Bernard Lawrence "Bernie" Madoff (AFI: /ˈmeɪdɒf/) (29 de abril de 1938 ) foi o presidente de uma assinatura de investimento que leva seu nome e que ele fundou em 1960. Esta foi uma das mais importantes em Wall Street. Em dezembro de 2008 o banqueiro foi detido pelo FBI e arguido de fraude. O juiz federal Louis L. Stanton tem congelado os activos de Madoff. A fraude atingiu os 50.000 milhões de dólares, o que o converteu na maior fraude levada a cabo por uma sozinha pessoa. O 29 de junho de 2009 foi sentenciado a 150 anos de prisão.
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Madoff nasceu o 29 de abril de 1938 e está casado com Ruth Madoff.
Tem sido membro activo da National Association of Securities Dealers (NASD), organização autoregulada na indústria de activos financeiros norte-americanos. Sua empresa esteve entre as cinco que impulsionaram o desenvolvimento do NASDAQ, e ele mesmo trabalhou como coordenador chefe do mercado de valores.
O grupo incluía duas áreas separadas: Bernard Madoff Investment Securities LLC, com as funções de corredor de carteira (broker) e criador de mercado em acções norte-americanas (market maker), onde trabalhava a maioria do pessoal. E a área de Investment Advisory, foco de toda a fraude. Nesta última Bernard Madoff realizava os investimentos para hedge funds como Fairfield Sentry, Kingate ou Optimal (grupo banco Santander) (ver relatório da SEC bem como o relatório da detenção [1]). Esta área de investimentos não se registou na SEC até o ano 2006.
Apesar do sucesso histórico nos resultados dos fundos manejados por sua empresa, desde 1992 a gestão em seu fundo recebeu algumas críticas isoladas. Descobriu-se posteriormente como os auditores de Madoff formavam um pequeno despacho sem praticamente pessoal [2].
Em 1999 um gestor de investimentos experiente no mercado de derivados apresentou uma carta à SEC americana em Boston denunciando e descrevendo exactamente o que ao final passou 9 anos mais tarde. Este denunciante, uma espécie de garganta profunda", conheceu-se agora que seu nome é Harry Markopolos [3]
O 29 de junho de 2009 foi condenado a 150 anos de cárcere por defraudar 50.000 milhões de dólares.[1]
A Fraude consistiu em tomar capitais a mudança de grandes ganhos que ao princípio foram efectivas, mas que anos mais tarde se evidenció consistiam em um sistema piramidal ou sistema Ponzi, convertido hoje em um das maiores fraudes da história.[2]
Madoff, com fama de filántropo, não só tem enganado a entidades bancárias e a grupos investidores. Também são vítimas de sua fraude algumas fundações e organizações caritativas principalmente da comunidade judia de EE.UU. da que Madoff era uma personagem principal.[3]
O 23 de dezembro a polícia encontrou morrido em seu escritório de Nova York, com indícios de suicídio, a Thierry Magon Da Villehuchet, de 65 anos e cofundador de Acces International, um dos principais comercializadores de fundos que geria Madoff e cujo dinheiro ter-se-ia perdido completamente.[4]
Os afectados agruparam-se em três categorias: 1°) bancos e aseguradoras; 2°) banca privada e fundos; e 3°) fundações e pessoas físicas. A eles pode se agregar, em uma quarta categoria, a outros afectados sobre os quais não se pôde determinar a quantia do perdido.
Em Espanha resultaram afectadas, entre outras, as famílias Abelló, Almodóvar, Koplowitz, Lladró, Suñer e Serratosa-Caturla.
O 29 de junho de 2009 foi condenado à pena de 150 anos de prisão por levar a cabo e manter, durante mais de duas décadas, um fraudulento esquema de investimentos calculado em mais de US$ 68.000 milhões.
Madoff, na Instituição Correccional Federal de Média Segurança Butner, encontra-se registado com o número 61727-054 da Agência Federal de Prisões.[5] [6]
Em uma entrevista concedida em junho de 2010, declarou [7] [8] :
Modelo:ORDENAR:Madoff, Bernard