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Charly García

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Charly García
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Charly García na Casa Rosada (2005)
Informação pessoal
Nome realCarlos Alberto García Lange
Nascimento23 de outubro de 1951 (58 anos)
Bandera de Argentina Buenos Aires, Argentina
Filho(s)Miguel Ángel
(Com:María Rosa Yorio)
Ocupação(é)Cantor, compositor, Multi-instrumentista, produtor, actor
Informação artística
Alias"Charly", "Charlie", "Rei do rock (argentino)", "Louco", "Mr. Say Não More", "Bicolor", "Deus", etc.
Género(s)Rock progressivo
rock sinfónico
Jazz rock
Rock argentino
Pop rock
Folk rock
Rock
Instrumento(s)Voz
Guitarra
Guitarra
rítmica Piano
baixo
Sintetizador
batería
Período de actividade1967presente
Artistas relacionadosSui Géneris
Porsuigieco
A Máquina de Fazer Pássaros
Billy Bond and the Jets
Serú Girán
María Rosa Yorio
Nito Mestre
León Gieco
Pedro Aznar
David Lebón
Oscar Moro
Luis Alberto Spinetta
Fito Páez
Spinetta/García
Marta Mascaró
Site
Sitio sitewww.charlygarcia.com. Fernando Szereszevsky (mánager de Charly) tem um grupo oficial de facebook chamado "Charly Garcia (culto Say Não More)" com informação actualizada dia a dia).

Carlos Alberto García Lange, mais conhecido por seu nome artístico, Charly García (n. Buenos Aires; 23 de outubro de 1951 ) é um músico multi-instrumentista. É um dos mais reconhecidos intérpretes, compositores e produtores argentinos de rock. Foi integrante de Sui Géneris, e das bandas PorSuiGieco, A Máquina de Fazer Pássaros, Billy Bond and the Jets e Serú Girán.

Conteúdo

Biografia

Infância e primeiros anos

É o primogénito de uma família porteña de boa posição do bairro de Caballito . Durante os anos 1950, sendo Presidente da República o general Juan Domingo Perón, teve grandes mudanças sociais e a família García Moreno teve que fazer alguns ajustes: o pai de Carlos começou a trabalhar como professor, ensinando física e matemáticas e Carmen Moreno, sua mãe, começou a trabalhar como produtora de shows musicais para rádio, especialmente de música folclórica. De ali, García conseguia discos que a mãe lhe trazia da rádio.

A vocação musical do pequeno Carlos começou a gestarse quando os papais lhe presentearam um pianito de brinquedo ao que muito cedo começou a lhe sacar sons articulados, rudimentarias melodias que assombraram a seus pais os convencendo que, essa criatura de mal três anos tinha uma natural disposição pela música. Assim foi que o levaram à casa de um vizinho que tinha um piano e o sentaram em frente ao instrumento. Ficaram atónitos quando começou a tocar como se fizesse meses que praticava. Tratava-se, sem dúvidas, de um prodígio. Durante um tempo, o precoz talento seguiu com seu brinquedo predilecto até que no ano 1956 o inscreveram no Conservatorio Thibaud Piazzini, no que iniciou seus estudos de música com a professora Julieta Sandoval, uma docente estrita e rigorosa.

Com mal cinco anos começou a tocar música clássica. Mozart, Chopin e Bach acompanharam-no minuto a minuto até os doze anos, quando se recebeu de Professor de teoria e solfeo". Durante esse período, no que alternava a escola primária com as classes de música e longas horas praticando os exercícios de piano, Charly esboçou suas primeiras composições (clássicas) e participou de vários concertos colectivos.

Um facto decisivo que forjou o espírito e a personalidade do pequeno, foi a viagem que seus pais empreenderam sozinhos para a Europa, que ele, por então, viveu como um insondable abandono, (hoje em dia se pode ver a crise nervosa provocada nesse então, em sua mancha branca na cara que lhe dão o toque bicolor a seu bigote). Assim foi que, com toda a sensibilidade em llagas, se refugiou em seu piano e em sua música, perfeccionando sua virtuosismo natural.

Quando os pais regressaram de sua viagem por Europa, o panorama económico da família entrou em hecatombe. Carmen Moreno, a mãe, começou a trabalhar como produtora de um exitoso programa de rádio titulado "Folklorísimo" que costumava levar como convidados às máximas estrelas do folclore, que por então estava em auge. Carmen comentava-lhes a todos a cerca das virtudes de seu filho como pianista. Assim foi que grandes artistas como Ariel Ramírez e Mercedes Sosa o escutaram tocar e ficaram perplejos ante semelhante talento precoz. Estes grandes artistas, entre eles professores de música, lhe deram entusiasmo a Charly por criar melodias fascinantes.

Além de sua paixão pela música, naqueles dias da infância, Charly sentia um profundo interesse pela mitología grega, as questões do cosmos, os dinossauros, algo infrequente para um menino de sua idade. Essa rica vida interior funcionava como um refúgio em frente às rigidezes que lhe impunha "o mundo do lado de afora", incluído o estrito regime disciplinario que configurava sua educação musical.

Quando Garcia tinha oito anos, se fez uma reunião em sua casa à que convidaram ao músico folclórico Eduardo Falú a tocar; foi nesse momento quando se deram conta de que Carlitos tinha algo especial. O músico estava por tocar e Charly disse-lhe a sua mãe que este tinha a quinta sensata desafinada. Depois de umas provas caseiras, chegaram à conclusão de que Charly tinha ouvido absoluto.

Anos depois chegou uma mudança radical em sua vida: Os Beatles, a quem Charly escutou e ficou assombrado, mudando sua formação clássica para tocar rock and roll para sempre. Com estes também chegaram os Rolling Stones, Dylan, os Byrds, os Who, etc.

Sui Géneris: Charly García e Nito Mestre. García converter-se-ia na figura descollante da história do rock nacional argentino.

Sui Generis

Artigo principal: Sui Generis (banda)

Charly García assistiu ao Instituto Social Militar "Dr. Dámaso Centeno", um colégio do bairro Caballito. Desde os primeiros anos costumava escapar das classes, para ir tocar o piano ao salão de actos. Ali formou sua banda To Walk Spanish que significa «Os que fazem o que não querem», junto a Juan Carlos Bellia, na que faziam covers de Hendrix, The Byrds, Stones, etc. Depois, na secundária, conheceu a Nito Mestre que também tinha uma banda junto a Carlos Piégari chamada The Century Indignation. Ali se únen e formam Sui Géneris, junto a Alejandro «Pipi» Correia e Alberto Rodríguez. Esta primeira formação era musicalmente diferente ao dúo que se conhece, já que tinham um estilo Vanilla Fudge e Procol Harum. Desta formação saíram temas como Monoblock, Te recordo inverno, ou a ópera rock influída pelos Who, telefonema Theo, o filho da lua, cuja música ficou plasmada em Eiti Leda de Serú e alguns riffs da Máquina de Fazer Pássaros.

Quando «Sui» estava por começar com suas apresentações, a Charly lhe chegou o telefonema do serviço militar. Durante o segundo mês de serviço Charly insultou a um oficial; como castigo decidiram o enviar ao frio sul argentino, mas graças às influências de sua mãe se salvou de ir e terminou em Campo de Maio. Tempo depois, Charly deveu ser internado no Hospital Militar por um sopro no coração provocado por um cano de anfetaminas da mãe. Em uma noite longa onde Charly pensava que ia deixar sua vida nas mãos de umas quantas pastillas prescriptas compôs em poucos minutos Canção para minha morte, o primeiro sucesso de Sui Generis pertencente a Vida . Chegou a tal grau seu desespero por sair, que aproveitou o pedido de uma enfermeira de transladar em camilla a um morto até a morgue, e em lugar do levar ahi foi com ele até o casino de oficiais e pediu dois coca bichas[1] . O facto motivou uma investigação psiquiátrica que o determinou bipolar com personalidade esquizoide e foi descadastrado.

Ao regresso de García o grupo começou com suas actuações, já como dúo junto a Nito, porque os demais tinham abandonado o grupo. Neste período conhece a María Rosa Yorio, com a qual compartilha seu amor à música. Desta união nasce seu filho Miguel Ángel.

Com canções de tipo folk e líricas adolescentes, o duo transformou-se em um dos grupos mais exitosos do momento. Temas como Canção para minha morte, Preciso, Confesiones de inverno ou Rasguña as pedras são só alguns dos que se voltaram clássicos infaltables nos fogones e em suas apresentações.

Com seu terceiro LP, Pequenos episódios sobre as instituições (1974) a banda experimentou uma mudança no som, com uma orientação mais progressiva, que não terminou de convencer a um público que habia encasillado a García e Mestre na estética folk acústica de seus primeiros discos. Em um ano mais tarde separaram-se, não sem dantes brindar um recital de despedida que ficou registado em Adeus Sui Generis, o 5 e 6 de setembro de 1975 com um estádio Lua Park repleto.

Novos projectos: Porsuigieco e A Máquina de Fazer Pássaros

Artigo principal: Porsuigieco

Após gravar um álbum em conjunto com Raul Porchetto, Nito Mestre, Maria Rosa Yorio e León Gieco (que foi chamado Porsuigieco) o seguinte projecto de García foi A Máquina de Fazer Pássaros, integrada pelo próprio Charly, Oscar Moro (ex baterista dos Gatos), Carlos Cutaia (ex tecladista de Pescado Rabioso), José Luis Fernández (ex bajista de Crucis ) e um jóven guitarrista chamado Gustavo Bazterrica. Com esta banda aprofundou o som progressivo que habia explorado em Instituições. Apesar de que só editaram dois discos, o virtuosismo de seus músicos e a complexidade de suas composições foram suficientes para que lhos reconhecesse, anos depois, como pioneiros no rock sinfónico.

A consagración: Serú Girán

Artigo principal: Serú Girán

García abandonou a banda em 1977 e foi-se a Búzios (Brasil) junto com Oscar Moro e sua noiva Zoca. Pouco tempo depois convidou também ao multiinstrumentista David Lebón, com quem formarian Serú Girán, agregando ao bajista Pedro Aznar (por então de tão só vinte anos)como quarto membro do grupo. Apesar de que seu primeiro disco (Serú Girán, 1978) não foi aceite completamente em seu momento, com seu seguinte trabalho lhes llegaria a masividad, posicionandose como um dos melhores grupos do momento. Os seguintes álbuns confirmarian dita reputação, com melodias virtuosas e letras que entre a ironia e a angústia retrataban a situação que se vivia baixo a ditadura. Mas como passou com Sui Generis, o grupo se separou na cume de seu sucesso. Em 1982 Pedro Aznar viajou a Estados Unidos a perfeccionarse com Jaco Pastorius, pelo que organizam um recital de despedida que ficou registado em Não chores por mim, Argentina. Nesse mesmo ano García inicia sua carreira como solista.

Actualidade

Depois de protagonizar um episódio dramático causando destrozos dentro do hotel mendocino no que se hospedava, o 9 de julho de 2008, foi internado no Policlínico de Cujo, onde se lhe diagnosticou pneumonia. Passou ali em uma semana em terapia intensiva até que, acompanhado por Nito Mestre e allegados, foi transladado (no avião presidencial) ao Hospital Argerich (na habitação presidencial) de Buenos Aires. Superada a pneumonia, mediante a intervenção judicial e o consentimento de seus familiares, ficou em mãos dos médicos de um instituto neuropsiquiátrico para iniciar um tratamento para remediar seu quadro de excitação psicomotriz.

O 27 de setembro do 2008 deslizou-se a seguinte informação: "O músico Charly García, quem recupera-se por vícios[2] em uma clínica psiquiátrica, experimentou uma grande melhoria em seu estado pelo que agora espera uma ordem judicial que possibilite sua translado à quinta de Palito Ortega, na localidade bonaerense de Luján". Allegados ao intérprete revelaram à agência de notícias DyN que o músico tinha recuperado 15 kg de importância, contava com um novo par de anteojos para melhorar sua visão e tinha cumprido um tratamento estético de odontología. Os voceros disseram que o estado geral de saúde de García tinha melhorado notavelmente e assinalaram que essa situação alentava seu possível externación. Ademais, realçaram que um estilista lhe tinha realizado um "novo e moderno corte de cabelo".

O artista finalmente foi transladado à quinta de maneira discreta no dia 21 de outubro e festejou de muito bom humor seu aniversário número 57 dois dias depois, com amigos e gente próxima. Estiveram na celebração León Gieco e seu ex-manager, entre outros, com os que Charly García realizou uma zapada. Pedro Aznar, não assistiu já que se encontrava na cidade de Rio Quarto, em Córdoba , em um dos recitais da gira de seu novo disco, "Avariado". Na metade do recital, Aznar fez um telefonema a Charly, para cantar-lhe o feliz aniversário.[3]

Charly García passava suas horas de tratamento, na quinta de Palito Ortega, vendo os partidos de River Plate (equipa do qual é "incha"), correndo pelo jardim, nadando na piscina e gravando novas canções.

O 30 de março de 2009 , deu um recital surpresa na praça Belgrano, em frente à Basílica de Luján. As vallas de contenção, cederam ante a euforia da gente. Tocou sete temas em 35 minutos e depois retirar-se-ia em uma camioneta rumo à quinta de Palito Ortega.

Para a volta de Charly em Peru, durante o 2009, o músico tinha aumentado 20 kg . Na actualidade tem um peso conforme a sua altura: mede 1,94 m e pesa 85 kg.

No ano 2010 voltou a Uruguai para dirimir a causa aberta depois da agressão denunciada contra o paparazzo. Foi absolvido e nesse mesmo mês (janeiro) um "muito recuperado" García brindo -depois de sete anos- um recital no País, mais precisamente no estacionamiento do hotel Conrad de Ponta do Leste.

O 17 de março do 2010, durante o primeiro dos quatro Lua Park assiste ao mesmo, Migue Garcia, demonstrando que melhorou a relação com seu pai. Também Charly manifestou que voltou a ver a sua irmã, depois de 15 anos. O 19 de março, Andrés Calamaro visita-o na Lua, ensayando "Seminare" nos vestuarios.

No mês de Maio, apresentou-se em um anfiteatro romano em Israel e tem tocado o Muro Dos Lamentos. Cabe destacar que a cada recital mostra a um Charly mais lúcido.

Recitais

Com Sui Géneris recordam-se grandes apresentações no Teatro Astral (1974), Teatro Coliseo (1974 e 1975), Grande Rex (1974 e 1975), mas a mais importante foi em Lua Park durante 1975. Nesse dia venderam-se uns quinze mil tickets para ver o concerto mas como a participação foi tão grande se teve que agregar uma nova função para esse mesmo dia. Ao todo umas trinta mil pessoas foram ao recital de Adeus Sui Géneris (recorde nessa época).

Com o primeiro LP da máquina de fazer pássaros encheu-se cinco vezes o Teatro Astral e ao ano seguinte, voltou-se a encher a Lua Park (ante mais de dez mil pessoas).

Em 1977 Charly García realizou um recital solista na Lua Park ao que convidou a seus amigos e colegas na música. O recital gravou-se como Música da alma

A apresentação de Serú Giram deu-se em um barco sobre o Riachuelo. Em 1978 Serú Giram chegou ao público por médio da Lua Park e Obras. O LP Bicicleta apresentou-se em Obras durante duas datas. Em 1980 Serú Giram, realizou um recital gratuito ante umas cem mil pessoas (cifra recorde para a época). Nesse mesmo ano «Serú» apresentou-se também em Obras, no Teatro A Cova, e outros. Em 1981 Serú Giram apresentou seu novo trabalho Peperina durante três recitais em Obras. A fins de 1981 gravou-se ao vivo o disco duplo Eu não quero me voltar tão louco em uma das apresentações no Teatro Coliseo.

No ano 1981 pára Charly García foi muito importante porque compartilhou um concerto em Obras junto a Gilberto Gil e teve um «mini regresso» de Sui Géneris no Uruguai.

O 06 de março do 1982 gravou-se ao vivo desde Obras Não chores por mim, Argentina, LP despedida de Serú Giram.

Depois começou a carreira solista de Charly García. Apresentou-se na Prata, no Festival da Solidariedade, ante dezenas de milhares de pessoas, e deu o mais importante concerto de seu flamante carreira solista o 26 de dezembro de 1982 , no estádio de Caminho-de-ferro Oeste ante umas trinta mil pessoas. Em dito recital, Charly chegou ao palco a bordo de um Cadillac rosa e, no fechamento, uma chuva de proyectiles de utilería destruiu a cidade que formava o decorado, enquanto soavam os últimos conformes de Não bombardeiem Buenos Aires.

No ano 1983, Charly começou-o, com três recitais em Obras Sanitárias, repasando novamente o disco Indo da cama ao living.

Cliques modernos de 1983 foi apresentado durante quatro datas na Lua Park. Em 1983, Charly, voltou a tocar no estádio Fazes. Em 1984 Charly tocou em Chile , Mar da Prata, etc. Em 1985 Charly apresentou-se no Brasil, Peru, Chile, na Lua Park, e dá um concerto em Vélez onde lho nota alterado. Também nesse ano se destacou um concerto junto a Pedro Aznar na discoteca Palladium. Em 1986 Charly García toca em Espanha. Em 1987 , Charly apresenta-se no Grande Rex, Mendoza, Equador, Uruguai, no Estádio de Belgrano de Córdoba, etc. No ano 1988 mostra a Charly muito activo tocando em Obras, Mar da Prata e uma apresentação histórica no estádio de River Plate junto a Bruce Springsteen, Peter Gabriel, Sting, León Gieco, etc (como fechamento da gira de Amnesty International).

Em 1989 , Charly García apresenta-se no Grande Rex, no Teatro Opera, em México , Colômbia, Costa Rica, etc. Em 1990 continua com seu gira pelo continente americano, tocando inclusive em Nova York, onde se esgotam todas as entradas. Em 1991 apresenta-se em Caminho-de-ferro Oeste onde na abertura sai de uma ambulancia (ironía em frente à internación de Charly desse ano). Em 1992 apresentou-se em The Roxy, no teatro Coliseo e fecha em um grande ano com a volta de Serú Giram. Com o regresso de Serú realizaram-se apresentações recorde em Rosario , no estádio Chateau Carreiras de Córdoba , mais conhecido como o estádio mundialista, no Estádio Centenário de Montevideo e em Buenos Aires com duas apresentações no estádio de River Plate, estas últimas ante umas cento sessenta mil pessoas ao todo. O regresso de Serú marcava um recorde impensado tempo atrás: uma banda Argentina tocando em River. O recital em River foi transmitido por canal 13 e nele se via como o público de Serú Girán cantava na contramão de Soda Stereo.

Em 1993 , Charly tocou em Caminho-de-ferro Oeste com a novidade de um palco giratório. Em 1994 , apresentou A filha da lágrima em dez funções colmadas no Grande Rex. Em 1995 toca em Miami , no Grande Rex em várias oportunidades, e destaca-se o recital dado no Estádio Mundialista de Mar da Prata. Em 1996 Charly ofereceu concertos no Grande Rex, no Teatro Ópera e um polémico recital chamado «Droga sem sol» em Villa Gesell. Em 1997 , Charly realizou importantes concertos em Colômbia , Cosquín, etc. O 26 e 30 de dezembro, apresentou "A tolerância", em Obras. Também se apresenta em San Juan, Chile e outros lugares. Em 1999 Charly toca em Obras, México, Peru, etc. O fechamento do ano foi com um recital gratuito ante umas trezentas mil pessoas, recorde na Argentina. Dito recital editou-se em um disco chamado Demasiado ego.

No 2000 ocorre uma esperada volta, Sui Géneris, debutando em Obras e deixando grandes recitais em Boca ante trinta mil pessoas, Mendoza, Uruguai, Chile e Peru. Ademais realizaram uma apresentação gratuita ante mais de cem mil pessoas no Parque Sarmiento.

No 2001 Charly festejou seu aniversário número cinquenta com um DVD gravado ao vivo, no Bar Say Não More e no Teatro Coliseo entre outros. Durante o 2002 Charly apresentou o disco Influência com três recitais seguidos na Lua Park, ganhando o prêmio Gardel de Ouro. Nesse ano fechou-o com várias apresentações no Grande Rex. No 2003, Charly realizou vários concertos na Lua Park, em Vinha do Mar (Chile) e no Cosquín Rock entre outros. Durante o 2004 Charly apresentou uma série de três concertos em Obras aos quais chamou A vingança. Também nesse ano se realizou uma histórica apresentação em Caminho-de-ferro Oeste baixo a chuva, um concerto em Espanha e uma apresentação na praça de Maio onde entoou o Hino Nacional Argentino e se retirou rompendo a guitarra. Seus «aliados» tinham-no esperado várias horas -já que chegou tarde- baixo uma grande tormenta.

Durante um recital na província de Terra do Fogo assistiu um da cada quatro habitantes. No ano 2005 Charly apresentou-se na Casa de Governo da Argentina, a Casa Rosada. Decidiu festejar seus cinquenta e quatro anos no Grande Rex com um recital no que aparece como convidado Palito Ortega, repudiado pelos presentes. [cita requerida] Nesse recital Charly aproveitou para apresentar temas novos como Pagarás com interesse ou O mundo B, não gravados no ainda não editado Kill Gil. No 2006, Charly apresentou-se na costa atlántica e inclusive no Gesell Rock. Depois Charly apresentou seu disco ainda não editado Kill Gil com cinco datas no Depósito. Poderiam ter sido agregadas novas funções mas na quinta data uns incidentes suspenderam os recitais. No 2007 Charly festeja seu aniversário em The Roxy junto a Pedro Aznar, Nacha Guevara, Gustavo Cerati, Juanse, Deborah do Corral e outros famosos. O presente para esse aniversário foi uma mulher saindo de uma torta gigante. No 2008 depois das apresentações em Mar da Prata, San Juan e Mendoza começou uma longa internación que o deixa sem recitais durante um longo período.

No 2009 Charly realizou um concerto surpresa em Luján . Depois comienzó uma nova gira mundial começando por Peru, Chile, Argentina (Estádio de Vélez Sarsfield, ante mais de 40 mil pessoas que coreaban e saltavam durante todo o recital baixo a chuva). Depois Charly apresenta-se com 2 datas esgotadas em Equador .A segunda data na Argentina, deu-se em Rosario ante outras 40.000 pessoas que saltaram e dançaram com um recital que teve convidados surpresas: Nito Mestre e Fito Páez.

Salvador molina

Salvy, em janeiro de 2010 , apresenta-se no Uruguai e em Mar da Prata com 15 mil pessoas na cada data. Em Fevereiro, apresenta-se em Cosquín, para depois regressar a Buenos Aires dando quatro inolvidables concertos no estádio Lua Park (dias 17 e 19 de março, 3 e 30 de abril). Em ditos recitais apresentaram-se convidados sopresa; estes foram Pedro Aznar, David Lebón, León Gieco, Fito Páez, Fabiana Cantilo e Juanse. O 30 de abril, durante a quarto Lua Park deram-se cita no palco David Lebón e Pedro Aznar.Charly apresentou-se o 24 de abril em Santa . Charly, em maio, brindou dois recitais históricos em Israel , na cidade de Haifa e em Tel Aviv. Também em maio, Charly se apresentou com quatro funções em México : Guadalajara, Povoa, Monterrey e México DF. Depois disto, o 12 de Junho, Carlos Garcia brinda um espectaculo na cidade de Córdoba. O mánager de Charly confirmou datas nos Estados Unidos (em julho, apresentar-se-á em Miami , Madison Square Garden de Nova York e Los Angeles, Califórnia), Holanda, Inglaterra, Colômbia, África do Sul, Espanha (em Setembro) e outros países.

Personalidade e polémica

Charly García rompe uma guitarra.

García foi expulso do exército quando cumpria com o serviço militar obrigatório, como não suportava o encerro e a disciplina imposta pelos militares. Durante o cumprimento da conscripción, compôs Canção para minha morte" um de seus maiores sucessos, junto com Nito Mestre em Sui Generis.

Charly García teve vários rendimentos por vícios, como em 1991, 1994 e 2008. Quando Charly concluiu seu rendimento em 1991, o músico ironizou a situação entrando em ambulancia a seu recital em Ferro.

Assim mesmo, teve proibido um tempo o rendimento a Uruguai depois de um escândalo ao agredir a um paparazzo que tentou lhe sacar uma foto. Charly teve conflitos em Colômbia ao chamá-la "cocalombia". Em Costa Rica, durante a década do oitenta, um recital de Charly terminou em uma batalha campal quando os organizadores quiseram suspender o recital pela chuva. Charly teve problemas em Paraguai, quando encerrou a quatro garotas em um hotel.

Em Quito foi detido pelo escândalo que o teve como protagonista durante um recital ante uns dez mil espectadores a polícia deteve ao rockero argentino no camerino do Coliseo Geral Rumiñahui, onde se efectuou o concerto, ainda que não deram mais detalhes. García tinha que fechar na madrugada o "megaconcierto", mas após entoar uma canção abandonou o palco enquanto arremetia a puntapiés contra os microfones e outras equipas de som.

Em uma oportunidade um fanático de Charly foi ferido durante um recital e o músico se solidarizó e levo-lhe uma guitarra autografiada ao hospital.

Charly representa um desafio para muitos periodístas. Susana Giménez entrevistou ao músico em várias oportunidades. Em uma delas Charly lhe rompeu as folhas em onde tinha anotadas as perguntas que a condutora lhe ia realizar ao músico. Em outra entrevista: Susana diz "Estás mais gordo", ao que Charly responde "vos também". Jorge Guinzburg também entrevistou várias vezes ao músico, obtendo entrevistas muito recordadas. Jorge Lanata, Bruno de Olazabal(Peru) e Jaime Bayly (Peru), Sergio Marchi, o Bebe Contepomi e outros grandes jornalistas tiveram memorables entrevistas com o músico. Charly García, no entanto, mantém conflitos com alguns periodístas, como com Mauro Viale.

Charly García sustentou muitos conflitos na província de Mendoza. Em 1983, despiu-se em pleno recital. Depois um polícia acercou-se para a habitação onde se encontrava o músico e lhe disse "sou polícia", ao que Charly respondeu "E eu que culpa tenho de que você não tenha estudado?”. Em outra ocasião Charly encerrou a cinco prostitutas negando-se a pagar por seus serviços (de acordo à denúncia apresentada à promotoria). Em Mendoza, em 2002 depois de ter tocado grátis junto a Mercedes Sosa, Charly atirou-se a uma piscina desde o nono andar de um hotel.

Entre personalidades da música, mantém sérios conflitos com o músico Andrés Calamaro, apesar de ter gravado com ele e ter sido produtor de dois de seus discos. Ademais, Calamaro integrou a banda de acompañamiento de García em sua etapa solista por dois anos. O conflito parece ter tido origem em uma suposta relação entre García e a ex esposa de Calamaro, com quem Charly viveu em Espanha em uns meses.

Em 1988, durante um recital em River, disse-lhe a Bruce Springsteen (apodado "O Chefe") Cá o chefe sou eu. Nesse dia Charly tocou junto a Peter Gabriel, Sting, León Gieco e o próprio Springsteen.

O disco Rock and Roll EU teria canções dedicadas a Florencia, noiva de Charly que por esse então tinha 15 anos de idade. Os pais de Florencia não deixavam a Charly acercar a sua filha e por tal motivo aparecem temas como "Dileando com uma alma".

Durante um recital em Ferro no 2004, Charly García grita a todos os espectadores "Essa que diz que é minha filha, veio ou não veio?". Referindo a uma garota que diz ser filha do músico e que inclusive já ter-lhe-ia dado uma neta. Em dito recital também rompe dois copos com a mão e destroça vários dos instrumentos. Charly disse que esse recital ia queimar o piano mas a chuva não lho permitiu.

No 2007, Charly lesionó à cantora islandesa, Björk quando ela se quis acercar ao músico. Alan Lida teria tampado a notícia e por tal motivo não se fez publico.

Em YouTube mostram-se videos gravados de celulares sobre Charly García, já seja em uma briga em The Roxy de Buenos Aires ou em incidentes em Chile quando uma garota se sobe ao palco.

Posteriormente, e em uma entrevista concedida ao jornalista Luis Majul, revelou que foi agredido por empregados de segurança do lugar no último recital de uma série dada no Depósito. Em 2007 cancelaram-lhe um recital por chegar tarde, e por este motivo destroçou as portas do local e profirió insultos. Charly García gritou "meu exército, rompam tudo". Ao outro dia O Depósito amanheceu com pintadas a favor de Charly. Os seguidores de Charly costumam chamar-se "os aliados" ou o "exército say não more". Muitas vezes os aliados perdoam-lhe todo ao músico, que chegue tarde aos recitais ou inclusive que nem sequer vá. A resposta que dão os aliados a isso: "Charly é Charly, é um génio, é Deus"

Recentemente Charly deixou sua impressão no "passeio da fama" da cidade de Mar da Prata, localizada na costa atlántica da Argentina. Nessa ocasião mostrou-se totalmente educado e amável, o que desmente os ditos de seus detractores que têm chegado ao acusar de demente.

Discografía

Disco Banda Ano Tipo
Vida Sui Generis 1972 Estudo
Confesiones de inverno Sui Generis 1973 Estudo
Pequenos episódios sobre as instituições Sui Generis 1974 Estudo
Alto na torre Sui Generis 1974 Single
Adeus Sui Géneris Sui Generis 1975 Filme
Adeus Sui Géneris, Parte I Sui Generis 1975 Ao vivo
Adeus Sui Géneris, Parte II Sui Generis 1975 Ao vivo
Adeus Sui Generis, Parte III Sui Generis 1975 Ao vivo (edita-se em 1995)
Tem Sido Sui Generis 1975 Disco inconcluso (nunca se editou)
Porsuigieco PorSuiGieco 1976 Estudo
A Máquina de Fazer Pássaros A Máquina de Fazer Pássaros 1976 Estudo
Filmes A Máquina de Fazer Pássaros 1977 Estudo
Música da alma Charly García 1977 Vivo (edita-se em 1980)
Billy Bond and the Jets Billy Bond and the Jets 1978 Estudo
Serú Girán Serú Girán 1978 Estudo
A gordura das capitais Serú Girán 1979 Estudo
Bicicleta Serú Girán 1980 Estudo
Pic Nic (álbum) Serú Girán 1980 Estudo (edita-se em 1994)
Eu não quero me voltar tão louco Serú Girán 1981 Ao vivo (disco duplo, edita-se no 2000)
Peperina Serú Girán 1981 Estudo
Não chores por mim, Argentina Serú Girán 1982 Vivo
Pubis angelical Charly García 1982 Estudo
Indo da cama ao living Charly García 1982 Estudo
Cliques modernos Charly García 1983 Estudo
Piano bar Charly García 1984 Estudo
Terapia intensiva Charly García 1984 Banda de Som
Spinetta/García Charly García / Luis Alberto Spinetta 1985 Dêmos
Tango Charly García / Pedro Aznar 1985 Estudo
Grandes sucessos Charly García 1985 Recopilatorio
Parte da religião Charly García 1987 Estudo
O que virá Charly García 1988 Banda de Som
Reunião secreta em TMA Serú Girán 1988 improvisación em estudo de gravação (não oficial)
Como conseguir garotas Charly García 1988 Estudo (edita-se em 1989)
Filosofia barata e sapatos de borracha Charly García 1990 Estudo
12 anos Charly García 1991 Recopilatorio
Rádio Pinti Charly García / Pedro Aznar / Enrique Pinti 1991 Estudo
Tango 4 Charly García / Pedro Aznar 1991 Estudo
Serú '92 Serú Girán 1992 Estudo
Ao vivo Serú Girán 1993 Ao vivo (disco duplo, gravado nos recitais em river de 1992)
Funes, um grande amor Charly García 1993 Banda de Som (Não oficial)
87-93 Charly García 1993 Recopilatorio
A filha da lágrima Charly García 1994 Estudo
Ouro Charly García 1994 Recopilatorio
Ouro II Charly García 1995 Recopilatorio
Antología (álbum) Sui Generis 1995 Recopilación, há temas inéditos
Estava em lumes quando me deitei Casandra Lange 1995 Estudo
Hello! MTV Unplugged Charly García 1995 Ao vivo
Ouro (Serú Giram) Serú Girán 1995 Recopilatorio
O álbum Serú Girán 1996 Recopilatorio
Say não more Charly García 1996 Estudo
Cerebrus Charly García/Pipo Cipolatti 1997 Estudo (disco inédito, por Internet circulam versões dos temas)
Alta fidelidade Charly García/ Mercedes Sosa 1997 Estudo
A tolerância Charly García 1998 Estudo
Fazes Cimeiras Charly García 1999 Recopilatorio
Demasiado ego Charly García 1999 Ao vivo (gravado ante 300 mil pessoas)
Charly & Charly Charly García 1999 Ao vivo (Edição Limitada)
Sexta-feira 3 a.m Serú Girán 2000 Recopilatorio
Sinfonías para adolescentes Sui Generis 2000 Estudo
Se - Por trás das paredes Sui Generis 2001 Parte ao vivo e parte em estudo
Say não more 50 aniversário Charly García 2001 DVD
Influência Charly García 2002 Estudo
Rock and roll eu Charly García 2003 Estudo
Música no Salão Blanco Charly García 2005 DVD
Kill Gil Charly García 2007 Estudo (disco inédito, por Internet circulam dêmos filtrados)
Deverias saber porqué Charly García 2009 Corte Apresentação
García, o maior Charly García 2009 Recopilatorio
Charly Garcia. "O Concerto Subacuatico". Charly García 2009 DVD + CD audio (o 18/12 edita-se o recital em Vélez do 23/10/09)

Colaborações

Disco Artista Ano
Cristo - Rock Raúl Porchetto 1972
David Lebón David Lebón 1973
Volume 4 Billy Bond 1974
O fantasma de Canterville (álbum) León Gieco 1976
Terceiro Milénio Orion's Beethoven 1977
20/10 Nito Mestre 1981
Os Avôs da Nada Os Avôs da Nada 1982
Muitas coisas Edu e O Frango 1983
Moro - Satragni Moro-Satragni 1983
Hotel Calamaro Andrés Calamaro 1984
Detectives Fabiana Cantilo 1985
Celeste e a Geração Celeste Carballo 1986
Terceiro mundo Fito Páez 1990
O amor após o amor Fito Páez 1992
Chocolate inglês Celeste Carballo 1993
Eu, meu, me, contigo Joaquín Sabina 1996
MTV Unplugged Os Ratos Paranoicos 1998
Sempre livre Turf 1999
Perfume María Gabriela Epumer 2000
Celesteacústica Celeste Carballo 2001
Eu o sonhei David Lebón 2002
Sempre é hoje Gustavo Cerati 2002
Natureza sangue Fito Páez 2003
Homenagem Aos Beatles Os Durabeat 2005
Hormonal Hilda Lizarazu 2007
Cantora II Mercedes Sosa 2009

DVD

Suas bandas

Sui Géneris (Primeira etapa: 1967-1971)
  • Charly García – voz, piano, teclados, guitarra
  • Nito Mestre – voz, guitarra, flauta
  • Carlos Piégari - guitarra, coros
  • Alejandro "Pipi" Correia – baixo eléctrico
  • Paco Pratti - batería
Sui Géneris (Segunda etapa: 1972-1973)
  • Charly García – voz, piano,
  • Nito Mestre voz, guitarra, flauta

Banda de apoio:

  • Paco Pratti - batería
  • Alejandro Correia - baixo eléctrico

Colaboradores:

Sui Géneris (Terceira etapa: 1974)

Convidado:

Porsuigieco (1975)
  • Charly García: Guitarra, Guitarra Acústica, Baixo Moog, Baixo Acústico, Piano, Wurlitzer, Clavinet, Moog, Melotrón e voz.
  • León Gieco: Guitarra Acústica, Pandereta, Harmônica e voz.
  • María Rosa Yorio: Voz.
  • Nito Mestre: Guitarra Acústica, Flauta traversa e voz.
  • Raúl Porchetto: Guitarra Acústica, Guitarra e voz.
A Máquina de Fazer Pássaros (Primeira etapa: 1976)
  • Charly García – voz, sintetizadores, Minimoog, ARP Strings
  • José Luis Fernández - Baixo eléctrico
  • Oscar Moro - Batería
  • Ana María Quataro - Coros
  • Héctor Dengis - coros
A Máquina de Fazer Pássaros (Segunda etapa: 1976)
A Máquina de Fazer Pássaros (Terceira etapa: (1976 - 1977)
A Máquina de Fazer Pássaros (Quarta etapa: mediados de 1977)
  • Charly García – voz, piano acústico, Fender Rhodes, Clavinet, Minimoog, ARP Strings
  • José Luis Fernández - Baixo eléctrico, voz, coros
  • Oscar Moro - Batería
  • Alejandro "Golo" Cavotti - Guitarra
  • Carlos Cutaia - Hammond, Mellotron, Clavinet, piano acústico
Billy Bond and the Jets (1978)
Serú Girán (1978-1982)

Músicos acompanhantes de Charly García

Charly García tem integrado bandas de suporte com importantes músicos. Entre eles se encontram:

The Living Band (1982 - 1983)
Modern Clix/Giovanni/Piano Bar (1983 - 1984)
Une-las (1986)
Os Indeseables (1986 - 1993)
Toc-Toc (1990)
  • Fabián Vön Quintiero: Teclados
  • Fernando Cartier: Batería
  • Mariano Kon: Baixo
Os Enfermeiros (1991-1995)
Casandra Lange (1995)
Unplugged (1995)
Say não more (1996)
A Tolerância (1997 - 2001)
Influence Band (2001 - 2003)
  • María Gabriela Epumer: Guitarra e Voz
  • Kiuge Hayashida: Guitarra
  • Tonio Silva Peña: Batería
  • Carlos González: Baixo
Charly García & The Prostitution (2003 - 2008)
  • Kiuge Hayashida (Chile) em guitarra e coros,
  • Tonio Silva Peña (Chile) em batería e
  • Carlos González (Chile) em baixo,
  • Francisco Corna (2006-2008)
  • Trío de sensatas:
Pubis Angelical (2008-actualidade)
  • Carlos García López em guitarra,
  • Fabián Vön Quintiero em teclados
  • Kiuge Hayashida (Chile) em guitarra ritmica e coros,
  • Tonio Silva Peña (Chile) em batería e
  • Carlos González (Chile) em baixo,
  • Hilda Lizarazu em coros


Fontes

Enlaces externos

Modelo:ORDENAR:García, Charly

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