| San Martín | |
|---|---|
| Nome completo | Clube Atlético San Martín |
| Apodo(s) | Os Cirujas, O Santo |
| Fundação | 2 de novembro de 1909 (100 anos) |
| Estádio | Estádio A Cidadela San Miguel de Tucumán (Tucumán), Argentina |
| Capacidade | 25.500 |
| Inauguração | 1925 |
| Presidente | Rubén Ale[1] |
| Treinador | |
| Une | Primeiro "B" Nacional |
| Clausura 2009 (Primeira Divisão) | 17º |
| Sitio site oficial | |
O Clube Atlético San Martín, é um clube desportivo da cidade de San Miguel de Tucumán, Argentina fundado o 2 de novembro de 1909 . Actualmente joga no Primeiro B Nacional.
Conteúdo |
O Clube Atlético San Martín foi fundado pelo entusiasmo de 14 jovens da barriada sul de San Miguel de Tucumán. Os fundadores foram Romelio Castro, Ezequiel Riquelme, Secundino Torossi, Medardo Figueroa, Ramón Méndez, Zacarías Robles, Segundo Medina, Manuel Reynoso, Justo González, Alberto Muruaga, Segundo Rivero, Amado Pereyra, Angel Suárez e Ramón Romano. Reuniam-se na casa de Riquelme e na de Torossi, até que se assinou a acta de fundação na noite do 2 de novembro de 1909. Não se imaginavam estes jovens do canto conhecido como "A Laguna", já que esta se inundava quando llovía, a trascendencia que teria esse modesto clube, que nasceu como representante de uma barriada, para terminar convertendo no símbolo de uma província e um das equipas mais importantes do Interior do país.
Foi seu primeiro presidente Romelio Castro, as cores distintivos da t-shirt estão inspirados nos usados pelos gloriosos granaderos de José de San Martín, e no escudo, essas faixas verticais vermelhas e brancas são 11, porque representam aos 11 jogadores da equipa.
Seus máximos lucros desportivos chegariam na década do 40 conseguindo 7 títulos do torneio local 5 deles consecutivos e em 1944 quando se coroa campeão da Copa da República um dos campeonatos mais importantes que se disputava naquela época.
Nos anos 60 começa a participar dos Torneios Regionais obtendo cotas aos Torneios Nacionais, jogou em quase todos os Torneios ingressando na AFA no Nacional de 1968 .
Seus melhores participações foram em 1985 (Terceira Fase) e 1982 (Quartos de Final). Na Temporada 1987/88 produziu um facto histórico ao classificar desde os regionais ao zonal Noroeste o qual ganhou; posteriormente participou no Dodecagonal pela segunda ascensão a Primeira Divisão (ao qual classificou por ter ganhado o zonal) também o ganhando e acedendo assim à primeira categoria do Futebol Argentino sem ter jogado o Nacional "B".
No ano 2003 o clube toca fundo futbolística e economicamente chegando a une-a local onde é levado à quebra e é gerenciado.
A partir de 2004 a equipa ascende de une-a local à Primeira Divisão da Argentina, jogando o torneio de une-a Tucumana de Futebol 2004e consagrando-se campeão depois de roubar o título a UTA. Simultaneamente San Martín joga o Torneio Argentino B em 2005 no qual ascende ao Argentino A lhe ganhando o Final a Sportivo Pátria de Formosa. Ganha o clausura 2006 do Torneio Argentino A mas perde o final pela ascensão ao Nacional B, que termina conseguindo depois na promoção ao vencer a San Martín de Mendoza, com golo de Juan Manuel Cortes. Coroa-se campeão do Nacional B 2007-08 o 26 de maio de 2008 , quando, depois de empatar 2:2 com Chacarita Juniors, ascende à Primeira Divisão da Argentina.
San Martín de Tucuman é a única equipa do mundo em ter chegado à máxima categoria do futebol nacional (Primeira) desde a categoria mais baixa (une tucuman de futbol); ter caido a dita categoria e desde aí voltar novamente a primeira.
Nos começos o estádio de San Martín era muito precário, mal tinha arcos e as linhas de cal. Em 1916 quando começou a disputar torneios oficiais mudou de campo ao Gimnasio Sáenz Peña, localizado em Avenida Alem e Rondeau, onde actualmente tem sua sede o Clube Central Córdoba e a fins da década se mudaram novamente ao Gimnasio do Sport. Localizado em Avenida Sarmiento e Laprida, um campo sem perto olímpica. Os encontros eram seguidos com atenção pelos aficionados que parados ordenadamente ao custado do campo de jogo, não se perdiam detalhe da cada jogada. O órden só se alterava com um golo, uma jogada de risco, ou alguma falha discutible. Então entravam em acção os efectivos policiais ou umas personagens que conformavam a família popular do futebol daquela época e actuavam como eficazes colaboradores do árbitro ao evitar qualquer roce entre o público e os jogadores.
O título conseguido em 1919, quando se organizou o primeiro campeonato pela Federação Tucumana de Futebol, colaborou em grande parte ao crescimento da popularidade.
O 19 de maio de 1922 aprovou-se o projecto do estádio próprio e em setembro desse ano iniciou-se a colocação de acções para o financiamento da obra. Em dezembro, uma assembleia geral deu o visto bom para compra-a de um terreno que custava $ 30.300. Finalmente foi inaugurado em julho de 1925 . Mas por crises económicas em 1929 o clube vê-se obrigado a vender os terrenos.
No 1932 receberam-se doações de outros terrenos no bairro da Cidadela onde se situa o actual estádio.
No ano 1955 a Comissão Directiva que por então regia os destinos da instituição enfrentou a responsabilidade de proceder à demolição da velha tribuna metálica que, localizada no sector central, lado oeste do estádio, fazia as vezes de oficial ou tribuna para os sócios. Em uns meses mais tarde já mostravam seu porte imponente as 33 colunas de elevada altura que serviriam de base para o que na actualidade é a tribuna de plateas centrais. Novas tribunas oficiais sobre o sector noroeste, ampliação das populares que dão a rua Bolívar, cabines para o jornalismo, a construção de 800 butacas, modernos vestuarios para as equipas e árbitras, sanitários, enfermaria e outras obras serviram para demonstrar a próprios e estranhos que San Martín crescia a cada dia um pouco mais e já por esses anos era motivo de orgulho para o desporto tucumano.
Durante a presidência do Sr. Ernesto García Soaje San Martín cresceu a passos agigantados e sobretudo no que a obras no estádio se refere, se levando se capacidade de 12.000 pessoas a 22.000 a fins de 1968. Este facto permitia por sua comodidade conseguir uma maior participação de espectadores e portanto que as arrecadações fossem aumentando permanentemente.
Em noite do 25 de outubro de 1968 apresentava-se na Cidadela a primeira equipa de San Lorenzo de Almagro. Essa noite, dantes do choque futbolístico entre os dois "santos" cumprir-se-ia um acto que teve contornos de funda emoção. Outro dos grandes sonhos se fez realidade: a iluminação do estádio. O R.P. Amado Dip procedeu a abençoar as instalações da nova iluminação e a Banda do Regimiento 19 de Infantería, entre a ovação da multidão, punha mais brilho ainda à magnífica festa que nesses momentos estava a viver o bairro. A fumaça e o colorido dos fogos artificiais, as bandeiras que ondeaban nas tribunas e os bombos acompanhando os cánticos da claque, punham sua nota emotiva.
Desde o instante mesmo em que o Engenheiro Natalio Mirkin assumia a presidência do clube em 1973 se comprometeu a continuar os ambiciosos planos tendientes a dotar ao estádio de maiores comodidades. É de modo que decide-se encarar a ampliação das tribunas populares sobre ruas Rondeau e Avenida Pellegrini e, em agosto de 1976, inaugura-se a ampliação sobre o sector sul que davam cabida a 3.500 pessoas, com o que o estádio tinha já uma capacidade de 25.500 espectadores. Em uns meses mais tarde, maio de 1977, habilita-se a ampliação da tribuna que dá costas à Avenida Pellegrini para 5.000 espectadores mais, o que fez ascender a capacidade do estádio a 25.500 aficionados, número que se manteve até nossos dias.
A vida institucional de San Martín cumpriu diversas etapas. Em 1973 iniciou-se uma que seria fundamental para a descolagem definitiva no que a seu crescimento se refere, quando o Engenheiro Natalio Mirkin chegou à presidência do clube, acompanhado por um grupo que estava disposto a trabalhar forte para conseguir o que pára muitos se assemelhava a uma missão impossível.
O futebol foi, é e será o principal património de San Martín; através dele cresceu e se fez grande. Mas com o correr dos anos, o futebol deixou de ser algo exclusivo em sua vida. Outras actividades foram-se incorporando paulatinamente com diferente acontecimento. O desaparecido "Solar dos Desportos" foi utilizado durante muito tempo como anexo desportivo. Mas chegou o momento em que foi necessário crescer porque todo o existente tinha ficado garoto. E a ideia de construir um complexo desportivo começou a rondar pela mente dos dirigentes. O projecto foi tomando forma desde o momento que assumiu a directora. "O novo San Martín" foi o lema que acompanhou a Mirkin e sua gente. Entre muitas e arduas gestões, conseguiu-se obter um espaço de 17 hectares cedidos pelo governo provincial em concessão. Está localizado na zona de Cebil Redondo, sobre o Caminho do Peru e Espanha, nas adyacencias do ex Talento San José, no que poderiam ser as primeiras estribaciones de Horco Molle, e que também, no fundo, abarca o norte de Marcos Paz e Yerba Boa. A fins de 1977 iniciaram-se as obras. Um exército de homens e máquinas realizaram uma febril tarefa que esteve controlada de perto por Daniel Navarro Abadié, um sanmartiniano de alma. O arquitecto Mario Fernández Bravo foi o encarregado de dirigí-las. O 17 de dezembro de 1978 o sonho fez-se realidade. Esse dia foi oficialmente inaugurado o "Complexo General San Martín" (hoje Complexo Polideportivo do Clube San Martín Engenheiro Mirkin), o mais amplo e completo de todo o noroeste argentino.
As instalações básicas que se inauguravam abarcam perto olímpica, forestación com 1.500 instâncias diversas, caminhos internos vehiculares com praias interiores de livre estacionamiento, caminhos peatonales, a cujo lado há plantas com flores, um lago artificial de 6.000 m2 que permite a navegação com botes e a prática da pesca, um tanque em altura de 30.000 litros, com poço de bombeo com água cristalina e pura, aprovada em sua salubridade por organismos bioquímicos especializados, edifícios de 1.200 m2 de superfície coberta com vestuarios de primeira categoria, água fria e quente, escritórios administrativos, sala de primeiros auxilios, consultorios médicos, salão para actividades sociais, culturais e recreativas, vários quinchos, 1.000 m cobertos mais sombrillas playeras simultaneamente dos mesmos, grelhas individuais, cantina, bar, comedor, 2 campos de futebol, 3 de voleibol, 3 de básquet, uma de rugby, 5 de tênis, uma pileta de natación para meninos, outra olímpica de 21 por 50 metros, pista de atletismo, campos de hockey e patín, guarderías infantis, kinder clube e salas especiais para jogar ajedrez. O complexo polideportivo Sanmartiniano conta com recentes novas instalações e renovações, ademas das já mecionadas:
Para as diferentes espectativas dos sócios, o clube, conta com diversas disciplinas desportivas:
O clube conhecido como o maior do norte argentino se ganhou sua fama desde seus primeiros anos. Desde seus começos a instituição voltou-se sinonimo de popularidade já que a diferença dos outros clubes que só representavam a classe alta da cidade, este nascia de uma barriada importante e popular integrada por gente de classe média e classe baixa. Assim todos os vizinhos se sentiram atraidos e identificados com o novo projecto e colaboraram com sua integração e apóyo constante. Com a chegada do primeiro título anual de 1919 o clube começou a apaixonar a muitos seguidores deste apasinonante desporto e começou a ter renome na região. Nos anos foram passando e este humilde clube do sul da cidade tucumana começava a ser partícipe de torneios importantes ao nível regional e nacional, seu precário campo de jogo era invadido por centos de simpatizantes que se acercavam para ver ao equipo santo. Através dos anos a popularidade cresceu a rítmo da expanción institucional do clube. Populuarizando historicas caravanas, como quando se coroou campeão da República ou quando se inaugurou o complexo desportivo em cebíl redondo. Na actualidade seu reconhecimento foi protagonista de encuestas de diários como Clarin e A Nacion (ubicandolo nos 15 primeiros postos das equipas mais populares do país, e o primeiro no norte argentino), também em jornalistas de diversos meios nacionais catalogando à cidadela como o estádio mais quente do pais.
San Martín e Atlético enfrentaram-se em 30 ocasiões, desde 1989, baixo a órbita afista.[cita requerida]
Dos 15 choques na Cidadela, San Martín ganhou 7, Atlético só ganhou 1, e os restantes foram empates (7).[cita requerida]
Em campo de Atlético jogou-se 15 vezes, San Martín ganhou 3, Atlético ganhou 4 e empataram os 8 restantes.[cita requerida]
Em conclusão de clássicos: San Martín ganhou 10, Atlético 5 e 15 foram empates.[cita requerida]
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Modelo:ORDENAR:San Martin de Tucuman