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Alcoholismo

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O alcoholismo é uma doença que consiste em padecer uma forte necessidade de ingerir álcool etílico, de forma que existe uma dependência física do mesmo, manifestada através de determinados sintomas de abstinencia quando não é possível seu ingesta. O alcohólico não tem controle sobre os limites de seu consumo e costuma ir elevando ao longo do tempo seu grau de tolerância ao álcool.[1]

Conteúdo

Características

Até o momento não existe uma causa comum conhecida deste vício, ainda que vários factores podem desempenhar um papel importante em seu desenvolvimento e as evidências mostram que quem tem um pai ou uma mãe com alcoholismo tem maior probabilidade de adquirir esta doença.

Isso pode se dever, mais que ao meio social, familiar ou campanhas publicitárias, à presença de certos genes que poderiam aumentar o risco de alcoholismo.


Alguns outros factores associados a este padecimiento são a necessidade de aliviar a ansiedade, conflito em relações interpersonales, depressão, baixa autoestima, facilidade para conseguir o álcool e aceitação social do consumo de álcool.[2]

Tratamento

Os tratamentos contra o alcoholismo incluem programas de desintoxicación realizados por instituições médicas. Isto pode supor a estadia do paciente durante um período indeterminado, (quiçá em várias semanas), baixo tutela em hospitais especializados onde pode que se utilizem determinados medicamentos para evitar a síndrome de abstinencia.

Após o período de desintoxicación, pode submeter-se ao paciente a diversos métodos de terapia de grupo ou psicoterapia para tratar problemas psicológicos de fundo que tenham podido levar ao paciente à dependência. Pode-se assim mesmo apoiar o programa com terapias que incitem ao paciente a repugnar o álcool mediante fármacos como o disulfiram, que provoca fortes e repentinas resacas sempre que se consuma álcool.

A terapia nutricional é outro tratamento. Muitos alcohólicos têm síndrome de resistência à insulina, uma desordem metabólico devido ao qual o corpo não regula correctamente o açúcar causando um fornecimento instável à circulação sanguínea.[cita requerida] Ainda que esta desordem pode-se tratar com uma dieta hipoglucémica, isto pode afectar a seu comportamento e seu estado anímico. Estes sintomas são efeitos secundários que se observam com frequência em alcohólicos submetidos baixo tratamento de desintoxicación. Os aspectos metabólicos do alcoholismo com frequência passam por alto dando como resultado tratamentos de dudosos resultados.

Nos anos 1990, os grupos de consultas de autoayuda foram adquirindo notoriedad por seus lucros, como o foi o movimento de Alcohólicos Anónimos.

Impacto social

O alcoholismo supõe um sério risco para a saúde que com frequência implica o risco de uma morte prematura como consequência de afecciones de tipo hepática como a cirrosis hepática, hemorragias internas, intoxicación alcohólica, hepatocarcinoma, acidentes ou suicídio.

O alcoholismo não está fixado pela quantidade ingerida em um período determinado: pessoas afectadas por esta doença podem seguir padrões muito diferentes de comportamento, existindo tanto alcohólicos que consomem a diário, como alcohólicos que bebem semanalmente, mensalmente, ou sem uma periodicidad fixa. Conquanto o processo degenerativo tende a encurtar os prazos entre a cada ingesta.

O consumo excessivo e prolongado desta substância vai obrigando ao organismo a requerer quantidades crescentes para sentir os mesmos efeitos, a isto se lhe chama "tolerância aumentada" e desencadeia um mecanismo adaptativo do corpo até que chega a um limite no que se investe a suposta resistência e então "assimila menos", por isso tolerar mais álcool é em sim um risco de alcoholización.

As mortes por acidentes relacionados com o álcool (choques, atropellamientos e suicídios) ocupam os primeiros lugares entre as causas de morte em muitos países. Por exemplo, em Espanha considera-se que o consumo de álcool-etanol causa mais de 100 mil mortes ao ano, entre intoxicaciones por borrachera e acidentes de tráfico.[3]

A sua vez, a Secretaria de Saúde de México reporta que o abuso do álcool se relaciona com o 70% das mortes por acidentes de trânsito e é a principal causa de fallecimiento entre os 15 e 30 anos de idade. Estima-se que 27 mil mexicanos morrem a cada ano por acidentes de trânsito e a maioria se deve a que se encontravam baixo os efeitos do álcool.[4]

País por país

Na Argentina, a Associação Civil Lutemos pela Vida calcula que o consumo de álcool é o factor determinante em 50% das mortes em acidentes de trânsito.[5] Em Chile, o estudo Perfil de condutores da Região Metropolitana revelou que o 40% das mortes por acidentes de trânsito ocorrem baixo a influência do álcool.[6]

Cálculo do consumo excessivo de álcool

Existe uma singela fórmula para averiguar se está a consumir-se uma quantidade excessiva de álcool com os prejuízos que isso supõe, mediante o cálculo das gramas de álcool. Esta fórmula consiste em multiplicar a quantidade de bebida em ml ou cc pelo número de graus de álcool e por 0,8, e este resultado divide-se entre 100 para conhecer as gramas de álcool da bebida em questão.[cita requerida]

Considera-se um consumo excessivo diário, 40 gramas de álcool em homens, devido a sua maior tolerância ao álcool, e 32 gramas de álcool em mulheres. Um detalhe que se pode mencionar também na ingesta desmedida de álcool são os padrões de personalidade das pessoas adicta a tais substâncias. Muitos alcohólicos chegam ao alcoholismo por beber para sair de um estado de dificuldade para socializar, ou por problemas de baixa autoestima. Em alguns casos também o maior ou menor efeito que produz em relação ao tempo de ingestión até o momento em que a tolerância e processamento deixam de ser efectivos. Uma pessoa com um complexo de inferioridad, entre outros exemplos, é mais propensa à pouca resistência ao álcool, mas não é uma regra geral. Observaram-se em pacientes alcohólicos tolerância negativa e tolerância positiva sem uma relação causal aparente. [cita requerida]

Veja-se também

Referências

  1. Cf. "Alcoholismo", em MedlinePlus.
  2. Alcoholismo. Texto publicado pela Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos (MedlinePlus) e os Institutos Nacionais de Saúde de EEUU. http://www.nlm.nih.gov/medlineplus/spanish/ency/article/000944.htm
  3. Mortes por álcool. Webcast publicado por MedicinaTV.com , com declarações da doutora Carmen González García, da Universidade de Castilla-A Mancha. http://saúde.medicinatv.com/webcast/mostra.asp?vão_wc=419
  4. Mortes por álcool superam a homicídios. Nota com declarações do director geral do Centro de Prevenção e Acidentes da Secretaria de Saúde de México, Arturo Cervantes Trejo, publicada pelo diário Vanguardia o 22 de janeiro de 2008. http://www.vanguardia.com.mx/diário/notícia/segurança/nacional/mortes_por_álcool_superam_a_homicídios/107945
  5. Mortes em acidentes: o 50%, pelo álcool. Nota publicada pelo diário A Nação. 26 de setembro de 2007
  6. Em Chile o 40% das mortes por acidentes de trânsito é baixo a influência do álcool. Nota publicada por Mudança 21, o 20 de dezembro de 2008. http://www.mudança21.cl/notícia.php?notícia_vão=10117&categoria_vão=61

Enlaces externos

Wikcionario

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/c/ou/m/Comunicações_de_Andorra_46cf.html"