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Alimentação humana

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Os seres humanos, ao igual que o resto dos seres vivos, precisam, além da água que é vital, uma variada e equilibrada alimentação que é fundamental para a vida. Uma dieta correcta deve conter quantidades adequadas de proteínas, lípidos, glúcidos, vitaminas e minerales. A base de uma boa nutrición reside no equilíbrio, a variedade e a moderación de nossa alimentação. Mas a alimentação moderna urbana é muito com frequência desequilibrada, desestructurada e costuma-se juntar com uma vida a cada vez mais sedentaria.

Já desde faz 2400 anos, se conhecia a relação entre a alimentação e a saúde: Hipócrates dizia que nossa alimentação era nossa medicina. É bem sabido, que os factores alimentários estão associados a doenças como a diabetes, a osteoporosis, o sobrepeso, a obesidad, a hipertensión, o infarto, a embolia, alguns tipos de cancro e outras mais. A ingesta de demasiados ácidos grasos saturados e colesterol pode provocar aterosclerosis. Em contrapartida, no século XX demonstrou-se o vínculo que há entre as carências alimentárias e as doenças graves. Estas diferentes formas de malnutrición seguem sendo, ainda agora, problemas de saúde pública.

Conteúdo

O problema

O tema da alimentação humana na História universal não é catastrofista em si como a Catástrofe maltusiana, tal como predizia Thomas Malthus. Desenvolvida a tecnologia da agricultura, não depende a penúria da população da escassez de recursos, senão da organização destes recursos. Um Desenvolvimento sostenible, que basicamente é não danificar o médio ambiente, também é que este desenvolvimento chegue a todos ou partilha equitativa de riqueza; mas não é tão simples o paradigma do desenvolvimento. A via de solução estaria na organização dos recursos ou uma logística de industrialización e distribuição ou da adecuación do médio ambiente à alimentação humana. A nível mundial, o conceito de fome extrema, para um núcleo da população, é a fome. Tem uma proposta dentro do desenvolvimento, da demografía, da Ecología humana e no âmbito da Organização social ou da Estrutura social, porque os condicionantes são estruturais, não são circunstanciales ou coyunturales. Não é já problema de produtividade da equipa produtiva ou armazenamento ou distributivo. Em uma proposta neocapitalista não se esgota assim a questão. Outra aproximação ao tema têm sido os enfoques de organismos internacionais, que se foram sucedendo, para problemas de subdesarrollo. Mas muito essencialmente tem que ver com valores prioritarios sobre a dignidade humana dentro das organizações sociais e intelectuais. Outros enfoques como a escola austriaca abogan por liberar o transito de mercancias a nível mundial em uma primeira fase, seguido pelo transito de pessoas em uma segunda fase. Sugere-se que o próprio motor económico aminoraría as desigualdades.

Sua medida

A Teoria de Malthus, que segundo alguns ainda está por se cumprir ou pode ainda ser verdadeira: a população cresce geometricamente ou exponencialmente e os alimentos aritmeticamente ou linealmente. É o tema da superpoblación. A outra segunda questão, igualmente importante, que se propôs: Há limites derivados, que incidem no desenvolvimento e no progresso da humanidade e que fomentam o conflito social e não seria sua causa o poder estabelecido senão a escassez. Um agregado de dados, principalmente estatísticos, é necessária e aqui citam-se alguns. Por outra parte, os níveis de desenvolvimento ou de pobreza da população, em relação à alimentação, pode-se medir com o coeficiente ou Curva de Engel, que se elaborou pela mesma época, que é a representação da lei de rendas crescentes que levam ao decrecimiento da proporção em alimentação e que se calcula actualmente dividindo os rendimentos totais da família pelas despesas de alimentação e que é óptimo quando é menor de 20 % e que em países em desenvolvimento pode ser ao redor do 50 %. É uma percentagem sobre os salários médios, que a sua vez é modificado pela composição da população activa, efeito Halbwachs em Psicologia das classes sociais' em francês, e completado por outras leis como a de Fourastie em 'Inventario do porvenir': o 50% de uma hora de trabalho é o preço de um quilo de pan. A metodología que se emprega é a usual em Ciências Sociais, combinando várias ou os estatísticos dentro de uma delas com o método de triangulação, se aumenta a confiabilidade e a precisão. Juan Dez Nicolas e outros têm estudado os 'indicadores sociais a debate' e é tema recorrente nas encuestas sobre as 'prioridades sociais' da 'Condição humana'

A Curva de Lorenz e o Coeficiente de Gini também contribuem análise de coeficientes gráficos dentro da investigação. Obviamente, segundo o estado actual da questão, com tecnologias muito superiores, tanto de produção, de armazenamento, como de distribuição, tem feito que ainda não seja verdadeira a advertência de catástrofe maltusiana, ainda que se o é em muitas regiões do mundo inmersas em um círculo vicioso de baixas expectativas e isto o é para os dois termos da teoria da catástrofe maltusiana. Assim que os coeficientes devem ser enfatizados por componentes culturais e a produtividade dos sistemas económicos, locais ou regionais, componentes que se enfatizam no salário mínimo; mas tem valor como índice em um indicador de pobreza ou outros tipos de penúria, onde assim se utiliza também para fazer comparações como índice de desenvolvimento e outros aspectos da dieta. É uma boa medida da descrição de aspectos estruturais no sistema social de um grupo ou população em um tempo dado, passado ou presente. Concretado assim mesmo pelo conceito de desemprego estrutural. Existem as prioridades sociais dos consumidores, que vão variando os componentes de sua cesta da compra e portanto mais ainda o IPC de forma uniforme por trasvase de recursos e por isso é complexo estabelecer uma canasta de forma generalizada. A níveis salariais óptimos consome-se menos percentagem em alimentação mas mais em dinheiro. A má interpretação disto pode distorsionar a aplicação do coeficiente: orço alimentação. Esta obviedad vê-se em outros indicadores ou índices como o IPC e as Encuestas de orçamentos familiares. Há outros temas que podem modificar os resultados finais: comidas fora de casa, dietas alimenticias, industrialización dos alimentos, etc., que terão de se ter em conta para o calculo de percentagens.

Outros aspectos mais desenvolvidos sobre as carências alimentárias extremas em pontos de vista sociais, estão na versão inglesa food e no capítulo 'famine and hunger' e 'food aid', neles há novos enlaces com estatísticas e metodologías, particularmente em famine scales

O espaço social ou espaço inteligente e o tempo social ou tempo evolutivo, é melhor explicado em termos aritméticos de medida ou com estatísticas e indicadores. Existe uma forte correlação entre o consumo de alimentos feculentos, proteínas, calorías totais e cereais, e níveis de pobreza por rendimentos económicos familiares, com meios de produção sem pessoas qualificadas para desenvolver uma maior produtividade dos recursos e por tanto com salários muito baixos, o qual fecha o círculo de pobreza: sem industrialización e comercialização dos alimentos ou muito primárias. A população trabalhadora deveria por tanto ser mínima em agricultura e máxima em serviços. Mas no médio urbano, os que estão mau estão pior que seus similares no médio rural, pois o suburbio é uma disfunción. Observa-se uma nova distribuição dos sectores no desenvolvimento do urbanismo, que ao mesmo tempo é causa e fim destas mudanças. As dietas são modificadas e melhoradas neste processo pela maior oferta e que significa uma real protecção dos consumidores.

A mudança de hábitos alimenticios modifica a elasticidade da demanda, porque alimentos considerados de luxo já são de uso corrente, mas tudo isto só sucede ao aumentar os níveis de vida pelas rendas salariais mais altas. O efeito no mercado é produção abundante, barata e padrão em qualidades e variedades. Aparecem os supermercados que têm homogeneizado temas de alimentação na antiga dicotomía urbano-rural, que está a ser obsoleta, pelas variações no tempo social e no espaço social, com suas redes de distribuição e uma informação (publicidade) mais orientada a dar serviços, variedade e qualidade.

A proposta

A melhora do rendimento dos orçamentos familiares inclui agora mais diversificación das despesas e aumento da poupança, que a sua vez condiciona e optimiza o sistema económico/financeiro da comunidade ou organização social. As pessoas individuais ou em famílias mau dotadas devem ter prioridade eventualmente em política asistencial a um nível de efectividad médio. O antigo dito não lhe dês um pescado, lhe dá algo para pescar, não parece que funcione. São factores estruturais os que condicionan o consumo em alimentação humana, por tanto as políticas não são tão singelas como se presume. São as modificações paulatinas, e dinâmicas, de oportunidades de trabalho em tecnologias ou indústrias ou no Médio ambiente ou nos avanços da nutrición ou no processamento dos alimentos.

Em alguns casos e de uma forma dramática, a educação é a chave. Algumas importantísimas situações, que têm uma presença maximizada, já de origem histórico pós colonial ou como resultado ou secuela de uma catástrofe natural, requerem uma aplicação mais universal-plural e gerida pelos organismos internacionais, públicos FAO, Cruz Vermelha, ONU e privados, já existentes e trabalhando. Há ademais componentes culturais e psicológicos, como médio ambiente, estilo de vida, ponto de vista da Antropologia cultural (Claude Lévi-Strauss) e segundo tipo ocupacional e classe social, que são igualmente importantes que os económicos e que também condicionan outros níveis não alimentários, como são a liberdade e a promoção ou o tempo livre e a cultura, para o qual há que libertar recursos no orçamento familiar e já se está a especificar no aumento das classes médias baixas, que se estão a localizar em espaços sociais a cada vez mais inteligentes como são os novos suburbios dos extensos anéis periféricos das cidades, que duplicam à mesma cidade. Outras propostas, além das Ciências Sociais, estão em Internet, procurando por alimentação humana, desenvolvido em 46 ficheiros nos items. de Ciências da Saúde.


Leis da alimentação

  1. Lei da quantidade: A quantidade de alimentos deve ser suficiente para cobrir as necessidades calóricas do organismo. Os alimentos que proveen fundamentalmente calorías (energia) são os hidratos de carbono e as gorduras. A quantidade de calorías deverá ser suficiente como para proporcionar calor para manter a temperatura corporal, a energia da contracção muscular e o balanço nutritivo. Desde o ponto de vista calórico, uma dieta pode ser: suficiente, insuficiente, generosa ou excessiva. De acordo a esta lei, os regimes adelgazantes consideram-se “insuficientes”, já que permitem um descenso de importância a expensas de um conteúdo calórico reduzido. O requerimiento calórico para a cada pessoa em particular deverá ser determinado por um profissional em nutrición, considerando idade, sexo, contextura, actividade, situações especiais: diabetes, obesidad, desnutrición, etc.
  2. Lei da qualidade: Toda dieta deverá ser completa em sua composição, assegurando o correcto funcionamento de órgãos e sistemas. Em todo o regime deverão estar presentes: hidratos de carbono, proteínas, gorduras, vitaminas, minerales e água. De acordo a esta lei, os regimes classificam-se em completos (variados) e incompletos.
  3. Lei da harmonia: As quantidades dos diversos princípios que compõem a alimentação deverão guardar uma relação de proporção entre eles, de maneira tal que a cada um contribua uma parte do valor calórico total. Recomenda-se que toda dieta normal contenha: - proteínas: 12 a 15% do valor calórico total - gorduras: 30 a 35% do valor calórico total - carbohidratos: 50 a 60% do valor calórico total.
  4. Lei da adecuación: Toda dieta deverá ser a apropriada para a cada indivíduo em particular, considerando: idade, sexo, actividade, estado de saúde, hábitos culturais e economia. Isso implica uma correcta eleição dos alimentos, bem como uma correcta preparação.

Veja-se também

Enlaces externos

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