Álvaro García (poeta)
De Wikipedia, a enciclopedia livre
Álvaro García é um poeta e escritor espanhol nascido em Málaga, em 1965).
Obra poética
- O rio de água (2005).
- Queda (2002)
- Para o que não existe (1999)
- Intemperie (1995)
- A noite junto ao álbum (1989, prêmio Hiperión)
- Baixo um tema de Foix (1986. Cuadernillo em edição de 100 exemplares, que é uma tradução/recreación de um soneto de J. V. Foix)
- Para queimar o trapecio (1985)
- Briga de negros em um túnel (1984)
Tem sido incluído nas antologías A geração dos 80, Fim de século, 10 menos 30, A nova poesia, A lógica de Orfeo e Poesia espanhola recente (1980-1990), entre outras.
Para o que não existe pode se considerar sua obra mestre; nele, o poeta recreia a distância entre a existência e sua reverso. Seus poemas procuram a maior tensão por médio da perfeita selecção léxica.
Queda recreia uma ruptura amorosa com a posterior mudança, facto que se abstrae para significar a mudança de todos os significados, a queda na consciência do tempo e no simples estar; ainda que dividido em seis cantos, trata-se de um poema longo, ao igual que O rio de água, mosaico de realidades que compõem um único rio, uma única fluencia para a plenitude, para a música.
Como tradutor destacam suas edições de Larkin, Auden, Atwood e K. White. Tem debutado em 2005 como ensayista literário com Poesia sem estátua. Ser e não ser em poética, onde se expõe o passo da experiência vital à poemática.
Enlaces externos
Predefinição:ORDENAR:Garcia, alvaro
