A Cegua também conhecida como Segua ou Tzegua, é uma personagem de uma lenda típica da Nicarágua e Costa Rica e que fala de um ser espectral com corpo de mulher que se costuma aparecer com uma longa cabellera joga das crines de cavalos e o rosto pintado de alvo, a qual se transforma em um ser que se diz tem uma cabeça de cavalo com a aparência como se estivesse em um estado de putrefacción .
O mito da Cegua tem uma origem comun e este relacionado com o mito da Siguanaba.
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Denomina-se Cegua a um ser monstruoso que, segundo a lenda, se aparece de noite aos homens mujeriegos que viajam sozinhos, baixo a forma de uma formosa rapariga. Ao vê-la, ela convenceria ao varão que inebitablemente a suba ao cavalo de seu victima, para que ao voltear a cabeça o homem para contemplar lascivamente à jovem, se encontre com que realmente tem subido a seu cavalo a um espectro que, onde tinha cabeça de mulher, agora apresenta uma calavera de cavalo coberta com carne podre.
Segundo a tradição, a terrível Cegua que espanta aos homens seria realmente uma bruxa traída, a qual esta em procura de vingança encontra dos mujeriegos trasnochadores. Diz-se que pára que esta personagem adquire sua grotesca aparência, primeiro tem entrar na escuridão da noite a um maizal, onde faz um pacto com o senhor das trevas. Depois ela realizaria um ritual em onde vomitaria sua alma em um guacal ou vacija, para perder sua alma e com isso poder começar sua transformação; com o qual adquiriria os poderes da Siguanaba. Assim através dos poderes demoniacos unidos ao da siguanaba pode conseguir comvertir sua cara na de uma yegua esqueletica, seus cabelos se voltam como o cabelo do maíz e seus dentes como os grãos de mazorca podre. Além disso o resto de seu corpo se transforma, suas pernas se voltam tão longas e robustas como as patas traseras de um cavalo, seus pés se fazem maiores o mesmo ocorre com seus braços, lhe dando a ela grande força física e velocidade que assegurar-lhe-ão não deixar escapar a sua vítima.
Quando o trasnochador não é precavido, a cegua primeiro o emboscaría jogando com o, para depois o atormentar mas sem o matar imediatamente. O espectro apodera-se do homem e morde-lhe a bochecha deixando-lhe a marca de picaflor e infiel. Diz-se que todos os que a vêem terminam loucos; já que ao deixá-lo ir, quando este é encontrado por alguém, se vê em sua cara o terror da ter visto, seus olhos desorbitados também com uma forte e febre e outros sintomas como diarrea. Posteriormente a victima quase como louco dantes morrer, o único que diz é: a via, a ví!.
Os mais sábios indicam que a única forma de se proteger é levando sementes de mostaza e um sombrero qualquer, depois teria que lhe mostrar este com a copa boca acima, acto que impressioná-la-ia muito. Seguido disso teria que sacar as sementes de mostaza e as arrojar contra ela; isto já que se diz que a semente de mostaza é sagrada (Mateo 13:31-32), com esta acção a cegua dispor-se-ia a tratar de recojerlas, o qual resultar-lhe-ia impossível ao estar transformada, por que a cada vez que termine de recolher os grãos estes cairão de suas mãos novamente e ela outra vez tentará os recolher, se não faz este ritual morreria de vergonha por ter vomitado sua alma. Assim, de qualquer forma ela não deixaria do fazer nunca e ao chegar ao amacenar morreria irremediavelmente; para renacer novamente só até a noite seguinte. Diz-se que esta tradição tem permitido aos caminhantes escapar muito facilmente dela enquanto tentava recolher os grãos de mostaza.