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Cancro

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Para outros usos deste termo, veja-se Cancro (desambiguación).
Cancro
Classificação e recursos externos

Wikipedia NO es un consultorio médico Aviso médico

Tumor Mesothelioma2 legend.jpg
Um TAC coronal mostrando um cancro na cavidade pulmonar.
Lenda: → tumor ←,  derrame pleural central, 1&3 pulmões, 2 coluna vertebral, 4 costillas, 5 aorta, 6 bazo, 7&8 riñones,9 hígado.

DiseasesDB 28843
MedlinePlus 001289
MeSH D009369

Sinónimos {{{sinónimos}}}
A diferença das células não cancerosas, as células com cancro evitam a morte celular, telefonema apoptosis.

O cancro é um conjunto de doenças nas quais o organismo produz um excesso de células malignas (conhecidas como cancerígenas ou cancerosas), com crescimento e divisão para além dos limites normais, (invasão do tecido circundante e, às vezes, metástasis). A metástasis é a propagación a distância, por via fundamentalmente linfática ou sanguínea, das células originarias do cancro, e o crescimento de novos tumores nos lugares de destino de dita metástasis. Estas propriedades diferenciam aos tumores malignos dos benignos, que são limitados e não invadem nem produzem metástasis. As células normais ao sentir o contacto com as células vizinhas inhiben a reprodução, mas as células malignas não têm este travão. A maioria dos cancros formam tumores mas alguns não (como a leucemia).

O cancro pode afectar a todas as idades, inclusive a fetos, mas o risco de sofrer os mais comuns se incrementa com a idade. O cancro causa cerca do 13% de todas as mortes. De acordo com a Sociedade Americana do Cancro, 7,6 milhões de pessoas morreram de cancro no mundo durante 2007.

O cancro é causado por anormalidades no material genético das células. Estas anormalidades podem ser provocadas por agentes carcinógenos, como a radiación (ionizante, ultravioleta, etc), de produtos químicos (procedentes da indústria, da fumaça do fumo e da contaminação em general, etc) ou de agentes infecciosos. Outras anormalidades genéticas cancerígenas são adquiridas durante a replicação normal do DNA, ao não se corrigir os erros que se produzem durante a mesma, ou bem são herdadas e, portanto, se apresentam em todas as células desde o nascimento (causando uma maior probabilidade de desencadear a doença). Existem complexas interacções entre o material genético e os carcinógenos, um motivo pelo que alguns indivíduos desenvolvem cancro após a exposição a carcinógenos e outros não. Novos aspectos da genética do cancro, como a metilación do DNA e os microARNs, estão a ser estudados como importantes factores a ter em conta por seu envolvimento.

As anormalidades genéticas encontradas nas células cancerosas podem ser de tipo mutación pontual, translocación, amplificación, deleción, e ganho/perda de todo um cromosoma. Existem genes que são mais susceptíveis a sofrer mutaciones que desencadeiem cancro. Esses genes, quando estão em seu estado normal, se chamam protooncogenes, e quando estão mutados se chamam oncogenes. O que esses genes codifican costumam ser receptores de factores de crescimento, de maneira que a mutación genética faz que os receptores produzidos estejam permanentemente activados, ou bem codifican os factores de crescimento em si, e a mutación pode fazer que se produzam factores de crescimento em excesso e sem controle.

O cancro é geralmente classificado segundo o tecido a partir do qual as células cancerosas se originam. Um diagnóstico definitivo requer um exame histológico, ainda que as primeiras indicações de cancro podem ser dadas a partir de sintomas ou radiografias. Muitos cancros podem ser tratados e alguns curados, dependendo do tipo, a localização e a etapa ou estado no que se encontre. Uma vez detectado, trata-se com a combinação apropriada de cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Segundo investigações, os tratamentos especificam-se segundo o tipo de cancro e, recentemente, também do próprio paciente. Tem tido ademais um significativo progresso no desenvolvimento de medicamentos que actuam especificamente em anormalidades moleculares de certos tumores e minimizam o dano às células normais. O diagnóstico de cancro em pacientes está, em grande parte, influenciado pelo tipo de cancro, bem como pela etapa ou a extensão da doença (frequentemente em estados iniciais costuma ser confundido com outras patologias se não se realizam os diagnósticos diferenciais adequados). A classificação histológica e a presença de marcadores moleculares específicos podem ser também úteis no diagnóstico, bem como para determinar tratamentos individuais.

Conteúdo

Conceitos semelhantes ao cancro

Neoplasia

O termo neoplasia: significa de acordo a suas raízes etimológicas: "tecido de nova formação".

"Neoplasia" aplica-se geralmente aos tumores malignos (proliferaciones de células com comportamento rebelde); ainda que pode empregar-se de maneira genérica, onde significará simplesmente "tumor".

As doenças ou lesões cujos nomes têm o sufixo oma indicam neoplasia, como por exemplo adenoma, osteosarcoma, leiomioma, lipoma, melanoma, etc.

Existem, em resumem, dois tipos de neoplasias, que são as benignas ou tumores benignos e as malignas ou cancro (neoplasias rebeldes).

Tumor

Inicialmente, o termo tumor, aplicou-se à tumefacción, hinchazón, "bulto" ou aumento localizado de tamanho, em um órgão ou tecido. Inclusive, o conceito ainda se aplica quando se diz que os quatro signos cardinales da inflamación são tumor, dor, calor e rubor". Com o transcurso do tempo esqueceu-se o sentido não neoplásico da palavra tumor e na actualidade o termo é o equivalente ou sinónimo de neoplasia; e portanto, diz-se que há tumores benignos e tumores malignos.

Cancro

A palavra cancro deriva do latín, e como a derivada do grego karkinos, significa 'cangrejo'. Diz-se que as formas correntes de cancro avançado adoptam uma forma abigarrada, com ramificações, que se adere a todo o que agarra, com a obstinação e forma similar à de um cangrejo marinho, e daí deriva seu nome. Considera-se às vezes sinónimo dos termos 'neoplasia' e 'tumor'; no entanto, o cancro sempre é uma neoplasia ou tumor maligno.

A palavra cancro, sinónimo de carcinoma, aplica-se aos neoplasias malignas que se originam em estirpes celulares de origem epitelial ou glandular e não às que são geradas por células de estirpe mesenquimal (sarcomas). Também se excluem os tumores do sangue -isto é, da medula vermelha dos ossos- dos ganglios e outros órgãos linfáticos e do Sistema Nervoso Central. Os cancros ou carcinomas de mama supõem mais de 90% dos tumores malignos das mamas, mas ao menos nove em cada dez tumores ou bultos das mamas não são malignos.

Oncología

O termo oncología prove do grego "onkos", tumor. É a parte da medicina que estuda os tumores ou neoplasias, sobretudo malignos.

Nomenclatura do cancro

Todos os tumores, benignos e malignos, têm dois componentes básicos em sua estrutura:

  1. As células neoplásicas proliferantes, isto é, as células que formam o tumor propriamente dito, que constituem o parénquima.
  2. Seu estroma de sustenta, constituído por tecido conectivo e copos sanguíneos. Trata-se de tecidos não tumorales cuja formação tem sido induzida pelo próprio tumor.

A nomenclatura oncológica baseia-se no componente parenquimatoso. Usam-se dois critérios de classificação: em primeiro lugar seu carácter benigno ou maligno, e em segundo lugar o tecido no que se formam.

Segundo o comportamento dos tumores:

  1. Tumores benignos: Seu nome acaba no sufixo -oma; simplesmente, e segundo a origem do tecido do que procedam os tumores benignos, podem ser: fibroma (tecido conjuntivo fibroso), mixoma (tecido conjuntivo laxo), lipoma (tecido adiposo), condroma (tecido cartilaginoso), osteoma (tecido ósseo), hemangioma (copos sanguíneos), linfangioma (copos linfáticos), meningioma (meninges), tumor glómico (tecido nervoso de sustenta), leiomioma (tecido muscular liso), rabdomioma (tecido muscular serrilhado), papiloma (tecido epitelial formando papilas), adenoma (tecido glandular), teratoma (células totipotenciales), nevus (melanocitos)
    Alguns dos tumores benignos derivados de tecido epitelial terminam com o sufixo "adenoma" porque o tecido epitelial de origem forma glándulas, conquanto temos que ter em conta que existem múltiplas excepções às normas de nomenclatura tumoral. Por exemplo: O tumor benigno de melanocitos denomina-se Nevus ou nevo, e sua forma maligna, Melanoma.
  2. Tumores malignos ou cancro:

Epidemiología do cancro

Morfología do cancro

As células tumorales têm uma morfología alterada que depende da diferenciación e da anaplasia.

Por outro lado, cabe destacar que a característica que faz mortais aos cancros malignos, comparativamente com os benignos (não mortais), é a mencionada capacidade de invasão de tecidos, em onde as células tumorales, geralmente quando se alojan no parénquima de um órgão, destroem a arquitectura do mesmo, sendo, a sua vez, suas residuos metabólicos tóxicos para as células sãs adjacentes, causando a eliminação deste tipo celular. Uma capacidade interessante própria de células cancerosas invasivas é a produção de copos sanguíneos (angiogénesis) para nutrir-se, os quais são os responsáveis pela densa rede vascular que possuem os tumores (os tumores secretan hormonas responsáveis da formação de extensas redes de capilares e copos sanguíneos novos). Esta característica permite-lhe ao parénquima tumoral ter um grande contribua de oxigénio e nutrientes, o qual favorecerá seu crescimento e proliferación a maior velocidade e distância. Esta capacidade encontra-se geralmente ausente em neoplasias benignas, não gerando tipicamente estes factores angiogénicos e nas que ademais suas células não possuem a capacidade de trasvasarse, pelo qual é de esperar que cresçam até um determinado tamanho compatível com a quantidade de nutrientes de que dispõem.

Em conclusão, segundo recentes trabalhos de investigação, em general, uma única mutación no material genético celular não é a responsável por transformar a uma célula sã em cancerosa; pelo contrário, requerem-se múltiplos mutaciones (que à postre costumam degenerar em aberraciones cromosómicas), as quais são geradas já seja por sucessivos ciclos replicativos ou por factores externos inductores da carcinogénesis (químicos, físicos e/ou biológicos); em onde exista algum dano especificamente na sequência de exones de protooncogenes e de genes supresores de tumores, que são os encarregados de regular o ciclo celular e a morte celular programada (apoptosis) respectivamente [em uma linguagem menos académica a apoptosis é comparável a um suicídio, com o fim de preservar a integridade celular do tecido conservando no mesmo só células sãs]. Qualquer outra mutación desencadeará na transcrição de genes p53, p21 e p16 responsáveis, entre outros, da apoptosis. Desta maneira, é possível então estabelecer uma relação entre envejecimiento e cancro pelas causas mencionadas, dado a que a maior parte dos pacientes que padecem cancro têm idades avançadas, ainda que existem patologias cancerosas tipicamente puerperiles, juvenis ou do adulto jovem. Em etapas temporãs, onde existe um baixo nível de diferenciación destas células, se observa que a frequência de replicação é ligeiramente maior à esperada; mas, ainda nestas condições, as células seguem cumprindo com as funções normais próprias do tecido. Depois, em estados mais avançados, é possível detectar mudanças na bioquímica celular, onde aparecem enzimas e proteínas que não são próprias do tipo celular, como novas proteínas canal (usualmente são as responsáveis por evacuar selectivamente altas concentrações de quimioterápicos, e portanto de gerar resistência aos mesmos), presença de telomerasa, gradiente contínuo (patológico) de segundos mensageiros intracelulares que participam na transducción de sinais, sequências promotoras do DNA danificadas, etc.

Crescimento tumoral

O crescimento tumoral tem as seguintes características:

Um estudo espanhol (Antonio Brú) sugere que o crescimento tumoral se pode controlar com factores externos.

Invasão local

A invasão é a capacidade que têm as células tumorales de infiltrar ou penetrar nos tecidos normais e nos copos sanguíneos, e daí começar a metástasis. A invasão é devida a:

Biologia molecular do cancro

A transformação maligna das células normais consiste na aquisição progressiva de uma série de mudanças genéticos específicos que actuam desobedeciendo os fortes mecanismos antitumorales que existem em todas as células normais. Estes mecanismos incluem:

Carcinogénesis

A carcinogénesis é a formação do cancro por médio dos carcinógenos ou de doenças genéticas.

Genética do cancro

O cancro é uma doença genética produzida pela mutación de determinados genes em uma célula determinada, que adquire as características do cancro. Estes genes são de três tipos:

Natureza clonal do cancro (teoria monoclonal)

Os cancros originam-se a partir de uma célula única, depois da soma de múltiplas mutaciones (de cinco a dez) no genotipo para que se transforme em um fenotipo maligno em decorrência de vários anos, dando lugar a um clon de células, que é o tumor.

Actualmente aceita-se a teoria de Sell e Pierce, que promove que a mutación, iniciación e a transformação maligna ocorre na célula progenitora ou "stem cell", devido a um bloqueio de seu maduración. As mutaciones em células somáticas não resultariam em cancro, já que são células maduras com vida curta e que normalmente vão à apoptosis dantes que novas mutaciones possam desdiferenciarlas.

A agresividad e poder metastásico do tumor vai depender da etapa de maduración celular em que se produz a mutación. Os tumores derivados de uma célula mãe em maduración precoz metastizarán rapidamente e terão um fenotipo mais heterogéneo. Aqueles derivados de uma célula mãe em etapa mais tardia serão menos metastizantes e de fenotipo mais homogéneo.

Diagnóstico do cancro

Biopsia

O diagnóstico do cancro baseia-se na biopsia do tumor para um estudo histológico, com grau de diferenciación e de invasão, e para um estudo molecular que determine seus marcadores biológicos e genéticos.

Estadificación do cancro

Determina a extensão da doença baseada em que o cancro se estende em três níveis que são o local, regional e a distância. Existem dois tipos de estadificción:

Gradación e Estadificación

A gradación usa-se para classificar as células cancerosas quanto a sua diferença das células normais quando se vêem ao microscopio e à rapidez provável de diseminación do tumor. O grau histológico, também chamado diferenciación, se refere à semelhança que tenham as células do tumor com as células normais do mesmo tipo de tecido.

Grau:

O sistema de estadiaje mais empregado é o TNM (Tumor, Node (nódulo, ganglio) e Metástasis) que valoriza a doença local (tamanho tumoral), regional (número de ganglios afectados) e diseminación a distância (presença de metástasis). O TNM foi codificado pela União International Contra o Cancer e a American Joint Committee on Cancer.

Tamanho do Tumor

Ganglios Linfaticos Regionais

Metástasis Diseminante

Elementos comuns dos Sistemas de Estadificación

Tratamento do cancro

O tratamento do cancro fundamenta-se em três pilares: cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Existe um quarto pilar chamado terapia biológica que incluiria a hormonoterapia, inmunoterapia, e novos alvos terapêuticos não citotóxicas. O tratamento do cancro é multidiciplinar onde a cooperação entre os diferentes profissionais que intervêm (cirujanos, oncólogos médicos e oncólogos radioterápicos), é de máxima importância para o planejamento do mesmo; sem esquecer o consentimento informado do paciente. Em todo momento, o apoio emocional é fundamental e a busca dos possíveis detonantes psicoemocionales ou psicobiológicos.

Às vezes, dada a incapacidade actual da ciência para curar os tipos de cancro mais agressivos em estados avançados de evolução, é preferível renunciar ao tratamento curativo e aplicar um tratamento paliativo que proporcione o menor grau possível de mal-estar e conduza a uma morte digna. Nestes casos o apoio emocional cobra uma importância primordial.

No plano de tratamento há que definir se a intenção é curativa ou paliativa.

A resposta ao tratamento pode ser:

Quando não é possível a medida das lesões, os marcadores tumorales são úteis para valorizar a resposta ao tratamento.

Aspectos emocionais

A busca dos aspectos psicoemocionales ou psicobiológicos que têm podido gerar a alteração cerebral que origino a formação do cancro, é prioritario. Se desconhece-se isto, lamentavelmente, é frequente que quando diagnosticam a uma pessoa com cancro, pode sofrer tensão e outras reacções por seu efeito nocivo, que vão agravar o quadro clínico, debilitando seu sistema inmunitario, e gerando efeitos iatrogénicos (devido ao médico e a seu tratamento). Estas sensações podem fazer que resulte difícil que o paciente pense em todo o que deseja perguntar a seu profissional de saúde. Com frequência, o fazer uma lista de perguntas de antemão ajuda nesta tarefa. Também, ajuda recordar o que diz o especialista, os pacientes podem tomar notas ou perguntar se podem utilizar uma grabadora. Há pessoas que têm um familiar ou um amigo com eles quando falam com o especialista. Os pacientes não devem sentir a necessidade de fazer todas suas perguntas ou de recordar todas as respostas em uma sozinha vez. Terão outras ocasiões de pedir que seu profissional de saúde explique coisas e consiga mais informação.

O impacto do diagnóstico e tratamento do cancro provoca uma série de respostas psiconeuroinmunológicas, psicobiológicas e psicosociales que afectam à qualidade de vida do paciente. O trabalho Diferencias na qualidade de vida: Um estudo longitudinal de pacientes de cancro recebendo tratamento de quimioterapia. de Terol, López-Roig, Rodríguez-Marín, Pastor, Mora, Martín-Aragón, Ignacio Leyda, Neipp e Lizon, foi avaliar e comparar a qualidade de vida e o Estado emocional, (ansiedade e depressão) de 21 pacientes oncológicos entrevistados em dois momentos de sua doença, ao início e em seus últimos ciclos de quimioterapia. Os resultados mostraram que a qualidade de vida global e a condição física percebida se associaram entre si e com a depressão. Só a Condição Física se diferenciava significativamente entre as fases de estudo. Em ambas fases, os Sintomas de Doença, e o Impacto Económico se associaram, bem com a ansiedade ou com a depressão. O Impacto Social relacionou-se com a depressão e a ansiedade na primeira fase, e a Discapacidade funcional com a Qualidade de vida global, na segunda.

Ao falar de opções do tratamento, o paciente pode perguntar para participar em um estudo ou investigação. Tais estudos, chamados ensaios clínicos, desenham-se para melhorar o tratamento do cancro.

O tratamento dos pacientes escolhe-se entre o paciente (a cada paciente é diferente) e a eficácia desse tratamento. É importante recordar, no entanto, que a estatística são médias baseados em uma grande quantidade de pacientes. Os pacientes podem desejar falar com o doutor sobre a recuperação (prognóstico). Quando os doutores falam de cancro o facto de sobreviver pode ser o objectivo mais que a cura do paciente.

Conseguir uma segunda opinião. As decisões do tratamento são complexas. Às vezes é bom que os pacientes tenham uma segunda opinião sobre o diagnóstico e o plano de tratamento (algumas companhias de seguros requerem uma segunda opinião; outras podem pagar uma segunda opinião se o paciente a solicita). Há várias maneiras de encontrar outro doutor a consultar:

O doutor do paciente pode poder sugerir um especialista. Os especialistas que tratam esta doença incluem a psicólogos, gastroenterologistas, cirujanos, médicos oncologistas e a oncologistas da radiación.[1]

Prognóstico do cancro

Nenhum médico pode estar completamente seguro de que o paciente que atende se vá curar. As possibilidades de uma pessoa dependem primordialmente, do temporão que se tenha descoberto a doença, mas também do tipo de cancro, pois alguns são mais agressivos que outros. Outro factor que intervém é a condição física do paciente; é muito importante que sua forma física seja boa, e a disposição para sua doença, já que deve a enfrentar e ajudar com seu estado de ânimo à curar.

A partir da década de 1990 e com as técnicas terapêuticas disponíveis, o cancro é curable em aproximadamente o 50% dos pacientes diagnosticados. O prognóstico do cancro depende sobretudo de:

Recentemente, estudos em psiconeuroimnunología apontam igualmente à influência dos factores emocionais no curso da doença.

Prevenção do cancro

Ainda que a causa do cancro é desconhecida em muitos casos e multifactorial em outros, se conhecem uns factores de risco, que aumentam a probabilidade de padecer cancro e que deveriam se evitar, como por exemplo o tabaquismo ou todo outro modo de fumar. Estima-se que até um 50% dos cancros poderiam ser evitables.

Existe uma vacina recentemente aprovada contra o cancro de pescoço de útero. A comercialização desta vacina foi aprovada em vários países e estuda-se a aprovação de outras vacinas contra o cancro de pele e o cancro de próstata[cita requerida].

Prevenção primária

É a detecção do cancro em indivíduos asintomáticos, com o objectivo de diminuir a morbilidad e a mortalidade.

  1. Deixar de fumar : salva e prolonga a vida mais que qualquer actividade de Saúde Pública. Além do fumo com seu nicotina, praticamente todo a fumaça que se inhala frequentemente possui elementos carcinógenos (por exemplo: o alquitrán é um carcinógeno que se encontra em diversas substâncias fumables).
  2. Dieta saudável: em tal sentido recomenda-se que seja variada, com a suficiente quantidade de nutrientes (em especial vitaminas e elementos como os fitoesteroles, azufre, selenio e ácidos grasos essenciais como o Omega 3 e nunca o omega 6 por ser pró inflamatorio e por tanto favorecedor do desenvolvimento tumoral), por este motivo se recomenda o consumo de alimentos orgânicos em particular repollos ou coles, coliflores, brecoles ou brocolis; frutas ricas em vitamina C, granada, tomate, almendra, os cítricos ( por exemplo a casca de mandarina possui salvesterol Q40 composto com propriedades anticárcinogenas) e os alimentos ricos em fibra — como o pão integral— facilitam o trânsito intestinal e assim a eliminação de toxinas, o mesmo faz o consumo a mais de um litro de água potable por dia (a água potable deve estar livre ou possuir só ínfimas quantidades de arsénico).

A dia de hoje sabemos que o omega 3 é aniinflamatorio e que o omega 6 é proinflamaorio, e que ingerimos uma quantidade desproporcionada de omega 6, principalmente por uma mudança de alimentação do ganhado que passa a toda a corrente alimentária, e pelo abuso de gorduras e azeites vegetales em alimentos industriais. A soja e o maíz com o que se alimenta ao ganhado é uma das causas pelas que a incidencia de cancro se disparou. Sem dúvida a alimentação é um dos pilares fundamentais, já que a incidencia de cancro em países altamente contaminados como Índia é muito menor que nos países ocidentais. Também sabemos que os asiáticos que emigram a Estados Unidos, em matéria de 1 ou 2 gerações têm proporções de cancro similares à dos americanos e não à dos asiáticos (bem mais baixa em numerosos tipos de cancro) A explicação só pode estar na corrente alimentária principalmente, e em outras causas como radiaciones ionizantes. É aconselhável tomar proporções de 4:1 entre omega 3 e omega 6. No entanto os ocidentais tomamos proporções de 20:1 ou 30:1 a favor de omega 6. Há que reseñar que os ácidos grasos omega 6 interferem na absorción com os omega 3, e as únicas fontes de omega 3 que não contenham altas proporções de omega 6 são os pescados e nunca, pese à publicidade, os vegetales como a soja. É de reseñar que a pirâmide alimenticia só recomenda tomar pescado 2 vezes por semana pela contaminação dos mares com mercurio, metal altamente tóxico, pelo que não é recomendável abusar do pescado já que os efeitos beneficiosos do omega 3 ver-se-iam ultrapassados pelos prejuízos do mercurio. Neste sentido podem ser interessantes os suplementos de azeite de pescado ou azeite de krill, molecularmente destilados para eliminar os metais pesados. O chá verde tem demonstrado ser especialmente eficaz no tratamento antitumoral, pelo que dever-se-ia incorporar à alimentação quotidiana, junto a outras especiarias como o curry com alta concentração em cúrcuma, e N-acetyl-cisteina, que demonstra elevar os níveis de um dos antioxidantes mais potentes conhecidos, sintetizado por nosso corpo: o glutatión.

Também outra mudança de alimentação importante, além do citado com os ácidos grasos, ocorre com o açúcar, e os monosacaridos em general acrescentados à alimentação industrial e refrescos. A entrada de açúcar em sangue provoca a acção da insulina e o IGF1. Níveis elevados de insulina e IGF1 incrementam a incidencia de cancro. Por isso são aconselháveis os carbohidratos complexos e ricos em fibra, e se tem de evitar o pão branco, refrescos, hamburgesas, etc, que além de cancro predisponen a diabetes mellitus e obesidad e as comorbilidades sócias. Em general, devemos mudar o modelo de alimentação por completo, e de preferência alimentar-se de agricultura ecológica livre de pesticidas e de ganhado alimentado com excesso de omega 6. É também reseñable a falta de formação de oncólogos em alimentação para minimizar no possível a inflamación e estimular o sistema inmune, pelo que seria desejável a entrada de nutricionistas especializados em oncología na previdência espanhola.

Consideram-se muito nocivas as fast foods em especial as que possuem ciclamato de sodio ou sacarina como "endulzantes", bem como as abundantes em nitratos (tal como ocorre com os hot dogs), também não resulta conveniente o demasiado consumo de açúcar, do mesmo modo resultam nocivos os alimentos contaminados por micotoxinas (por exemplo aflatoxinas). Recomenda-se muito o consumo do azeite de oliva virgen e extravirgen mas se desaconseja o "azeite de oliva" de terceiro refinado; são nocivas as gorduras hidrogenadas e as gorduras trans. Se desaconseja absolutamente o uso de azeite refrito e o comer frequentemente os alimentos parcial ou totalmente queimados. Também têm compostos carcinógenos de efeitos nocivos, se o consumo é crónico, os alimentos ahumados. Se desaconseja o consumo asiduo de bebidas alcohólicas: existe uma verdadeira tolerância do corpo humano a doses moderadas de bebidas alcohólicas fermentadas como o vinho, a cerveja ou a sidra mas resultam muito predispositivas a diversas formas de cancro as bebidas alcohólicas destiladas (vodka, whisky, ginebra etc.).

Quanto ao consumo de carnes, estudos do ano 2007 desaconsejan consumir mais de 500 g de carne vermelha por semana, em mudança, considera-se positivo o consumo de pescado, em particular dos chamados pescados azuis (como o atún) mas a contaminação das águas faz que os grandes peixes possam acumular em seus tecidos produtos nocivos que fá-los-ia tóxicos em longo prazo. Por último, aconselha-se estar sãmente delgado.

  1. Evitar a exposição prolongada a aparelhos que causem efeitos de radiación (isto vale por exemplo para a luz fluorescente e a chamada luz negra sem o adequado filtrado).
  1. Quimioevitación: É a evitación de determinados agentes químicos cancerígenos ou dos que não se tem a segurança de que não provocam cancro.
  2. Coerente com o ponto anterior, o ambiente onde se vive ou se trabalha deve estar em todo o possível livre de elementos carcinógenos como o smog, as dioxinas, aerosoles de alquitrán, chumbo, PCB, amianto excesso de ozónio, ou águas contaminadas com mercurio ou arsénico.

Veja-se também

Relacionados com o cancro

Luta contra o cancro


Tratamento da dor

Detecção do cancro

Alguns tipos de cancro

Referências

  1. O serviço informativo do cancro, (nos Estados Unidos 1-800-4-CANCER), pode informar a quem chame sobre instalações do tratamento, incluindo os centros do cancro e outros programas apoiados pelo instituto nacional do cancro. Os pacientes podem conseguir os nomes de doutores de sua sociedade médica local, de um hospital próximo, ou de uma escola médica.

Enlaces externos

Modelo:ORDENAR:Cancer

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/c/ou/m/Comunicações_de_Andorra_46cf.html"
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