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BRIC

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Os quatro países BRIC: Brasil, Rússia, Índia e Chinesa.
BRIC leaders in 2008.jpg

Em economia internacional,[1] emprega-se a sigla BRIC para referir-se conjuntamente a Brasil , Rússia, Índia e Chinesa, que têm em comum uma grande população (Rússia e Brasil acima dos cento quarenta milhões, Chinesa e Índia acima dos mil cem milhões), um enorme território (quase 38.5 milhões km²), o que lhes proporciona dimensões estratégicas continentais e uma gigantesca quantidade de recursos naturais, e, o mais importante, as cifras que têm apresentado de crescimento de seu PIB e de participação no comércio mundial têm sido enormes nos últimos anos, o que os faz atraentes como destino de investimentos.[2]

Conteúdo

A tese BRIC

Bandeira do Brasil.
Bandeira da Rússia.
Bandeira da Índia.
Bandeira da China.

Goldman Sachs argumenta que o potencial económico do Brasil, da Rússia, da Índia, e da China é tal que podem se converter nas quatro economias dominantes para o ano 2050. A tese foi proposta por Jim Ou'Neill, economista global em Goldman Sachs. Estes países estima-se que terão mais de 40% da população mundial e terão um PIB combinado de 34.951 trillones de dólares. Em quase a cada escala, seriam as entidades maiores na cena global. No entanto, é importante observar que não é a tentativa de Goldman Sachs o de argumentar que estes quatro países formam uma aliança política, tal como a União Européia, ou qualquer associação que negocia formalmente, como a Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). No entanto, têm tomado medidas para aumentar sua cooperação política, principalmente, pois uma maneira de influenciar os Estados Unidos coloca em acordos do comércio maior, ou, com a ameaça implícita da cooperação política, como maneira de extrair concessões políticas dos países desenvolvidos, tais como a cooperação nuclear proposta com a Índia e Brasil.Enquanto na China se pronostica que colapse com sua extremada desigualdade entre suas classes sociais.

Sonhando com BRICs: Rumo a 2050 (2003)

A tese BRIC, defendida no ensaio Dreaming with BRICs: The Path to 2050, reconhece que Brasil, Rússia, Índia e Chinesa têm mudado seus sistemas políticos para abraçar o capitalismo global. Goldman Sachs prediz que Chinesa e Índia, respectivamente, serão os provedores globais dominantes de tecnologia e de serviços, enquanto o Brasil e Rússia chegarão a ser semelhantemente dominantes como provedores de matérias primas, ainda que os dois últimos já começaram a aumentar de maneira estupenda seus parques industriais. Se presume de modo que o passo seguinte será a cooperação dentro do BRIC, já que Brasil e Rússia juntos constituem os maiores surtidores de materiais e alimentos do mundo actual. Assim, o BRIC tem o potencial de formar um bloco económico de enorme alcance com um estatus maior que do actual G8, G7 + Rússia. Brasil é dominante em biodiversidade, mineral de ferro, etanol e em alimentos, enquanto Rússia tem uma potente indústria de armamentos, enormes fontes de petróleo e gás natural. A tese de Goldman Sachs documenta assim como as matérias primas, o trabalho, a tecnologia, e as companhias se difundiram para fora dos Estados Unidos através do mundo.

Após o final da guerra fria, ou ainda dantes, os governos do BRIC levaram a cabo reformas económicas ou políticas encaminhadas a permitir que seus países se incorporassem à economia mundial. Para competir, estes países têm fortalecido muito a educação, o investimento estrangeiro directa, o consumo doméstico, a divisão dos rendimentos e o espírito de empresa doméstico. Segundo o estudo, Índia e Brasil têm o potencial de crescimento mais rápido entre os quatro países de BRIC durante os próximos 30 ou 50 anos. Uma razão importante para isto é que a diminuição da população em idade de trabalhar sucederá muito depois na Índia e Brasil que na Rússia e Chinesa.

O relatório da carta recordativa (2004)

A equipa de economia global de Goldman Sachs lançou em uma carta recordativa seu estudo inicial de BRIC em 2004. Este novo relatório leva a análise um passo adiante e o enfoca no impacto que o crescimento destas quatro economias terá nos mercados globais. Neste relatório estima-se que a participação das economias de BRIC no crescimento económico mundial poderia se elevar a partir de 20% em 2003 a mais de 45% em 2025. Também, seu peso total na economia mundial elevar-se-ia a partir de aproximadamente 10% em 2004 a mais de 30% em 2025. Ademais, entre 2005 e 2015, mais de 950 milhões de pessoas nestes países terão cruzado a ombreira do rendimento anual de $5.000. Em 2025, calcula-se que aproximadamente 600 milhões de pessoas nestas economias terão rendimentos anuais acima de $25.000. Portanto, a recolección enorme em demanda não estará restrita às mercadorias básicas senão a mercadorias qualificadas mais caras também. Segundo o relatório, primeiro Chinesa e Índia, e uma década mais tarde Brasil, ultrapassará aos E.E.Ou.Ou. como o mercado de automóveis maior do mundo.

Apesar de que o balanço do crescimento mostra um corrimiento decisivo em favor das economias do BRIC, a riqueza média dos indivíduos nas economias mais avançadas continuará acima da média das economias de BRIC. Goldman Sachs estima que para o 2025 o rendimento per capita do G6 (G8) excederá de $35.000, enquanto cerca de 340 milhões de pessoas nas economias do BRIC terão níveis de rendimentos similares. O relatório também destaca a grande ineficacia da Índia em uso da energia e menciona a dramática subrepresentación destas economias nos mercados de capitais globais. Estas contradições realçam as populações enormes que existem dentro do BRIC, que faz relativamente fácil obter uma abundância agregada que eclipse o G6 apesar de que seguiam tendo níveis de rendimento per capita por embaixo da média dos países industrializados de hoje. Este fenómeno afectará também mercados mundiais pois as corporaciones multinacionais tentarão aproveitar dos potenciais enormes dos mercados no BRICs produzindo, por exemplo, automóveis mais baratos e outras manufacturas ao alcance dos consumidores dentro do BRIC em lugar dos modelos de luxo que geram a maior parte dos ganhos aos fabricantes.

Índia, Brasil e Chinesa têm começado já a fazer sentir sua presença nos sectores de serviços e manufacturas na areia global. As economias desenvolvidas do mundo têm tomado já uma nota séria do facto.

Categorias Brazil Russia India China
Área 5 1 7 3
População 5 9 2 1
População (crescimento) 107 221 90 156
Força trabalhista 5 6 2 1
PIB (nominal) 10 8 12 3
PIB (PPA) 9 6 4 2
PIB (taxa de crescimento) 81 69 28 16
Exportações 21 11 23 2
Importações 27 17 16 3
Balança comercial 47 5 169 1
Investimento estrangeiro directa 16 12 29 5
Reservas internacionais 7 3 6 1
Dívida externa 24 20 27 19
Dívida pública 47 117 29 98
Consumo de electricidade 10 3 7 2
Telefones móveis 5 4 2 1
Número de utentes de Internet 5 11 4 1
Orçamento de defesa 12 8 9 2
Tropas activas 14 5 3 1

BRIC no 2050

Os países do BRIC em negrita .

Produto interno bruto (nominal) [2006-2050] (em US$ milhões)[3]
Faixa País 2006 2010 2015 2020 2025 2030 2035 2040 2045 2050
1 Bandera de los Estados Unidos Estados Unidos 13,245,000 14,535,000 16,194,000 17,978,000 26,087,000 20,087,000 22,817,000 26,097,000 33,904,000 42,634,000
2 Bandera de Japón Japão 4,336,000 4,604,000 4,861,000 5,224,000 5,570,000 5,814,000 5,886,000 6,042,000 6,300,000 6,677,000
3 Bandera de Alemania Alemanha 2,851,000 3,083,000 3,326,000 3,519,000 3,631,000 3,761,000 4,048,000 4,388,000 4,714,000 5,024,000
4 Bandera de la República Popular China China 2,682,000 4,667,000 8,133,000 12,630,000 18,437,000 25,610,000 34,348,000 45,022,000 57,310,000 70,710,000
5 Bandera del Reino Unido Reino Unido 2,310,000 2,546,000 2,835,000 3,101,000 3,333,000 3,595,000 3,937,000 4,344,000 4,744,000 5,133,000
6 Bandera de Francia França 2,194,000 2,366,000 2,577,000 2,815,000 3,055,000 3,306,000 3,567,000 3,892,000 4,227,000 4,592,000
7 Bandera de Italia Itália 1,809,000 1,914,000 2,072,000 2,224,000 2,326,000 2,391,000 2,444,000 2,559,000 2,737,000 2,950,000
8 Bandera de Canadá Canadá 1,260,000 1,389,000 1,549,000 1,700,000 1,856,000 2,061,000 2,302,000 2,569,000 2,849,000 3,149,000
9 Bandera de Brasil Brasil 1,184,000 1,698,000 2,220,000 3,067,000 4,009,000 5,557,000 7,263,000 10,106,000 13,208,000 17,262,000
10 Bandera de Rusia Rússia 982,000 1,371,000 1,900,000 2,554,000 3,341,000 4,265,000 5,265,000 6,320,000 7,420,000 8,580,000
11 Bandera de India Índia 909,000 1,256,000 1,900,000 2,848,000 4,316,000 6,683,000 10,514,000 16,510,000 25,278,000 37,668,000
12 Bandera de Corea del Sur Coréia do Sur 887,000 1,071,000 1,305,000 1,508,000 1,861,000 2,241,000 2,644,000 3,089,000 3,562,000 4,083,000
13 Bandera de México México 851,000 1,009,000 1,327,000 1,742,000 2,303,000 3,068,000 4,102,000 5,471,000 7,204,000 9,340,000
14 Bandera de Turquía Turquia 390,000 440,000 572,000 740,000 965,000 1,279,000 1,716,000 2,300,000 3,033,000 3,943,000
15 Flag of Indonesia.svg Indonésia 350,000 419,000 562,000 752,000 1,033,000 1,479,000 2,192,000 3,286,000 4,846,000 7,010,000
16 Bandera de Irán Irão 245,000 312,000 415,000 544,000 716,000 953,000 1,273,000 1,673,000 2,133,000 2,663,000
17 Flag of Pakistan.svg Paquistão 129,000 161,000 206,000 268,000 359,000 497,000 709,000 1,026,000 1,472,000 2,085,000
18 Bandera de Nigeria Nigéria 121,000 158,000 218,000 306,000 445,000 680,000 1,083,000 1,765,000 2,870,000 4,640,000
19 Bandera de las Filipinas Filipinas 117,000 162,000 215,000 289,000 400,000 582,000 882,000 1,353,000 2,040,000 3,010,000
20 Bandera de Egipto Egipto 101,000 129,000 171,000 229,000 318,000 467,000 718,000 1,124,000 1,728,000 2,602,000
21 Flag of Bangladesh.svg Bangladesh 63,000 81,000 110,000 150,000 210,000 304,000 451,000 676,000 1,001,000 1,466,000
22 Flag of Vietnam.svg Vietname 55,000 88,000 157,000 273,000 458,000 745,000 1,169,000 1,768,000 2,569,000 3,607,000
PIB (nominal) per capita [2006-2050][3]
Faixa País 2006 2010 2015 2020 2025 2030 2035 2040 2045 2050
1 Bandera de los Estados Unidos Estados Unidos 44,379 47,014 50,200 53,502 57,446 62,717 69,019 76,044 83,489 101,342
2 Bandera del Reino Unido Reino Unido 38,108 41,543 45,591 49,173 52,220 55,904 61,049 67,391 73,807 80,234
3 Bandera de Canadá Canadá 38,071 40,541 43,449 45,961 48,621 52,663 57,728 63,464 69,531 76,002
4 Bandera de Francia França 36,045 38,380 41,332 44,811 48,429 52,327 56,562 62,136 68,252 75,253
5 Bandera de Alemania Alemanha 34,588 37,474 40,589 43,223 45,033 47,263 51,710 57,118 62,658 68,253
6 Bandera de Japón Japão 34,021 36,194 38,650 42,385 46,419 49,975 52,345 55,756 60,492 66,846
7 Bandera de Italia Itália 31,123 32,948 35,908 38,990 41,358 43,195 44,948 48,070 52,760 58,545
8 Bandera de Corea del Sur Coréia do Sur 18,161 21,602 26,012 29,868 36,813 44,602 53,449 63,924 75,979 90,294
9 Bandera de México México 7,918 8,972 11,176 13,979 17,685 22,694 29,417 38,255 49,393 63,149
10 Bandera de Rusia Rússia 6,909 9,833 13,971 19,311 26,061 34,368 43,800 54,221 65,708 78,576
11 Bandera de Brasil Brasil 5,657 8,941 11,102 14,687 18,225 24,164 30,910 42,109 53,911 69,051
12 Bandera de Turquía Turquia 5,545 6,005 7,460 9,291 11,743 15,188 20,046 26,602 34,971 45,595
13 Bandera de Irán Irão 3,768 4,652 5,888 7,345 9,328 12,139 15,979 20,746 26,231 32,676
14 Bandera de la República Popular China China 2,041 3,463 5,837 8,829 12,688 17,522 23,511 30,951 39,719 49,650
15 Flag of Indonesia.svg Indonésia 1,508 1,724 2,197 2,813 3,711 5,123 7,365 10,784 15,642 22,395
16 Bandera de las Filipinas Filipinas 1,312 1,688 2,075 2,591 3,372 4,635 6,678 9,815 14,260 20,388
17 Bandera de Egipto Egipto 1,281 1,531 1,880 2,352 3,080 4,287 6,287 9,443 14,025 20,500
18 Bandera de Nigeria Nigéria 919 1,087 1,332 1,665 2,161 2,944 4,191 6,117 8,934 13,014
19 Bandera de India Índia 817 1,061 1,492 2,091 2,979 4,360 6,524 9,802 14,446 20,836
20 Flag of Pakistan.svg Paquistão 778 897 1,050 1,260 1,568 2,035 2,744 3,775 5,183 7,066
21 Flag of Vietnam.svg Vietname 655 1,001 1,707 2,834 4,583 7,245 11,148 16,623 23,932 33,472
22 Flag of Bangladesh.svg Bangladesh 427 510 627 790 1,027 1,384 1,917 2,698 3,767 5,235

Reunificação da Coréia

Em setembro do 2009, Goldman Sachs publicou o 188th Global Economics Paper chamado "Uma Coréia unida?" que pôs em detalhe o potencial económico de uma Coréia unida, que superaria em PIB per capita a todos os países do G-7 actual, com excepção dos Estados Unidos, dentro de 30-40 anos; a estimativa do PIB superaria os 6 mil milhões de dólares no 2050.[4] Mão de obra barata e qualificada do Norte junto com uma tecnologia avançada e infra-estrutura no Sur, bem como a localização estratégica da Coréia ao ligar com três potências económicas, é provável que vá criar uma economia maior que a maior parte dos países do G7. Uma Coréia reunificada poderia ocorrer dantes do 2050,[5] ou inclusive entre o 2010-2020.[6] Se ocorresse, a reunificação da Coréia aumentaria imediatamente a população do país a mais de 70 milhões de pessoas.

Coréia em 2050[7]
Unification flag of Korea.svg Coréia Unida Bandera de Corea del Sur Coréia do Sur Bandera de Corea del Norte Coréia do Norte
PIB em USD. $6,056 biliões $4,073 biliões $1,982 biliões
PIB per capita $86.000 $96.000 $70.000
PIB crescimento (2010-2050) 4,1% 3,3% 12,4%
População total 71 milhões 42,5 milhões 28,5 milhões

Críticas

A principal crítica que tem recebido o conceito de BRIC é que não define a um grupo homogéneo, que em si mesmo não define um novo caminho de desenvolvimento capitalista, senão que continua o modelo estadounidense, segundo a opinião do professor Jorge Majfud.[8]

Outra crítica que se lhe faz a esta tese é a subestimación do crescimento do PIB na China durante os próximos 45 anos segundo a qual o crescimento da China estaria por embaixo do nível normal. Isto contradiz o desenvolvimento económico rápido que tem ocorrido já nesse país e a experiência de países como Japão que se pôs simultaneamente com o PIB ocidental per capita, enquanto Chinesa tem estado crescendo ainda mais rapidamente em um período similar de desenvolvimento. Há muitas incertezas e supostos na tese BRIC que dão a entender que estes quatro países não poderiam cumprir com as expectativas. A preeminencia da China e Índia como países importantes da fabricação com um potencial sem desenvolver ainda tem sido extensamente reconhecido, mas alguns comentaristas indicam que a indiferença da China e da Rússia para os direitos humanos e a democracia poderiam ser um problema no futuro, ao igual que a possibilidade de conflito intenso com Taiwán no caso da China. Assim mesmo, a população da Rússia está declinando constantemente, e esta pode ter envolvimentos para seu futuro. Finalmente, o potencial económico do Brasil antecipou-se por décadas, mas não tinha podido satisfazer as expectativas dos inversionistas até um passado muito próximo, agora parece voltar a caminhar extremamente bem, igualmente às predições dos BRIC. Os países do BRIC têm populações grandes de gente empobrecida, especialmente Índia e Chinesa. Isto impede o progresso e limita as finanças de governo, aumenta o mal-estar social e limita o desenvolvimento potencial do mercado doméstico. Factores tais como conflitos internacionais, mal-estar civil, más políticas, brotes de doenças e terrorismo são todos factores difíceis de predizer e que poderiam ter um efeito no destino de qualquer país. Finalmente, o aparecimento económico do BRIC terá consequências imprevisíveis para o ambiente global. De facto, os autores de uma capacidade de ónus determinada para a terra podem discutir que, dado o nível de tecnologia actual, há um limite finito quanto a que tanto se pode desenvolver o BRIC dantes de exceder a capacidade da economia global e do ambiente para o sustentar.

O acordo

Várias fontes referem-se a supostos acordos “originais” do BRIC que se antecipam à tese de Goldman Sachs. Algumas destas fontes afirmam que o presidente da Rússia, Vladímir Putin, era a força impulsora por trás desta coalizão cooperativa original para desenvolver os países do BRIC. No entanto, até o momento, não se fez público nenhum texto de nenhum acordo formal do qual os quatro estados do BRIC sejam signatarios. Isto não significa, no entanto, que não tenham atingido uma multiplicidad de acordos bilaterais ou ainda trilaterales. As provas destes acordos são abundantes e estão disponíveis nas páginas site dos ministérios da cada um dos quatro países. Os acordos trilaterales e os marcos de trabalho desenhados no BRIC incluem a Organização de Cooperação de Shangai, os Estados membros incluem a Rússia e Chinesa, os membros do sócio incluem a Índia, e o foro trilateral de IBSA , que reúne a Brasil, Índia, e África do Sul em diálogos anuais. Também é importante observar a coalizão G-20 de países em desenvolvimento que inclui ao BRIC com excepção da Rússia, que não é um membro da OMC. O G-20 funciona durante negociações da organização mundial do comércio, que possuem como líderes Brasil e Índia.

Comercialização

O termo BRIC também é utilizado por companhias quando se referem aos quatro países como uma chave a suas estratégias para os mercados emergentes. Em realidade, o uso destas siglas obscurece com frequência o papel que jogam o Brasil e Rússia. Na prática, Rússia e Brasil serão pouco menores que Chinesa e Índia para o 2050, e o resto da Ásia combinada será quase igual em termos de PIB que Brasil. No entanto, as siglas BRIC adoptaram-se extensamente. Em comparação a sigla mais curta IC, para referir-se a Índia e Chinesa, não soa tão atraente, ainda que o termo “Chindia” é de uso pouco frequente. O estudo do BRIC centra-se especificamente nos países GRANDES, não necessariamente os mais ricos ou os mais produtivos, mas sempre foi pensado como uma tese de investimento. Se os inversionistas lessem a investigação de Goldman cuidadosamente, e conviessem com as conclusões, então os inversionistas expor-se-iam mais aos mercados asiáticos de dívida e de equidad da Ásia que aos da América latina, excepto Brasil. Segundo estimativas proporcionadas pelo USDA, os países mais ricos fosse do G7, em 2015, serão Chinesa, Índia, Brasil, Rússia e Coréia do Sur; estas cinco economias provavelmente serão as mais influentes do mundo desde 2020 em adiante.

Por outra parte, quando o “R” de BRIC se estende para além da Rússia e se utiliza de maneira solta para incluir toda a Europa Oriental, então a tese BRIC se volta também interessante. No momento da edição da tese estavam todos os múltiplos problemas que afectavam a Rússia (população que declina, governo potencialmente instável, degradação ambiental, carência crítica da infra-estrutura moderna, etc), e a taxa de crescimento era comparativamente bem mais baixa que a do Brasil. No entanto, uma taxa de crescimento moderado no Brasil mostra o facto de que o país é já bem mais rico que Chinesa ou Índia sobre uma base de uma economia per capita, tem um sistema financeiro integrado desenvolvido e mais global e tem uma economia potencialmente mais diversa que os outros "membros" do BRIC devido a sua abundância de matérias primas e potencial para a fabricação. Em termos de PIB per capita, Brasil classifica-se 60, Rússia 70, Chinesa 110 e Índia 132. Em comparação, Hong Kong classifica 28, Singapura 29 e Coréia do Sur 39.

A marca britânica Kobayashi-Hillary do autor e pesquisador estão a corrigir um livro novo titulado “construindo um futuro com o BRIC” para o editor europeu Springer Verlag que examina o crescimento da região BRIC e de seu efeito sobre o fornecimento global. Os contribuintes ao livro incluem a Nandan Nilekani, e o S. Ramadorai e publicação é empizarrado para outubro de 2007 .

CEMENT

Outros críticos sugerem que BRIC não é mais que uma sigla bonita para designar às quatro maiores economias emergentes, mas que nada em termos práticos os une, aparte de que todos são potencialmente grandes mercados. Dois são economias baseadas em fabricação e grandes exportadores, Chinesa e Índia, e os outros dois são fundamentalmente exportadores de recursos naturais e em menor escala industriais, Brasil e Rússia. Dois têm populações em crescimento, Brasil e Índia, mas duas sofrem de populações que se encolhem, Chinesa e Rússia. Dois são democracias consolidadas, Brasil e Índia, uma é uma cuasi-democracia, Rússia, e um é um estado comunista, Chinesa. Todos excepto Brasil, por agora, têm armas nucleares.

De uma maneira não tão subtil, os críticos do termo têm sugerido geralmente um termo que os correlacione, CEMENT (Countries in Emerging Markets Excluded by NewTerminology ) "países nos mercados emergentes excluídos por nova terminología".

Referências

  1. Costuma citar-se a origem do acrónimo no relatório do banco de investimentos Goldman Sachs de 2003: Dreaming with BRICs: The Path to 2050[1]
  2. Um exemplo do uso do acrónimo no mundo da economia
  3. a b "The N-11: More Than an Acronym" - Goldman Sachs study of N11 nations, Global Economics Paper Não: 153, March 28, 2007.
  4. «Unified Korea to Exceed G7 in 2050».
  5. «Unified Korea to Exceed G7 in 2050».
  6. «The Effects of Korean Unification on the US Military Presence in Northeast Ásia».
  7. http://www.nkeconwatch.com/nk-uploads/global_economics_paper_não_188_final.pdf Global Economics Paper Não: 188 "A United Korea?"
  8. Jorge Majfud. «Página/12 :: Contratapa :: BRIC, a comunidade fantasma».

Veja-se também

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/r/t/Encydia-Wikilingue%7EArt%C3%ADculos_solicitados_2358.html"
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