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Éibar

éibar - Wikilingue - Encydia

Eibar
Éibar
Bandeira de Éibar
Bandeira
Escudo de Éibar
Escudo
Gipuzkoa municipalities Eibar.JPG
País Flag of Spain.svg Espanha
• Com. Autónoma Flag of the Basque Country.svg País Basco
• Província Gipuzkoa flag.svg Guipúzcoa
• Comarca Baixo Deva
Localização 43°11′N 2°28′Ou / 43.183, -2.467Coordenadas: 43°11′N 2°28′Ou / 43.183, -2.467
• Altitude 121 msnm
• Distância 50 km a San Sebastián
Superfície 24,78 km²
Fundação 5 de fevereiro de 1346.
População 27.419 hab. (2009)
• Densidade 1.106,5 hab./km²
Gentilicio eibarrés, sa
Código postal 20600
Prefeito Miguel dos Toyos (PSE-EE PSOE)
Fraternizada com Bandera de España Yecla (Múrcia)
Bandera de España Vilariño de Lamba Má
Sitio site www.eibar.net
Éibar, vista parcial.

A muito instância cidade de Éibar (em euskera e oficialmente, Eibar) é um município de Guipúzcoa , pertencente à comarca do Baixo Deva no País Basco, Espanha. Tem uma extensão de 24,78 km² e 27.419 habitantes (INE) (População a 1 de janeiro de 2009), com uma densidade populacional de 1.110 hab./km².

Seu escudo de armas é uma cruz de San Andrés em gules sobre um campo de ouro. Na bordura a lenda Eibar-ko hiri guztiz eredugarria (A muito instância cidade de eibar). Rodeado de um ramo de roble e outra de laurel.

A bandeira é o escudo sobre alvo.

Conteúdo

Localização e acessos

Éibar é uma cidade guipuzcoana de 22 km² situada na cuenca do rio Deva, colindante com a província de Vizcaya . Foi fundada com o nome de Villanueva de San Andrés, mas sempre tem sido conhecida com o nome actual de Éibar. O fuero de constituição da villa outorgou-se no ano 1346 mas o assentamento era anterior. Éibar sempre tem sido uma cidade destacada na história, na economia e na cultura da comarca e a província. Situada às orlas do rio Ego, está rodeada pelos montes Arrate, Akondia e Urko ao norte; e Galdaramiño e Illordo ao sul.

Éibar limita ao norte com Marquina (Vizcaya), ao sul com Elgueta e Vergara, ao este com Elgóibar e Placencia das Armas e ao oeste com Mallavia, Ermua e Zaldívar que pertencem a Vizcaya .

Composição

Éibar tem, além do núcleo urbano, cinco bairros rurais: Otaola, Aginaga, Arrate, Mandiola e Gorosta.

Transportes

Como toda a comarca do Baixo Deva, Éibar está excelentemente comunicada. A estrada nacional N-634 atravessa a cidade unindo-a com San Sebastián e Bilbao. Em paralelo à nacional esta a autopista AP-8[1] com duas saídas em sendos extremos do núcleo urbano (uma delas já em Vizcaya) e no bairro de Malzaga a AP-8 se une com a AP-1 que enlaça com Vitoria. Uma rede de estradas provinciais e locais unem Éibar com os diferentes povos e comarcas que a rodeiam.

A linha de caminho-de-ferro de via estreita pertencente à rede de Euskotren une a comarca com as capitais provinciais (no trecho urbano Ermua - Éibar faz as vezes de caminho-de-ferro metropolitano), e de ali pode-se enlaçar com Renfe com o resto de Espanha e Europa. As empresas de autocarros que operam serviços comarcales, intercomarcales e de longa distância na zona são PESA e Euskotren (filiadas a Lurraldebus ), Bizkaibus e ALSA. O serviço urbano de autocarros Udalbus, que liga os diferentes bairros de Éibar, está gerido por Euskotren.[2]

Éibar carece de aeroportos, mas os aeroportos de Bilbao , San Sebastián e Vitoria, acham-se a menos de uma hora por estrada. Também não tem porto, mas o próximo porto de Bilbao tem conexões com Portsmouth na Inglaterra.

Éibar social

A indústria e o trabalho sempre têm sido conceitos que têm orgulhado aos habitantes de Éibar, e essa indústria tem sido, historicamente, a da fabricação de armas. É por isso pelo que lha conhece como a "Cidade Armera".

O primeiro documento escrito que faz referência à indústria armera eibarresa é uma petição de duas lombardas datada em 1481 , já dantes o trabalho do ferro na ferrerías era uma das actividades importantes em sua economia. No Museu da Indústria Armera de Éibar mostra-se a história industrial de Éibar e de sua comarca. Desde a produção gremial às instalações das Reais Fábricas de Armas na vizinha localidade de Placencia das Armas até a revolução industrial de princípios do século XX com seu auge e declive que conformaram o sentir e a idiosincrasia das gentes da hoje cidade.

O trabalho industrial, primeiro na ferrerías e posteriormente nas oficinas gremiales tem sido, desde sempre, a base económica de Éibar. O trabalho, com seu componente social, conformou um carácter singular em seus habitantes. Uma copla canta:

Em éuskaro rincão escondido
Há um povo, esquecido talvez,
onde impera por lei o trabalho
que é orgulho sem ser altivez

A convivência das oficinas com as moradias, inclusive instalados nelas, permitiu a socialización das diferentes tarefas que compunham um produto e a relação igualitaria entre quem as realizavam. Esta forma de ver o trabalho, unida ao artesanato e portanto ao cuidado posto na fabricação realizada, foi a que determinou, já dantes do surgimiento dos movimentos operários e o pensamento marxista, um espírito liberal, libertario, que ficou patente nas guerras Carlistas, nas que Éibar sempre esteve no bando liberal. Já em 1756 , data anterior à implantação do liberalismo, se pode constatar o começo da gestación desse tipo de ideias. Em Éibar durante o século XIX nas eleições sempre saía o candidato liberal enquanto nos povos vizinhos eram os candidatos tradionalistas os vencedores. Durante a ocupação francesa organizou-se, liderado por Gaspar Jáuregui, uma organização ilegal que mantinha uma organização política paralela à oficial. Também a influência dos liberalismos económico, que se plasmó em estabelecimento das aduanas nos Pirineos em vez de em o Ebro, possibilitou uma abertura de mercados aos produtos eibarreses (principalmente armas) ao resto de Espanha. O impulso da família Ibaizabal, que possuía uma oficina de armas brancas e comercializava com armas de fogo, foi importante é esta questão.[3] Mais tarde no arraigo das ideias socialistas, que chegaram a tal extremo que permitiram, após uma dura greve, a criação da primeira cooperativa industrial do país, a cooperativa Alfa.

A indústria armera, desde as lombardas fabricadas nas ferrerías, passando pelas armas de avancarga e chave de chispa, até a que utilizam a cartuchería de retrocarga, passaram por épocas de esplendor e de declive. Armeros eibarreses foram transladados às fábricas de armas de Oviedo e Trubia, levando ali o fazer eibarrés, quando ficaram patentes os aspectos negativos de manter a produção armera cerca das fronteiras, ao mesmo tempo que se lançaram, com os escassos recursos de que dispunham, à produção das últimas tecnologias estrangeiras mediante o método de cópia e melhora, que conseguiram servir de base para uma produção moderna e competitiva. As crises do sector armero serviram para impulsionar as aventuras em outros ramos da indústria; delas, e do espírito emprendedor, nasceu a diversificación industrial que conseguiu que das oficinas eibarreses saíssem desde um sacacorchos até um subfusil, ou desde uma máquina de costurar a uma motocicleta.

É muito famosa porque teve a fábrica de motos Lambretta e as de bicicletas Abelux, Orbea, BH e G.A.C.. Também foi importante a fabricação de máquinas de costurar (Alfa, empresa pioneira no movimento cooperativista). Ainda que já têm fechado as fábricas de armas curtas (não esqueçamos a STAR, Bonifacio Echeverría S.A. onde se fabricavam armas que se exportavam a todo mundo), que é o que lhe dá sua apodo, se mantêm numerosos pequenas oficinas de escopetas. Existe um Probadero de Armas, único em Espanha e um dos 3 que existem na Europa.

Destaca por suas produções de máquina-ferramenta, efeito da revolução industrial dos séculos XIX e XX, sobretudo a partir da Guerra Civil espanhola (1936-1939). Foi pioneira no País Basco na instalação de escadas mecânicas à intemperie, na rua, para facilitar os acessos aos bairros altos.

A infra-estrutura educativa, ampla a todos os níveis, destaca pela Escola universitária de engenharia técnica industrial, com origem na antiga Universidade Trabalhista, pertencente à Universidade do País Basco e a escola de formação profissional, pioneira em Espanha, conhecida como "Escola de Armaria".

O urbanismo eibarrés, muito atípico, onde se misturavam as indústrias e as moradias, se dizia Éibar é uma oficina, está a dar passo a uma mudança arquitectónico nos últimos anos; passando de um centro urbano repleto de pequenas "oficinas" (empresas) nos soportales, a um novo Éibar com um centro aberto a todos os cantos do povo. Acessível com a vista e com um curto passeio. A cidade se humaniza e põe em sua epicentro ao eibarrés: para desfrute de seu centro urbano, que se converte em peatonal os fins de semana. A cidade embelezou-se com uma colecção de estátuas conmemorativas de actividades e costumes típicos; a saber: a recepção dos dulzaineros na estação do comboio, uns meninos indo abençoar as tortas de San Blas em frente à igreja parroquial de San Andrés e um trabalhador recolhendo água na clássica fonte de Urquizu.

Praça de Untzaga e prefeitura.

Socialmente Éibar sempre tem sido um povo progressista, já na primeira Guerra Carlista muito poucos vizinhos de Éibar se somaram ao bando carlista, participando a imensa maioria, de parte liberal. Tanto é de modo que em 1834 constituiu-se, com licença especial do general Espartero, um batalhão de combate integrado por mulheres, que já tinham demonstrado sua eficácia na luta na defesa da villa o 26 de julho de 1834 , como o mesmo Espartero diz em seu misiva que remete à Prefeitura de Éibar:

Como a presente solicitação das eibarresas recae sobre a demonstração prática que têm feito já de que sabem com as armas na mão desmentir a debilidade de seu sexo as tendo manejado já bizarramente à defesa dessa villa do 26 de julho, tenho o maior gosto em dar minha aprovação para formar o batalhão que desejam e vocês servir-se-ão me passar as listas das individuas que desejam o formar

Assim o recolhe textualmente o livro da Monografía histórica de Éibar escrita por Gregorio Mújica a princípios do século XX. O sentir progressista dos eibarreses propiciou que as ideias socialistas arraigaran em suas gentes. Já desde princípios do século XX a presença do PSOE foi muito importante, pelo que se pode considerar a Éibar como a capital histórica do socialismo basco.

A língua

Em Éibar junto ao castelhano fala-se o euskera na variedade dialectal vizcaína com certas particularidades. A este euskera denomina-se-lhe euskera eibarrés. A variedade eibarresa do vascão tem sido motivo de vários estudos que têm cuajado na publicação de bastante literatura. Desde Toribio Echeverría com suas obras Flexiones verbais de Éibar e Lexicón do euskera dialectal de Éibar até Juan San Martín são muitos os estudiosos que têm vindo aprofundando nesta variedade eúscara.

Em 1936 o 100% da população era euskaldun (que conhece o vascão) mas a repressão marcada pela ditadura de Francisco Franco quanto à utilização das línguas bem como a em massa chegada de trabalhadores que desconheciam a mesma, contribuíram a uma perda significativa do conhecimento e uso do vascuence. No final da década de 1960 inicia-se um fortalecimiento da presença e utilização do vascão. Depois de uma política de recuperação, baseada em campanhas de alfabetización e euskaldunización, conseguiu-se que a língua basca melhorasse obstensiblemente sua presença entre os eibarreses. Em 1996 o 49,5% da cidadania era vascoparlante (conhecendo e usando ademais o espanhol) 16,8% entendia-o enquanto o 33,7% não se considerava vascoparlante. No curso 1998 - 1999 o alumnado de primária e secundária, faixa de idade que compreende desde os 2 aos 16 anos, se ditribuía da seguinte maneira segundo as diferentes línguas nas que estava matriculado: só euskera o 51,4%, bilingüe o 47,1% e só castelhano o 1,5%.[4] No ano 2009 dos 27.600 habitantes da cidade um 52,6% eram euskaldunes (hablantes em vascão).

A indústria armera e o damasquinado

A armaria

Desde as mesmas origens da população estabelece-se a indústria como um dos pilares da economia eibarresa. A elaboração do ferro e têxtil, comum a outras populações da província, vem de antigo. Já em 1500 Esteban Garibay fazia elogios aos tecidos realizados em Éibar[5]

As ferrerías cedo deram passo à fabricação de armas de todo o tipo. A zona compreendida por Placencia das Armas, Éibar, Elgóibar e Ermua denominou-se zona armera com Placencia como centro graças à Real Fábrica de Armas localizada nessa villa que centralizaba o comércio de todas as armas da comarca.

O primeiro documento escrito que relaciona a Éibar com a produção armera data de 1482 e é o encarrego de lombardas pelo duque de Medina Sidonia. Em 1538 recebe-se o encarrego de encarrego de fabricar 15.000 arcabuces assinalando a importância que já então tem Éibar na produção de armas. Em 1735 é a Real Companhia Guipuzcoana de Caracas estabelece uma tutela sobre a produção armera. A organização da produção venia realizando-se de forma gremial agrupando-se em quatro grémios principais que eram, caixas, cañonistas, llaveros e aparejeros. A Companhia controlava a produção fixando preços e salários.[4] A Real Companhia Guipuzcoana foi substituída pela Companhia de Filipinas.

Em 1865 desaparece a organização gremial e adopta-se uma de corte capitalista que é acompanhada com a revolução industrial e os novos meios tecnológicos que esta traz. Estes avanços não só têm presença nos meios de produção senão também no produto. Desaparece a chave que se substitui pelo pistão e se desenvolve a pólvora sem fumaça que facilita sistemas automáticos ou semi automáticos. Aparecem as armas de repetição e os revólveres.

Cedo começam a criar-se oficinas propriedade de empresários, surgem em Éibar, entre outras, as assinaturas Anitua e Charola, Orbea Irmãos, Larrañaga, Garate e Anitua... e em Placencia nasce Euscalduna. O desenvolvimento industrial faz-se patente e traz consigo uma bonanza económica e um desenvolvimento social muito relevante. A princípios do século XX Eibar contava com 1.149 armeros de uma população de 6.583 habitantes.

A Primeira Guerra Mundial, depois de um auge na produção, trajó uma grande crise ao combinar-se com um grande estoque sem saída comercial, fechar-se o mercado estadounidense e complicar-se o europeu. A saída da crise armera realiza-se mediante a diversificación do produto. Essa é a época em que muitas empresas mudam a fabricação de pistolas pela de bicicletas ou máquinas de costurar. Esta diversifucación faz-se maior segundo vai avançando no século.

Com o fechamento o 27 de maio de 1997 da fábrica de armas STAR, Bonifacio Echeverría S.A. Éibar perdeu a fabricação armera, ficando esta reduzida à arma de caça e competição, sectores que sofreram uma profunda crise na década dos 80 do século XX se estabilizando posteriormente em uma produção limitada e de excelente qualidade com um componente artesanal muito alto.[4]

Damasquinado

As armas da zona armera do deva sempre tiveram algum grau de decoración gravada. A introdução do damasquinado no século XIX serviu para o enrriquecimiento da decoración da produção armera.

Junto com a decoración dos produtos armeros, o damasquinado desenvolvimento, por si mesmo, um ramo industrial, artesanal, própria que se expandio nos produtos de joyería.[4]

Arquitectura e o urbanismo

Uma meta importante na história industrial de Éibar foi a Exposição de Produtos Industriais de 1908. Esta exposição, inaugurada em 20 de agosto em plenas festas eúscaras e visitada pelo rei Alfonso XIII era o colofón do desenvolvimento industrial eibarrés. A mostra da particular revolução industrial da então villa que tinha passado do trabalho gremial ao industrial. Este desenvolvimento, que continuou ao longo do século XX até a crise de 1973, e que cano sua máxima expressão nas décadas dos anos 50 e 60 de dito século, cano seu reflito na arquitectura e o urbanismo da cidade.

A complicada orografía eibarresa, o vale do rio Ego é muito estreito e abrupto, obrigou a realizar um aprovechamiento do terreno singular que unido com a tradição gremial, especialização de diferentes labores em pequenas oficinas e inclusive domicílios, levou a um desenvolvimento urbanístico e arquitectónico muito determinado em onde a indústria, entremezclada com a moradia, condiciona o crescimento urbano da população. O livro Indústria guipuzcoana da cuenca do rio Deva, 1956-1957 editado em San Sebastián no ano 1957 define assim o problema;
As dificuldades crescentes de falta de terreno, por causa da difícil topografía que a circunda, obriga a estabelecer oficinas apertados e de uma grande densidade de máquinas e funcionários, ou bem a um desenvolvimento vertical, multiplicando assim o aprovechamiento do terreno com o número de plantas superpostas, o que faz que adquira sua estrutura, em alguns sectores da villa, o aspecto de importante população que apresenta.
O problema da moradia em Éibar, como consequência de seu vertiginoso aumento de população, apresenta caracteres agobiantes ante as escassas possibilidades de espaço, estando obrigados a construir densidades de edificaciones fortes e a urbanizar as empinadas laderas que rodeiam à villa, o que leva aparejado obras e movimentos de terra muito caros.
Arquivo:Eibar, zona industrial de Txonta.JPG
Edifícios industriais do bairro de Txonta.

A indústria começa a sair da oficina gremial e começa a precisar terreno para o estabelecimento das naves. A escassez do terreno obriga a realizar construções verticais e adaptadas à orografía, por um lado realizando fortes desmontes e por outro realizando edifícios nos que suas plantas se adapta à irregularidade do terreno. As companhias mais fortes realizam pavilhões industriais grandes e adaptados, mas a organização social do trabalho em Éibar, onde a herança do grémio esta presente e a paridade entre patronos e operários era muito alta (inclusive se chegou a definir de comunismo branco)[5] deu como resultado a criação de um sem fim de pequenas oficinas intermezclados. Desta forma conforma-se um tecido urbano de pequenas oficinas unidas às moradias (normalmente localizados em seus baixos) rodeados de pavilhões de indústrias maiores. Isto já toma corpo a princípios do século XX.[5] O desenvolvimento industrial esteve apoiado pela rápida electrificación que se baseava nos investimentos particulares dos empresários mais potentes que vendiam a electricidade que lhes sobrava em seus industrial às pequenas oficinas e o sistema de pagamento por trabalho feito com o que se relacionavam as oficinas entre si.

O modelo construtivo típico é um edifício de andares, feito de hormigón (nos primeiros tempos de estrutura de madeira), que em realidade eram diferentes oficinas de planta retangular posto um sobre outro. As obras foram realizadas principalmente por maestros de obra, sendo a presença do arquitecto menor. Esta arquitectura esteve condicionada por aspectos de practicidad, funcionalidade e economia construtiva e decorativa.

As primeira naves construíram-se nos terrenos de labor de seus proprietários, ainda fosse do núcleo urbano mas próximo dele, eram construções realizadas com materiais tradicionais, estrutura de madeira, muros de mampostería, tejados de teça, um ou dois andares de plantas diáfanas e alumiadas com luz natural mediante grandes ventanales ao longo dos quais se localizavam os postos de trabalho deixando o centro das plantas para maquiná-la-ia. A ornamentación das fachadas era muito escassa ainda que em alguns casos realçavam-se as molduras do vãos de portas e janelas. Naquelas obras onde se construía em cima a moradia, esta era dignificada com maior ornamentación. A escassa ornamentación que se usava levou à prefeitura a ordenar embelezar algumas edificaciones.

Característica das construções industriais eibarresas foi o chanfro que se utilizava para a integração do edifício no meio quando este se localizava em um solar esquinero. Desde os edifícios de Beistegui Irmãos BH, em Urkizu, até os pavilhões de Alfa, passando pelo grande edifício de Lambretta o chanfro converteu-se na fachada principal de acesso, no lugar onde se situava o acesso principal aos escritórios. Nele também se localiza o hall, no que se representava, mediante uma cuidada decoración, a imagem da empresa.

O coberta passo a ser plana com o uso do hormigón. Normalmente realizava-se uma coberta plana recheada de água, ou com uma capa de erva, que serve como aislante térmico, permitindo a fácil ampliação da edificación. O acesso a esta coberta realiza-se pela escada, de forma que a caixa da mesma deixa de estar oculta sobresaliendo da edificación.

O uso do hormigón facilita o diafanibilidad das plantas e a iluminação das mesmas. Os muros cedem passo aos ventanales que ocupam quase todo o espaço entre pilares.[5]

Política

As últimas eleições celebradas em 2007, deram o seguinte resultado no município:

PSE-EE: 11 vereadores.

EAJ-PNV: 5 vereadores.

EB-Aralar: 2 vereadores.

EA: 2 vereadores.

PP do País Basco: 1 vereador.


Por tanto o PSE-EE conseguiu a maioria absoluta no município e governa em solitário

Hidrografía e orografía

Hidrografía

O rio Ego é o principal rio do município, conquanto é verdadeiro que por seus terrenos passa o rio Deva mas é tão escassa sua presença que carece de importância para o município. O Ego desemboca no Deva em Maltzaga, já no limite municipal. As afluentes do Ego, que baixam dos montes que rodeiam à cidade, são pequenos regatos que formam estreitos vales. Os mais importantes são o Txonta, o Matxaria, o Unbe e o Abontxa.

Todos os rios estão muito afectados pelo desenvolvimento da cidade que tem modificado suas cauces e suas águas. Unicamente em seus cuencas altas pode-se encontrar algum resto de sua primitiva riqueza biológica. Os cauces têm sido cobertos pelas edificaciones, tanto industriais como urbanas e suas águas se viram muito afectadas pela contaminação fecal e industrial. Está a proceder-se à implantação de colectores de recolhida de águas negras e industriais para seu posterior tratamento bem como a descobrir os cauces na medida do possível.

Orografía

Eibar está rodeada de montes de escassa altura que a encerram em um vale profundo por seu estrechez. Destacam cimeiras como Urko (791 m) e Kalamua (768 m) pelo norte e Galdaramiño e Egoarbitza (730 m) pelo sul. Ao este, sobre a desembocadura do Ego no Deva, se levanta Karakate (749 m) enfrentado a Arrate.

Os montes estão cobertos de bosque, em sua maioria dedicados à exploração florestal de pino insignis mas ainda ficam algumas manchas da vegetación autóctona de robles , tenhas, abedules... combinados com campas dedicadas ao pasto.

A natureza dos terrenos é de caliza e margas areniscas com um clima muito lluvioso e de temperaturas agradáveis.

História

Artigo principal: História de Éibar‎

Os achados prehistóricos que se realizou nas inmediaciones da cidade atestiguan presença humana já no Neolítico, sobre o III milénio dantes de Cristo. Quando os romanos chegaram a estas terras atestiguaron que nelas habitavam os Caristios. Os romanos integraram o vale do Deva no conventus de Clunia, estrutura política que se manteve até os visigodos.

Durante algum tempo, esta parte do vale do Deva pertenceu ao reino de Pamplona Nájera (o que posteriormente seria o reino de Navarra) como parte do duranguesado. Quando a zona se converteu em limite entre Guipúzcoa e o Senhorio de Vizcaya se denominou, a ambos lados da linha divisoría Marquina. No vale do Deva definiam-se a Marquina de Yuso e a Marquina de Suso a qual se estendia pelo vale do rio Ego. Em terras de Marquina de Suso localizo-se a anteiglesia de San Andrés que tinha o conceito de monasterial.

As primeiras notícias que há sobre Éibar datam do ano 1193 e fazem referência à casa dos senhores de Unzueta relacionada com o bando oñacino na contenda de bandos. Em 1267 faz-se referência à cessão do patronato da parroquia aos senhores de Olaso da vizinha localidade de Elgóibar por parte do rei Alfonso X o Sabio.

Visita de Franco a Éibar em 1949.

O o 5 de fevereiro de 1346 o rei Alfonso XI de Castilla dá privilégios de villa à anteiglesia de San Andrés. A nova villa recebe o nome de Villanueva de San Andrés de Heybar.

As famílias feudales que dominavam o território da villa participaram nas Guerras de bandos. Éibar, como o resto das populações do vale, mantinha uma indústria do ferro baseada nas ferrerías e na fabricação de armas.

Em 1766 Éibar participa nas Machinada e anos mais tarde, em 1794 , sofre o ataque dos Franceses que destroem a população.

No século XIX produzem-se processos de industrialización com a transformação do sistema gremial de produção em um sistema industrial. Junto a este processo produz-se um movimento social importante. Já nas Guerras Carlistas os eibarreses se tinham decantado pelo bando liberal em todas elas, mas no final do XIX e na primeira metade do XX as ideias do movimento operário internacional e socialistas fazem mella na sociedade eibarresa. O 6 de agosto de 1897 vive sua primeira greve por motivos trabalhistas e pouco depois o movimento operário conseguiria fazer de Éibar um referente no socialismo espanhol. Isto culminaria o 14 de abril de 1931 com a proclamación da Segunda República espanhola quando Éibar foi a primeira população espanhola no realizar. Isto lhe valeu a otorgamiento do título de Muito Instância Cidade.

O caminho-de-ferro chega a Éibar em 1887 quando se inaugura a estação apeadero de Malzaga, na que de se producia um importante cruze de linhas. Em uns anos depois, em 1909 inaugurar-se-ia a estação de caminho-de-ferro de Éibar.[6]

A Guerra Civil faz que Éibar seja declarada região devastada ao ficar praticamente destruída em sua integridade. A reconstrução deu passo a um desenvolvimento industrial importante e a um aumento da população que chegou em poucos anos a superar os 40.000 habitantes, se estendendo inclusive às populações vizinhas.

O desenvolvimento industrial e urbano realizou-se em uma orografía complicada, o vale do Ego é muito estreito, que levo a um urbanismo e arquitectura, tanto industrial como residencial, característica. O desenvolvimento vertical dos edifícios junto com a mistura entre indústria e residência ao mesmo tempo de um complicado acesso a algumas urbanizaciones (questão que se mitigó com a utilização de meios mecânicos como escadas e elevadores).

A dificuldade de ampliação das instalações industriais faz que comece um processo de emigración a outros lugares, principalmente o duranguesado e Álava, de muitas empresas. A este facto somou-se a crise industrial que começou em 1973 e afecto severamente à infra-estrutura industrial eibarresa.

A começos do século XXI, tendo perdido quase a metade de sua população começa uma lenta recuperação assentada na indústria e nos serviços.

Economia

Estátua de um botijero, pinche ou peón que entre suas funções estava a de levar água às oficinas.

A economia do município está baseada na indústria de transformação metálica com toda a classe de produtos, destacando os destinados à indústria auxiliar do automóvel mas também se realizam, electrodomésticos, máquina ferramenta, microfusión, microfusión de alumínio e armas, agora já somente de caça.

Sector primário

Centrado nos bairros rurais, está representado por explorações familiares nas típicas casas rurais bascas, os caseríos ou baserris. Estas explorações agrícolas e ganaderas combinam-se com o trabalho nas fábricas pelo que têm um carácter secundário na economia. Seus produtos destinam-se ao consumo próprio e ao comércio nos mercados da comarca. É relevante a exploração florestal centrada no pino insignis que tem colonizado as antigas campas, pasto e huertas ao ter mais peso o trabalho industrial que o agrícola.

Sector secundário

Conhecida como a cidade armera por sua importante indústria de armas, tem desenvolvido sempre uma grande actividade industrial centrada na manufactura metálica. Seus polígonos industriais, onde agora se recolhem as oficinas que em outro tempo estavam desperdigados por todo o município, albergam indústrias de todo o tipo. Destacam a máquina ferramenta, a fabricação de escopetas, a auxiliar do automóvel, máquinas de costurar, bicicletas, microfusión de precisão... um longo e importante etcétera consequência do dinamismo eibarrés cristalizado em empresas como Orbea, Lambretta, Alfa, BH, STAR.... Entre as actividades industriais é de destacar o artesanato do damasquinado que se produziu tradicionalmente na cidade. Esta actividade artesana tem sido combinada com a armera convertendo algumas armas em verdadeiras jóias ricamente decoradas com fio de ouro. Muitas empresas eibarresas instalaram-se depois em outros municípios tanto das comarcas próximas como mais longínquas.

Sector de serviços

Éibar é a cabeça de comarca do Baixo Deva e principal cidade com uma situação equidistante entre Bilbao, San Sebastián e Vitoria. Isto faz que o sector serviços esteja muito desenvolvido. Nela se centram os serviços comarcales de todo o tipo, educação, previdência, bancários, comércio... A actividade industrial também conta com seus serviços na cidade, o centro de investigação ou a corporación comarcal têm sua sede nela. O comércio destaca pela presença de grandes armazenes e de muitas lojas de qualidade ao igual que a restauração. Em Éibar localizam-se os dois únicos centros do Corte Inglês na província de Guipúzcoa, um centro pertencente anteriormente a Galerías Preciosos e um shopping de grandes dimensões em Ego-Gain inaugurado o 26 de novembro de 2009 .[7] Os pequenos comerciantes para melhorar sua posição têm criado a associação Éibar Shopping Aberto.

O 18 de janeiro de 2007 inaugurou-se o Museu dedicado à indústria armera no último andar de Portalea.

Empresas eibarresas

Antigas instalações de BH .

As principais empresas industriais eibarresas são (mais de 50 trabalhadores):

O nome de Éibar

Em 1346 Alfonso XI de Castilla fundou a villa com o nome de Villanueva de San Andrés ao que em seguida se lhe acrescentou de Heybar.[8] Já em documentos de 1493 e 1494 figuram os nomes de Ehibar e Heybar. Como Gregorio de Mújica indica em suas obras, o topónimo tem conhecido diferentes formas e nenhuma tem excluído às demais, por conseguinte à Cidade Armera lha tem conhecido como Villanueva de San Andrés de Heybar, Heibar, Eybar e Heivar. Hoje em dia utilizam-se as formas Éibar e Eibar (esta última oficial tanto em euskera como em castelhano e mais estendida).

Sobre o significado do nome Éibar, parece claramente composto da palavra basca ibar que significa vale; não estando claro o primeiro termo que acompanha a ibar . Uma versão muito estendida e bastante plausible é a que considera o nome do povo uma contracção de Ego ibar, significando Vale do Ego. Mas não está documentado nem que a forma Egóibar ou o termo Eguibar que seria a forma intermediária entre Egóibar e Éibar, tenha feito nunca refere a esta localidade, apesar de se tratar Eguibar de um apellido basco bastante estendido. Ao não estar demonstrada esta hipótese se pode pensar que quiçá outro termo esteja na origem do nome desta cidade; alguns falam de hegi , palavra que significa custa, cimeira ou borda, dependendo do dialecto, e que aparece também em outros topónimos da localidade. Alguns outros autores, como Javier Elorza, citam a possibilidade de que o primeiro termo seja eho (moler) ou algum vocablo relacionado e que faça referência à grande quantidade de molinos que têm existido historicamente no vale do Ego.

Demografía

Em 1750 Éibar tinha 1.500 habitantes o auge da indústria armera durante o século XIX levo a que 100 anos mais tarde, em 1850 , a população fora já de 5.382 habitantes este incremento foi devido a uma imigração que procurava o trabalho industrial.[4]

A começos do século XX Eibar contava com 6.583 habitantes, nos primeiros anos desse século teve um incremento relevante chegando à República com 15.000 habitantes. A incidencia da guerra civil fez que mermara o número de pessoas registadas no povo mas o posterior desenvolvimento industrial deu um impulso muito importante à população.

A partir dos anos 40começa um período de expansão industrial. As empresas diversificam seus produtos, mudando as armas por bicicletas, peças para automóvel ou máquinas de costurar. O crescimento económico faz que Éibar se converta em um pólo de atração de emigración. Entre 1945 e 1975 a população aumenta em 13.823 habitantes, chegando a atingir a cifra de 40.000 habitantes.[4] A grave crise industrial que se iniciou em 1973 fez que muitas fábricas fechassem suas postas e outras se localizassem em outros municípios bucando melhores solos para a construciión das instalciones. isto deu oprigen a undeclive populacional, que apoiado em políticas de redução da densidade populacional da continuidade urbana Éibar-Ermua tem dado lugar a uma perdida progressiva de habitantes se estabelecendo a começas do século XXI por embaixo dos 30.000.

Ano 1900 1910 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1990
Habitantes 6.583 10.121 11.888 12.874 11.772 16.318 31.725 37.073 36.494 33.422
Ano 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009
Habitantes 28.942 28.711 28.513 28.182 28.006 27.784 27.530 27.404 27.496 27.419

Monumentos e edifícios de renome

A orografía da localização da cidade bem como os factos históricos que tem vivido tem marcado a conservação de diferentes edifícios monumentales. O importante e desmesurado crescimento, tanto industrial como habitacional, que se produziu as décadas de 1950 e 1960 do século XX unido à escassez de solo que a estrechez do vale produz fez que se derrubassem muitos edifícios históricos que se tinham salvado da destruição produzida na Guerra Civil. Eibar foi primeira linha de frente desde setembro de 1936 até abril de 1937. A destruição foi tal que entrou dentro do plano de resconstrucción de danos de guerra seguido pelo organismo Regiões Devastadas. Já no final do século XVIII tinha sido muito danificada pelas tropas francesas que a incendiaram a destruindo quase completamente.

Os edifícios e elementos de interesse que têm perdurado até nós se enquadram na seguinte calificación, arquitectura civil, religiosa, rural e industrial.

Arquitectura civil

Junto a estes monumentos há que destacar também a casa número 6 da rua Txirio kale e as fontes de Ibarrecruz e Urkusua bem como a «Casa Sindical» edifício representativo da arquitectura desenvolvida no franquismo, foi construído sobre a Casa do Povo do PSOE e posteriormente devolvido a PSOE e UGT.

Arquitectura religiosa

Dentro deste apartado há que destacar o cemitério de Aguinaga, alguns elementos do cemitério de Urki, as cruzes de Arrate (a que coroa sua cimeira) e Urki e as ermitas de San Salvador, Akondia, San Román e Santa Cruz.

Arquitectura industrial

O corpo central de comunicação, que alberga as escadas e os elevadores, sobresale em altura sobre a escalonada estrutura de terraços que culminam os demais andares. Sobre ele se desenha um leão, símbolo da marca de escopetas, e após a remodelagem para o converter em casa de cultura, no anos 1996 que foi o ano em que passou a ser a casa de cultura de Éibar se denominando "Portalea".

Nestas instalações localizam-se, entre outros serviços, a biblioteca municipal, uma sala de exposições de 700 m², uma sala de conferências de 113 butacas e o Museu da Indústria Armera de Éibar.

Arquitectura rural

Há uma série de caseríos interessantes, entre eles estão; Untzeta, Zelaia, Zozola, os de Kutunegieta que formam um conjunto definido, Areta, Iraegi Handikoa, Barrenetxea, Gisasola, Suinaga, Iraragorri, San Juan, Ezkaregi, Ibar-gain, Pagei, Aritxulueta e Mandiola Azpikoa.[11]

Hermandad

Está fraternizada com a aldeia orensana de Vilariño de Lamba Má, próxima ao município de Allariz . Muitos dos habitantes da zona emigraram a Éibar em procura de um futuro melhor. Esta ideia nasceu de mãos da Associação Picoutos.

Também está fraternizada com a localidade murciana Yecla.

Festas

Viaducto da AP-8 sobre Txonta, projectado pelo engenheiro de caminhos Ginés Aparicio em 1972 .[12]

Na cronología festiva anual de Éibar, destacam-se as seguintes festas ou costumes:

Fonte: egoibarra.com [9]. Prefeitura da Muito instância Cidade de Éibar. copyright egoibarra.com

Desporto

O Clube Desportivo é o expoente mais patente do desporto e cultura que se vive na localidade.

O S. D. Éibar é o clube de futebol da cidade. Milita na segunda divisão espanhola (Tem o record de anos consecutivos em Segunda Divisão A com 18 temporadas) e um clube de balonmano na máxima categoria.

Uma prova ciclista de grande renome é a Bicicleta Basca (antiga Bicicleta Eibarresa), que acaba na tradicional subida a Arrate . Historicamente desde Éibar impulsionaram-se as provas ciclistas sendo estas competições nascidas em Éibar os embriões da Volta ao País Basco e da Volta a Espanha. Isto foi assim como as fabricas de bicicletas importantes como Orbea, GAC ou BH nasceram e tiveram sua sede nesta cidade.[13]

Assim mesmo é clássica a subida automobilística a Arrate.

Equipas desportivas da localidade

Personagens Ilustres

Categoria principal: Eibarreses
Navegadores e conquistadores
Monumento a Ignacio Zuloaga em Eibar.
Pintores, escultores e damasquinadores
Escritores
Fotógrafos
Industriais, economistas e sindicalistas
Toreros e desportistas
Músicos
Outros

Veja-se também

Referências

  1. Anteprojecto da Autopista de 1969
  2. O Udalbus racionaliza-se para chegar a mais pontos e incrementar os utentes
  3. O correio 21.01.09 - RICARDO DÍEZ | ÉIBAR. «O republicanismo eibarrés tinha suas raízes muitos anos atrás» A Prefeitura de Éibar e UEU publicam o livro 'Debarroko oasi liberala', o trabalho de investigação da bolsa Juan San Martin 2002
  4. a b c d e f (2007) Guia Éibar 2007, Éibar: DYCA, S.L.. ISBN.
  5. a b c d A villa industrial de Éibar: Capital armera de Guipúzcoa
  6. A estação centenaria. O Correio
  7. O Corte Inglês abre em Eibar seu primeiro shopping de Gipuzkoa
  8. A veynte e nuebe dias do mês de setienbre, anno do nasçimiento de nosso salbador Ihesu Christo de mill e quinhentos e um, çerca da casa de Ybarra de Suso que é em termo e juridiçión da villa do sennor Sant Andrés de Heybar, onde é usado e costunbrado de se juntar o conçejo da dita villa e sua terra, estando ayuntado o dito conçejo geralmente a canpana rrepicada e a apelo dos jura-dois da dita villa e sua terra e seyendo presentes no dito conçejo Juan Peres de Sumendiaga, prefeito hordinario da dita villa e sua terra e Juan Ybannes de Mallea
  9. Guia de lazer de Guipúzcoa
  10. Guia de lazer de Guipúzcoa
  11. [http://www.elcorreodigital.com/vizcaya/20081012/guipuzcoa/jóias-historicas-eibar-20081012.html Jóias históricas de Éibar A Prefeitura elabora um catálogo de bens culturais a proteger, que inclui várias dezenas de elementos religiosos, rurais ou industriais.]
  12. A construção da autopista em Éibar requereu de enormes pilares. O Correio
  13. Ciclismo em Éibar

Enlaces externos

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/r/t/Artes_Visuais_Cl%C3%A1sicas_b9bf.html"