| Canal Um | |
|---|---|
| Nome público | Canal Um |
| Eslogan | Todos com o Um |
| Tipo | Ar |
| Programação | General |
| Proprietário | Rádio Televisão Nacional de Colômbia |
| País | |
| Início de transmissões | 13 de junho de 1954 (como Televisora Nacional) |
| Formato de imagem | NTSC |
| Média de audiência | 2,00% (Novembro 2008, IBOPE) |
| Area de transmissão | Colômbia |
| Localização | Bogotá |
| Nome anterior | HJTV-2/HKRN-4 (1954-1956), Televisora Nacional de Colômbia (1956-1963), Canal Nacional (1963-1972), Primeira Corrente (1973-1983), Primeira Corrente Cor (1979-1984), Corrente 1 (1984-1987) Corrente Um (1987-1997), Canal Um (1998-) |
| Canal/é fraternizo s | Canal A (até 2004) |
| Sitio site | Canal Um |
Canal Um é o único canal nacional de carácter público-comercial de Colômbia (após que o Canal A se convertesse em 2004 em Canal Institucional), operado pela empresa estatal RTVC.
Sua programação é realizada por empresas privadas conhecidas como programadoras, federadas desde 2004 em uniões temporárias. Dentro de sua programação podem-se destacar os programas de variedades (como Sweet, O Show das Estrelas), noticieros (Notícias Um, CM& e Telepaís), programas desportivos (Telepolémica) e jornalísticos (Contravía).
O 13 de junho de 1954 foi inaugurada a televisão em Colômbia, no canal 8 de Bogotá e o 10 em Manizales e Medellín. Posteriormente este único canal de televisão seria conhecido como HJTV-2/HKRN-4 e Televisora Nacional de Colômbia. Nos anos 1960 mudaria do canal 8 ao canal 7, para permitir a entrada do canal 9 para Bogotá (Teletigre, que transmitiu entre 1966 e 1971). Até o início de transmissões de Teletigre, o hoje Canal Um era o único canal de televisão de Colômbia. Quando o canal sucessor de Teletigre se converteu em nacional, o então Canal Nacional passou a ser a Primeira Corrente. Nos anos 1980 converter-se-ia na Corrente Um e desde o 1 de janeiro de 1998 é designado com seu nome actual.
Conteúdo |
O Canal Um passa por uma situação difícil desde que Caracol TV e RCN TV converteram-se em canais privados em 1998. Sua programação é considerada pouco atraente, facto refletido em seu baixo nível de audiência. No mais recente Estudo Geral de Meios (II Onda 2008), o canal cultural Sinal Colômbia o desbancó ao converter no canal público mais visto em Colômbia.[1] Isto ocasionou que RTI Televisão, única programadora que ficava no Canal A e que passou ao Canal Um em 2004, saísse do mesmo para participar na licitación pelo terceiro canal privado junto com Grupo Planeta-O Tempo, enquanto CM&, que não obstante continua no canal, também licitara para o terceiro canal privado junto com o grupo PRESSA e o Grupo Nacional de Meios. Apesar dos bons comentários pelos noticieros CM& e Notícias Um, têm llovido críticas pelos interesses próprios das programadoras, que em vez de fazer uma colectividad preferem ir a cada uma por seu lado como "canalitos"[cita requerida]. Um dos mais criticados é Jorge Barón[cita requerida].
Os seguintes dados são do share média de 06:00 a 24:00 horas, entre o 1 de janeiro de 1998 e o 31 de dezembro de 2008.[2]
| Ano | Share | Posição |
|---|---|---|
| 1998 | 31,5% | 2 |
| 1999 | 17,0% | 3 |
| 2000 | 10,7% | 3 |
| 2001 | 5,6% | 3 |
| 2002 | 3,8% | 3 |
| 2003 | 3,23% | 3 |
| 2004 | 3,1% | 3 |
| 2005 | 2,3% | 3 |
| 2006 | 2,0% | 3 |
| 2007 | 2,3% | 3 |
| 2008 | 2,1% | 3 |