,7 V pelo alvo. Para os sincronisme incorporam-se polsos de -0,3 V, a qual coisa dá uma amplitude total da forma de onda de vídeo de 1V. Os sincronisme verticais estão constituídos por uma série de polsos de -0,3 V que proporcionam informação sobre o tipo de campo e igualam os tempos de cadascun deles.
O som, denominado àudio, é tratado por separado em toda a corrente de produção e depois se emite ao lado do vídeo numa portadora sita ao lado da encarregada de transportar a imagem.
Os sinais de vídeo e àudio a uma emissão de televisão emitem-se desde o controle de realização do plató.
Mas são os progressos em electrónica que permitirão a transmissão de imagens de qualidade.
Os géneros televisivos incluem um amplo leque de programas que entretenen, informam e educam os espectadores. Os géneros mais caros de produzir normalmente são os dramas e as minisèries dramáticas. Mesmo assim, outros géneros como os Westerns históricos também podem ter altos custos de produção.
De géneros populares de entretenimento orientados à acção há as séries policiais, de crime, de detectives, de horror, ou thrillers. Não orientadas à acção podemos encontrar as séries médicas. A ciência-ficção pode ser de acção ou dramático, dependendo de se emfatitzen as questões filosòfiques ou as aventuras. A comédia é um género popular que inclui a comédia de situação (sitcom) e os shows animados para população adulta como agora Family Guy.
Outros: Telenotícies, desenhos animados, Info show, Talk show, Meta-televisão, Reality show,Programa de debates, Programa infantil, Programa de entrevistas, Programa do coração, Late Show, Concursos, Televisão educativa, Docugame.
A primeira televisão ao se desenvolver foi a analògica, primeiro em alvo e negro e depois em cor. Há vários formatos para representar a cor, desenvolvidos por diferentes países e que se usam em função da cada continente: o PAU, o SECAM e o NTSC. Uma vez tem-se codificat a informação em cor, esta se modula sobre uma onda portadora com diferente frequência segundo o canal, mas sempre dentro o rang UHF ou VHF do espectro electromagnètic. Depois o sinal transmite por uma antena.
Mais tarde desenvolveu-se a televisão digital, que mediante standards de vídeo como MPEG-2 comprimeixen a informação aproveitando assim largo de banda e permitindo mais canais e novas funcionalitats num mesmo espaço radio-eléctrico. Há varias maneiras de receber televisão digital: de forma terrestre como anteriormente com a analògica (Televisão digital terrestre ou TDT), via satélite, ou apesar que menos popular em Cataluña, via cabo.
Formas mais novas de receber conteúdos multimédia são o IPTV através de internet, como seriam Imagenio da companhia "Telefónica".
Algumas áreas de investigação são a televisão em 3D, como agora o sistema Free viewpoint television.
Em Europa e a partes de América , não é assim aos EEUU, a televisão se define como um serviço público e tem o monopólio da sua gestão e produção ao Estado ou às instituições educativas como as universidades. Aos EEUU desde os seus inícios definiu-se como uma empresa particular.
Canais que emitem maioritariamente em catalão:
Canais que emitem pontualmente em catalão:
Canais internacionais:
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