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Canaricultura

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Canario em seu ninho.

A canaricultura é o ramo da avicultura que se ocupa da criança e métodos de criação do canario (Serinus canaria). Por extensão, a criação de outras aves de jaula da ordem dos passeriformes (como, por exemplo, o diamante mandarín, o rouxinol do Japão ou o jilguero espanhol), se consideram, assim mesmo, parte da canaricultura.

Conteúdo

O canario

Veja-se também: Serinus canaria

Dentro da canaricultura, há que lhe atribuir um papel preponderante ao canario. Este é uma pequena ave da ordem dos passeriformes e da família dos fringílidos, próprio dos archipiélagos atlánticos das Ilhas Canárias, as Açores e as Madeira.

O tamanho de canario varia segundo os estándares das diferentes raças, indo de uma longitude mínima de 11 a uma máxima de 23,5 cm.

Em estado silvestre, apresenta um plumaje de uma tonalidad amarelo verdosa, mas, as diversas variedades domésticas mostram uma faixa cromática bem mais ampla, vendo-se instâncias brancas, creme, amarelo pálido, amarelo pajizo, amarelo ouro (dourado), laranja, vermelho, rosado, damasco, verde, pardo, cinza, etc.

Raças de canario

Veja-se também: Raças de canario

A domesticación desta ave tem levado a que, com o correr do tempo, se tenha dado passo à existência de diferentes raças. Segundo a finalidade da cada uma delas, lhas costuma dividir em três grandes grupos, a saber:

As principais raças de canario são:

Canario gibber itálico.

A criança do canario

Pelo geral, a criança desta ave leva-se adiante entre os últimos dias do inverno e no primeiro mês do verão (no hemisfério sul, entre fins de agosto e mediados de janeiro).

O primeiro trabalho do canaricultor consiste na selecção daquelas instâncias que deseja cruzar, tendo em conta, fundamentalmente, duas parámetros: idade e estado sanitário do pássaro. Geralmente, considera-se que os pichones estão aptos para o apareamiento a partir de sete meses de vida, variando a finalização de sua vida reproductiva de acordo com o sexo: as fêmeas consideram-se úteis para o serviço até os quatro anos, enquanto os machos até os seis.

O estado sanitário do canario controla-se através da cor de suas deposiciones, devendo ser de um negro nítido a matéria fecal, e de um branco osso o orín (uma vez seco)

Já elegido o casal (ou yunta), com idades e estado sanitário conforme, começa a tarefa do enyuntamiento ou maridaje entre as instâncias seleccionadas. Esta se realiza nos últimos dias de inverno, iniciando com a colocação de uma fêmea sozinha em uma jaula de criança; depois de uns dias, divide-se com uma grade a jaula e coloca-se ao macho separado da fêmea; é nesse momento quando à fêmea se lhe outorga uma base de ninho e material para que leve adiante a construção do mesmo (fio, plumas, pequenos ramos, pelambre de animais). Em poucas jornadas, o macho começará a cantar de maneira estridente; é ali quando recém tem de se tirar a grade e permitir que ambas aves se reúnam.

É frequente que unidos macho e fêmea se sucedam brigas entre ambos. O canaricultor, então, separa ao macho novamente e volta a tentar o apareamiento um par de dias depois. De não se tomar este arrecado, dado porque a fêmea ainda não tem entrado em fita-cola, ambos instâncias podem resultar seriamente danificados.

À semana de ocorrido o apareamiento, a fêmea realiza uma posta dentre três e cinco ovos, a razão da um ovo por dia. Uma vez concluída a postura, a fêmea incubará os ovos por aproximadamente duas semanas e meia; é conveniente que o macho permaneça na jaula com a fêmea, já que durante o período de incubación a mesma não abandonará, praticamente, em nenhum momento o ninho, sendo ele, o encarregado de lhe proporcionar a alimentação apropriada para que seu estado de saúde não se deteriore.
Pichones de canario no ninho.

Ao nascimento, os pichones de canario estão nus a excepção de um modesto plumón que cobre a parte posterior da cabeça e o lombo. As crianças crescem velozmente, estando aos vinte dias do mesmo tamanho dos pais, totalmente emplumados e dando seus primeiros passeios através da jaula. Ao mês, já se alimentam sozinhas e é conveniente a separação dos pais, para que os mesmos não os lastimen e para que se leve adiante uma segunda criança. É frequente que, dantes de que se efectue a separação, a fêmea tenha realizado a segunda posta, o que constitui outro motivo para a levar adiante, dado que a existência de várias aves na jaula pode ocasionar a ruptura de um ou mais dos novos ovos.

Bibliografía

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