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Arteria umbilical única

arteria umbilical única - Wikilingue - Encydia

A anomalía mais frequente do cordão umbilical é a presença de só dois copos, uma arteria e uma veia, denominada arteria umbilical única (AUU). Entre as malformaciones do cordão umbilical, a AUU é a mais frequente, com uma incidencia entre o 0,5% e o 0,7% de todas as gravidezes, 1% em fetos únicos e até um 5% em fetos múltiplos.[1] É também um achado bem mais frequente na morte fetal que em nascimentos vivos.

Acha-se que a arteria umbilical única é causada por atrofia de uma arteria previamente normal ou a falha do desenvolvimento ou agenesia de uma das arterias umbilicais. Por razões que se desconhecem, a arteria mais freceuntemente ausente é a esquerda.[1] Em quase o 20% dos casos de arteria umbilical única faz-se o diagnóstico prenatal em uma população de alto risco em que se costuma associar com anormalidades cromosómicas.[1] A trisomía 18 é a anomalía cromosómica mais associada com uma arteria umbilical única.[2]

Conteúdo

Circulação fetal

O cordão umbilical do feto de termo mede aproximadamente 50 cm de longo e 2 cm de diâmetro. A porção fetal insere-se no ombligo do feto e a porção materna na placenta. A circulação fetal é diferente à circulação do recém nascido e do adulto, como todos os nutrientes e oxigénio que precisa o feto para seu crescimento e desenvolvimento vêm da mãe para a placenta através da veia umbilical e de ali ao feto pela veia umbilical. Depois, o sangue regressa à placenta através de duas arterias umbilicais levando o sangue com os desechos do feto e com pouco oxigénio, desde onde o organismo materno os recolhe para os eliminar. Isto é, que o cordão contém em seu interior três copos, dois arterias e uma veia, rodeados e protegidos pela gelatina de Wharton.

Imediatamente após o nascimento o cordão umbilical corta-se e a porção proximal ao feto remanente cai-se espontaneamente ao redor de 8-10 dias depois.

Epidemiología

Estatisticamente tem-se visto que tem lugar com maior frequência em fetos de sexo feminino a razão de 1:0.85, quando a idade materna é maior de 40 anos, em mães com três filhos prévios e em gravidezes gemelares. A incidencia pode ser sobreestimada quando o exame do cordão ocorre sobretudo na parte próxima à placenta, porque as arterias costumam fundir nesse ponto. Estudos têm mostrado que no 68% dos casos tratar-se-á de um achado isolado, mas mesmo assim aumenta o risco de parto prematuro, de baixo peso ao nascimento e de mortalidade perinatal.

A arteria umbilical única encontra-se mais duas vezes frequentemente nas mulheres brancas que em japonesas e mulheres afro-americanas. A diabetes aumenta o risco significativamente.[2]

Por outra parte, o 17% destes fetos terão, além da arteria única, cromosomopatías e o 31% malformaciones anatómicas urogenitales, gastrointestinales, cardiovasculares e/ou do sistema nervoso central.[2] Por isso é muito importante realizar uma exploração e estudo ecográfico exhaustivo para detectar ditas malformaciones. O prognóstico de uma AUU sem malformaciones ou sócia a malformaciones menores é bom.

Diagnóstico

A metodología normal de um exame ecográfico inclui a avaliação do cordão umbilical. Se efectua-se uma ecografía entre 11-13+6 e 22-26 semanas, o cordão umbilical avalia-se para contar o número de copos, os quais são claramente identificables com a ecografía. A veia é pelo geral mais grossa que as arterias.[2] O achado de dois copos em vez de três é sempre um signo de alerta. Estadisticamente, quase um terço das vezes, existe algum defeito fetal maior ou menor. A detecção de uma arteria umbilica única (AUU) obriga a uma avaliação minuciosa e detalhada do feto.

A arteria umbilica única associa-se a malformaciones músculo-esqueléticas, renales, do cano digestivo, cardíacas e cerebrais, dentro das mais relevantes. A grande maioria dos defeitos pode-se diagnosticar entre as 22-26 semanas de gestación . Algumas anomalías de aparecimento variável podem manifestar-se a maior idade, pelo que se recomenda também seu rastreamento ao redor das 32-34 semanas. Deve recordar-se que algumas condições anormales não podem se detectar através do ultrasonido prenatal.

A arteria umbilical única associa-se a hipertorsión/subtorsión do cordão umbilical. Isto quer dizer que como o cordão não é normal em sua estrutura, pode torcerse mais ou menos do habitual, gerando risco de compressão dos copos que tem em seu interior. Por isto, o prognóstico perinatal de fetos com AUU é diferente ao daqueles com cordão normal. Ademais, um grupo de fetos com AUU terão baixo peso ao nascer. Actualmente, não há dados que indiquem que a presença de AUU isolada seja um factor de risco de alteração cromosómica fetal.

Recomendações

Prognóstico

Associou-se um 5-20% de taxa bruta de mortalidade perinatal em reportes de arterias umbilicais únicas, ainda que isto inclui os fetos com graves anomalías congénitas e defeitos cromosómicos.[2] Dois terços das mortes produzem-se dantes do nascimento.[1] Do terço dos recém nascidos que morrem depois do parto, a maioria tem sócias graves anomalías congénitas. Aqueles sem alterações podem ter um retardo do crescimento intrauterino.

Referências

  1. a b c d María Eugenia Hübner Guzmán. Malformaciones congénitas (em espanhol). Publicado por Editorial Universitária, 2005; pág 282-283. ISBN 956-11-1747-9
  2. a b c d e Beall, Marie Helen; Michael G Ross (agosto de 2007). «Umbilical Cord Complications» (em inglês). Obstetrics and Gynecology. eMedicine.com. Consultado o 12 de maio de 2009.
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