Álvaro Mutis
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Álvaro Mutis Jaramillo é um escritor e poeta colombiano. É um dos grandes criadores hispanoamericanos contemporâneos. Ao longo de sua carreira literária tem recebido, entre outros, Prêmio Xavier Villaurrutia em 1988, Premeio Príncipe das Astúrias das Letras em 1997, Prêmio Reina Sofía de Poesia Iberoamericana em 1997 e o Prêmio Cervantes em 2001.
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Biografia
Nasceu em Bogotá (Colômbia), 25 de agosto de 1923 dia de Luis IX da França do quem o autor diz "Não descarto a influência de meu santo patrão em meu devoción pela monarquia", filho do diplomata colombiano Santiago Mutis Dávila e de Carolina Jaramillo. Em 1925 por causa da profissão de seu pai, viaja com sua família a Bélgica, país ao que chega com mal 2 anos de idade. Fez seus primeiros estudos em Bruxelas. Regresso a Colômbia primeiro por períodos que, foram os de férias e, depois, se estenderam mais e mais, vivío em uma finca de café e cana de açúcar que tinha fundado seu avô materno. Chama-se "Coello" e encontra-se nas estribaciones da Cordillera Central. De quem o autor diz: "Todo o que tenho escrito está destinado a celebrar, a perpetuar esse rincão da terra quente do que emana a substância mesma de meus sonhos, minhas nostalgias, meus terrores e minhas ditas. Não há uma sozinha linha de minha obra que não esteja referida, em forma secreta ou explícita, ao mundo sem limites que é para mim esse rincão da região de Tolima, em Colômbia".
Na Bélgica]] residirá até os nove, data na que sua progenitor falece repentinamente aos 33 anos. Em Bruxelas estão melhore-los lembranças de seu pai; "dele herdei, entre outras coisas, o gosto pelos bons vinhos e a boa cozinha, pela tertulia e os bons livros, e também sua admiração por Napoleón", afirma o poeta e narrador colombiano. A morte de seu pai provocasse que sua mãe decidisse abandonar a Europa]] e regressar a Colômbia para dedicar à fazenda "Coello".
Sair da Europa]] foi para Mutis uma grande perda. Europa era, naqueles anos, seu mundo, enquanto Colômbia era só um lugar onde passar férias de onde sempre se regressava. Seu fascinación pelo mar, os barcos e a viagem tem origem nessas deslocações da Europa]] a Colômbia, realizados em pequenos barcos metade de ónus e metade de passageiros.
Depois de abandonar seus estudos em Bruxelas no Colégio jesuita de Saint-Michel. Fez sua última tentativa para conseguir o diploma de Bachiller, e se matriculo no Colégio Maior de Nossa Senhora do Rosario, em Bogotá. Seu professor de Literatura Espanhola]] foi o notável poeta colombiano Eduardo Carranza. As classes de Carranza diz o poeta "são para mim uma inolvidable e fervorosa iniciación à poesia". O billar e a poesia puderam mais e nunca atinjo o título.
Em 1941 contrai casal com Mireya Durán Solano, com quem terá três filhos: María Cristina, Santiago e Jorge Manuel.
Em 1942 começou a trabalhar de jornalista na emissora de rádio Novo Mundo, onde substitui a Eduardo Zalamea Borda.
Em 1954 casa-se com María Luz Montané. Desta união nascerá sua filha María Teresa
Após ser relacionista público de Esso, Standard Oil, Panamerican e Columbia Pictures, entre outras, se iniciou no mundo da poesia em 1948. Anteriormente tinha publicado seus poemas no jornal O Espectador.
Em 1953 publica Os elementos do desastre, um poemario onde aparece pela primeira vez seu emblemático personagem Maqroll o Gaviero, um das grandes metas da literatura em língua espanhola deste século.
Fragmento de Os elementos do desastre
Os elementos do desastre:
Devido ao manejo caprichoso de uns dinheiros da multinacional Esso, na que era chefe de relações públicas, dinheiro que atribuíam a obras de caridade, e que Mutis usou como se fosse seu em quijotadas culturais, não sempre com base em uma necessidade real, foi demandado pela companhia. Ante esta situação, seu irmão Leopoldo, Casimiro Eiger e Álvaro Castaño Castillo, arranjam-lhe uma viagem de emergência para México, país que desde então é seu lugar de residência.
Em 1956 estabeleceu-se em Cidade de México]], chego com duas cartas de recomendação: uma dirigida a Luis Buñuel e outra a Luis de Plano; graças a estas, conseguiu trabalho como executivo de uma empresa de publicidade, e depois foi promotor de produção e vendedor de publicidade para televisão, e conheceu no médio intelectual mexicano aos que têm sido seus amigos nesse país: Octavio Paz, Carlos Fontes e Luis Buñuel, entre outros.
Aos três anos de sua chegada a México, Mutis é detido pela Interpol e internado no cárcere preventivo de Lecumberri, mais conhecida como "O palácio negro", durante 15 meses. Sua experiência no cárcere mudou do todo sua visão da dor e o sofrimento humanos.
Para 1960 inicia uma viragem para a prosa com Diário de Lecumberri, escrito no cárcere mexicano.
Em 1966 contrai casal com Carmen Miracle Feliú.
O primeiro reconhecimento importante à obra de Álvaro Mutis, foi em 1974, com o Prêmio Nacional de Letras de Colômbia.
Iniciou-se na novela em 1978, mas até 1986, com a publicação da primeira novela ao redor de Maqroll o Gaviero, não foi reconhecido popularmente. A partir daquele momento começou a receber reconhecimento em forma de prêmios importantes. Um de seus contemporâneos escreveu:[1] "A saga novelesca de Maqroll o Gaviero é, sem dúvida, por sua emocionante despliegue narrativo, sua profundidade terrível, sua construção de grande artesanado, sua poesia constante e sua delicadeza, uma obra maior da escritura em nossa língua."
Em 1988 cumpre o tempo para o retiro e dedica-se completamente a ler e a escrever. Aparece em Espanha sua novela "Ilona chega com a chuva", publicada por Mondadori.
Em 1989 México outorgam-lhe o Prêmio Xavier Villaurrutia e o condecora com a Ordem da Águia Azteca. Mondadori de Espanha publica sua novela "Um bel morrer" e Arango Editores publica "A última escala do Tramp Steamer". França outorga-lhe o Médicis Étranger por suas novelas "A neve do Almirante" e "Ilona chega com a chuva". O Governo francês concede-lhe a Ordem das Artes e as Letras no grau de Caballero.
Em 1990, "Amirbar" é editada em Espanha e Colômbia simultaneamente. Itália outorga-lhe o prêmio Nonino ao melhor livro estrangeiro publicado nesse país. Termina "Abdul Bashur, sonhador de navios".
No 2000 a editorial Alfaguara decide agrupar em um volume suas novelas de Maqroll o Gaviero baixo o título "Empresas e tribulaciones de Maqroll o Gaviero", que saiu nesse mesmo ano.
Em 2001 recebe o Prêmio Cervantes, o galardão mais importante das letras hispanas.
Recebeu a influência de Octavio Paz, Pablo Neruda, Saint-John Perse e Walt Whitman. Mutis tem um ponto de vista da vida fascinante e ao mesmo tempo controvertido: Por exemplo, pensa que a humanidade sofreu um tremendo retrocesso quando terminou a autoridade dos reis para ser substituída pela vontade popular. Muito unido à indústria do cinema, tem sido agente em Latinoamérica de várias produtoras e, como dado curioso, sua maravilhosa voz o levou a ser o narrador em espanhol da série "Os Intocables", uma das interpretações mais recordadas do ecrã garota, ainda que não vinha acompanhada da imagem da personagem.
Grande amigo de Octavio Paz e de Gabriel García Márquez; deste último é o primeiro leitor de seus rascunhos ademais publico seu primeiro livro de poemas com Jorge Gaitan Duram
Obra publicada
Poesia
- A Balança, Oficinas Prag, Bogotá, 1948 (em colaboração com Carlos Patiño Roselli)
- Os elementos do desastre, Losada, Buenos Aires, 1953
- Reseñas dos hospitais de Ultramar, Separata revista "Mito", Bogotá, 1955
- Os trabalhos perdidos, Era, Cidade de México, 1965
- Summa de Maqroll o Gaviero, Barral Editores, Barcelona, 1973
- Caravansary, FCE, Cidade de México, 1981
- Os emissários, FCE, Cidade de México, 1984
- Crónica regia e louvor do reino, Cátedra, Madri, 1985
- Uma homenagem e sete nocturnos, O Equilibrista, Cidade de México, 1986
Narrativa
- Diário de Lecumberri, Universidade Veracruzana, 1960
- A mansão de Araucaíma, Sudamericana, 1973
- A Neve do Almirante 1986
- A verdadeira história do flautista de Hammelin, Edições Penélope, 1982
- Ilona chega com a chuva, Ovelha Negra, 1987
- Um bel morrer, Ovelha Negra; Mondadori, 1989
- A última escala do Tramp Steamer, O Equilibrista, Cidade de México, 1989
- A morte do estratega, FCE, Cidade de México, 1990
- Amirbar, Norma; Siruela, 1990
- Abdul Bashur, sonhador de navios, Norma; Siruela, 1991
- Tríptico de mar e terra, Norma, 1993
- Sonhador de navios, Norma, 1986
- Empresas e tribulaciones de Maqroll o Gaviero foi publicado por Alfaguara em 1995. As sete novelas incluídas neste volume são: A neve do almirante (1986); Ilona chega com a chuva (1988); Um bel morrer (1989); A última escala do tramp steamer (1992); Amirbar (1990); Abdul Bashur, sonhador de navios (1986); Tríptico de mar e terra (1993).
Ensaio
- Contextos para Maqroll, Igitur-Cilcultura, 1997
- De leituras e algo do mundo, Seix Barral, 1999
- Caminhos e encontros de Maqroll o Gaviero, Editorial Áltera, 2001
Antologías
- Poesia e prosa, Instituto colombiano de Cultura, 1982
- Antología poética, selecção e notas de José Balza, Monte Avíla
- Summa de Maqroll o Gaviero. Poesia 1948-1988, Visor, 1992
- Poesia completa, Editorial Arango, 1993
- Summa de Maqroll o Gaviero. Poesia 1948-1997, Edições Universidade de Salamanca-Património Nacional, 1997
- Antología, selecção de Enrique Turpin, Praça e Janés, 2000
- Empresas e tribulaciones de Maqroll o Gaviero, Siruela, 1993 (2 volumes)
- A voz de Álvaro Mutis , edição de Diego Valverde Villena, Poesia na Residência, Residência de Estudantes, Madri, 2001.
Reconhecimentos
- Prêmio Nacional de Letras de Colômbia, 1974
- Prêmio Nacional de Poesia de Colômbia, 1983
- Prêmio da Crítica Os Abris, 1985
- Comendador da Ordem da Águia Azteca México, 1988
- Prêmio Xavier Villaurrutia México, 1988 por Ilona chega com a chuva.[2]
- Doutor Honoris Causa pela Universidade do Vale em Colômbia, 1988
- Prêmio Juchimán de Prata em México, 1988
- Ordem das Artes e as Letras, do Governo da França, no grau de Caballero, 1989
- Prêmio Médicis Étranger da França]], 1989
- Prêmio Nonino da Itália]], 1990
- X Prêmio do Instituto Italo-Latinoamericano de Roma, 1992
- Ordem ao Mérito da França]], 1993
- Prêmio Roger Caillois da França]], 1993
- Grande Cruz da Ordem de Boyacá de Colômbia, 1993
- Grande Cruz da Ordem de Alfonso X o Sabio de Espanha, 1996
- Prêmio Grinzane-Cavour da Itália]], 1997
- Premeio Príncipe das Astúrias das Letras de Espanha, 1997.[3]
- Premeio Rainha Sofía de Poesia Iberoamericana de Espanha, 1997
- Prêmio Rossone d'Oro da Itália]], 1997
- Premeio Cidade de Trieste de Poesia da Itália]], 2000
- Prêmio Cervantes de Espanha, 2001.[4]
Disse-se
Curiosidades
Nunca tem participado em política, não tem votado jamais e o último facto que em verdade lhe preocupa no campo da política e que lhe concierne e atañe em forma plena e sincera, é a queda de Constantinopla em mãos dos turcos o 29 de maio de 1453. Sem deixar de reconhecer que não se repõe ainda da viagem a Canossa do imperador sálico Enrique IV, em janeiro do ano 1077, para render pleitesía ao soberbio pontífice Gregorio VII. Viagem de tão funestas consequências para o Occidente Cristão. Portanto diz ser "gibelino, monárquico e legitimista"
Um antepassado ilustre
Álvaro Mutis desce de uma família gaditana, e um de seus antepassados, José Celestino Mutis, foi um famoso botánico que em 1783 encabeçou uma expedição botánica à Nova Granada e conseguiu classificar, com a ajuda dos indígenas, milhares de plantas da zona equatorial. Seu irmão Manuel é o pai do tatarabuelo do escritor, que curiosamente tem deixado para a literatura latinoamericana algumas das melhores páginas sobre a selva.
A publicidade
Entre os múltiplos oficios com os que Mutis se ganhou a vida (locutor de rádio, chefe de relações públicas e distribuidor de filmes da 20th Century Fox na América Latina]], empregado de uma companhia de seguros, de Columbia Pictures e de Esso) o mais curioso é sem dúvida sua colaboração para uma agência de publicidade. Ninguém sabe muito bem qual foi a impronta que deixou Mutis no mundo dos anúncios publicitários. Alguns dizem que Coca-Bicha lhe deve um de suas melhores slogans. Outros juram que dedicou um belo poema ao vinho, recitado com atuendo de Baco desde uma paisagem de vides. Igualmente é pouco conhecida sua participação na indústria de dobragem em México. Prestou sua voz como o narrador da famosa série de TV, Os Intocables e fez inumeráveis traduções-adaptações de libretos para dobragem.
O presente para "Gabo"
Na dedicatoria de sua novela O general em seu laberinto, Gabriel García Márquez desliza uma frase que tem dado lugar a numerosas especulações: "Para Álvaro Mutis, que me presenteou a ideia de escrever este livro". Depois, em seus "gratidões", o Nobel colombiano chama a atenção sobre um relato de seu amigo, "O último rosto", que conta um episódio dos últimos meses da vida de Simón Bolívar, a partir do achado de uns manuscritos perdidos, escritos por um coronel polaco de apellido Napierski, quem, em Cartagena, conhece a Simon Bolívar e passa em alguns dias a seu lado. A figura de Napierski, puro invento de Mutis, a objectiva García Márquez ao utilizá-la -ironicamente e muito a sua maneira- como fonte histórica em sua novela.
Mutis mesmo tem declarado que "O último rosto" é o que ficou de uma obra muito maior, queimada porque lhe pareceu demasiado "de tese". Ao contar-lho a seu amigo, este lhe sugeriu tentar a escrever. "E eu lhe contestei, me parece muito bem, ninguém fá-lo-á melhor. Aqui está toda a documentação, e lhe dei os livros que eu tinha lido, a correspondência de Simon Bolívar, em fim, uma série de documentos históricos essenciais, e lho levou tudo, e se marchou de minha casa dizendo "Já saberás de mim". Quando terminou a novela ma deu, porque sempre me mostra seus originais dantes que a ninguém e me disse, "A ver, vai queimar esta também? E ali estava o Simon Bolívar que devia ter escrito eu. Mas escreveu-o ele. Perfeito."
A visita a Hernán Cortês
Não é um segredo a devoción de Mutis pela Monarquia Espanhola. Mas talvez seja menos conhecido o facto de que durante a visita do Príncipe das Astúrias a México, o escritor colombiano teve a oportunidade de lhe servir de guia em uma visita à tumba de Hernán Cortês, que está escondida por trás do altar maior da pequena Igreja que o conquistador fundou junto com o Hospital de Jesús. Ainda que a equipa de segurança e alguns servidores públicos opuseram-se, o Príncipe fez questão de ir a pé desde o Zócalo da Catedral mexicana, que está a duas ou três ruas. Contam que ao chegar um despistado sacerdote de certa idade lhes disse: "Aqui não podem entrar turistas". Com a maior de seus sorrisos, Mutis soltou uma frase que ainda o diverte: "É que não se trata de turistas, disse. É S.A.R. o Príncipe das Astúrias".
Referências
- Ruy Sánchez, Alberto. 'Alvaro Mutis e seus rituales góticos de Terra Quente' in Quatro escritores rituales. Conaculta, 2000. ISBN 970-18-7269-X
- Consolo Hernández. ÁLVARO MUTIS: UMA ESTÉTICA DO DETERIORO. Caracas: Monte Ávila Editores, 1997
- Consolo Hernández. "Razão do extraviado: Mutis entre dois mundos." Cuadernos Hispanoamericanos. Não. 523. Madri.
- Consolo Hernández. "Os amores de Maqroll no anverso social." Álvaro Mutis. Edições de Cultura Hispânica. Semana do Autor. Madri: Instituto de Cooperação Iberoamericana, 1993. p. 67-78.
- Consolo Hernández. "Proposta e resposta de Maqroll." Folios. Não.24. Caracas: Monte Ávila Editores Latinoamericana. p. 35-39.
- Consolo Hernández. "Do poema narrativo à novela poética." Tradição e actualidade da literatura iberoamericana. P. Bacarisse. Editor. Actas do XXX Congresso do Instituto Internacional de Literatura Iberoamericana. Tomo I. University of Pittsburgh. p. 101-115.
- Ferdinandy, Miguel de. "O estratega: um conto de Alvaro Mutis." Eco 237. 1981. 266-270.
- Diego Valverde Villena. "Factos de armas baixo a bandeira de Álvaro Mutis", Letras Livres Não. 10, julho de 2002, p. 46-48.
- Diego Valverde Villena. "Mulheres de mirada fixa e lento passo: o eterno feminino na obra de Álvaro Mutis", Excelsior (México), 7 de junho de 2002.
- Diego Valverde Villena. "Aos que vão por mar: anotaciones ao pliego de história de Maqroll o Gaviero", Nova Revista, 80, março-abril de 2002, p. 124-128.
- Diego Valverde Villena. "Dom Álvaro ante o rei, tantos anos depois", Clarín, 32, março-abril de 2001, p. 3-8.
- Fabio Rodríguez Amaya, De MUTIS a Mutis – Para uma ilícita leitura crítica de Maqroll O Gaviero, [1995] 2a. ed. corrigida e aumentada, Viareggio, Mauro Baroni editore, 2000, 576 P. ISBN: 888209147-3.
- Fabio Rodríguez Amaya, O marinheiro e o rio. Dois ensaios de literatura colombiana. VIAREGGIO: Mauro Baroni editore, 2000, 166 P. ISBN: 8882091384.
- Rubén Arvizu, "De quem é a voz que escutas?", Trafford Publishing, 2008 ISBN:978-1-4251-5951-1. Prólogo
Referências no texto
- ↑ Ruy Sánchez, Alberto. 'Alvaro Mutis e seus rituales góticos de Terra Quente' em Quatro escritores rituales. Edições sem Nome e Conaculta, 2000. ISBN 970-18-7269-X
- ↑ }}«Premeio Xavier Villaurrutia». O poder da palavra () }}. Consultado o 7 de dezembro de 2009.
- ↑ Fundação Príncipe das Astúrias () }}. «Premeio Príncipe das Astúrias das Letras 1997 Álvaro Mutis» }}. Consultado o 8 de dezembro de 2009.
- ↑ AFP (12 de dezembro de 2001) }}. . O Universal }}. Consultado o 8 de dezembro de 2009.
Enlaces externos
- Álvaro Mutis no Centro Virtual Cervantes
- Fundação Príncipe das Astúrias, Premeio Príncipe das Astúrias das Letras 1997
- Video
- Documental 52': Alvaro Mutisem:Álvaro Mutisa:Alvarus Mutis
