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Adrenalina

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Para outros usos deste termo, veja-se Adrenalina (desambiguación).
Adrenalina chemical structure
Adrenalina

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Nome (IUPAC) sistémico
(R)-Álcool 3,4 - Dihidroxi – α – [ metilaminometil ] – bencilico
Identificadores
Número CAS 51-43-4
Código ATC A01AD01
PubChem 838
DrugBank APRD00450
ChEBI  ?
Dados químicos
Fórmula C9H13NÃO3
Peso mol. 183.204 g/mol
Farmacocinética
Biodisponibilidad Nada (oral)
Metabolismo Sinápsis adrenérgica, Monoamino oxidasa e Catecol-Ou-Metil transferasa
Vida média 2 minutos
Excreción n/a
Considerações terapêuticas
Cat. gravidez

A (AU) C(Estados Unidos)

Estado legal

S4(AU)


-only(Estados Unidos)

Vias adm. intravenosa, intramuscular, endotraqueal

A adrenalina, também telefonema epinefrina em seu sustitutivo sintético, é uma hormona vasoactiva secretada em situações de alerta pelas glándulas suprarrenales. É uma monoamina catecolamina, simpaticomimética derivada dos aminoácidos fenilalanina e tirosina.

Em maio de 1886, William Bates reportou a descoberta da substância produzida pela glándula adrenal no New York Medical Journal. No entanto, foi identificada em 1895 por Napoleón Cybulski, um fisiólogo polaco. A descoberta foi repetida em 1897 por John Jacob Abel. Jokichi Takamine, um químico japonês, descobriu a mesma hormona em 1900, sem conhecimento das prévias descobertas. Foi pela primeira vez sintetizada artificialmente por Friedrich Stolz em 1904.

Conteúdo

Etimología

A adrenalina (em latín 'ad' significa ‘ao lado’ e «renal» vem de ‘riñón’) deveria chamar-se «suprarrenalina» já que as glándulas suprarrenales encontram-se ‘em cima’ (supra) dos riñones. O nome epinefrina, (em grego "epi" significa "acima" e "nefron" é riñón), Diferencia-se da noradrenalina, ou norepinefrina, em que seu efeito é mais rápido e curto. Ainda que nomeia-se de maneira geral como adrenalina fosse dos Estados Unidos, o USAM e INN para este fármaco é epinefrina porque adrenaline se parece demasiado à marca Parke, Davis & Co. adrenalin (sem a e final), a qual se encontra registada nos Estados Unidos.

Pertence ao grupo das catecolaminas, substâncias que têm um grupo catecol e um radical amino e que são sintetizadas a partir do aminoácido tirosina. As catecolaminas actuam, em general, sobre o sistema nervoso simpático provocando diferentes efeitos, principalmente, através da acção sobre receptores de membrana nos músculos de fibra lisa. A adrenalina natural é o esteroisómero (R)-(-)-L-adrenalina.

Efeitos

Ante, tudo, a adrenalina é uma hormona de acção, secretada pelas glándulas adrenales em resposta a uma situação de perigo. Sua acção está mediada por receptores adrenérgicos, tanto de tipo α como β. Entre os efeitos fisiológicos que produz estão:

Esquema da acção conjunta da insulina, glucagón e adrenalina sobre o metabolismo glucídico.

A adrenalina e os compostos relacionados produzem efeitos adrenérgicos que são tanto excitadores como inhibidores. Aquelas respostas atribuídas à activação de um receptor alfa são primariamente excitadoras, com a excepção da relajación intestinal. Aquelas respostas atribuídas à activação de um receptor beta são primariamente inhibidoras, com a excepção dos efeitos estimulantes miocárdicos.


Funções associadas à cada um dos receptores adrenérgicos
Receptor AlfaReceptor Beta
Vasoconstricción (cutánea, renal, etc.) Vasodilatación (músculo esquelético, etc.)
Contracção da cápsula esplénica Cardioaceleración
Contracção do miometrio Aumento da força de contracção do miocardio
Contracção do dilatador do íris Relajación do miometrio
Contracção da membrana nictitante Relajación bronquial
Relajación intestinal Relajación intestinal
Contracção pilomotora Glucogenólisis
Lipólisis Calorigénesis

A adrenalina é o activador mais potente dos receptores alfa, é 2 a 10 vezes mais activa que a noradrenalina e mais de 100 vezes mais potente que o isoproterenol. Baixo a influência da adrenalina, a sístole ventricular volta-se mais rápida e de maior força, a duração da sístole encurta-se e a relajación diastólica faz-se mais rápida. Este tipo de acção inotrópica é independente da frequência cardíaca e é um efeito adrenérgico específico.

Usos como medicamento

Como medicamento se usa para melhorar a condução eléctrica do coração. A adrenalina é usada também em EpiPens e Twinjects. Em caso de desemprego cardíaco utiliza-se este como medicamento de primeira opção.Também se costuma usar em casos de ataques de asma .

Secreción

Rota de síntese da adrenalina.

As fibras preganglionares que se originam na parte inferior da medula espinal dorsal chegam por médio do nervo esplácnico menor até o ganglio celíaco sem fazer sinapsis nele, desde onde seguem até a medula suprarrenal. Seus axones chegam às células cromafines, que contêm vesículas que armazenam adrenalina. Em resposta a um estímulo, a adrenalina se segrega ao sangue e distribui-se através da torrente circulatorio, para ir parar àqueles efectores que possuam receptores adrenérgicos (como os hepatocitos, os adipocitos e as células sanguíneas).

A formação da adrenalina realiza-se a partir da noradrenalina, utilizando a rota comum que usam todas as catecolaminas, como dopamina, L-dopa, noradrenalina e adrenalina. Seu biosíntesis encontra-se exclusivamente controlada pelo Sistema Nervoso Central. No entanto reportou-se a biosíntesis de catecolaminas em linfócitos perifericos.

Veja-se também

Bibliografía

Enlaces externos

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