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Arqueologia

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Arquivo:EXC. II.jpg
Trabalhos de arqueologia em Espanha .
O trabalho que implica é muito (Espanha).
Excavación do yacimiento de Grande Dolina em Atapuerca .

A Arqueologia (do grego ἀρχαίος 'velho' ou 'antigo', e λόγος 'estudo') é uma disciplina que estuda as sociedades através de seus restos materiais, sejam estes intencionales ou não. Assim, devemos deixar de lado a tradicional visão de que como «uma ciência auxiliar da História, se ocupa da Prehistoria já que complementa com documentos materiais aqueles períodos não suficientemente alumiados pelas fontes escritas». A Arqueologia é uma ciência social autónoma, que estuda aos seres humanos através do estudo de seus restos materiais com o fim de inferir os comportamentos e situações que lhe deram origem.

A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram a nova disciplina aos estudos dos anticuarios, definiram a arqueologia como o «estudo sistémico de restos materiais da vida humana já desaparecida». Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-conductistas e definiram a arqueologia como «a reconstrução da vida dos povos antigos». Em alguns países a arqueologia tem estado considerada sempre como uma disciplina pertencente à antropologia; enquanto esta se centra no estudo das culturas humanas, a arqueologia se dedicava ao estudo das manifestações materiais destas. Deste modo, enquanto as antigas gerações de arqueólogos estudavam um antigo instrumento de cerâmica como um elemento cronológico que ajudaria a lhe pôr uma data à cultura que era objecto de estudo, ou simplesmente como um objecto com um verdadeiro valor estético, os antropólogos veriam o mesmo objecto como um instrumento que servir-lhes-ia para compreender o pensamento, os valores e a cultura de quem o fabricou.

A investigação arqueológica tem estado relacionada fundamentalmente à Prehistoria e à Antigüedad; no entanto, durante as últimas décadas a metodología arqueológica aplicou-se a etapas mais recentes, como a Idade Média (Arqueologia Medieval), a Idade Moderna (Arqueologia postmedieval) ou o período industrial. Na actualidade, os arqueólogos dedicam ocasionalmente sua atenção a materiais actuais, pesquisam residuos urbanos, com o que está a nascer a denominada arqueologia industrial.

Mais que por períodos temporários, a arqueologia se costuma dividir em marcos espaciais concretos, ao ser o objectivo da arqueologia o estudo de um yacimiento ao longo do tempo. Não obstante o labor dos arqueólogos tende-se a especializar também em um período, mas sempre prestando atenção aos prévios e posteriores. Constitui uma excepção a Arqueologia Urbana, onde não resulta possível estabelecer uma divisão diacrónica.

Conteúdo

Estudo Arqueológico

Prospección

Artigo principal: Prospección

A prospección é a exploração de um território em procura de indícios materiais que mostrem a existência de um yacimiento. Uma prospección procura conhecer o modelo de poblamiento dos grupos humanos ou em uma época ou através do tempo.

O primeiro que se tem de fazer é delimitar o terreno que vamos estudar. Os limites podem ser arbitrários (administrativos) ou geográficos (busca de regiões com certas similitudes). O primeiro sistema está condicionado às necessidades administrativas (expansão urbanística). Os limites geográficos são utilizados nos projectos de investigação. Podemos optar por dois sistemas: a cobertura total (percorrer todo o território a estudar o observando tudo com a mesma intensidade, maior frequência a menor território) ou o muestreo (selecção de áreas significativas). O muestreo, para que seja representativo, tem que incluir o 30% da zona de estudo. Esse 30% tradicionalmente tem sido dirigido ou intencional e está baseado na experiência prévia. Hoje em dia utiliza-se um muestreo aleatório: o território divide-se em grades e os programas informáticos elegem o 30% correspondente ao muestreo. Para evitar que a casualidade deixe zonas interessantes sem muestreo se utiliza um muestreo estratificado sistémico (depois de estratificación do terreno em unidades similares). As áreas de muestreo seleccionadas no mapa denominam-se transects (tamanhos variáveis). Um elemento fundamental é a intensidade da prospección que responde ao detalhe com o que se vai observar o terreno a prospectar. Os prospectores realizam, colocados em linha, uma varredura em diferentes direcções para observar o que há no solo. Quanto mais juntos vão, maior será a intensidade. A prospección baseia-se na visibilidade dos yacimientos e terá que distinguir se não vemos os restos porque não os tenha ou porque não o vemos.

A prospección considerou-se o passo prévio para a excavación, mas é uma actividade arqueológica por si mesma.

Excavación

Artigo principal: Metodología arqueológica
Trabalhos de excavación no foro romano.

Dentro das excavaciones arqueológicas podemos observar diversos tipos: as de urgência, as de investigação e as de património. As excavaciones de urgência estão condicionadas pela transformação do espaço. Esta transformação vai unida à construção de infra-estruturas ou edifícios. Isto exige documentar os restos já que o lugar vai ser destruído pela construção. Este tipo pagam-nas as construtoras públicas ou privadas que vão modificar o espaço e se realiza um Estudo de Impacto Arqueológico. As excavaciones de investigação realizam-se para descobrir novos dados que nos ajudam a cobrir lagoas de informação concretas que há na História. As de património cultural centram-se no desenvolvimento estratégico de actividades culturais (turismo) e o contribua de interesse a certos pontos de atração do território.

Destas, as de investigação complementam ao resto já que, ainda que são mais lentas, são também as mais experimentadas e as que contribuem novos métodos e técnicas. Sua escassez deve-se a que o financiamento, que é pública, se destina a outros projectos.

A arqueologia é uma actividade destructiva já que supõe a alteração do registo arqueológico e não é possível escavar o mesmo em duas ocasiões. Isso leva ao fechamento de alguns espaços que não se vão modificar para conservar em um futuro (Altamira). Para poder escavar há que ter a permissão das autoridades (administração da Comunidade Autónoma correspondente). Existe um registo arqueológico das excavaciones e as Administrações são as que exigem uma série de condições para a excavación dos yacimientos: o lugar onde se têm de guardar os restos, o director da excavación, as datas, o direito a inspecções, a elaboração de um livro diário onde se recolha todo o relacionado com a excavación… Uma vez finalizada a excavación se tem de elaborar um inventario de materiais para o rendimento no museu e uma memória preliminar para a Administração analisando os resultados da excavación.

Trabalho de Laboratório

Tipología de terracota.

Com os dados obtidos na excavación, devem-se analisar os restos obtidos exaustivamente. Para isso se realizam as tarefas de processado no laboratório.

Em primeiro lugar, os restos lavam-se e consolidam (em caso de ser necessário) evitando deteriorar os materiais. Há que ter cuidado ao lavar a cerâmica pintada, para não deteriorar sua pigmentación. Os ossos são higroscópicos, pelo que não é bom os lavar com água, senão com um pincel ou uma esponja em seco. É conveniente lavar em seco e cuidadosamente os estucos, yesos e outros materiais frágeis.

Depois levam-se a cabo os labores de siglado e registo, em onde a cada peça se sigla para poder a identificar em caso de confusão. Se sigla identificando o yacimiento e um número com a peça exacta que se indica no registo. Feito isto, se tem de identificar a cerâmica mediante tabelas tipológicas.

Quando está feito todo o anterior, se tem de desenhar o material representativo para a publicação. Ademais, há que analisar mediante outras técnicas (métodos de datación, meios químicos...).

Métodos de Datación Absoluta

Artigo principal: Datación absoluta
Veja-se também: Rehidroxilación
Corte estratigráfico em um yacimiento.

Dendrocronología

Artigo principal: Dendrocronología
Anéis dendrocronológicos.

A dendrocronología (dendro: árvore; cronos: tempo) é fundamental actualmente e necessária para correlacionar os resultados do C-14. Baseia-se nos anéis de crescimento das árvores. Seu conhecimento remonta-se ao Renacimiento já que Leonardo dá Vinci fez um estudo sobre eles. No entanto, foi no século XVIII quando naturalistas como Duhamel e Buffon começaram a realizar estudos sobre isso com árvores que tinham sido cortados simultaneamente. Assim, reconheceram que anualmente a árvore gerava um anel mais. Quando chegaram ao anel 28 (contando desde fora) observaram que em todas as espécies este tinha uma espessura mais pequena que denotava um escasso crescimento da árvore. A cada anel tem uma parte mais clara e outra mais escura devido às diferenças no ritmo de crescimento segundo as estações. O anel 28 corresponde ao ano 1709 no que teve umas geladas históricas. Foram os primeiros que relacionaram as características climáticas com a forma dos anéis. A princípios do XX, o astrónomo norte-americano Douglass estudou se a radiación procedente de mancha-las solares ficavam refletidas no crescimento das árvores. Para isso observou a evolução dos anéis tentando chegar o mais longe possível. Assim, utilizou espécies de longa duração como as secuoyas ou os pinos amarelos. Depois disto, se conseguiu realizar sequências da morfología dos anéis de zonas geográficas concretas. Hoje em dia na maior parte da Europa tem-se uma sequência mestre que se remonta a 3000 anos e inclusive em certos lugares até os 5000. Para a arqueologia européia o material básico de construção é a madeira devido a sua riqueza florestal pelo que se possui grande quantidade de material para estes estudos. É o método mais seguro que existe.

Há que ter cuidado com o factor "madeira antiga" em onde se datam objectos feitos com partes interiores de uma árvore (poderia se dizer que o coração da árvore) podendo dar datas alteradas de centos de anos.

Carbono 14

Artigo principal: Datación por radiocarbono

O professor Libby, que trabalhava no Instituto de Estudos Nucleares de Chicago, desenvolveu o método adequadamente entre 1946-1949. O método atingiu uma popularidade imediata e Libby obteve o prêmio Nobel em 1960. Este rápido reconhecimento deve-se a duas grandes vantagens: o uso de mostras provenientes de qualquer lugar do mundo sem necessidade de um estudo prévio, e que atinge uma cronología bastante ampla que chega até o 50.000 BP. Actua sobre a matéria orgânica. Os átomos de C14 estão presentes na atmosfera e formam-se na estratosfera a partir da interacção da radiación solar e o N. O C14 é absorvido pelos seres vivos mediante a fotosíntesis das plantas através da corrente alimenticia. Não todos os seres vivos possuem a mesma proporção de C14.

Enquanto um organismo está vivo conserva a mesma proporção de C14 no organismo; quando morre diminui de forma constante. O ritmo de perda conhece-se como a vida média do C14 e é conhecido. Libby calculou uma vida média de 5568 anos, mas actualmente corrigiu-se em 5730. Esta cifra refere-se ao mesmo tempo em que demora um organismo em diminuir a proporção de C14 à metade. Assim, ao cabo de outros 5730 anos ter-se-á reduzido à metade de 50% que ficava. Os laboratórios medem a quantidade de C14 que tem a mostra. A diferença entre esta cifra e a que deveria ter se traduz em anos. O trabalho de laboratório é muito complexo já que há que limpar o elemento com grande cuidado para não contaminar o exterior. São necessários umas gramas de matéria prima para obter a datación. Hoje em dia existe uma opção, o C14AMS, que trabalha com quantidades muito pequenas mas é mais caro e laborioso. Não todos os materiais supõem a mesma facilidade de datación já que as conchas são muito complicadas por sua alta percentagem de minerales. Pelo contrário, os ossos datam-se muito bem ainda que o mais fácil é a madeira. Graças a este método pode-se datar o polen.

Potasio-Argón

Artigo principal: Potasio-Argón

O método do potasio-argón é outro método de datación radiométrica, que permite datar rochas de origem vulcânico associadas a alguns dos restos fósseis e arqueológicos mais antigos da origem da humanidade. No momento de solidificación de uma rocha ígnea, o 40K que contém começa a desintegrarse, a um ritmo conhecido, em 40 Ar. A vida média do 40K é de 1,25 Ma e a idade da rocha vem dada pela proporção 40K/40Ar que apresenta actualmente. Este método, junto ao similar do argón-argón (baseado a proporção 40Ar/39Ar) tem dado muito bons resultados nos yacimientos de origem sedimentario africanos, onde é frequente a intercalación de rochas procedentes de episódios vulcânicos, como por exemplo na sequência estratigráfica da Garganta de Olduvai. Outro exemplo é o do yacimiento de Laetoli , onde uma erupção vulcânica deixou uma capa de cinzas, datada por K/Ar em 3,7 Ma, sobre a que plotaram suas impressões alguns animais e várias instâncias de Australopithecus afarensis.

Termoluminiscencia

Artigo principal: Termoluminiscencia

A termoluminiscencia usa-se para cerâmicas, mas em ocasiões usou-se para elementos de sílex. O sistema consiste em que as partículas de arcilla vão absorvendo materiais radiactivos do solo (urânio, potasio). Quando essa arcilla é submetida a altas temperaturas o ónus radioactiva fica a 0. A partir desse momento volta a começar a carregar-se. Translada-se ao laboratório o resto e em condições controladas volta-se a submeter ao calor e umas máquinas medem a quantidade de ónus que se desprende e que tinha acumulado a arcilla. Quanto maior seja o ónus radioactiva, maior será seu antigüedad. O sistema completa-se analisado o ónus desse estrato para ver se o estrato tem fomentado o ónus, já que o ritmo de ónus pode depender do estrato. Depois do processo, o material fica completamente destruído.

Paleomagnetismo

Artigo principal: Paleomagnetismo

Baseia-se no facto de que a polaridad magnética da Terra não é estática: os pólos Norte e Sur magnéticos investem-se a cada verdadeiro tempo por causas ainda pouco conhecidas. Não se apresentam pautas ou ciclos periódicos. Estas mudanças de polaridad ficam refletidos nas rochas de origem ígneo e em alguns estratos sedimentarios, nos que as partículas minerales magnéticas ficam orientadas segundo a posição dos pólos magnéticos no momento de sua formação, a modo de bússolas fosilizadas". O último grande mudança de polaridad (de sul a norte) deu-se faz 780 milénios (Investimento magnético de Brunhes-Matuyama). O paleomagnetismo foi muito importante na excavación de Atapuerca: no sector de Grande Dolina, os estratos nos que se estavam a sacar restos humanos de Homo antecessor (TD 6), se formaram em uma época de polaridad inversa, pelo que são mais antigos de 780.000 anos.

Racemización de aminoácidos

A racemización de aminoácidos é um método de datación química que consiste na conversão de um composto L-aminoácido a um D-aminoácido ou vice-versa e permite datar mostras orgânicas até o Paleolítico Médio.

Subdisciplinas arqueológicas

A arqueologia no grande desenvolvimento teórico e metodológico das últimas décadas, tem dado lugar a numerosas subdisciplinas de marcado carácter temático-conceptual:

Etnoarqueología

Artigo principal: Etnoarqueología

Trata-se do estudo de uma comunidade humana viva a partir da cultura material (aproximação arqueológica). Em seus inícios se postuló como um modo de entender o registo arqueológico com analogias de referentes culturais actuais. Nas correntes posmodernas concebe-se como uma boa forma de obter referentes inspiradores para elaborar as interpretações arqueológicas e construir narrativas enriquecedoras.

Arqueologia cognitiva

Artigo principal: Arqueologia cognitiva

Ramo de origem recente que responde à necessidade de estudar as formas de pensamento e as estruturas simbólicas do passado a partir dos restos materiais achados. Formou-se principalmente para conhecer as sociedades prehistóricas devido à falta de fontes escritas que contribuíssem informação destas; este novo enfoque "imaginativo" misturado com métodos científicos de vanguardia foi um dos instigadores da Nova Arqueologia.[1]

Arqueologia contextual

Preocupa-se pelo contexto de um artefacto e das associações que há entre vários objectos. Também têm em conta a quantidade de objectos idênticos que há em um yacimiento e o lugar onde se encontra. Portanto, permite averiguar a função de um artefacto e a informação sobre como influía na sociedade.

Arqueologia darwinista

Afirma que os processos que levam à estabilidade e à mudança cultural são similares aos da evolução biológica. A evolução cultural é o conjunto de modificações na distribuição dos atributos das sociedades. Também defende que a cultura humana é consequência de uma aprendizagem social através do contacto com outros seres humanos.

Arqueologia de género

É o estudo do papel, acções e ideologias que há entre homens e mulheres. Procura as diferenças entre o papel social da cada um deles em diferentes culturas. Fixa-se nas desigualdades biológicas e nas construções sociais que se transmitem aos humanos desde a infância.

Arqueologia experimental

Os dados das investigações arqueológicas são obtidos mediante experimentos. Tentam reconstruir um objecto com os mesmos meios que possuía a cultura passada que estão a estudar. Também, provam um objecto para ver seu funcionamento e suas limitações. Este tipo de arqueologia permite eliminar ideias e modificar teorias.

Arqueologia holística

Engloba todos os aspectos das sociedades humanas (ecología, economia, política, arte, ideologia...)e relaciona-os entre eles. Suas principais fontes provem de outros tipos diferentes da mesma disciplina: etnografía, etnohistoria e arqueologia contextual.

Arqueologia da paisagem

Artigo principal: Arqueologia da paisagem

A arqueologia da paisagem é um método pelo qual se tenta conhecer como era o médio na antigüedad. Fazem-se pequenas sondagens aleatórias de 2 x 2 em elámbito circundante que se quer estudar e graças a isso se saca informação da diversidade do médio e das diferentes actividades que se praticaram na cada parte do médio.

Arqueologia da Arquitectura

Artigo principal: Arqueologia da Arquitectura

Arqueometría

Artigo principal: Arqueometría

Incorporação de técnicas físico-químicas aplicadas ao estudo arqueológico. Esta permite novas perspectivas à investigação arqueológica. Dentro destes estudos, realça a caracterização de materiais, o estudo sobre composição e manipulação de elementos metalúrgicos, a análise de conteúdo de recipientes arqueológicos, etc.

Paleobotánica

Artigo principal: Paleobotánica

Estudos osteológicos

Zooarqueología

Artigo principal: Zooarqueología

A zooarqueología é o estudo dos restos ósseos antigos. Com esta disciplina científica podem-se identificar as espécies existentes em um yacimiento arqueológico, podendo dar um padrão alimenticio da ocupação.

Tafonomía

Artigo principal: Tafonomía

Estudo dos restos ósseos que permite conhecer o tratamento de ditos restos, bem seja pelo ser humano, por outros animais ou pelo médio.

Antropologia física

Artigo principal: Antropologia física

A antropologia física em sua aplicação à arqueologia é uma análise dos restos ósseos humanos, em aspectos biológicos do ser humano e de sua relação com os aspectos históricos e culturais.

Arqueologia pública

Artigo principal: Arqueologia pública

Se a Arqueologia tenta criar um novo conhecimento desde o estudo da cultura material de sociedades passadas, a Arqueologia Pública trata de estudar todas as relações entre essa Arqueologia e a sociedade actual para assim melhorar seu entendimento geral e a coexistencia entre ambas. [2]

Tipos de trabalho arqueológico

Bem como a outras de perfil metodológico-contextual:

Categorias cronoarqueológicas

Assim mesmo existem delimitações crono-espaciais a nível mundial, que de limitam uma série de grandes áreas culturais, cujos estudos se configuram usualmente como subdisciplinas com certa autonomia dentro da ciência arqueológica. As mais destacables seriam:

Arqueologia Européia

Arqueologia de Próximo Oriente e Egipto

Arqueologia Americana

Arqueologia Mundial

Referências

  1. Renfrew, C. e Bahn, P. (1998), Arqueologia. Conceitos finque, Madri: Edições Akal. ISBN 84-460-0234-5, páginas 355 e 510.
  2. Almansa, J. (2010), "Pré-editorial. Towards a Public Archaeology" AP: On-line Journal in Public Archaeology, Vol 0, p. 2.

Bibliografía

Enlaces externos

Wikcionario

mwl:Arqueologie

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