Alejandro Aura (cidade de México, 2 de março de 1944 - Madri, Espanha, 30 de julho de 2008 )[1] foi um ensayista, poeta e dramaturgo mexicano, além de promotor cultural. Junto com seu labor como homem de letras, destacou seu passo pelo Instituto de Cultura do Governo do Distrito Federal (hoje Secretaria de Cultura), em onde promoveu o uso de espaços públicos para celebrações culturais e fundou um milhar de grupos de leitura (o livro-clubs). Como empresário, criou o teatro-bar O filho do corvo, localizado na zona de Coyoacán , ao sul da capital mexicana.
Depois de cinco anos de lidiar com um cancro de pulmão pelo que lhe davam só em alguns meses de vida, faleceu o 30 de julho de 2008 na Unidade Clínica Princesa de Madri , se tendo despedido dias dantes dos numerosos leitores de seu blog com um poema: "Por conseguinte, há que em algum momento fechar a conta,/ pedir os abrigos e nos marchar,/ aqui ficarão as coisas que trouxemos ao século/ e nas que a cada um pusemos nossa identidade;/ ficarão os demais, que a cada vez são outros/ e entre os quais terá de se construir o que segue,/ também o oco de nossa imaginación fica/ para que entre todos se encarreguem do encher,/ e nos vamos a nada limpamente como as plantas,/ como os pássaros, como todo o que está vivo um tempo/ e depois, sem rancor, deixa do estar".
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