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Alí Chumacero

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Alí Chumacero
Ali chumacero.jpg
Alí Chumacero
NomeAlí Chumacero Lora
Nascimento9 de julho de 1918
Acaponeta, Nayarit
OcupaçãoEscritor
NacionalidadeMexicana
GéneroPoesia e ensaio

Alí Chumacero Lora (Acaponeta, Nayarit, 9 de julho de 1918 ). Poeta e editor mexicano.

Conteúdo

Trajectória

Alí Chumacero reside desde 1937 na Cidade de México. Pertenceu ao grupo de escritores que fundou a revista Terra Nova e dirigiu a publicação entre 1940 e 1942. Foi redactor da revista O Filho Pródigo e de México na cultura, suplemento do já extinto periódico Novidades, bem como director de Letras de México. Foi becario do Colégio de México em 1952 e do Centro Mexicano de Escritores entre 1952 e 1953. Desde 1964 é membro da Academia Mexicana da Língua.[1]

Como autor, editor, redactor e corrector tem sido uma das figuras finques na história do Fundo de Cultura Económica, casa editorial para a qual ainda (2008) labora, após mais de meio século de trabalho intermitente. É famoso por ter corrigido para o FCE, entre centos de obras, o Pedro Páramo de Juan Rulfo.[2] Alí Chumacero tem negado em repetidas ocasiões ter melhorado drasticamente a obra com sua correcção,[3] mas o rumor de que o fez persiste.

Por sua trajectória como poeta tem recebido muitos prêmios, entre os que destacam o Prêmio Xavier Villaurrutia (1984),[4] o Prêmio Internacional Alfonso Reis (1986), o Prêmio Nacional de Linguística e Literatura (1987),[5] o Prêmio Estatal de Literatura Amado Nervo (1993) e a Medalha Belisario Domínguez do Senado da República (1996).

O 24 de junho de 2008 recebeu uma homenagem, com motivo de seu 90 aniversário, no Palácio de Belas Artes na Cidade de México.[6]

Obras

Poeta austero mas de grande intensidade lírica, Alí Chumacero só tem publicado três colecções de poesia, um disco onde os recita, e um compendio de ensaios críticos:

Entre seus poemas destaca-se Poema de amorosa raiz, cuja estrofa final reza:

Quando ainda não tinha flores nas sendas

porque as sendas não eram nem as flores estavam;
quando azul não era o céu nem vermelhas as hormigas,

já éramos tu e eu.
Páramo de sonhos.

Veja-se também

Referências

Enlaces externos


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