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Caraíbas (etnia)

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Desenho de mulher caribe realizado por Charles E. Taylor (1888).

Os caribes, caribales, kalinagos ou galibi (denominações, todas elas derivadas do proto-caribe *karipona 'homem(s)') incluem diferentes povos amerindios de Sudamérica cuja línguas, ainda que mutuamente incomprensibles, pertencem todas à família caribe. Para o século XV tinham uma distribuição bem mais ampla, que compreendia o norte de Sudamérica e numerosos enclaves no mar Caraíbas.

Os caribes serviram de inspiração para nomear a um território e mar da América, pelo que erradamente lhos circunscribe a esta região. Seus centros de dispersión abarcaram Venezuela, Colômbia e as Guayanas pelo rio Orinoco, e no Brasil pelo rio Amazonas. Foram um dos primeiros grupos que habitaram as Antillas, se estendendo pelo Atlántico para outros pontos, como no norte da América, navegando pelo rio Misisipi.[cita requerida]

Conteúdo

Expansão dos povos caribes


Linha do tempo da Prehistoria da América

Linha superior "correspondência às Migrações"

Linha inferior "desenvolvimento de civilização na América''


A família linguística caribe ainda hoje é uma das mais amplas da América, não só pelo elevado número de línguas e tribos que a compunham, senão por seu carácter expansionista, desta maneira surgiram diferenças culturais muito marcadas entre os caribes de uma zona e outra, de acordo às adaptações adquiridas e contactos com outras etnias.
«O navegante da prehistoria penetrou por ventura as numerosas bocas do Orinoco que com força misteriosa o impulsionou ao interior do continente subindo até as bocas do rio Meta onde um agressivo raudal opôs marcha e tiveram de formar a colónia Carichana ou Caraíbas em lembrança a quem a fundaram: Os Caribes ou Caras.»
Miguel Triana
Vias de expansão caribe.

Vários factores antropológicos influíram na expansão Caraíbas por América entre eles a navegação tanto por mares como por cuencas fluviales; como o costume da exogamia. Os territórios ocupados segundo os rastros históricos estenderam-se do norte do Amazonas (carijonas, panares), até a saia de ande-los , onde destacaram as tribos de yukpas , mocoas,[1] chaparros, caratos, parisis, kiri-kiris, etc.; e da meseta brasileira às fontes de Xingú : yuma, palmella, bacairi, no rio Negro; Yauperis e Crichanas. Na Guyana Francesa; Galibis, accavois e calinas.

A área de difusão principal dos povos caribes parece ter sido o norte de Colômbia e Venezuela. Os pontos mais setentrionais atingidos são as Grandes Antillas, como Cuba e A Espanhola. No sudoeste os pontos mais meridionales parecem ser o departamento de Loreto em Peru e em sudeste o alto curso do rio Xingú no Mato Grosso do Brasil.

Ilhas do caribe

No final do século XV, quando os europeus chegaram às Antillas, a maior parte de sua população era de origem arawak, no entanto, desde fazia várias gerações tinham começado a ser colonizados por povos caribes muito belicosos. Em vários lugares encontraram-se comunidades "mistas" onde os homens usavam um léxico de origem caribe e as mulheres e os meninos usavam léxico arawak. Isso mostra que a estratégia expansionista dos caribes era eliminar aos homens e mestizarse com as mulheres arawak.

Colômbia

Vias de expansão caribe em Colômbia .

Em Colômbia a diferença do resto da América e por sua posição geográfica as etnias caribes consideraram a Estrela fluvial colombiana como uma Meta ou Guaca neste Maciço Colombiano se encontra o Parque Arqueológico de San Agustín. O facto significativo para estes navegantes era que neste lugar têm origem o rio Magdalena e sua afluente o rio Cauca, várias afluentes do rio Orinoco, como afluentes do rio Amazonas contando com nascimentos para rio Negro e nasce nesta cordillera o rio Patía que tem como afluente o rio San Juan e que levam suas águas ao oceano Pacífico.

A influência dos caribes no vale do rio Amazonas, rio Magdalena e rio Orinoco no nascimento de suas afluentes em Colômbia fica sugerida pela toponimia típica de dita área (Coyaima, Natagaima, Tocaima). Dita toponimia estende-se também a áreas ocupadas por etnias cuja filiación caribe é insegura como os panche ou os pijao. Ademais existe o problema de que em áreas que se suspeita que foram povoadas por povos caribes, como por exemplo o Vale do Cauca, com a terminação Cal-Ima que dá origem ao nome da cidade de Cali. Além de culturas precolombinas de etnia caribe que navegavam pelo oceano Pacífico usando os laberintos do istmo do Panamá para seu passo interoceánico como a Tumaco.

Equador

Não parece possível que a hoje Republica do Equador albergasse em seus territórios gentes de etnia Caraíbas mas na costa do Oceano Pacífico entre o porto de Guayaquil e para o norte habitavam segundo cartografía de Carta de Colômbia” [2] tomado do Atlas geográfico e histórico da República de Colômbia, 1890. Povos Caras que é um inequívoco da presença das etnias caribes no Oceano Pacifico junto a umas gentes Atacama.

Venezuela

Venezuela é um dos países da América onde reconhecem a presença das etnias caribes em toda a cuenca do RioOrinoco . Reconhece-se-lhes por Tamanaco, um chefe nativo venezuelano, dos Tama Família de língua Caraíbas que ejercia influência em todo o cauce do Rio Orinoco, e atinge até seu nascimento em Colômbia e que liderou durante parte do Século XVI a resistência na contramão da conquista do território Venezuelano, especialmente na zona central do país, por parte dos espanhóis. Para 1573 os Tamanacos perseguiram aos soldados espanhóis l seu grupo voltou-se tal problema para Espanha e outras ilhas espanholas nas Caraíbas que com o sozinho propósito de se ocupar deles o capitão Pedro Alonso Galeas e o tenente Francisco Calderón uniram forças para atrapar a Tamanaco e seus homens, que foram ajudados pela o cacica de Ari-Ana senhor de Arica de nome Bacuto ou Aricabacuto.

Outros territórios

Os territórios ocupados segundo evidências linguísticas estenderam-se: Na América equatorial e insular encontramos as linhagens: Pemón, Yakunas ou Maquiritari, Tamanaku, Chaima, Cumanagoto e Japreria, em Venezuela ; Tumaco, carare-Opõe, yukpa, Carijona, Wayana, Apalaí, Maquiritari, Mapoyo-Yabarana em Colômbia ; Patagón em Peru ; akawaya, Macushi-Kapon,[cita requerida], Patamona,[cita requerida] em Guyana ; Macushi, Waimiri, Atruahí[cita requerida], Galibi, Kariña, Eñepa, Yabarana, em Brazil e as Guayanas. Na América Austral encontramos as linhagens: Hixkaryána, Kaxuiâna, Bakairí, Kuikúro-Kalapálo.[cita requerida]

Aspectos culturais

Organização social

Os caribes agrupavam-se em clãs familiares de linhagem patrilineal chamados cacicazgos mantendo-se alianças como povos federados.

Não residiam em povoados; seus bahareques eram apartados uns de outros e de cuidadosa construção com materiais naturais como: pilotes estruturais de madeira, com cobertas protectoras a duas águas, elaboradas com as folhas da palmera da região, divisões e paredes interna em esterillas guadua, cana brava, algum tipo de cactus, recobertas de uma argamasa de origem vegetal que ademais utilizam no imobiliário interno, e uma última capa para o lustre de algum tipo de cal; seus padrões sempre seguem formas retangulares, suas áreas de trabalho geral anexas ao a construção de habitação, não apresentam nenhum tipo de divisão ou parede interna e com padrões sempre retangulares que chamavam Caney.

Actividade económica

Pesca-a de grandes espécies, tanto de oceano como de rio, era a fonte principal para sua alimentação, a conservavam por longos períodos com técnicas de humeado, secado e salgado. Chamavam a sua cozinha barbacoa, era um mesón de madeira coberto por terra onde asaban e cozinhavam seus alimentos. Sua agricultura cosechaba: papas, arracachas, uchuvas, maíz, yuca, mandioca, coca, fumo, algodón, cacau, ají, achira, aguacates, frijoles, ahuyama, guayanas, guayabas, mameyes.

Pintura corporal

O costume geral destas etnias nas regiões tropicais de não cobrir seus genitais e o uso de tintes vegetales e minerales para a criação de pinturas cosméticas, que além de proporcionar protecção contra insectos, eram principalmente um distintivo de família e de reconhecimento diante outras etnias. Este nome familiar pintado na cara, é um costume bem descrito por pesquisadores das gentes koriguages; estes utilizam desenhos estilizados em tintes de cor negro, onde representam o animal característico de sua família, o desenho mais comum nesta gente é: morcego contando com os de yaguar, aranha e macaco, muito similares aos usados pelos embera e karajá amazónicos e grande número de famílias de etnia caribe.

Aspectos antropológicos

Figura cerâmica Tumaco da Tolita.
A modificação do cráneo é um rasgo cultural inequívoco que permite os localizar em todas as regiões da América usavam tablillas ortopédicas desde meninos para modificar a forma, que os relaciona com os grupos étnicos Tumaco por observar esta modificação de cráneo em grande número de representações humanas em cerâmica de dantes da Conquista
... pela disposição de corpos e cabeças porque no que mas cuidado põem em nascendo os meninos é em entablarles a cabeça com duas tablillas...
Fray Pedro Simon[3]

Modificavam a forma de suas extremidades superiores e inferiores com o uso ajustado de pitas (Sensatas de fibras entrelazadas), perfuravam seu nariz e o lóbulo da orelha, usavam coroas de diversos materiais, mascaras, diademas de plumas, brazaletes, narigueras ou outros pendentes, em general os caribes são muito aficionados e experientes no enfeito por médio de plumas, sobresalen os ojonas e os macusis. Fabricavam redes que lhes serviam como cama ou berços; eram tecidas em chicote com fibras vegetales. A coronación de cacicas , rituales e outros actos realizavam-se em festas, dançando ao ritmo de maracas , fotuto, yaporojas e tamboras, fazendo uso de bebidas fermentadas (Chicha) de diferentes plantas, muito aficionados aos cantos e à música dançam danças que imitam aos animais. Era muito hábeis nadadores, Dentro das armas utilizadas por estas gentes encontramos: lanças, bodoqueras, arcos e setas também faziam uso de macanas e ondas.

A Taxidermia vínculo étnico caribe justificado um pouco pelo costume de possuir a esencia total ou espírito da vítima, que os europeus consideraram amuletos sem compreender a dimensão espiritual do objecto. Os exemplos são inumeráveis: A conservação do couro cabelludo, que com o passo dos anos formava uma ruana de fibras de cabelo humano, corrente em amerindios do a cuenca do Misisipi ou a redução de cabeças um estado superior de momificación, mas com o mesmo propósito religioso.

Uniões familiares

Para as uniões familiares estas etnias americanas praticavam poligamia masculina por endogamia e exogamia esta última com dimensões antropológicas muito significativas, relacionada intimamente com o carácter expansionista desta etnia. Seguia a exogamia em casos de uniões consentidas, padrões matrilineales e patrilineales, de acordo com os arranjos pactuados pelas famílias, um exemplo disto é: a linhagem Tama. Nas uniões não consentidas, se conseguia com o sacrifício do total dos varões, deixando em condições aptas para a união às mulheres da etnia submetida, assegurando desta forma a transmissão do material genético de maneira patrilineal.

Antropofagia

As crónicas históricas descrevem-nos como um povo praticante da antropofagia
«Verás muitos povos antropófagos abrem -ou abriam- o cráneo de seus inimigos para comer parte de seu cérebro, em uma tentativa de apropriar-se assim de sua sabedoria, de seus mitos e de sua coragem.»
Fernando Savater
De seu nome: "Karib", os conquistadores chamaram a esta conduta; “caribelismo”, para finalmente e com o passo dos anos evoluir na palavra: Canibal ou Canibalismo; esta prática e outros rasgos como a penetración marítima do Golfo de Califórnia, argumentam alguns autores, relacionam aos Ana-Zasi ou Yuma com linhagens caribes em américa do norte, que navegando pelo Pacífico atingiram toda a costa do continente americano.

Sua prática levou-os a tomar os povoados que não permitiram a exogamia pacífica e nos que mataram mulheres (não úteis) e varões (adultos e meninos) para tomar em exogamia a suas mulheres viúvas e solteras, ainda que os antropólogos se mostram divididos quanto à realidade destes factos.

Muitos pesquisadores ainda se perguntam, quais eram as ferramentas para o sacrifício utilizadas por estas etnias, alguns opinam, que os sacrifícios se realizavam com facas de sílex, teoria descabellada que sobrevive pese ao numeroso inventario de ferramentas para o corte, construídas em ouro pelas etnias karibe como a pijao em Colômbia.[4] Estes elementos de incisión elaborados de diferentes tamanhos eram usados para o tajo de alimentos ou fibras naturais sua parte activa com um desenho biológico modificado a partir da técnica de rasurado com delgadas folhas de corteza de guadua usual hoje em dia para estas gentes. No cabo, a figura que representava ao cacique a quem pertencia dita ferramenta ou em outros casos uma figurilla zoomorfa. Utilizavam estas ferramentas de grandes proporções para o sacrifício ou degolado humano, este se realizava com um movimento de abaixo a acima, com a vítima inmovilizada hincada de joelhos ou em pé, este método não decapitaba, em levantamentos arqueológicos e estudos forenses sobre osamentas de sacrifício na América se observa, em alguns casos, as marcas deixadas pela folha nas primeiras vértebras cervicales.

Língua

Artigo principal: Línguas caribes
Enclaves das línguas caribes actuais, c. 2000, e áreas de difusão prováveis no século XVI.

Desde o ponto de vista linguístico parece existir alguma relação remota entre a família linguística caribe e outras línguas de Sudamérica, pelo que Rodrigues e outros autores têm proposto uma família linguística maior, Yê-Tupí-Caraíbas, sobre a base de correspondências morfológicas irregulares compartilhadas.[5] Esta família hipotética englobaría também a línguas faladas no Brasil, Paraguai e Uruguai. Além das gentes do pacífico como os em Colômbia, poderiam apresentar parentescos linguísticos com as línguas caribe os chocou.[cita requerida]

As línguas caribes formam uma família linguística que actualmente consta de 30 línguas derivadas do proto-caribe. A estimativa para o proto-caribe situa-o faz uns 3700 anos. Esta família é uma das maiores da América se atendemos a sua extensão geográfica no tempo do contacto. Alguns autores engloban relacionam distantemente a estas línguas dentro de uma família maior telefonema Yê-tupí-caribe sobre a base de algumas evidências indirectas, mas dito parentesco ainda está a ser pesquisado.

Fonología

As vogais são: /i, i, e, a, ou, ou/ (i, é uma vogal alta, fechada, central-posterior, não arrendondada). Em língua yukpa há vogais orales e nasales, mas falta a /i/. o inventario consonántico de uma língua amazónica pode chegar a ter os fonemas da seguinte tabela:

labial alveolar palatal velar glotal
oclusiva surda p t k, (kʷ) (ʔ)
oclusiva sonora (b) (d) (g)
oclusiva palatalizada
africada (ʧ, ʤ)
fricativa surda (ɸ) s ʃ (x) h
fricativa sonora (β) (z) (ʒ)
nasal m n ɲ
sonorante w ɾ, (l) j, (ɹ)

Os fonemas sem parênteses encontram-se em todas as línguas caribes, os fonemas entre parênteses só aparecem em algumas das línguas.

A fórmula silábica é mais complexa que em outras famílias de línguas amazónicas: (C)(C)V(V)(C).

Morfología

Muitas das línguas caribes têm um interessante sistema de marcação do sujeito e complemento do verbo que apresenta ergatividad escindida. As formas de primeira e segunda pessoa costumam marcar mediante um sistema tipicamente nominativo-acusativo quando são agentes e com um sistema tipicamente ergativo quando são pacientes. Em algumas línguas os factores que decidem quando se usa uma marcação de tipo acusativo ou ergativo depende do tempo verbal.

As raízes verbais são moduladas por prefixos ou sufixos; por exemplo, o prefixo wos- introduz a noção de acção recíproca, como em e:ne 'ver', wos.e:ne 'ver-se mutuamente'. O prefixo we- e variantes indica que a acção expressada pela raiz não implica a segundas ou terceiras pessoas, como exke:i 'cocer' (para outros), woxhe:i 'cocer (para um mesmo). O sufixo -poti expressa acção iterativa, como e:nepoti 'ir vendo' enquanto o sufixo -kepi indica o cesse da acção, como ene:kepi 'não ver mais'.

Exemplos de posposiciones são pa:to 'ao lado de', ta 'em', uwa:po 'andes', como yu:wa:po 'ante mim', ayu:wa:po 'ante ti'.

A numeração do 1 ao 10 é a seguinte: ōwibß (carijona: te'nyi, yukpa: ikúma), ōko (carijona: saka'narI, yukpa:kósa), ōruwa, ou:kopaime, aiyato:ne, ou:winduwo:piima, ou:kotueo:oIima, ou:ruwatuwo: piima, ou:winapo: sikiri, aiyapato:ro.

Léxico

Do caribe têm passado vários americanismos ou empréstimos ao espanhol: aji, balaca bahareque, barbacoa, boga, cabuya, cacique, Caney, canibal, canoa, chicha, fotuto, guaca, furacão, iguana, maíz, manatí, maracas, matachin, piragua, pisca, fumo.

A chegada dos europeus

"As Caraíbas, sobretudo para fins do Século XV e começos do XVI, achavam-se em plena expansão territorial, ao extremo que os conquistadores espanhóis e os de outras nacionalidades conheceram a suposta “ferocidad” das Caraíbas, quem navegavam organizadamente em suas curiaras, armados e dispostos a enfrentar de maneira violenta aos estranhos que invadiam seus territórios ou bem, em terra lutando corpo a corpo com eles. Ao redor de seu valor, foram-se formando numerosos mitos e consideravam-se-lhes não Somente “selvagens” como ao resto dos indígenas senão antropófagos sempiternos. Os Europeus atribuíam-lhes às Caraíbas toda a classe de desmanes e atrocidades, como se fosse um facto natural que os conquistadores tivessem o direito sobre vidas e propriedades indígenas, em nome dos reis de Espanha e da cristiandad, o que lhes fez cometer um verdadeiro genocídio por onde passavam e calcavam." [6]

Os caribes foram deslocados pelos espanhóis, e finalmente foram quase exterminados durante o período colonial (pijao). No entanto foram capazes de conservar algumas ilhas, como San Vicente, Dominica, Santa Luzia e Trinidad. Os caribes negros (garífunas) de San Vicente que se tinham misturado com escravos negros de um naufrágio foram deportados em 1795 à Ilha Roatán, em Honduras , onde seus descendentes, os garífunas, ainda vivem hoje. Os britânicos viram menos hostis aos caribes de San Vicente, e permitiram-lhes permanecer nesta ilha. A resistência caribe atrasou o estabelecimento de europeus em Dominica, e as comunidades caribe que permaneceram em San Vicente e Dominica, conservaram um grau de autonomia no século XIX. O número de caribes em Dominica hoje é aproximadamente 3000, ainda que já não fica nenhum indígena que conheça sua língua (a língua foi dada por morta no ano de 1920 ).

Referência

  1. Daniel Garrison Brinton. «The American race».
  2. Atlas geográfico e histórico da República de Colômbia, 1890. «Carta de Colômbia».
  3. American Library. «Cronicas de Índias».
  4. Museu do Ouro Colômbia. «Ferramentas para o corte Pijao e pectoral "Cultura Tolima" (Ambigues)».
  5. Rodriges, 2000, pp. 95-104.
  6. Domingo Sánchez P. «[http://www.insumisos.com/lecturasinsumisas/O%20conceito%20de%20tempo%20em%20as%20etnias%20de%20Venezuela.pdf O CONCEITO DO TEMPO NAS ETNIAS CARAÍBAS DE VENEZUELA]».

Bibliografía

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/c/ou/m/Comunicações_de_Andorra_46cf.html"
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