O alimento básico é considerado como aquele alimento imprescindible pelo conteúdo de seus nutrientes em uma dieta. Deve-se entender como um conceito relativo a uma cultura culinaria, não aplicável de forma absoluta a outras. Por regra geral é um alimento que proporciona energia (calorías) e que possui um verdadeiro conteúdo de hidratos de carbono), sua elaboração está muito unida aos ingredientes mais disponíveis nessa zona.
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Por regra geral é um conceito relativo muito unido às diversas culturas culinarias bem como aos contextos geográficos.[1] Um exemplo pode ver-se no pan que é para a cultura ocidental um alimento básico enquanto para a Ásia não o é mais que a arroz e seus derivados. O que antanho se pôde ter considerado como um alimento básico, hoje em dia pode não o ser, inclusive podem ter aparecido ao longo da história novos alimentos básicos devido às mudanças de costumes.
Em muitas culturas da terra os alimentos básicos fazem-se de grãos como podem ser os cereais (pan, massa, etc.), de arroz, de legumes, tubérculo (Solanum tuberosum). Em algumas zonas o emprego de pescado pode ser considerado um alimento básico por ser zonas próximas a zonas marítimas, ou com água, enquanto em zonas de interior pode ser considerada pelo contrário a carne e não o pescado.
Alguns economistas têm sugerido que os alimentos básicos podem ser considerados como um bem de Giffen, indicando que à medida que o preço do os alimentos considerados básicos aumenta, os consumidores desejarão adquirir uma maior quantidade de dito alimento, e quando o preço de ditos bens comece a descer, quererão adquirir uma quantidade a cada vez menor do mesmo, deixando de ser básico. O primeiro em indicar este fenómeno foi Robert Giffen que o estudou com a batata na Grande fome irlandesa do século XVIII.[2]