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Chitagá

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Localização de Chitagá em Norte de Santander.

Chitaga é um município colombiano localizado no departamento de Norte de Santander. Sua população é de 11.468 habitantes, sua altitude de 2.350 metros sobre o nível do mar e seu clima é frio. Faz parte da região sul-ocidental do departamento. Seu prefeito para o período 2008-2011 é Hermes Alejandro Rodríguez Alvarez, do Partido Liberal Colombiano.

Conteúdo

História

Do trabalho histórico que Alfonso Cabrera Reis realiza sobre Chitagá se tomou o seguinte relato: " Sobre as laderas do Páramo de Almorzadero, estende-se o último município de Norte de Santander para o sul, limitando com Santander e Boyacá. Nestas terras, dantes do arribo conquistador, residiam os aborígenes chitagaes, ao dizer de Luis Efraín Gómez Leal em sua obra " História dos Chitareros" ( 1917 Fundo Arciniégas), quem estavam unidos ao povo chitarero ramo que se desprendia da árvore Caraíbas Atlante ou do Quechua, que habitaram os Andes.

O Bispo Lucas Fernández de Piedrahita em seus apontes (" História Geral" - 1941), assinalam que os domínios chitareros se estendiam entre as terras de Tunja e Mérida.

A dom Baltasar de Balhermoso, foram-lhe primitivamente encomendados os índios de Chitagá. Com a metade de suas moradores, quem foram postos mais tarde em cabeça do capitão Francisco Sánchez por Real provisão do 7 de outubro de 1550. No Titulo da Audiência, do 19 e janeiro de 155, ao capitão Antonio de Segovia foram-lhe encomendados os índios de Chitagá, que devia possuir conjuntamente com o capitão Sánchez.

Economia

Festividades

Nestas feiras visitam-nos gente de todas partes do mundo no pasodo aniversário de chitaga que foram os 200 anos de fundacion de nosso município se reuniram paisanos que tanian anos que não nos visitavam.

Turismo

" Laguna Comagüeta " Laguna O Tambor

" Fazenda O Molino

PONTE REAL, também se lhe conhece como Ponte Bolivar, é famoso por várias razões, quiçá a mais notoria seja porque em seus arredores se livrou uma batalha bastante cruenta durante a Guerra dos Mil Dias, entre bandos Liberais e conservadores, resultando vencedores os vermelhos após pôr em desbandada aos rivais e lhes causando muitas baixas. Mas a ponte também tem outras connotaciones importantes, pois em suas cercanias se levanta a casa onde nasceu em benemerito geral Ramón Gonzalez valencia, presidente da República de Colômbia de começos de século XX. Também é muito nomeado porque por ser passo obrigado para peatones e caballerías se cobrava um direito de pontazgo conb tarifas diferenciais segundo a hora e a classe de viajante que fosse passar.

A ponte está construída em madeira e com um teto muito especial de teça, está tendido sobre um amplo poço que se forma ao confluir os rios Chitagá e Caraba, é bastante profundo e amplo e fundo.

Mitos e Lendas da Region

LENDA AUTOCTONA DA VEREDA "BURGUA" MUNICÍPIO DE CHITAGÁ. "LENDA" A BARBACOA: Faz muitos anos quando a Fazenda Burgua; jurisdição territorial das veredas Burgua e pedras pertencia ao Clã Higuera, ilustres pessoas pertencentes a famílias distintas do Cerrito- Santander; um dos mayordomos daquela época narrava esta lenda: seguindo o caminho real que da ponte do Frayle subia à Colmenita daí baixava a Ponte de Tabela,depois passava por pinchote, Vega Rica, após a Chinela sobre a cañada Carbonal não tinha nenhuma ponte sozinha uns paus atravessados, o caminho estreito rodeado de maleza.Ainda que fora de dia dava medo passar, pois era um lugar demasiado medroso e não sem razão; pois, em tempo de ánimas ou cuaresma ninguém se sentia com valor de transitar por ali entrar as 6 da tarde e as 4 da madrugaga. Depoimento fidedigno do finado Rumaldo assegurava que uma barbacoa que aparecia atravessada no estreito caminho consternaba e acobardaba aos mais berracos.

Tinha um de meus patroncitos que por verdadeiro era muito apaixonado e onde queira que tinha chinesas bonitas ali estacionava e como quando isto sucedeu não tinha estrada central do Norte viajava a cavalo desde o Cerrito até aqui; e em visitas que vêm e charlitas que vão se lhe esquecia a tal Dom Juan a noção do tempo.

Talvez em uma daquelas tenebrosas e tétricas noites no lugar que relatou e casualmente quando passava a cañada o cavalo se freio em seco, um perrito guardían que sempre o acompanhava tremia e ahullaba embaixo da bestía, motivos suficientes para que o aposto caballero se incorporasse de tão tremenda borrachera que levava; um escalofrío em todo o corpo, a língua voltada bola, os cabelos de ponta já que um murmullo de ultratumba e umas mãos yertas o agarravam e o abatanaban no poço. Já pela madrugada estavam preocupados por que o padrão não tinha chegado e tinha ficado a chegar no dia anterior;um dos cuidanderos aperó uma besta e salío em sua busca.

A surpresa fué terrível ao chegar àquele sito e ver ao cavalo sem ginete, o perrito escondido dentro de um hojarascal seguindo o rastro encontrou a seu estimado padrão yerto, tán pálido como um difunto, os dentes travados e maltratado todo seu corpo. Não achava que fazer nesse instante de repente se lembrou do rancho de Domitila e empezo a pedir ajuda; ela foi fizeram grandes esforços por reanimarlo; pouco a pouco e à medida que rayaba o sol e com ajuda de garrafas de água quente reagiu favoravelmente; seguidamente fizeram-lhe mansajes, flexões dos músculos e já lúcido o levaram a casa da fazenda; ali foi onde narrou a terible pesadelo acaecida na noite anterior. Isto acontecimento trascendió preocupantemente, aos poucos habitantes daquela época, já que por esse tempo só viviam quatro famílias. A divulgação foi extensa, ainda se recorda esse acontecimento e há quem não se atrevem a transitar em altas horas da noite sobretudo em tempo em onde segundo asseguram reinciden os acontecimentos. A comunidade actual respeita a lenda, inclusive agregaram-lhe mais teoria ,pois uns comentam que a vêem baixar chorro abaixo sustentada por quatro cargadores ( homens) e estes a sua vez portam tochas acendidas. Mas de quatro borrachitos, quando se lhes faz a noite e passam por esse lugar, recordam o acontecido, restabelecem seu sentido e agilizan o passo, ainda que muitas vezes as pernas se lhes voltam como lana e percorrem dois passos fazia adiante e dez fazia atrás. Reconstrução Literária elaborada por Carmen Edilma Solano.

LENDA DA VEREDA DA ROSA: Sucedeu dantes de que esta Vereda chegasse a mãos do Incora, quando a terra era de doña Lucrecia . Quando ninguém brigava para viver, porque viver era singelo e os homens se conformavam com trabalhar, comer, dormir, amar e crescer. Neste tempo tinha muita felicidade, mas não criam em bruxas mas se na llorona, não rezavam a nenhum vulvano, mas sim a Deus e à Virgen e temem à Madremonte e os bultos aparecidos e sentidos nas horas da noite. Literatura mística que muitos têm escutado à orla da avariada ou nas casas velhas da vereda. Não são ideias importadas, são o resultado de uma vida na parcela onde o sol faz as vezes do relógio e a cada ruído nas montanhas ou chorros têm suas respostas. Narrar as aventuras fantásticas das veredas é como regressar à infância é aprender e tremer de medo, quando falam de mandingas, a imaginación de subterrâneo em onde os espíritos maus se levam aos meninos sem baptizar e às lavadoras de roupa, em tempo de cuaresma e pensar nas bruxas com as acções e visitas às casas é algo mais que mitos. Em toda uma história que faz parte da vida desta Vereda Camponesa. Alguns asseguram ter visto no caminho urnas tendidas como lhes tampando o passo, embaixo dos gallineros ou avariada acima ou abaixo, a llorona, bruxas em cima dos tetos das casas, bultos brancos ou negros nos caminhos ou pátios das casas, ouvem chegar ginetes, escarbar, tocar nas portas e outros ruídos.Dizem que aos bêbados e preguiçosos se lhes aparece a llorona e os perseguem de noite, contam que levam em suas mãos um atado de roupa que balança como se estivesse arrullando ao menino que perdeu, toda mechoza e com o cabelo pela cara.Quando os camponeses asseguram que vêem alguns desses espantos, a pele se lhes põe de gallina, como se vissem o próprio diabo. Para afastar aos espíritos malignos e atrair à boa sorte espalham a água das sete hiebas.Contra o mau tempo fazem rogativas levando uma imagem e rezando pelo caminho alumbrados por um farol e em casa fazem a nona para que lhes ajude e se acalme a tormeta ou llueva segundo o caso.

Créditos

Este artigo incorpora material da Gobernación de Norte de Santander, que mediante uma autorização permitiu agregar conteúdo e imagens baixo a licença GFDL.

Enlaces externos

Coordenadas: 7°08′N 72°40′Ou / 7.133, -72.667

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