| Aldo Garrido | |
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| Tenente (ascendido a Capitão Pós mortem) | |
| Anos de serviço | 31 |
| Serviço/ramo | Polícia Bonaerense |
| Nascimento | 1947 Os Queimados, Tucumán |
| Fallecimiento | 2009 San Isidro, Buenos Aires |
Aldo Roberto Garrido (15 de março de 1947 - 17 de fevereiro de 2009 ) foi um tenente da polícia bonaerense que trabalhou 31 anos nesta força, os últimos 27 na zona de San Isidro até sua morte o 17 de fevereiro do 2009. Depois de sua morte foi ascendido a Capitão por ordem do então chefe da Polícia Bonaerense, Daniel Salcedo.
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Aldo Garrido nasceu no interior da província de Tucuman em 1947. À idade de 14 anos viajou a Buenos Aires para ingressar à Marinha, no entanto decidiu alistarse à polícia bonaerense, depois de 4 anos de serviço foi transladado à zona central da cidade de San Isidro.
Durante seus 27 anos nessa zona conheceu aos comerciantes e vizinhos do lugar, dialogaba com eles, lhes dava conselhos, etc. Portanto converteu-se em uma figura típica da zona e amigo de vários vizinhos. A princípios do 2009 comunicam-lhe que já podia se aposentar mas lhe pede a um juiz que não o retirassem pois queria seguir cuidando a segurança dos vizinhos. Finalmente no dia 16 de fevereiro decidiram não o retirar já que consideravam que era muito querido e útil na zona.
Na manhã do 17 de fevereiro de 2009 Garrido começa sua percorrida a pié pela rua Belgrano, continuando por uma de seus transversais. Cerca das 9 da manhã notou movimentos estranhos no local da corrente de roupa Kevingston, em Chacabuco 361. Ao entrar os asaltantes (que era um casal de um homem e uma mulher) forcejearon com Garrido e conseguiram lhe sacar a arma e lhe disparar 4 tiros nas costas. Depois de dar-lhe morte deram-se à fuga.
Nos meios de comunicação a notícia falava simplesmente do assassinato de um polícia em San Isidro, quando retiraram o corpo sem vida de Garrido, vizinhos e comerciantes fizeram um multitudinario aplauso que chamo a atenção dos jornalistas. Logo a maioria dos locais da zona começaram a fechar por duelo. Os vizinhos relataram que significava Aldo Garrido na zona.
"Desde que sou chiquita ele estava aqui. Não tinha uma sozinha vez que não saudasse, todo mundo o amava, é uma perda para valer", contou uma vizinha essa manhã enquanto repartia fitas. "Foi um homicídio brutal, selvagem, covarde e a sangue frio", assegurou o chefe da polícia bonaerense, Daniel Salcedo. "Foi um polícia instância", disse o Governador de Buenos Aires, Daniel Scioli.
Às 17:00 horas realizou-se uma missa multitudinaria em memória do polícia na Catedral de San Isidro. Pela tarde a Municipalidad, o Conselho Deliberante e a Câmara de Comércio e Indústria de San Isidro sacaram comunicados de imprensa repudiando o ocorrido e elogiando a Garrido.
Durante a tarde múltiplas oferendas florais foram colocadas em frente ao local de Kevingston. O florista da zona não os cobrava. "Se são para Garrido eu não cobrança. Não vou a lucrar com esta dor. Para mim é como se se tivesse morrido um irmão", declarou o comerciante, de nome Roque, ao diário Clarín.
Na quarta-feira 18 de fevereiro a polícia deteve aos assassinos em Pablo Podestá, Partido de Três de Fevereiro, onde encontraram a arma de Garrido. Nesse mesmo dia realizou-se o enterro com a presença de familiares, colegas, amigos e vizinhos no Cemitério de San Isidro.
Depois de uma intensa busca e investigação policial, localizaram aos autores do facto no Partido de Três de Fevereiro. No local os assassinos do Tenente Garrido deixaram um llavero com a foto de seu filho, vestido com o uniforme da escola, e um boleto de colectivo. Estes elementos foram chaves para a resolução do caso. Cabe destacar que na moradia dos delinquentes a Polícia Bonaerense achou várias armas de fogo. Em junho de 2009, depois de um breve julgamento, o casal de malvivientes foi condenada a prisão perpétua.
A Municipalidad de San Isidro decidiu impor ao trecho da rua Chacabuco do nÂș 300 ao 400, o nome "Bilhete Capitão Aldo Roberto Garrido".
O 17 de fevereiro do 2010 às 19 horas o Bispo de San Isidro, Monsenhor Jorge Casaretto oficilizó uma missa que se celebrou na Catedral, localizada em frente à praça Mitre, em Av. do Libertador e Pai Pedro Menini. Depois às 20, o intendente de San Isidro, Gustavo Posse, presidó a cerimónia na que se apresentou um busto de Aldo Garrido construído com a recolección simbólica de chaves e peças de bronze contribuídos por famílias do partido em honra ao polícia tão querido pela sociedade Sanisidrense. O busto este localizado em cale-las Bilhete Capitão Aldo Garrido (ex Chacabuco) e Belgrano.
Após ter-se descoberto o busto, foi apresentado um documental sobre a vítima, que foi feito por Martín García Roldán, director de televisão e vizinho da zona.
As 2000 pessoas que se acercaram para estar presente à homenagem não deixaram de aplaudir a cada vez que a imagem mostrava a Garrido. Os aplausos maiores foram quando o documental repasó o julgamento que condenou a prisão perpétua aos dois arguidos.
A inscrição no busto diz: "A Aldo Garrido, caído em defesa da comunidade. 1947-2009."
Modelo:ORDENAR:Garrido, Aldo