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Claudio Narea

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Claudio Narea
Claudio Narea.jpg
Narea em 2006 .
Informação pessoal
Nome realClaudio Alejandro Narea Guajardo
Nascimento13 de julho de 1965 (45 anos)
OrigemSantiago, Bandera de Chile Chile
Cónyuge(s)Claudia Carvajal (1987)-(2007)
Filho(s)Daniel Narea
Juan Pablo Narea
Elisa Narea
Ocupação(é)Músico
Informação artística
Género(s)Rock
New
Wave Punk
Ska
Rock and Roll
Rockabilly
Blues
Instrumento(s)Voz
Guitarras

Teclados Sintetizadores
Baixo
Período de actividade1979 - Actualidade
Artistas relacionadosOs Prisioneiros
Profetas e Frenéticos
Site
Sitio siteclaudionarea.cl

Claudio Alejandro Narea Guajardo (n. Ñuñoa, Santiago de Chile; 13 de julho de 1965 )[1] é um músico de rock latino, cantor, compositor e guitarrista chileno. Famoso por ser membro e um dos fundadores do grupo Os Prisioneiros considerada como uma das bandas mais importantes e influentes de Latinoamérica ,[2] localizando seu nome a escala continental, como o de poucos rockeros em Chile.[3] Desvinculou-se da banda a princípios de 1990 por razões amorosas no que se envolvia seu amigo e colega de banda Jorge González com a esposa de Claudio.

Após os Prisioneiros Narea formou sua própria banda a princípio dos noventa Profetas e Frenéticos, considerada como uma das bandas mais influentes da década em Chile pese a não ter tido sucesso comercial.[4] Paralalemente com Profetas e Frenéticos converteu-se no ano 1992 no presidente da Associação de Trabalhadores do Rock (A.T.R.), associação gremial que procurava abrir espaços para o rock chileno em momentos de escassa difusão.

O 2000 debutó como solista com o álbum homónimo Claudio Narea com o singelo “Amar é complicado” tendo sucesso na rádio locais.[5] O 2001 reuniu-se com Os Prisioneiros apresentando-se exitosamente no Estádio Nacional em duas noites. O sucesso seguiu em giras nacionais e internacionais durante o 2002-2003 e um disco editado, mas é despedido deixando o grupo de maneira definitiva.

Posteriormente dedicou-se à produção de outros artistas, atingindo especial sucesso com Marcelo Aldunate, conhecido como "o homem de rádio". Produziram dois álbuns de Magmamix , de altas vendas; e o trabalho de bandas como Jirafa Ardendo e Sónica.

No ano 2006 em companhia dos Indicados gravou seu segundo álbum como solista O longo caminho ao sucesso considerado pela revista Rolling Stone como um dos melhores álbuns desse ano, além da personagem do ano.[6]

O 2009 escreve seu autobiografía Minha vida como prisioneiro, nesse mesmo ano Narea se incorporou na política pelo partido de Esquerda Cristã.

Conteúdo

História

Primeiros anos, Os Pseudopillos, Os Vinchukas

Veja-se também: Os Prisioneiros
Claudio Alejandro Narea Guajardo nasceu o 13 de julho de 1965 em Ñuñoa , Chile, mas toda seu niñes a viveu em San Miguel.[1] Quando era menino descobriu que gostava da música escutando álbuns de The Beatles de seus pais, ademais tinha a banda sonora do filme A Hard Day's Night, os singelos "Help!" e "Cold Turkey" de John Lennon. Seus pais nunca foram aficionados ao rock portanto se estranhava então que faziam esses discos em casa.
“De menino encontrava muito alegres suas melodias, irresistibles, e imitava-os usando uma raqueta de tênis a modo de guitarra”.
Claudio Narea, Minha vida como prisioneiro[7]

Aos 12 anos comprou o álbum debut de Led Zeppelin, não gostou apesar de que eram uma de de as bandas mais famosas da época. Gostava da música de Kiss e Queen, de facto afirmou que escreveu para o grupo de fanáticos da Inglaterra deste último grupo, mas sua banda favorita era Kiss; surpreendido por suas vozes e disfarces começou a recortar fotos da banda em revistas e depois colava-as em uma pasta que ia a crescendo ao passo do tempo. Um vizinho presenteou-lhe maquillaje branco que utilizou em teatro; e mais témpera negra se maquillaba como eles ao princípio como o gato mas depois do garoto estrela como Paul Stanley e junto a seus amigos também maquillados saíam à rua para escandalizar à gente se sacando fotos, não faltou depois que comprasse suas casetes e alguns vinilos.[8] Foi bem como conheceu a Jorge González quando ainda não cumpria os 14 anos entrou a cursar primeiro ano médio no Liceo A-94 (conhecido por seu antigo nome Liceo 6 actual Liceo Andrés Belo) em março de 1979 quando lhe perguntou a González: "Gostas Kiss?".[9] [10] Ao ver que ambos coincidian nos gustos por Kiss começaram a ser amigos, sempre se juntavam em casa de Narea a escutar os vinilos de Kiss, sempre Jorge ia a sua casa, nunca foi vicerversa senão até mais tarde quando começaram a tocar.[11]

Em um dia viu uma banda ensayando e assombrou-se ao ver as guitarras “Via-se como de plástico, muito diferente a Tizana de madeira que tinha minha tia e que até esse instante era o único próximo que conhecia como algo que se chamasse guitarra”.[12] Desde esse momento o que mais desejo era comprar uma guitarra mas a situação económica da família não o permitia.

A primeira banda que formou Narea foi em 1980 se chamou Os Pseupillos um cuarteto vocal com percussões formado também por Jorge González e os irmãos Beltrán Rodrigo (o de "Quem matou a Marilyn?") e Álvaro, cujo nome vinha em classe de biologia "Pseudópodo".
"... Quando a professora de biologia nos explicou que as amebas se moviam com pseudópodo; isto é, "falsos pés". A nós nos fico dando voltadas na cabeça e quando se armou a banda se nos ocorreu o nome Pseupillos; isto é, falsos pillos.
Claudio Narea, Minha vida como prisioneiro[13]
Um dos trabalhos mais conhecidos desse período é o "O extremista", composto por Claudio Narea que apareceu no álbum recopilatorio Nem pela razão, nem pela força.

Paralelamente Jorge juntava-se com Miguel Tapia parceiro de ambos desde o primeiro dia de classes Narea não se acercava a Miguel já que ele era fanático dos Beatles chegando a apestar dita banda. Jorge e Miguel davam-lhas de John Lennon (na guitarra) e de Paul McCartney (no baixo) respectivamente. Narea pôs-lhes “Os Vinchukas” novamente influenciado em classes de biologia por um bichito já que parte da palavra Beatle prove de "Beetle" (escarabajo em inglês).[14]

Em 1981 em um especial da Rádio Marco Narea descobre a banda punk inglesa The Clash isso o acercou a Miguel quando este se dispôs a escutar a dita banda.[15] Este grupo serviu como modelo de insporación para definir o estilo que ia ter o grupo. Assim se puseram a escutar bandas do género como: The Cure, Depeche Mode, The Stranglers.

Narea aprendeu tomou um curso de guitarra mas prontamente deixo-o já que ensinavam-lhe folclore e isso não lhe apatecía.
Eu aprendi muito tarde como aos quinze anos, comecei a tocar uma guitarra acústica que tinha na casa, mas aprendi muito pouco até que como os dieciseis ou dezassete anos comecei a me sentir mais cómodo. Por suposto aprendi só, tocando o “Smoke on the water” de Deep Purple por exemplo, coisas que tocam todos quando partem e prontamente me vi gravando um disco como A voz dos '80 sem saber tocar muito, não sábia improvisar, nem uma escala, nem nada, já que todo o tinha aprendido tocando com os rapazs.[16]

Em tanto Narea tratava de aprender a tocar guitarra, Jorge e Miguel compunham seus primeiros temas, Miguel escrevia a letra e Jorge fazia a música. Em um dia convidaram-no a fazer parte da banda, ele aceitou achando que era por seus progressos com a guitarra. O novo estava formado por Jorge González, Claudio Narea, Miguel Tapia e Álvaro Beltrán, Rodrigo não fazia parte da banda mas estava vinculado a ela. Mais tarde discussões fizeram apartar aos irmãos da banda dando o giro definitivo à banda nascendo Os Prisioneiros. Debutando oficialmente o 1 de julho de 1983 no Festival da Voz do Colégio Miguel León Prado.[17] [10]

Os Prisioneiros

Em 1982 os san miguelinos saem do colégio, em 1983 Claudio entra à Universidade de Chile a estudar licenciatura em música mas deixou-o porque não gostava das matemáticas, Jorge também entra à universidade onde conhece a Carlos Fonseca lhes consegue contactos e instrumentos e mais tarde se converte no mánager do grupo; encantado com as gravações do grupo leva-os a gravar seu primeiro disco em seu disquería Fusão. Assim 13 de dezembro de 1984 saiu à venda A voz dos '80 em formato casette no que se editaram mil cópias. O primeiro álbum demonstra uma clara influência do punk britânico, sobretudo de The Clash, com temas de ónus social especialmente dirigidos na contramão do governo de Augusto Pinochet assim os marginando dos principais meios. A este seguir-lhe-ia Pateando Pedras (1986) os consolidando dentro da música popular chilena; menos punk e mais tecno, pelo qual Narea não se sentiu a gosto gravando o disco sozinho participando nas guitarras, e A cultura do lixo (1987) neste disco debuta como compositor e cantor: "Estamos a passá-lo muito bem", "O vals", ambos escritos e compostos por ele, ademais co-escreveu com Miguel Tapia "Somos só ruído", ainda que este último é quem a canta, ao igual que "Algo tão moderno", ainda que Narea só dió algumas ideias nesta última canção que também interpretou Miguel; todas estas canções foram acreditadas como: Miguel Tapia e Claudio Narea. A canção "Que não destrocem tua vida" foi escrita por Jorge pensando em Claudio.[18] O disco segue a linha argumentativa dos álbuns anteriores, teve péssimas vendas, mas é considerado pelos fanáticos como o melhor álbum da banda, segundo Narea conta em sua autobiografía:
Eu acho que é um álbum muito interessante e tem canções que gosto. É um álbum atrevido, imperfecto e excessivo, nele entraram todos os temas que alcazamos a fazer.[19]

Em 1988 gravaram uma edição latinoaméricana da cultura do lixo no que se incluíram alguns temas do disco com melhor som e uma mudança em sua estrutura entre eles o tema "O estamos a passar muito bem" na voz de Jorge González, Narea não teve problema já que não se condiseraba bom cantor; mas que ao ouvir as duas versões disse que preferia sua versão.[20]

Gira-a promocional do álbum que suspendida quando Os Prisioneiros disseram que votariam "NÃO" a Augusto Pinochet no plebiscito de 1988.

Com os recintos fiscais proibidos, o trío ocupou 1988 para consolidar sua fama nos mercados de Peru , Equador e Colômbia. Em 1989 Narea se doente produto de uma hepatitis em México cancelando gira-a promocional da banda no país azteca; Narea regressa a Chile para tomar repozo.[21]

Primeira saída dos Prisioneiros

Problemas profissionais quem Jorge se via influenciado no tecno pop e Narea queria seguir usando as guitarras que caracterizam aos Prisioneiros mas por sobretudo o involucramiento sentimental de Jorge com a esposa de Claudio, Claudia Carvajal fizeram que Narea deixasse a banda em fevereiro de 1990 ; quando se fez público em maio desse ano este declarou:
"Decidi ir-me porque não estava a gosto, por dizer o menos. Tudo se fazia à pinta de Jorge, quem desde faz muito tempo não considerava para nada minha opinião ou a de Miguel. Já é tempo que se acabem as mentiras. Os Prisioneiros foram uma farsa a partir de um momento. Ao começo, e até pouco depois de que saiu Pateando Pedras, éramos autênticos, mas começamos a mudar...".[22]

Em 1999 apareceu o livro Corações Vermelhos. Biografia não autorizada dos Prisioneiros de Freddy Estoque aparece uma hipótese de um triângulo amoroso entre Jorge e Claudio com a esposa de Claudio. Isto nunca foi confirmado até esse momento, no entanto Jorge dió essa possibilidade.[23]

Depois da saída de Narea Jorge em companhia de Miguel editam nesse ano o quarto disco do grupo Corações um disco solista de Jorge com o nome do grupo, tempo mais tarde unir-se-lhes-iam dois integrantes novos. Para este trabalho Jorge compôs canções de amor com ritmos de tecno pop diferenciando dos álbuns predecessores; mais tarde Narea assinalou em seu livro que essas canções estavam inspiradas em sua mulher.[24]

O álbum converteu-se no mais vendido do grupo e o mais difundido em Latinoamérica Narea disse que eram bem mais populares que o que foram junto com ele na época de Pateando Pedras[25] e a gente lhe perguntava por que se tinha ido e o olhavam como um perdedor sem saber que dizer, assinalou.[26]

Em um ano depois no final de 1991 Os Prisioneiros dissolveram-se.

Após Os Prisioneiros

Profetas e Frenéticos

Artigo principal: Profetas e Frenéticos

Após ter-se saído dos Prisioneiros em maio de 1990 formou Profetas e Frenéticos" junto a seu irmão Jorge e uns amigos: os irmãos Luto e Dago González, e Juan Pablo Vermelhas. O nome do grupo deve-se em uma gira por Colômbia com Os Prisioneiros, o guitarrista tinha comprado as Profecias de Nostradamus , cujas predições lhe resultavam graciosas. Essa mesma graça, quiçá menos apocalíptica, acordava-lhe a pecaminosa Cidade Frenética que se mencionou em algum episódio dos Picapiedras. Por isso, a primeira canção que escreveu depois de romper com seus colegas de liceo se chamou assim: "Profeta e frenético".[27]

O cuarteto debutó em casa-a Constituição de Bellavista , e a pressa levou-o a chamar-se como o primeiro tema, mas em plural: Profetas e Frenéticos. Ao verão seguinte gravaram no selo Alerce o álbum Profetas e Frenéticos editado em 1991 com o que vendeu 5 mil cópias. O disco teve uma difusão restringida e não gerou ganhos só um singelo, "Te move, te retorce" (que contou com videoclip) teve, anos depois, rotação regular na naciente Rock & Pop.[27] [28] Depois do boom dos 80, os meios tinham-se fechado à produção local pelo que Narea assumiu paralelamente em 1992 como presidente da Associação de Trabalhadores do Rock (ATR), associação gremial que procurava bandas chilenas de escassa difusão de princípios dos noventa, editam dois discos: Com o Coração Aqui (1993) ; que apresentou bandas para a época promisorias como Os Três, Lucybell e Santos Dumont; e Com o Coração Aqui 2 (1994); posteriormente o trabalho desvanece-se e Narea dá a passo à Escola do Rock.[29]

Profetas e Frenéticos tem influências Rock and roll dos anos 50 e nos anos 60 e o blues. Narea fazia um par de anos vinha distanciando-se do gosto musical de seu ex banda, e estava fascinado com clássicos como Gene Vincent, Buddy Holly e Chuck Berry.[27]

Lembrança que tocávamos com A Lei por exemplo e o público se entretenía mais conosco. Agora não sê por que se dava isso já que no grupo o único que sabia tocar era eu. Meu irmão nunca tinha visto um teclado, o luto nunca tinha cantando, era uma banda bem de brinquedo mas gostava do som.
Claudio Narea, O Carrete.cl[30]

Em 1992 veria a luz o segundo disco da banda Novo Ordem, disco no que o próprio Narea crítica tanto em suas composições tanto como a qualidade musical.[30] [27] Nenhum destes dois álbuns superou as 10 mil cópias,[23] posteriormente Profetas e Fenéticos sofreria varíos mudanças na formação e ocasionas apresentações ao vivo até sua dissolução em 1996 (em uma nas que assistiu o próprio González).[27]

O 2004 o selo Alerce com Claudio Narea reeditam o primeiro disco de Profetas e Frenéticos com dois temas adicionais de Nova Ordem, já que Narea negou-se a reeditar dito álbum.[27]

Debut Solista

Em 1997 com a separação de Profetas e Frenéticos Narea não se sentiu capacitado para compor dejándo de tocar a guitarra e tratou de procurar outros horizontes até abril de 2000 , Narea apresenta seu primeiro disco solista homónimo Claudio Narea com 13 canções autoproducidas usando varíos referentes, inclusive códigos de Ranchera com o som característico dos Prisioneiros. Consiguó boas críticas e uma mínima mas aceitável repercussão pública graças aos temas "Amar é complicado" e "Estás a ganhar".

Seu regresso e nova saída dos Prisioneiros

Entrada concerto dos Prisioneiros em Chuquicamata para o 4 de julho de 2003 , em um mês dantes de que Narea fosse despedido. Posterior ao show Narea assegurou que Jorge e Miguel já tinham decido sacar da banda.[31]

Narea reuniu-se com a formação original dos Prisioneiros no 2000, e com constantemente ensayó Jorge González e Miguel Tapia. No 2001 a banda retorno aos palcos com grande sucesso, realizando giras por muitas partes do mundo entre o 2001 e o 2003. Em 2003 sacaram um álbum homónimo Os Prisioneiros, no que Claudio colaborou com Jorge na "Canção do trabalho", ainda que Narea não fica conforme com o resultado do disco; ele queria seguir a linha dos anos oitenta que os fez famosos mas Jorge usou programações e sons electrónicos ao que Narea não lhe apetecia.[32] Narea tinha composto uma canção chamada "Festa nuclear" que foi descartada e uma letra completamente diferente de Canção do trabalho".[33] A dois meses de ter saído o álbum, em agosto de 2003 , Narea foi despedido da banda. O último concerto da formação original dos Prisioneiros ocorreu o 21 de setembro na Pampilla; ao dia seguinte Narea emitiu um comunicado que se publicou no lugar site da banda, explicando os motivos de sua saída do grupo :

Este despedimento foi-me comunicado no dia 18 de agosto, no marco de uma reunião à que fui convocado por Jorge e Miguel. Sem mediar diálogos nem discussões, Jorge González comunico-me, simplesmente, que "não queremos tocar mais contigo". Acuso-me de querer sobresalir e de comentar com amigos meus problemas ao interior do grupo. Estava especialmente molesto por uma entrevista que concedi em junho ao diário As Últimas Notícias, apesar de que se trato de uma conversa sobre assuntos pessoais na que não revele nenhum tipo de infidencia sobre a banda.
Claudio Narea, 22 de setembro de 2003 .[34]

O 25 de setembro os prisioneiros restantes organizam umas conferências de imprensa para anunciar seus novos projectos, no entanto as perguntas giram meio à saída de Claudio, ante a onda de perguntas apresentam ao novo integrante Álvaro Henríquez, líder e vocalista dos Três e Os Pettinellis. Nesta conferência mediatica Miguel confirma que Claudio Narea foi despedido da banda. Quando uma jornalista lhe pergunta a Álvaro Henríquez pela carta de Claudio Narea; Jorge González enfurece-se diciéndo: "Já dá com a carta de Claudio Narea, sabem que mais fio com vocês!" seguido disto arroja ao andar os copos e todos os microfones se marchando enfurecido a 10 minutos de que tivesse começado a conferência.[35]

Em Santiago de Chile, o 23 de novembro de 2005 , lançou-se o livro Maldito Sudaca: Conversas com Jorge González, texto onde Jorge González conversa extensamente sobre sua história e obra com o escritor e jornalista chileno Emiliano Aguayo. Neste livro trata a Narea de avaro, metiroso e invejoso.[36]

Carreira solista

Posteriormente no 2003 foi convidado pelo grupo peruano Líbido a tocar em um concerto em Lima em onde tocou dois temas da banda e sua canção "Amar é complicado" com o motivo para celebrar a obtenção do segundo prêmio MTV Latinoamérica consecutivo da banda peruana de rock, também estavam convidados o também cantor de rock peruano Pedro Suárez-Vértiz e Zeta Bosio, bajista de Soda Stereo,[37] a quem conheceu nessa instância este último; Zeta elogiou sua canção "Amar é complicado", ao princípio Bosio tinha uma má imagem dos Prisioneiros já que estes falavam mau de Soda Stereo durante os anos oitenta.[38] Um segundo encontro com Bosio levar-se-ia a cabo em Santiango o 2007 em um evento organizado por Via X e Zona Latina em onde tocam junto a Nicole e Francisco González, ex baterista de Lucybell ; interprentando "One Way or Another" do grupo Blondie.[39]

O 2004 encarregou-se com a companhia de Marcelo Aldunante na produção do trío de música electrónica nascido na rádio Rock & Pop MagmaMix[40] com os quais tiveram um grande sucesso com dois discos editados de grande venda.[41]

O longo caminho ao sucesso

Arquivo:Narea logo.png
Logotipo Claudio Narea do álbum O longo caminho ao sucesso.

Em companhia de "Os Indicados" gravou em seu estudo em sua casa em Maipú para gravar seu segundo álbum, O longo caminho ao sucesso, o álbum foi gravado enquanto ocorria uma grande mudança em sua vida pessoal que culminaria com o rompomiento definito com sua esposa "Claudia" e sua nova relação com "Nadia Stambunk". Cabe destacar que a canção "Doralisa" esta dedicada a sua esposa;[42] e "Quando todo esta ao reves" está dedicada às duas.[43] A canção "Borralo" é uma mensagem dirigida a Jorge González.[44] [3] A canção "Aviador" de Jorge com sua banda Os Updates pensa-se que é um ataque a Narea, ele pensa que é mais uma negación a sua dita canção.[45] Já dantes Narea assegurou que a canção "Acomodado no rock and roll" do último álbum editado pelos Prisioneiros Maçã é uma troça a sua pessoa.[46] [3]

O álbum demorou em sair à venda devido a complicações com a distribuição do disco com o selo A Orelha que finalmente teminaron desprediendolo do selo,[47] posteriormente assinou por SonyBMG .[48] Já soava o primeiro singelo "Rico O País", uma crítica ao Chile actual que obteve grande ressonância entre a chamada "Revolução pinguina" impulsionada pelos estudantes secundários é como um de seus estandartes de luta.[1]

Finalmente o 19 de outubro de 2006 lançou-se O longo caminho ao sucesso estreando um segundo singelo "Dance mental"; o primeiro singelo teve uma alta rotação em correntes de video como MTV, e ambos singelos nas rádios chilenas, o disco foi recebido muito bem pela critica especializada de Chile e de outros paises, ademais o disco foi nominado nos Prêmios Altazor.[49]

A começos do 2007 apresenta-se na Cimeira do Rock Chileno, no que também actuo seu ex parceiro de banda, Jorge González. Nesse tempo participou em alguns programas de televisão, como participante na segunda temporada do programa de salão de dance O Dance em TVN, onde foi eliminado na quarta semana, e como director do programa musical Frequência 54 no Canal 54 de Santiago . Em uma semana após ter saído do Dance em TVN aparece neste mesmo programa junto a seus dois filhos: Daniel e Juan Pablo interpretando "Dance mental".[50]

Em dezembro de 2006 a revista Rolling Stone aparece em quatro páginas como um das "personagens do ano" e O longo caminho ao sucesso foi um dos melhores discos do ano.[6]

Reencuentro com Profetas e com Miguel, Minha vida como prisioneiro e actividade política

O 2008 se reencuentra com sua banda dos noventa Profetas e Frenéticos cita-a ocorreu o 14 de junho desse ano na discoteca Blondie.[51]

Em janeiro de 2009 Claudio se reencuentra nos palcos após 6 anos com seu ex parceiro Miguel Tapia (com o qual segue tocando actualmente) no marco da Cimeira do Rock Chileno II em companhia dos Indicados e Profetas e Frenéticos em onde Narea sofre uma queda no palco quando interpretava "O estamos a passar muito bem",[52] em uma semana depois lança sua polémica autobiografía Minha vida como prisioneiro, onde conta a verdade do triângulo amoroso entre seu ex esposa Claudia e seu ex amigo Jorge González,[53] além de contar seus altos e baixos em sua carreira musical e vida pessoal tanto com Os Prisioneiros, tanto com Profetas e Frenéticos como solista desde inícios dos anos oitenta até os tempos mais recentes.[10]

Em uns meses despues, inicia sua carreira política como Candidato a deputado pelo distrito 18 (Quinta Normal, Cerro Navia e O Prado) para as Eleições parlamentares do 2009 como parte da Esquerda Cristã

"A Fernando Ubiergo ofereceram-lhe uma cota e eu o encontrei fantástico, porque que boa ideia era em vez de nos estar a queixar dos políticos, tivesse um representante nosso, mas não aceito (...) Depois disse em uma entrevista que gostaria de ser deputado, depois conheci à gente da Esquerda Cristã e confluimos em uma ideia de uma sociedade mais solidaria e justa, aqui se tu não tens prata não tens direito a nada.[54]

Ao pricipio postulaba por seu natal San Miguel, o pacto de não exclusão o fez desistir por optar pelo Distrito 18. "Estava Guillermo Teillier E se eu tivesse fazer# questão de ir por aí, era muito provável que não que ficasse eu nem Teillier".[54]

Narea somou-se à campanha de Jorge Arrate, o candidato presidencial dos Juntos Podemos. "Ele representa uma mudança profunda na sociedade, uma mudança que é necessário para deixar de escutar promessas vazias".[54]

O 13 de dezembro de 2009 deram como triunfadora de Cristina Girardi Lavín do PPD com 51.339 votos (34,33%), Narea obteve 18.628 votos (12,45%).[55] Em tanto, Jorge Arrate não passou a segunda volta nas eleições presidenciais.

Narea soma-se à campanha de Eduardo Frei canditado pelo Acordo[56] para as eleições do 17 de janeiro de 2010 na que saiu triunfador Sebastián Piñera; tempo dantes Narea opinou sobre o seguro e possível triunfo de Piñera:

"tem que ver sobretudo com a ignorância da gente, a gente não entende nada, lhe metem o dedo na boca. (É o) simplista demagogo, de frases feitas".[54]

Vida pessoal

Em 1987 contrai casal pelo civil com Claudia Carvajal, o 17 de março de 1990 casaram-se pela igreja, Miguel Tapia foi o condutor que levou ao casal em um casal muito singelo.[57] Tiveram dois filhos: Daniel e Juan Pablo, O casal separou-se o 2007 produto de uma infidelidad de Narea com Nadia Stambuk, ex casal do vocalista dos Bunkers "Álvaro Lopez", quem ao momento de conhecer a Claudio levava mas de um ano desvinculada com López, depois do avarie definitivo com Claudia; Narea estabelece relação com Nadia; o casal tem uma filha chamada "Elisa".

Discografía

Carreira solista
  • 2000: Claudio Narea
  • 2006: O longo caminho ao sucesso
Os Prisioneiros
Artigo principal: Os Prisioneiros

Os discos editados durante a participação de Narea nos Prisioneiros (sem incluir os discos recopilatorios dos Prisioneiros que se editaram em seu receso) são:

Profetas e Frenéticos
  • 1991: Profetas e Frenéticos
  • 1992: Nova Ordem
Singelos
  • 2000: Amar é complicado
  • 2002: Estás a ganhar
  • 2006: Rico O País
  • 2006: Dance mental
  • 2007: Doralisa
  • 2007: Quando tudo está ao revés (junto aos Indicados)

Colaborações

Com o Coração Aqui
(1993)
Com o Coração Aqui 2
Associação de Trabalhadores do Rock (ATR).
(1993)
MagmaMix: Portal do Site
Por MagmaMix . Produção: Claudio Narea/Marcelo Aldunate.
(2004)
MagmaMix II: The Cantimplors
Por MagmaMix. Produção: Claudio Narea/Marcelo Aldunate.
(2004)
MagmaMix III: Fetas de Pimiento (Até Chao)
Por MagmaMix. Produção: Claudio Narea/Marcelo Aldunate.
(2005)

Guitarras

Fender Telecaster Deluxe

Notas

  1. a b c «Claudio Narea». Musicapopular.cl. Consultado o 17 de janeiro de 2010.
  2. «Prisioneiro na Biblioteca Nacional». Biblioteca Nacional do Peru. Consultado o 4 de maio de 2010.
  3. a b c De Gira (30 de setembro de 2006). ««Tinha que responder»». Consultado o 10/04/2010.
  4. «Profetas e Frenéticos». Musitronia.cl. Consultado o 10 de abril de 2010.
  5. «Claudio Narea - Overview» (em inglês). Allmusic.com. Consultado o 10 de abril de 2010.
  6. a b Narea, 2009, p. 296
  7. Narea, 2009, p. 15
  8. Narea, 2009, p. 16
  9. Narea, 2009, p. 18
  10. a b c «Claudio Narea: O homem que perdeu tudo pelos Prisioneiros». LaTercera.com. Consultado o 10/04/2010.
  11. Narea, 2009, p. 19
  12. Narea, 2009, p. 16-17
  13. Narea, 2009, p. 21
  14. Narea, 2009, p. 29
  15. Narea, 2009, pp. 33-34
  16. «CLAUDIO NAREA, CHILE, …. UM LONGO CAMINHO Ao EXITO.». ZEBËHN. Consultado o 24 de abril de 2010.
  17. Narea, 2009, p. 55
  18. Narea, 2009, p. 102
  19. Narea, 2009, p. 101
  20. Narea, 2009, p. 102-103
  21. Narea, 2009, p. 124-126
  22. «Regresso dos Prisioneiros, A voz dos oitenta» (em espanhol). Colômbia.com. Consultado o 1 de junho de 2010.
  23. a b «Os Prisioneiros» (em espanhol). Peru.com. Consultado o 28 de abril de 2010.
  24. Narea, 2009, p. 141-142
  25. Narea, 2009, p. 159
  26. Narea, 2009, p. 152-153
  27. a b c d e f Jorge Leiva (1 de dezembro de 2003). «Resurrección frenética». Rolling Stone.com.ar. Consultado o 1/05/2010.
  28. Narea, 2009, p. 170
  29. «História da Associação de Trabalhadores do Rock (ATR)». Nuevasantiago.com. Consultado o 10 de abril de 2010.
  30. a b «Profetas e Frenéticos». Enciclopedia do Rock Chileno. Consultado o 1 de maio de 2010.
  31. Narea, 2009, pp. 251-252
  32. Narea, 2009, pp. 223-227
  33. Narea, 2009, pp. 237-240
  34. «González jogou a Narea!». Elsaber.cl (22 de setembro de 2003). Consultado o 07/05/2010.
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Bibliografía

Enlaces externos

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