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Biotina

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Estrutura da biotina.

A biotina (do grego bios, "vida), vitamina H, vitamina B7 e às vezes também telefonema vitamina B8, é uma vitamina estável ao calor, soluble em água, álcool e susceptível à oxidación que intervém no metabolismo dos hidratos de carbono, gorduras, aminoácidos e purinas.

Conteúdo

História

Sua história começa aproximadamente no ano 1916, quando Bateman observou uma mudança na saúde das ratas que eram alimentadas com clara de ovo crua. Observou que as ratas assim alimentadas, começavam com uma síndrome caracterizada por descamación, dermatitis intensa, alopecia (perda do cabelo) e transtornos neuromusculares.

Não foi senão até 1936 que dois pesquisadores, Kogl e Tonnis, isolaram a biotina da yema do ovo. Mas que sucedia com o observado por Bateman? Nessa mesma década encontrou-se na clara crua do ovo uma glicoproteína telefonema avidina que tinha a característica de se unir de maneira irreversible com a biotina (complexo avitina + biotina) e este complexo tem a particularidad de não poder ser absorvido pelo tracto gastro-intestinal dos mamíferos. Pelo qual Bateman tinha observado, pela primeira vez em um médio controlado, um déficit grave de biotina e suas consequências.

Estrutura química

Está composta de um anel ureido (imidazolínico) fundido com um anel tetrahidrotiofeno. Um ácido valérico substituto une-se a um dos átomos de carbono do anel tetrahidrotiofeno. Há três formas de biotina: biotina livre (a única útil para os seres humanos), biocitina (e-biotina-L-Lisina) e dois sulfóxidos L e D da biotina.

Papel biológico

A biotina é importante como um cofactor de enzimas que intervêm na catálisis de reacções metabólicas essenciais para sintetizar ácidos grasos, na gluconeogénesis e no metabolismo da leucina.

Função

A biotina encontra-se na célula unida com resto específico de lisina (um aminoácido) formando a biocitina; a biocitina une-se covalentemente a certas enzimas relacionadas com a formação ou a utilização do dióxido de carbono, e exerce assim função de coenzima : actua na transferência (aceptor e donador) de dióxido de carbono em numerosas carboxilasas:

Todas estas enzimas são essenciais nos processos de duplicación celular, por isso o observado por Bateman: ao privar de biotina as ratas, começaram com déficit de enzimas celulares que afectou inicialmente aos tecidos de rápida reprodução ou mitosis (pele, cabelos, células de recubrimiento axónico).

A biotina é usada no crescimento celular, a produção de ácidos grasos e no metabolismo de gorduras e aminoácidos. Joga um papel no ciclo do ácido cítrico ou Krebs, o qual é um processo pelo qual a energia bioquímica é gerada durante a respiração aeróbica. A biotina não só assiste em várias conversões químicas e metabólicas, senão também ajuda a transferir dióxido de carbono. A biotina participa também na manutenção dos níveis de açúcar no sangue ou glucemia.

Usos

Alivia dores musculares, o eczema e a dermatitis e também ajuda a combater a depressão e a somnolencia. Não se levaram a cabo estudos definitivos sobre os requerimientos de biotina pela falta de conhecimento sobre a disponibilidade dela nos alimentos e a contribuição microbiana, mas se reconhece que uma ingesta segura e adequada desta vitamina é de 200-300 μg diários.[cita requerida]

Com frequência esta vitamina é recomendada para fortalecer unhas e pele. A deficiência é extremamente rara, já que uma bactéria intestinal pode produzí-la e até o 50% do requerimiento diário. As fontes principais da vitamina constituem-na alimentos derivados de origem animal, (principalmente vísceras), leite e derivados, bem como o fermento, adicional ao 50% proveniente da microflora intestinal.

A união da biotina a vários lugares químicos, chamado Biotinilación, pode ser usada como uma importante técnica de laboratório para estudar vários processos, incluindo localização de proteínas, interacção de proteínas, transcrição e replicação do DNA. A biotina por se mesma é utilizada para biotinilizar histonas, mas não é encontrada naturalmente no DNA. A Holocarboxilasa sintetasa esta envolvida no ligamiento da biotina.

Carência

Pode ser deficitaria em indivíduos que recebem alimentação parenteral total durante vários anos. Os sintomas provocam o deterioro das funções metabólicas descritas, eczema, dermatitis seca e descamativa, palidez, náuseas, vómitos, anorexia, grande fadiga e depressão.

A carência de biotina é rara e poucas vezes observada, já que a mesma está amplamente distribuída na alimentação e os requerimientos diários mínimos são baixos, entre 200 e 300 μg por dia. Ademais acha-se que as bactérias intestinales teriam a propriedade de formar biotina ou de transformar metabolitos inactivos da biotina em biotina livre.

A biotina encontra-se amplamente distribuída nos alimentos, principalmente em riñón , hígado, yema de ovo, hongos, alguns vegetales (coliflor, batata) e frutas, (plátano, uva, sandía e fresas), cacahuete, fermento, leite, almendras, nozes, guisantes secos, pescado, frango e na jalea real.

Que passa com a clara do ovo e a avidina?, só se encontra avidina activa na clara crua do ovo já que ao a submeter a cocción se neutraliza, não assim a biotina que suporta altas temperaturas sem modificações, pelo qual comer ovos cocidos proporciona biotina sem avidina, mas ao os comer crus não há ingesta de biotina por inactivación da mesma com a avidina.

Entre outros sintomas, do déficit de biotina encontram-se também: colitis, glositis atrófica, anorexia e anemia leve. Todas, relacionadas com as células que requerem de rápidas mitosis.

As dietas baixas em colesterol e gorduras também são baixas em biotina.

Sobredosificación

A flora intestinal é capaz de sintetizar grande quantidade de biotina. A eliminação fecal e urinaria, bem mais elevada que a ingesta dietética, indica a magnitude de síntese por parte da microflora.

A biotina não regista casos conhecidos de sobredosificación, já que ao ser hidrosoluble, se elimina com facilidade por via renal, em forma de biotina livre ou duas metabolitos inactivos Bis-norbiotina e biotina sulfóxido. Acha-se que as bactérias intestinales poderiam gerar biotina ou que teriam capacidade de reciclar metabolitos inactivos a biotina livre (isto último tem um baixo nível de evidência científica).


Usos

Problemas de cabelo

Os suplementos de biotina são com frequência recomendados como um produto natural para contrarrestar o problema de perda de cabelo tanto em meninos como adultos. No entanto, não há estudos que mostrem os benefícios da biotina quando o sujeito não esta deficiente da vitamina. Os signos e sintomas por deficiência de biotina incluem perda do cabelo a qual progride a severidad quando inclui perda de flanges e sobrancelhas. Alguns shampoo disponíveis contêm biotina, mas é dudoso se estes exercem algum efeito benéfico, já que a biotina não é absorvida através da pele.

Dermatitis Seborreica

Os meninos com uma rara desordem metabólico hereditario chamado Fenilcetonuria (no qual é impossível metabolizar o aminoácido fenilalanina), com frequência desenvolvem condições na pele como eczema e dermatitis seborreica em outras áreas do corpo com excepção do couro cabelludo. As mudanças escamosos da pele que ocorrem nos indivíduos com Fenilcetonuria se podem relacionar com a capacidade pobre de utilizar a biotina. O aumento na ingesta dietética de biotina associou-se com uma melhora da dermatitis seborreica nestes casos.

Diabetes

As pessoas com Diabetes tipo II frequentemente cursan com baixos níveis de biotina. A Biotina pode ser envolvida na síntese e libertação de insulina- estudos preliminares em animais e pessoas sugerem que a biotina pode ajudar a melhorar os níveis de açúcar no sangue naqueles que padecem de Diabetes, particularmente o tipo II.(1)

Deficiência

A deficiência de Biotina é relativamente rara e pode ser tratada com suplementación. A deficiência pode ser causada pelo consumo excessivo de clara de ovo crua, a qual contém altos níveis da proteína avidina. Esta proteína une-se fortemente à Biotina impedindo sua absorción intestinal. A avidina é inactivada com a cocción, enquanto a biotina permanece activa. A deficiência de biotina não é devida a uma ingesta inadequada, senão mais bem por uma deficiência rara na enzima que a metaboliza (biotinidasa) ou por transtornos no metabolismo da biotina como em pessoas alcohólicas e em pessoas com tratamentos anticonvulsivantes (competem com a biotina pela biotinidasa), Quando ocorre a deficiência pode se observar dermatitis seborreica, conjuntivitis, perda de cabelo, sobrancelhas e flanges e inclusive sintomas neurológicos como depressão, irritabilidad e convulsões.

Referências

1. ^ Campbell, R. Keith (Nov 2006). "A Critical Review of Chromium Picolinate and Biotin". Ou.S. Pharmacist 31 (11).

2. ^ Holmberg A, Blomstergren A, Nord Ou et a o. (2005). "The biotin-streptavidin interaction can bê reversibly broken using water at elevated temperatures". Electrophoresis 26 (3): 501-10. doi:10.1002/elps.200410070. PMID 15690449.

Enlaces externos

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