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Blastocystis hominis

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Blastocystis
Classificação científica
Reino:Protista
(sem clasif.)Chromista
Fio:Heterokontophyta
Classe:Blastocystae
Ordem:Blastocystida
Família:Blastocystidae
Género:Blastocystis
Nome binomial
Blastocystis hominis

Blastocystis hominis é um protozoo que causa quadros diarreicos em pacientes com inmunodepresión. Para seu diagnóstico em matéria fecal reconhecem-se as formas vacuolar, avacuolar, granular e quística. Em mostras procedentes de meios de cultivo reconheceram-se ademais as formas de esquizonte e trofozoíto. Existem diversos tipos de Blastocystis que, além de infectar aos humanos, podem infestar animais de granja, aves, roedores, anfibios, reptiles, peixes e inclusive baratas.

Conteúdo

Taxonomía

A classificação apropriada do Blastocystis tem sido resolvida mal recentemente. A descrição original do Blastocystis foi a de um hongo, devido a sua aparência brilhante de fermento nos preparados frescos e pela ausência de pseudópodos e locomoción.[1] Isso se contradisse por Zierdt, quem os reclasificó baixo o subfilo Apicomplexa (dantes Sporozoa), baseado em características distintivas protozoarios que possui o Blastocystis, tais como a presença de núcleo celular, retículo endoplasmático liso, aparelho de Golgi e orgánulos parecidos às mitocondrias. O que seja sensível a fármacos antiprotozoarios e a incapacidade de crescer em meios de cultivo para hongos, indicavam que o organismo se tratava de um protozoario. No entanto, recentes revisões de importância sobre sua classificação, baseados em fundamentos moleculares modernos, demonstram que o Blastocystis não é nem hongo, nem protozoario. Coloca-se-lhe em Chromalveolata , às vezes considerado um reino independente, no fio Stramenopiles (= Heterokontophyta), em onde se encontram certas algas marrones, diatomeas, Phytophthora (organismos causantes da grande fome irlandesa e da morte súbita do roble) e o hongo mildiu.

Morfología

Quatro formas comuns de Blastocystis hominis.

A descrição morfológica em matéria fecal mediante tinciones ainda não tem sido bem estabelecida, já que a maior parte das descrições em matéria fecal fresca têm sido por exame directo em fresco com solução salina isotónica e lugol; no entanto, o polimorfismo do protozoo faz necessário teñirlo para diferenciar as diferentes fases de desenvolvimento, pois caso contrário podem-se cometer erros de omisión diagnóstica por desconocimiento das fases ao microscopio.

Blastocystis apresenta uma grande diversidade morfológica. Pelo geral, são organismos de forma esférico-ovalados, incoloros, hialinos e refringentes. O tamanho varia entre 5 - 40 μm de diâmetro, com uma massa central granular, rodeada por refringencia com um ou dois núcleos. Em certos preparados pode notar-se um cariosoma que é central, grande e negro.

Descrevem-se comummente quatro formas: vacuolar (também denominada de corpo central), granular, ameboide e quística. A forma de aparecimento deste organismo é dependente em grande parte das condições ambientais, já que é extremamente sensível ao oxigénio. Não se conhece se todas estas formas coexisten no intestino do hóspede.

Ciclo vital de Blastocystis proposto por Tão.[3]

O ciclo de vida proposto começa com a ingestión do quiste e dentro do hóspede desenvolvem-se as outras formas, até que eventualmente voltam a se desenvolver quistes que propagar-se-ão nas fezes.

Hóspedes

De acordo com recentes investigações o Blastocystis transmite-se entre animais e humanos pela ingestión de quistes, presentes em águas ou alimentos contaminados com matéria fecal procedente de um portador, portanto pode-se encontrar em animais e seres humanos.

Além de infectar aos humanos, podem infestar animais de granja, aves, roedores, anfibios, reptiles, peixes e inclusive baratas. Foi observado desde o século passado em muitos animais incluindo baratas, aves, reptiles, roedores, porcos e macacos.

Epidemiología

De acordo com recentes investigações o Blastocystis transmite-se entre animais e humanos pela ingestión de quistes , presentes em águas ou alimentos contaminados com matéria fecal procedente de um portador. O parasita pode proliferar no organismo humano por anos sem causar sintomas, mas como segrega proteasas, pode provocar como reacção, a produção de anticuerpos e o consequente desencadenamiento de diarreas , náuseas, anorexia e espasmos abdominales. Não é capaz de invadir a mucosa intestinal. Actualmente trata-se com metronidazol ou outros nitroimidazoles (tinidazol).

Prevenção da doença

Referências

  1. Brumpt E (1912). «[Expressão errónea: operador < inesperado Blastocystis Hominis N. sp et formes voisines.]». Bull. Soc. Pathol. Exot. 5:  pp. 725-730. 
  2. Tão TC, Suresh KG (2006). «[Expressão errónea: operador < inesperado Amoeboid form of Blastocystis hominis - a detailed ultrastructural insight]». Parasitol. Rês. 99 (6):  pp. 737-42. doi:10.1007/s00436-006-0214-z. PMID 16816959. 
  3. Tão KS (2004). «[Expressão errónea: operador < inesperado Blastocystis in humans and animals: new insights using modern methodologies]». Vet. Parasitol. 126 (1-2):  pp. 121-44. doi:10.1016/j.vetpar.2004.09.017. PMID 15567582. 
  4. Zaman V, Howe J, Ng M (1995). «[Expressão errónea: operador < inesperado Ultrastructure of Blastocystis hominis cysts]». Parasitol. Rês. 81 (6):  pp. 465-9. PMID 7567903. 
  5. Moe KT, Singh M, Howe J, et ao (1996). «[Expressão errónea: operador < inesperado Observations on the ultrastructure and viability of the cystic stage of Blastocystis hominis from human feces]». Parasitol. Rês. 82 (5):  pp. 439-44. PMID 8738284. 
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