{{Ficha de doença |
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A alergia (do grego αλλεργία —allergía— e este das palavras no mesmo idioma αλλος outro, e εργíα trabalho; a palavra assim composta tem o significado de reacção estranha) é uma hipersensibilidad a uma partícula ou substância que, se se inhala, ingere ou se toca produz uns sintomas característicos.
A substância à que se é alérgico se denomina "alérgeno", e os sintomas provocados são definidos como "reacções alérgicas". Quando um alérgeno penetra no organismo de um sujeito alérgico, o sistema inmunitario deste responde produzindo uma grande quantidade de anticuerpos chamados IgE. A sucessiva exposição ao mesmo alérgeno produzirá a libertação de mediadores químicos, em particular a histamina, que produzirão os sintomas típicos da reacção alérgica.
Em 1905 Pirquet sugere que a doença do suero (um fenómeno de hipersensibilidad ) tem relação directa com a produção de anticuerpos ou antígenos contra o suero injectado, introduzindo o termo de alergia para se referir à reactividad inmunológica alterada na qual costuma se apresentar uma forte libertação de histaminas .
Já que efectivamente uma alergia é uma reacção anormal, inadaptada e exagerada do sistema inmune ante substâncias que comummente não são bem toleradas. A especialidad médica que estuda as doenças relacionadas com processos alérgicos é a alergología. A alergología está muito relacionada com a inmunología, a dermatología, a neumología e a otorrinolaringología, já que nos processos alérgicos intervém o sistema inmunitario, e suas manifestações aparecem frequentemente na pele e no aparelho respiratório.
Não se deve confundir a alergia a alimentos com a intolerância aos alimentos. A intolerância aos alimentos distingue-se das alergias em que estas últimas provocam uma resposta do sistema inmune, activando a Inmunoglobulina E (IgE) ou outras vias do sistema inmune; e nas intolerâncias não participa o sistema inmune.
A alergia inclui-se nas reacções de hipersensibilidad (resposta inmune patologica ou inmunopatología) de Gell e Coobms de quatro tipos :
Uma substância frequentemente inofensiva pode provocar em certos casos reajas patológicas do tipo alérgico. Certos tratamentos baseiam-se na rehabituación do organismo, a isto se lhe denomina desensibilización.
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As características clínicas gerais das reacções alérgicas são:
Quando mais temporã seja a detecção desta alteração pulmonar, maiores serão as possibilidades de reverter mediante o emprego de fármacos. A principal medida de prevenção primária consiste em identificar e evitar o contacto com o/os alérgeno/s e depois recorrer à farmacoterapia.
Para diagnosticar uma doença alérgica deve-se estabelecer uma correlação entre a sintomatología observada, um alérgeno desencadenante e a participação do sistema inmune, isto se inicia com uma história clínica do paciente, considerando os antecedentes familiares, e um exame físico. Em muitos casos deve-se recorrer a uma série de provas complementares que permitem pôr em evidência a presença do alérgeno suspeito.
As crises alérgicas graves podem estar acompanhadas por:
Sendo as alergias uma resposta anormal do sistema inmune considera-se que existe baixo quatro aspectos possíveis:
A alergia mais frequente que se pode citar entre as deste tipo é a alergia ao níquel, o qual se acha presente a praticamente todas as ligas de metais não-nobres e às vezes em algumas ligas de ouro baixo.
A alergia ao níquel está mediada por um mecanismo de hipersensibilidad tipo 4, com inflamación produzida por libertação de mediadores directamente pelos linfócitos. Os sintomas mais frequentes são a produção de eccemas na zona de contacto com os metais (bisutería, metais de fechamentos de roupa interior, etc.).
A melhor maneira de prevení-la é evitando o contacto com estes metais, e uma vez aparecida, com corticosteroides (corticoides) aplicados localmente em curto prazo. Ainda que os sintomas desapareçam e a alergia pareça remeter, a natureza da sensibilização é crónica, com épocas a mais ou menos tolerância.
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Na alergia respiratória (rinitis, asma) e na alergia a avispas ou abejas, pode-se usar Inmunoterapia (também chamada vacina de alergia ou hiposensibilización), que é um tratamento que consiste na inyección de um extracto apurado de alérgenos ao paciente, isto é se injecta via subcutánea a substância à que o paciente é alérgico, aumentando a dose lentamente para que o organismo se vá habituando ou se volte "tolerante" ao alérgeno pouco a pouco. Deve-se de realizar com ele ou os alérgenos principais, eliminando os secundários ou pouco importantes... Na Europa não se admite que se misturem alérgenos de diferentes classes (por exemplo, não se devem misturar pólenes com ácaros ou com hongos ou com animais entre si) e não se devem de administrar mais de três alérgenos diferentes a um tempo (mais de 3 tipos de polen a um tempo, por exemplo), na América se seguem outras normas e ainda se admite a mistura de alérgenos além de se administrar extractos acuosos (na Europa extractos depot e alergoides). Existem vários tipos de Inmunoterapia ou vacinas de alergia, em general administram-se inicialmente de forma semanal ou em vários dias e uma vez atingida a dose de manutenção, faz-se mensalmente (ou semanalmente na América), sendo necessário habitualmente que a vacina se faça durante 3-5 anos já que seu efeito curativo é lento e progressivo.
Só o 5% dos pacientes alérgicos segue o tratamento anterior devido a sua duração e risco. Pelo anterior, uma equipa de investigação, em Suíça, provou a efectividad e o risco associado a injectar o alergeno dentro dos ganglios linfáticos em lugar de injectá-lo subcutáneamente. Concluíram que este novo tratamento melhorava a segurança e a eficácia e reduzia o tempo de tratamento a oito semanas. Como vantagem adicional, a dose injectada foi muito menor (mil vezes) que a usada em um tratamento subcutáneo.[1]
Existem agora na Europa vacinas orales (sublinguales) ainda não aprovadas em EEUU e muito controvertidas ainda. Estes extractos alergénicos ou vacinas de alergia não contêm nenhum medicamento tal como antihistamínicos ou corticoesteroides. Este tratamento pode oscilar entre os 3 e 5 anos. Estas vacinas, postas indevidamente, podem provocar anafilaxia (também chamado choque anafiláctico). Existem rumores ainda não verificados sobre pessoas que a raiz destas vacinas têm caído em coma e inclusive têm sofrido a morte. No entanto, estes rumores não estão verificados.
Também se deve dizer, que em algumas pessoas, este tratamento de vacina oral lhe provocou grandes vómitos e mal-estar, o que, em ocasiões, desemboca com o Rasgo de Mallory-Weiss
É o tratamento com medicamentos (frequentemente cortisonas). Em general o asma alérgico, a rinitis, as urticarias , os eczemas, tratam-se com diferentes fármacos.
Para o Asma Alérgico usam-se sobretudo dois tipos de inhaladores:
a) Os broncodilatadores ou Beta-2 simpaticomiméticos: são de cor azul ou verde e actuam relaxando o músculo liso que rodeia os bronquios e por tanto dilatando os bronquios (que no asmático estão fechados). Actuam muito rápido mas seu efeito também passa rápido (os azuis em 6 horas e os verdes em 12 horas).
Existem outros broncodilatadores anticolinérgicos mas empregam-se mais na bronquitis crónica obstructiva que no asma.
b) Os antinflamatorios são principalmente os corticosteroides inhalados, são de cor marrón , beige ou laranja, são dose de corticoesteroides muito baixas pelo que começam a fazer efeito ao terceiro dia de uso e por tanto se devem de usar por um tempo mais ou menos longo. Actuam tirando a inflamación dos bronquios (os asmáticos têm os bronquios inflamados), usam-se em combinação com os boncodilatadores e às vezes em ambos tipos de medicamentos em um só inhalador em cujo caso a cor é lila ou vermelho.
Existem outros tipos de antinflamatorios como o cromoglicado disódico e nedocromil bem como por via oral os corticoides orales e os antileucotrienos (montelukast, zafirlukast).
Para a rinitis alérgica usam-se basicamente antihistamínicos em comprimidos ou inhalados via nasal ou corticoides inhalados.
Para as urticarias , dermatitis e eczemas , antihistamínicos ou corticoides em diferentes formas e combinações.
Isto é um repaso somero do tratamento sintomático e jamais deve de substituir ao tratamento que lhe ponha seu médico.
Na alergia é muito importante tomar medidas de prevenção (profilaxis) do alérgeno quando este é evitable.
Em áreas urbanas os alérgenos abundam: smog, micromohos, pólenes, ácaros (os ácaros costumam infestar colchones e, sobretudo, tapetes), o cabelo das mascotas também pode ser portador de alérgenos, por exemplo o gato ao se lamber deixa seu saliva em seus cabelos, esta saliva ao se secar voa em escamas pelo ar e pode provocar alergia na gente proclive.
A limpeza, o evitar ambientes encerrados ou muito húmidos são hábitos profilácticos, também é suficiente profilaxis a vacunación específica contra os alérgenos nas pessoas alérgicas.
Deve ter-se em conta que a mudança estacional que vai de verão a outono, com bruscos enfriamientos, aumenta a susceptibilidade a diversas noxas (entre estas os alérgenos), algo semelhante ainda que em menor grau ocorre durante o bilhete crítico que ocorre de inverno a primavera, isto em grande parte se deve a que o frio encolhe os pelillos que recobrem a mucosa nasal e isto facilita a penetración dos alérgenos por via respiratória.
Quanto aos excemas vêem-se favorecidos particularmente pelo estrés e as depressões e por isso se lhes tem qualificado muitas vezes de psicosomáticos.
As estratégias terapêuticas actuais baseiam-se em eliminar o contacto com o alérgeno identificado como nocivo junto à aplicação de uma terapia farmacológica. Evitar o contacto com o alérgeno é o único tratamento eficaz ao momento. As drogas que se empregam são anti-histamínicos, broncodilatadores, corticoides locais ou sistémicos e antagonistas de leucotrienos. Dependendo da severidad da doença será a combinação de fármacos e procedimentos a aplicar pelo alergólogo.
A inmunoterapia consiste em administrar quantidades estandarizadas do alérgeno nocivo por diferentes vias e em quantidades crescentes até observar a indução de tolerância.
Também cabe mencionar que ao momento de mal-estar produto de algum agente patogeno qualquer seja este, o melhor sera descansar adequadamente, como também verificar os níveis de estrés da pessoa.