Bartolomé Segui é um desenhista de historieta e ilustrador espanhol, nascido em Palma (Ilhas Baleares) em 1962 .
Iniciou sua carreira como historietista nos anos 80. Tem publicado seus trabalhos em revistas tão diversas como "A Víbora", "Madriz", "Cairo", "Médios Revueltos" ou "Na Quinta-feira".
Realizou depois os álbuns "A salto de mata" (Ed. Complô, 1989), "Lola e Ernesto" (Ed. A Cúpula, 1990), "Luigi é Luis" (Ed. Milão, 1991), "Locus de Barna" (Ed. O Pregonero, 1996).
No novo século, publica para Edicions de Ponent, os seguintes álbuns: "Cohibas Connection" com guião de Carles Santamaría (2001), "Coca ou ensaimada?" (2003) e "O sonho de México" com guião de Ramón de Espanha (2004), obra que supõe sua debut no mercado francobelga da mão da editorial Paquet.
Junto a Sonia Delgado embarcar-se-á na edição de duas revistas de banda desenhada: "Rifi Rafe", suplemento semanal do diário "Última Hora", e "Esquitx". Enquanto, diversifica sua faceta como ilustrador infantil,[1] já sejam contos para a editorial Cruilla ou SM, ou livros de texto para Santillana ou de aprendizagem do castelhano para a editorial alemã Langenscheidt.[2] Pelo caminho, várias historietas soltas em publicações alheias ao médio, dois projectos de álbum que não acabam de cuajar com Jorge Zentner ao guião,[1] além da atira "Vuits I Nous", publicada diariamente desde 2004 no jornal Última Hora de Baleares, com guião de Ferran Aguiló.[3]
Em 2009 recebe junto com Felipe Hernández Cava os prêmios à Melhor faz e ao Melhor Guião no 27é Salão Internacional da Banda desenhada de Barcelona, os IX Prêmios da Crítica nas categorias de Melhor Faz e Melhor Guião e o Prêmio Nacional da Banda desenhada[4] pelas serpentes cegas (BD Banda, 2008).