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Barreiras biológicas

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Imagem do linfócito de um ser humano.

O conjunto de mecanismos que permitem ao homem e aos animais reconhecer as substâncias estranhas, as neutralizar e as eliminar se conhece como inmunidad. O termo inmune deriva do latín inmunis, que significa exento de cargos ou livre de qualquer coisa.

O sistema inmunitario não está constituído por órgãos próprios, senão que está formado por células, tecidos e órgãos que formam outros sistemas, como a pele e o estômago.

As defesas biológicas tratam de impedir a entrada e o desenvolvimento de agentes patogénicos no organismo; quando seu accionar não resulta do todo efectivo, o microorganismo ou o vírus se instala e produz doenças. As barreiras defensivas do corpo humano são:

Primárias
pele, mucosas
Secundárias (glóbulos brancos)
macrófagos, monocitos polimorfonucleares
Terciárias (Glóbulos brancos)
linfócitos T, linfócitos B

Barreiras primárias

Toda a superfície do corpo se acha coberta de pele, por isso é a primeira defesa do corpo dantes de que um microorganismo ingresse nele. Por essa razão, a pele deve manter-se limpa, sem cortes ou lastimaduras, por onde entrariam os agentes patogénicos.

Outra defesa que tem o corpo é o suor que secretan as glándulas sudoríparas da pele. O suor é uma substância de pH pouco ácido que impede a sobrevivência de muitas espécies microbianas.

A pele é seca devido à queratina. Mas a pele que não está queratizada, como a da boca, os orifícios nasales ou o ânus, muda de aspecto e se chama mucosa. As células de mucosas secretan mucus e por isso o tecido é húmido. O mucus tem a propriedade de fixar e inmovilizar a muitos microorganismos, impedindo que estes penetrem.

Barreiras secundárias

Imagem de um sistema circulatorio de um humano. Podem-se apreciar eritrocitos e leucocitos.

Quando as barreiras primárias não actuam correctamente, se põem em funcionamento as barreiras secundárias. A primeira destas barreiras é a fagocitosis.

A fagocitosis é um processo que levam a cabo verdadeiros glóbulos brancos: os polimorfonucleares, principalmente os neutrófilos e os monocitos.

A fagocitosis põe-se em acção quando se produz alguma infecção. As infecções são o aumento da quantidade de microorganismos no organismo. A infecção pode-se iniciar em determinadas células e tecidos, ou distribui-se o microorganismo através do sangue. A fagocitosis consiste em produzir enzimas e destruir ao agente patogénico envolvendo-o com elas. Para realizar esta defesa, as células podem chegar ao lugar da infecção e destruir aos microorganismos. As células danificadas libertam uma substância chamada histamina. A histamina produz a vasodilatación e um aumento da permeabilidad capilar, pelo que aumenta o fluxo sanguíneo; então as células fagocíticas podem ir mais rapidamente ao lugar da infecção.

Barreiras terciárias

Muitas estruturas que constituem aos microbios, ou toxinas que estes produzem, junto com substâncias libertadas durante a fagocitosis põem em marcha à defesa de nível terciário, que são os linfócitos.

Os antígenos são moléculas que provocam uma resposta inmune. Qualquer substância não reconhecida pelo organismo pode funcionar como antígeno.

Os linfócitos T actuam directamente sobre o agente patogénico e destrói-o. Em mudança os linfócitos B detectam a presença de um antígeno e elaboram anticuerpos específicos para esse antígeno. Quando os antígenos e anticuerpos se unem, se consegue que os microorganismos invasores percam seu toxicidad para o corpo.

A resposta inmune tem três características fundamentais:

As pessoas inmunodeficientes têm reduzida a capacidade de produzir anticuerpos. A deficiência pode ser hereditaria ou adquirida. Entre as hereditarias encontra-se a doença de Bruton. Entre a deficiência adquirida, encontra-se o SIDA (síndrome de inmunodeficiencia adquirida).

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