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Clube Atlético Mineiro

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Para o clube peruano de nome parecido, veja-se Atlético Mineiro.
Atlético Mineiro
Nome completoClube Atlético Mineiro
Apodo(s)Galo, Albinegro
Fundação25 de março de 1908 (102 anos)
EstádioMineirão,
Belo Horizonte, Brasil
Capacidade76.500
Inauguração1965
Presidentebrasileño Alexandre Kalil
Treinadorbrasileño Vanderlei Luxemburgo
UneSérie A
2009
Sitio site oficial
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Titular
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Alternativo

O Clube Atlético Mineiro é um clube de futebol do Brasil, conhecido popularmente como Ou Galo (O Galo), pertence à cidade de Belo Horizonte, capital do de Estado de Minas Gerais.

Fundado o 25 de março de 1908 , aos 102 anos de história o Mineiro é reconhecido como um dos clubes mais tradicionais do futebol pentacampeón do mundo.[1] Possui 4 títulos Nacionais (sendo um o primeiro "Brasileirão"), 2 Continentais e 40 Torneios Estatais. Ademais faz parte do Clube dois 13 (Clube dos 13) clubes considerados maiores do Brasil.[2]

Conteúdo

Primeiro Campeão Brasileiro

Falcão, o melhor jogador de futsal do mundo e campeão mundial com Brasil. Destacou-se no futsal do Atlético campeão de une-a Brasileira de Futsal em 1999.

O futebol brasileiro vivia uma época dourada quando se criou o Brasileirão em 1971. A Seleção vinha de ganhar de forma espectacular a Copa Mundial de 1970, na que génios como Rivelino, Jairzinho, Tostão e Pelé brilharam mais que o próprio sol de México. Mas em um ano depois, não seria o Santos de Pelé , nem o Corinthians de Rivelino , nem o Botafogo de Jairzinho nem o Cruzeiro de Tostão ; a equipa que levaria o gato à água na primeira edição do actual campeonato nacional do Brasil, senão o Atlético Mineiro de Dadá "Maravilha".

O Campeonato Nacional de 1971 é o maior triunfo da prolífica história do Mineiro, que além do título, figura como um das equipas mais importantes do actual Brasileirão. Em quase 1.000 partidos jogados, acumulou importantes marcas. É a segunda equipa que mais vezes terminou o torneio no "G-4", grupo dos quatro melhores do campeonato: 14 vezes. Possui o segundo melhor média de público de todas as edições do torneio. Possui seis dos principais goleadores na história do certamén e, foi a terceira equipa na história a atingir a incrível marca de 1.000 golos em campeonatos brasileiros.[3] [4] Também é uns das equipas que mais possui jogadores premiados pela "Bola de Prata" (Bola de Prata) e "Bola de Ouro" (Bola de Ouro); prêmios concedidos pela Revista Placar a melhore-los jogadores do campeonato na cada posição, e ao melhor jogador de todo o campeonato.[5]

Nascimento de uma Instituição

As décadas de 10 a 30

As primeiras décadas dos 101 anos de história do Atlético, são marcados pelo pionerismo dentro e afora dos campos. Seu história se entrelaza com o crescimento da capital mineira, Belo Horizonte.

O "Alçapão do Galo", primeiro estádio do Clube.

Primeiro campeão do Campeonato Mineiro em 1915; ao ano de 1929 o Albinegro também figurou como a primeira equipa do Estado a disputar um partido contra um quadro internacional: o Vitória Setúbal, campeão português por aquele então. O partido terminou 3-1 para o Galo, e jogou-se no estádio "Antônio Carlos", que foi um dos primeiros do país a receber reflectores. Na inauguração do estádio, jogou-se um partido contra o Corinthians de San Pablo, a melhor equipa do Brasil na época, o Atlético goleou o quadro paulista por 4-2. Em um ano depois, Jules Rimet, presidente da FIFA, visitou ao estádio do Atlético para ver, pela primeira vez, um partido nocturno.

Pelas décadas de 20 a 30, o futebol de Minas Gerais seria dominado pela América Mineiro, que conquistaria o título estatal 10 vezes consecutivas, entre os anos 1916 a 1925. O Atlético, com o atacante Mário de Castro em plano de figura, seria o que romperia a sequência de triunfos da América, conquistando o Campeonato de 1926 e 1927. Mas, em seguida, outra hegemonía local dominaria o Estado: o Palestra Itália, equipa de imigrantes italianos. O quadro italiano alçar-se-ia com a copa nos anos 1928 a 1930.

Por estes tempos (1927 a 1932), o Galo contou com a famosa "Tríade Maldita", formado por Said, Jairo e Mário de Castro; este último foi o primeiro jogador fosse do eixo Rio-San Pablo a ser chamado para jogar pela Selecção Nacional do Brasil. Juntos, eles marcaram 467 golos, um verdadeiro recorde mundial naqueles anos. Em 1933, o atacante Arthur Friedenreich, ou O Tigre, também jogou pelo Atlético.


Belo Horizonte actualmente. O Atlético cresceu junto à capital do estado de Minas Gerais e uma das cidades mais importantes do Brasil.

As décadas de 30 e 40

A década de 1930, foi inaugurada com um bicampeonato estatal do Atlético em 1931 e 1932. Mas, seu poder fá-se-ia sentir mais forte ao final da década, tanto a nível local como a nível nacional. Após as glórias do Villa Nova, equipo campeão entre 1932 a 1935, o Atlético voltaria a conseguir o título em 1936, 1938 e 1939.

Em 1937, foi realizado no Brasil, o primeiro torneio profissional de futebol, que se chamou o Torneio dos Campeões. Além do Atlético, juntou aos campeões estatais do Rio de Janeiro, Espírito Santo, e de San Pablo. No primeiro partido, o Atlético tinha sido goleado pelo Fluminense por 6-0, e depois empatou com o Rio Branco em 1-1. O título parecia distante já que era o colista com um ponto. Mas já no partido seguinte se iniciou uma reacção: goleou a Portuguesa Desportos por 5-0, devolveu a derrota para o Fluminense vencendo por 4-1, goleou o Rio Branco na volta por 5-1 e finalizou com uma vitória por 3-2 em frente ao campeão paulista, a Portuguesa Desportos. O Albinegro tornou-se o "Campeão dos campeões" e figurou como a primeira equipa grande do Brasil a conseguir um título de expressão nacional.

A década de 40 seria albinegra, o Atlético foi campeão do Estado em 1941, 1942, 1946, 1947 e 1949.

Surgimiento de um Mito

A década de 50

O "pirulí" da Praça Sete (Praça Sete), no coração de Belo Horizonte. Era o ponto central onde a claque do Atlético celebrava os títulos do clube nos anos 50. Aqui uma foto actual deste lugar histórico.

Depois após o falhanço da Selecção Nacional na Copa Mundial de 1950, evento conhecido mundialmente como "O Maracanazo", a CBD proibiu qualquer partido entre equipas brasileiros e estrangeiros, por temer outro revés do futebol nacional.

Mas, o Atlético não fez caso a esta resolução, e em dezembro de 1950 foi o primeiro Clube profissional do Brasil, a excursionar por Europa . O Galo disputou dez partidos em solo europeu, derrotando a quatro campeões nacionais do continente, incluindo ao subcampeón europeu daquele então: o RSC Anderlecht, também campeão da Bélgica, e outros grandes da época; como o Schalke 04 e Hamburgo SV. Resultado final: de 10 partidos ganhou 6, empatou 2 e perdeu outros 2. O Clube recebeu do comando do presidente da Federacíon do Futebol Alemão, o troféu do "Torneio de Inverno". Na chegada a Brasil, os meios brasileiros proclamaram o quadro mineiro como "O Campeão do Gelo", já que os partidos se jogaram em temperaturas abaixo de zero. O quadro mineiro foi homenageado pela CBD dantes de um partido do Campeonato Carioca, no mesmo Estádio Maracaná, lugar do desastre de 1950. Na chegada à capital mineira, Belo Horizonte, uma multidão de aficionados, levaram os campeões nos blazos até o edifício do governo do Estado.[6]

A década de 1950, também ficaria marcada por um pentacampeonato estatalentre nos anos 1952 a 1956, com uma equipa inolvidable, cheio de craques e de muito amor a camisa.

A década de 60

O final da década de 1960, marcaria o início da época conhecida como a "Era Mineirão", que marcou o crescimento vertiginoso do Cruzeiro, que passou a ter expressão nacional por estes tempos. A nível estatal, o Atlético mal conseguiria um bicampeonato nos anos 1962 e 1963. A nível nacional, boas participações na Taça Brasil, máxima concorrência nacional na época.

Por então, o máximo rival do Galo era a América, que foi a primeira força dominante do Estado, mas para os anos 40 começou a se forjar uma das maiores rivalidades de Sudamérica : Atlético-Cruzeiro. O Atlético manteve-se por adiante de seu inimigo acérrimo até os anos 60, quando Raul, Wilson Piazzo, Dirceu Lopes e Tostão transformaram a Raposa (o zorro) em um dos clubes mais temíveis do país.

Mineirão, construído em 1965, marcou a revolução do futebol no Estado.

O final da década seria um aviso às décadas seguintes, duas façanhas históricas marcariam nos anos de 1968 e 1969. A Selecção Brasileira disputaria um amistoso com a Selecção da Jugoslávia, o partido terminou com um empate por 2-2. Três dias depois o Atlético Mineiro, através de um convite oficial, vestiria a camisa verde-amarela e derrotaria a mesma Selecção da Jugoslávia por 3-2. Os meios do Brasil perguntavam-se se o Atlético seria melhor que a própria Selecção Brasileira.

Em um ano depois, o Atlético entraria para a história, ao ser a única equipa do mundo a derrotar a Seleção, a mesma que partidos dantes, tinha conseguido sua classificação à Copa Mundial de 1970 vencendo todos os partidos, onde marcou 23 golos e sofreu mal 2. A Seleção vinha de vencer ao Paraguai no último partido pelas Eliminatórias a México 1970, 183.000 pessoas estiveram presentes no Maracaná. Mas, no Mineirão, a recepção não seria a mesma, já que os quase 100.000 inchas foram para apoiar ao Atlético.

O Galo, usando o uniforme vermelho, representativo da bandeira do Estado, derrotou a seu próprio país em um partido épico: 2-1, golos de Amauri e Dadá para o Atlético e Pelé (em off-side) para o Brasil.[7] Após o partido, o Atlético recebeu o Troféu Luiz de Souza Lima, que foi preparado para o ganhador do partido e em celebração ao Dia da Indenpencia do Brasil. Em um ano depois Brasil conseguiria sua terceira coroa no Mundial de México 1970.

Nos anos dourados

A década de 70

Em 1970, o Atlético participava uma vez mais do Torneio Roberto Gomes Pedrosa. O torneio reuniu os 17 melhores equipas daquele ano, onde foram divididos em dois grupos. O Atlético terminou a primeira fase com o segundo lugar do Grupo A, com uma vitória a não ser que o ponteiro, o Fluminense. No cuadrangular final, além de Atlético e Fluminense, estiveram presentes o Palmeiras e o Cruzeiro, primeiro e segundo do Grupo B. Lamentavelmente, o Atlético não repetiu as boas actuações da primeira fase, e finalizou o torneio em terceiro da tabela geral.

Em 1971, o Atlético foi o primeiro campeão do primeiro "Brasileirão", deixando no caminho ao Santos de Pelé e o Botafogo de Jairzinho . No ano anterior, além do terceiro posto no Torneio Roberto Gomes Pedrosa, também tinha rompido a sequência de títulos do Cruzeiro, conquistando o Campeonato Estatal.

A década de 70, foi uma das mais gloriosas na história do Atlético, tal era a magia daquela equipa, que o Atlético era convidado frequentemente a "dar recitais de futebol em diversos torneios internacionais na Europa, jogando contra grandes equipas do futebol mundial. Um exemplo foi o que ocorreu o 76 em Espanha ; em um dia depois que o Mineiro conquistasse o Torneio Conde de Fenosa (derrotando ao Celta e A Corunha); os diários do país desafiaram aos grandes do futebol de Espanha a sacar a "cara" pelos hispanos contra o Galo:[8]


Tanto seu labor no partido de apresentação contra o Celta, como na de ontem em frente a nosso Desportivo, o C.A. Mineiro de Belo Horizonte, demonstrou que não tinha o menor exagero quando se publicou seu historial, e seus triunfos sobre o Cruzeiro. Trata-se de uma equipa extraordinária, não só com esse domínio da “bola”, com esse malabarismo, com essa intuición própria dos conjuntos do Brasil, senão com uma grande fortaleza física, com precisão também no passe longo, com velocidade nas arrancadas e com um disparo durísimo, do que são claro exemplo os dois últimos golos que lhe encaixou ao onze coruñés. Claro que para contrastar esta valia, o Atlético Mineiro tinha que se enfrentar a algum das equipas ponteiros do futebol espanhol, pois nem o Celta nem o Desportivo são boas pedras de toque para as reais possibilidades das hostes do técnico Barbatana. Mas, de todos modos, é um verdadeiro deleite contemplar estas rítmicas evoluções dos “mineiros” que tecem e retejen o futebol em espera da arrancada, da penetración velocísima, para a coroar com forte disparo.


Em 1972, seria campeão do Torneio de León em México, derrotando a Selecção Mexicana em seu próprio país: 4-2. Também conquistaria em solo europeu, o troféu do Torneio de Vigo (1977).

Em 1977, a claque do Atlético passaria por uns dos momentos mais tristes de seu história, o Galo chegava ao final do Brasileirão de maneira invicta, e com uma campanha muito superior aos outros 61 participantes daquele ano. O partido final ficaria marcado pela violência do Sao Paulo F.C., que conseguiria seu primeiro título nacional ao vencer o Atlético 3-2 nos penais, no estádio Mineirão. Nos Libertadores de 1978, o Atlético chegaria até a semifinal, mas não resistiria à força de Boca Juniors e River Plate, finalistas dos Libertadores nos dois anos anteriores.

Mas nem tudo seria tristeza em 1978, pois neste ano o Atlético derrotaria ao mesmo Sao Paulo F.C., no final do Torneio dos Campeões Brasileiros, no mesmo estádio Mineirão, e também por penais: 3-2.

Com o sucesso da equipa, dois jogadores atleticanos foram seleccionados para jogar pela Selecção do Brasil na Copa da Argentina em 1978, foram eles: Toninho Cerezo e Reinaldo, que marcaria o golo de empate no debut do Brasil em frente a Suécia (1-1).

A década de 80

O Atlético reuniu uma equipa mais impressionante que aquele formado por Humberto Monteiro, Angelo, Humberto Ramos, Oldair, Dario e companhia, que tinha conseguido o Brasileirão de 1971.

Entre 1976 e 1989, o Atlético ganhou o título estatal em 11 ocasiões, comandado magnificamente por João Leite, Luizinho, Nelinho, Paulo Isidoro, Toninho Cerezo, Eder Aleixo e o legendario Reinaldo, o melhor jogador do clube de todos os tempos e um dos atacantes mais extraordinários na história do Brasil. Esta equipa formou a base da inolvidable Selecção do Brasil em Espanha 1982.

Lamentavelmente, este legendario equipa perdeu o final de une-a brasileira contra o Flamengo de Zico em 1980, na que é considerada o melhor final de todos os tempos do Brasil. Ao ano seguinte foi eliminado nos Libertadores de 1981 pelo mesmo Flamengo, no partido mais polémico na história do Brasil.

A nível nacional, o Atlético faria grandes campanhas no Brasileirão nos anos 1982, 1985, 1986, 1987 e 1988, caindo sempre em semifinais. A nível internacional, conseguiria troféus de prestigiosos torneios da Europa: Troféu Costa do Sol (1980), Torneio de Paris (1982), Torneio de Bilbao (1982), Torneio de Berna (1983) e Torneio de Amsterdã (1984). Derrotando a tradicionais equipas européias como o Athletic Bilbao, Paris Saint-Germain FC e AFC Ajax.

Reconhecimento Internacional

A década de 90

A nível estatal e nacional, a década de 1990 foi de altos e baixos para o Galo, maus resultados e goleadas desastrozas mancharam seu história gloriosa, e se não bastasse isto, os atleticanos veriam ao Cruzeiro se tornar a hegemonía estatal, já que o Atlético mal seria campeão em 1991, 1995 e 1999. O Atlético faria boas participações no Brasileirão de 1991, 1996, 1997 e 1999, quando foi subcampeón.

A nível internacional, o Atlético foi campeão do Troféu Ramón de Carranza em 1990, mas dois anos depois, conseguiria seu primeiro título internacional oficial: a Copa Conmebol de 1992, criado nos moldes da Copa UEFA e actual Copa Sudamericana; após eliminar a equipas importantes da região como CD O Nacional de Equador , o Atlético chocar-se-ia com o tradicional Olimpia de Paraguai , e se alçou com a copa ao o derrotar por um global de 2-1. Este título deu-lhe o direito de jogar a Copa de Ouro Nicolás Leoz em 1993, uma espécie de torneio de campeões de Sudamérica. Depois de eliminar ao Cruzeiro na semifinal, o Atlético reecontraría à Boca Juniors no final onde foi derrotado por um global de 1-0.

O Atlético, comandado pelo mítico arqueiro Taffarel, voltaria a conquistar a Copa Conmebol em 1997; por um global de 5-2, derrotou ao CA Lanús da Argentina no final. Em 1997, mais uma conquista internacional: a Copa Centenário de Belo Horizonte. Após empatar com o poderoso AC Milan e a América Mineiro, uma goleada contra o Corinthians fizeram que o Atlético ascendera ao final do torneio, contra seu archirrival, o Cruzeiro, que vinha de um grupo que tinha a SL Benfica, Flamengo e Olimpia. No final, o Galo impôs-se contra o Cruzeiro com um 2-1 e levantou a copa. Ainda para completar a década, o Atlético conquistaria mais dois troféus internacionais: a Millennium Cup (ou Copa Miami) e Three Continent`s Cup, derrotando a Glasgow Rangers e AFC Ajax nos finais.

Crise e Resurgimiento

A década de 2000

Atlético-Palmeiras, um dos grandes clássicos do Brasil. O Galo vence ao Palmeiras no Estádio Palestra Itália, em um ano após a ascensão à Série A.

Até agora, no novo milénio tem trazido mais baixos que altos para o Atlético. Apesar de um início prometedor, com a consecución do Bicampeonato Mineiro em 2000, os quartos de final dos Libertadores também em 2000 e as semifinais da Copa Mercosul também no mesmo ano,[9] a equipa sofreu uma autêntica debacle justo depois. Por estes anos, a principal figura do plantel foi o volante Gilberto Silva, campeão com Brasil em Korea/Japon 2002.

A equipa conseguiu evitar por pouco o descenso à Série B em 2004, mas baixou de categoria ao ano seguinte. E por se isso não fosse pouco, o Atlético fracassou em sua tentativa de alçar com o título estatal por sexto ano consecutivo, algo que não ocorria desde os anos 20.

No entanto, com a força de sua imensa claque, o clube conseguiu voltar à Série A em sua primeira tentativa, depois de conseguir o título do Brasileirão de Série B e, em 2007, alçou-se com a copa do Campeonato Mineiro depois de superar no final ao Cruzeiro por um global de 4-2, e acabou o Campeonato Brasileiro em uma meritoria sétima posição.

O 26 de março, em celebração do Centenário, o Atlético jogou um partido amistoso contra o Peñarol do Uruguai, empatando em 1-1 adiante de mais de 76.000 inchas.

Temporada 2009

Actualmente o Atlético vive uma verdadeira revolução administrativa. Para o ano de 2009, o Atlético fez grandes investimentos para voltar a brigar títulos e glórias, como fez ao longo de seu história. Para a Temporada de 2010, o Clube fichó a Vanderlei Luxemburgo, ex DT de Real Madri e da Canarinha[10]

Estádio

Artigo principal: Estádio Mineirão

O Estádio Mineirão, um dos campos mais grandiosos e com maior ambiente do Brasil, é propriedade do Estado de Minas Gerais, mas nele jogam como locais o Atlético e o Cruzeiro. Inaugurou-se em 1965 e o primeiro golo conseguiu-o o mediocampista do Atlético Bugle, em um partido que enfrentou a um onze estatal contra o River Plate argentino.

Claque

Massa Atleticana: em um partido em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Dados do Clube

Jogadores

Categoria principal: Futebolistas do Atlético Mineiro

Modelo 2010

N.º Posição Jogador
Bandera de Uruguay POR Fabián Carini
Bandera de Brasil POR Aranha
Bandera de Brasil POR Renan Ribeiro
Bandera de Brasil DEF Júnior
Bandera de Brasil DEF Coelho
Bandera de Brasil DEF Marcos Rocha
Bandera de Brasil DEF Sheslon
Bandera de Paraguay DEF Julio César Cáceres
Bandera de Brasil DEF Welton Felipe
Bandera de Brasil DEF Werley
Bandera de Brasil DEF Samuel
Bandera de Paraguay DEF Pedro Benítez
Bandera de Brasil DEF Leandro
Posição Jogador
Bandera de Ecuador DEF Jairo Campos
Bandera de Brasil MED Zé Luís
Bandera de Brasil MED Renan Oliveira
Bandera de Brasil MED Jonílson
Bandera de Brasil MED Correia
Bandera de Brasil MED Fabiano
Bandera de Brasil MED Serginho Mineiro
Bandera de Brasil MED Carlos Alberto
Bandera de Brasil DE O Marques
Bandera de Brasil DE O Pedro Paulo
Bandera de Brasil DE O Diego Tardelli (capitão)
Bandera de Brasil DE O Muriqui
Bandera de Brasil DE O Obina

Palmarés

Torneios estaduales

Torneios nacionais

Torneios internacionais oficiais

Torneios internacionais amistosos

Referências

Enlaces externos

Enlaces relacionados

Livros sobre o Clube Atlético Mineiro

Coordenadas: 19°55′38.41″S 43°56′48.15″Ou / -19.9273361, -43.9467083

Modelo:ORDENAR:Atletico Mineiro

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/t/e/Ate%C3%ADsmo.html"
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