Edificada pelos censores M. Fulvio Nobilior e Marco Emilio Lépido no 179 a. C. e por isso então chamada Basílica Æmilia et Fvlvia por trás das Tabernae novae depois desaparecidas, a rodeando de lojas que alugou a particulares. Foi reconstruída em várias ocasiões, sobretudo por membros da gens Emilia a primeira no 78 a. C. pelo cónsul Marco Emilio Lépido, pelo que recebeu o nome de Basilica Aemilia. Outra reconstrução de maior alcance foi empreendida no 55 a. C. pelo edil curul Lucio Emilio Lépido Paulo, irmão do triunviro Lépido; as obras não acabam até o 34 a. C., com o filho deste, L. Emilio Lépido Paulo com a ajuda de Julio César.
O edifício se emplaza agora sobre as Tabernae novae mas um incêndio obriga à reconstruir em 14 a. C. pelo mesmo L. Emilio Lepido Paulo e Augusto já em sua forma final, se decorando o pórtico e a cella. A última restauração documentada efectuou-se depois do incêndio do 410, durante o saque de Alarico .
A Basílica Emilia está formada por um grande aula de 70 x 29 metros, dividida em naves por fileiras de colunas. A nave central, com uma longitude de quase 12 metros está flanqueada por uma mais pequena ao sul e outras duas ao norte. O edifício estava precedido pelo lado do foro por um pórtico de dois andares com dezasseis arcos sobre pilastras. Por trás do pórtico há uma série de tabernae entre elas se abrem as três entradas que dão acesso ao aula.
Coordenadas: