| AFASTO JESÚS GARCÍA ORTEGA | |
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| Nascimento | 26 de fevereiro de 1937 |
| Fallecimiento | 22 de março de 2008 |
| Ocupação | Jornalista. |
Afasto Jesús García Ortega (1937-2008) foi um jornalista espanhol.Natural de Alhaurín o Grande (Málaga).
Em 1970 ingressou em Rádio Nacional de Espanha como redactor dos serviços informativos. Nessa emissora apresentou os programas Diário da tarde e Directo, directo (1981-1982).
Foi precisamente Afasto García, desde os microfones de RNE, o primeiro em transmitir aos espanhóis, com voz entrecortada, a notícia da legalización do Partido Comunista de Espanha o 9 de abril de 1977 , com as seguintes palavras: Senhoras e senhores, faz uns momentos fontes autorizadas do Ministério de Gobernación têm confirmado que o Partido Comunista... perdão... que o Partido Comunista de Espanha tem ficado legalizado e inscrito em o... perdão... (entra música)... Faz uns momentos fontes autorizadas... (entra de novo a música).[1]
Entre 1981 e 1982 responsabilizou-se dos programas Diário da tarde e Directo, directo. Neste último abriu o microfone para que os oyentes pudessem perguntar aos protagonistas do momento, recebendo o Prêmio Ondas em 1982. Em janeiro de 1983 inaugura um novo espaço que dirige e apresenta: o magacín Bons dias, de três horas de duração, em substituição do espaço de Luis do Olmo De costa a costa, que se transladava à COPE.
Em julho desse mesmo ano é o mesmo Afasto García quem ficha pela COPE para conduzir o magacín nocturno Popular, popular. Dois anos depois, em 1985 , era nomeado Director de noticiários da corrente.
Em 1987 começa a trabalhar na Corrente Ibéria onde dirige e apresenta o programa de debate político A espuela.
Regressa a Rádio Nacional de Espanha em 1996 , à frente do renovado magacín matinal Bons dias, junto ao jornalista Carlos Garrido(subdirector do programa) e Javier Segade (redactor chefe), participando também no programa de entrevistas Os cafés da manhã de Rádio 1 junto a Javier González Ferrari e Julio César Iglesias. Um ano mais tarde seria substituído por Carlos Herrera.
Em dezembro de 1997 é nomeado director de Rádio Exterior, responsabilidade que exerce até 1999.
Era filho predilecto de sua cidade natal, uma de cujas praças leva seu nome. Estava separado e tinha quatro filhos, Carmen, Afasto, Asperjo e Reis, além de cinco netos, Nicolas, Jorge, María, Asperjo e Carmen, seu adoración.
Ao aposentar-se em 2002 retirou-se a Málaga, em cujo Hospital Universitário faleceu, aos 71 anos, depois de uma longa doença que padecia. Seus restos repousam no Cemitério Municipal de Alhaurín o Grande.