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Clube Atlético Tigre

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Tigre
Nome completoClube Atlético Tigre
Apodo(s)O Matador de Vitória
Fundação3 de agosto de 1902 (108 anos)
EstádioJosé Dellagiovanna. Localizado em Vitória, San Fernando, Buenos Aires, Argentina
Capacidade26.282[1]
Inauguração20 de setembro de 1936.
PresidenteBandera de Argentina Luis San Andrés
TreinadorBandera de Argentina Ricardo Caruso Lombardi
UnePrimeira Divisão da Argentina
Clausura 201011°
Sitio site oficial
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Titular
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Alternativo

O Clube Atlético Tigre, conhecido popularmente como Tigre, é um clube desportivo localizado em Vitória, Partido de San Fernando, província de Buenos Aires, Argentina. Seu nome prove da cidade de Tigre, lugar onde foi fundado por José Dellagiovanna o 3 de agosto de 1902 . Sua disciplina mais destacada é o futebol profissional

Actualmente a equipa encontra-se na Primeira Divisão da Argentina.

Conteúdo

História

Origem e fundação

Fundação: o 3 de agosto de 1902 em uma reunião no povo das Conchas (Actualmente o Partido de Tigre), na rua Boulevard Cação ao 1100, um grupo de pessoas encabeçado por Dom José Dellagiovanna constitui a fundação do Clube Atlético Juventude do Tigre, para realizar actividades puramente desportivas. Nos primeiros anos as actividades consistiam na realização de partidos amistosos e, em contadas ocasiões, participavam de algum torneio zonal.

Acta de fundação: "No povo das Conchas, o 3 de agosto de 1902 , sendo as três passado meridiano, Os jovens Carlos Sciarra, Vicente Haedo, José Dellagiovanna, Armando Scanzi, Antonio Beiras, Cirilo Merelo, Adolfo Mermier, Roberto Barcala, José Truba, Carlos Bonelli, José Dalfovo e Antonio E. Dellagiovanna, resolvem fundar uma associação à que denominariam Clube Atlético Juventude do Tigre. Acto seguido nomeou-se as seguintes autoridades provisórias:

Fica constituído que na mesma assembleia constituinte que as actividades a desenvolver pelo clube, serão puramente desportivas, e em base a isso basear-se-ão os Estatutos. Após breves palavras do Sr. Presidente provisório, o que declara constituída a Associação, se levantou a sessão sendo as quatro passado meridiano.

As cores do Clube Atlético Tigre, são os mesmos que se utilizassem desde sua fundação: Azul França (ou "eléctrico") e Vermelho Bermellón.

São os que apareceram na primeira bandeira doada por dom José Dellagiovanna, com três faixas verticais, combinando Azul, Vermelho e Azul.[2]

Era Amateur

Em 1911 o "Clube Atlético Juventude de Tigre" inscreve-se para participar em torneios oficiais organizados por Argentine Foot-ball association. Nesse ano classifica-se sugundo nessa une. Como o nome era muito longo se decidiu alterar para Clube Atlético do Tigre". Em seu primeiro torneio fica no terceiro posto e colheita 26 pontos. Neste ano também Tigre consegue sua máxima goleada em sua história e foi a Clube Atlético Argentino de Quilmes por 11-0.

Em 1912 Tigre começou jogando na Associação Argentina de Football, mas no mês de Maio cria-se a Federação Argentina de Football, à qual o Clube decide afiliarse. Nesta nova Federação Tigre disputa o Torneio de Intermediária cujo Campeão conseguiria a ascensão à Primeira Divisão. Tigre conseguiria este torneio, seu primeiro título em sua história.[3] O Torneio foi muito duro, se Tigre caía na última jornada, Hispano Argentino (depois chamado Columbian) ficava com o primeiro lugar. Mas Tigre vence como visitante a Villa Soldati por 1 a 0, com golo de Norberto Martínez e culmina ao topo da tabela de posições.

Classificados os dois melhores equipas da cada zona, disputam-se os encontros de semifinais: Tigre disputa sua chave contra Honra e Pátria em campo de Argentino de Quilmes, impondo-se 2 a 1 com dois golos de Angeletti. Insolitamente a Comissão de apelações fez jogar novamente este partido, desta vez em campo do Clube Atlanta, ganhando novamente Tigre por 1 a 0. Classificado ao final Tigre enfrenta a Argentinos de Vélez Sarsfield (o Vélez Sarsfield actual), o 29/12/12 em campo de Gimnasia e Esgrima de Palermo. Ao finalizar o tempo regulamentar, o partido está empatado em 2 golos (Santoro e Bernasconi para Tigre). No tempo suplementar, Tigre desnivela e termina triunfando por 4-2 com mais dois golos de Santoro. É de modo que Tigre sozinho participou 2 anos em categorias de ascensão, e ascendeu exclusivamente por méritos desportivos, algo que não era motivo indispensável para obter esse benefício por aquela época (vários clubes ascenderam "a dedo"). Ao todo, Tigre ganhou 12 encontros, empatou 2 e perdeu 2. Seu platel estava conformado por: Alfredo Morando, Edelmiro Calzetta, Cirilo Merello, Florencio Martínez, Lisandro Méndez, José Vale, Alberto Voena, Norberto Martínez, Francisco Crespo, Manuel Rodríguez, Ernesto Zaluzzi, José Santoro e Antonio Rodríguez. O DT desta equipa era Alberto Voena.

O 1 de maio de 1913 debuta em primeira divisão empatando 0-0 com Porteño. O 11 de maio do mesmo ano consegue sua primeira vitória em Primeira, depois de vencer a Sociedade Sportiva por 2-0, no Pavilhão das Rosas, em Palermo. O golo de Cevasco, aos 7 minutos, foi o primeiro golo desta instituição em Primeira Divisão. O 1 de setembro de 1913 José Dellagiovanna consegue alugar o terreno da rua Rocha e o Rio das Conchas, do qual converter-se-ia no primeiro estádio de Tigre. O Clube teve arduos trabalhos de recheado para rechear o campo de jogo. O 2 de dezembro de 1913 inaugura-se o novo campo, a que a lenda denominaria mais tarde O campo do Lechero Afogado, apodo imposto pelo jornalista uruguaio Dr. Antonio Palácio Zino, ao ver como um espectador é transportado em uma carroça de lechero que acercava a gente ao campo por causa da crescida do rio, caiu a uma limpa com água, sem sofrer mais dano que uma mojadura. Este ano ademais é reconhecido por ter-se disputado o primeiro partido internacional de um clube argentino, ao igualar 2-2 em frente a Central Montevideo no Uruguai.

Em 12 de abril de 1914 joga seu primeiro partido oficial em seu próprio campo vencendo a Atlanta 3 a 2 com dois golos de Dattas e o restante de Mux. O 11 de outubro enfrenta em seu campo a Independente pela 16º data do campeonato de Primeira Divisão. Perdendo 2 a 0, o encontro é suspendido ao começar o segundo tempo, porque o público local invade o campo de jogo. Conhecendo qual seria a resolução da Junta Directiva da Federação, as autoridades do clube anunciam o retiro da mesma. Dias depois a Junta Directiva resolve expulsar ao Clube Atlético do Tigre.

Em 1915 ao começar no ano fundem-se a Federação Argentina de Foot-ball com a Associação Argentina de Foot-ball, tomando o nome da segunda. A partir desse ano começa a chamar-se Clube Atlético Tigre.

Em 1916 realiza-se em Bs. As. o 1º Campeonato Sudamericano de futebol. No seleccionado Argentino jogava o atacante tigrense Adolfo Heissinger. No entanto oficialmente considera-se como primeiro campeonato sudamericano, o realizado em Montevideo ao ano seguinte (1917). Na equipa argentina subcampeón jogou o atacante de Tigre, A. Martín.

Também nesse ano, em um partido jogado no estádio de Tigre (apodado "O Lechero Afogado") entre o conjunto local e seu simmilar de Platense. Platense derrota-o 1 a 0, e à saída teve sérios incidentes entre incha-los.

O 17 de junho de 1917 Tigre venceu a Platense por 3 a 1 em um encontro pela Copa de Honra. Este partido teve a particularidad de ser o que teve maior duração dos jogados oficialmente por nossa primeira equipa. Ao termo dos 90 minutos o resultado era 1 a 1, e como o torneio era por eliminação, o Juiz Gardi decidiu fazer jogar 30 minutos de alongue. Ao termo do alongue o resultado seguia 1 a 1, pelo que fez jogar outro suplementar de 30 minutos. Neste último alongue conseguiu Tigre converter 2 golos. Ao todo jogaram-se 150 minutos e os golos de Tigre converteram-nos Pedro Boide (2), e A. Arderius (1).

Em 1919 deixa de usar a t-shirt azul e vermelha a listras verticais, pelo motivo de que já tinha uma equipa com esse tipo de t-shirt (San Lorenzo de Almagro), então volta a usar a t-shirt azul conb vivos vermelhos.

Em 1922 Tigre passava por um bom momento futbolístico, com um excelente e nutrido plantel de jogadores comandados por Alberto B. Monge, Juan C. Bernasconi, José A. Champion e Manuel J. Vale. Em um extenso campeonato, que terminou no mês de maio de 1923, obtém a sua finalização a nona localização, enquanto na Associação Argentina de Foot-ball, torneio que se desenvolvia em forma paralela com o organizado pela Associação Amateurs se classificava campeão Boca Juniors. Em 40 partidos disputados, Tigre ganhou 15, empatou 14 e perdeu em 11 ocasiões. Os goleadores da temporada foram R. Seregni, 10 golos, C. R. González, 9 e em 7 ocasiões anotaram E. Macchi e Pedro Boide.

Em 1923 foi discreta campanha a cumprida por Tigre no campeonato deste ano, Muito mau começo; recém na nona data consegue seu primeiro triunfo em frente a Ferro Carril Oeste, para depois produzir em forma alternativa resultados favoráveis, que lhe permitissem sair dos últimos postos. Não obstante o irregular desempenho da equipa, sobresalieron vários jogadores que mais tarde seriam a base da equipa que em 1924 produzisse a melhor campanha de Tigre na era amateur. O arqueiro Scandone, Osuna, Gugliordi, Alonso, Heisinger, Simone, Haedo e Sarlanga foram alguns dos mais destacados.

Em 1924 faz sua melhor campanha em Primeira Divisão Amateur, classificando-se 7º nessa ocasião.

Em 1927 no torneio disputado nesse ano deviam descer quatro equipas. Tigre deveu desempatar com Defensores de Belgrano para determinar qual era a quarta equipa que descia a segunda divisão. O partido jogou-se em campo de Sportivo Barracas e Tigre perdeu por um a zero. No entanto Tigre não desceu já que tinha privilégio". Denominava-se assim ao benefício que tinham as instituições que tinham fundado a Associação Amateurs, pelo qual se lhes permitia continuar em primeira divisão apesar de lhes ter correspondido descer. Este "privilégio" podia-se utilizar uma sozinha vez; isto é que Tigre não desceu, mas perdeu o "privilégio".

Bernabé Ferreyra, o jogador que marcou um momento no futebol em sua época e o mais completo que teve o clube e que foi considerado como o melhor jogador do mundo em um momento de sua carreira futbolística

Em 1929 consegue sua máxima goleada em primeira divisão, em era-a amateur, com a chegada de Bernabé Ferreyra, o resultado foi 7-1 a Clube Atlético Platense.

O 31 de maio debuta em era-a profissional enfrentando a San Lorenzo de Almagro no Gasómetro de Av. A Prata, perdendo por 4 a 2. Savarro, Carmona e Giulidori; Baglietto, Solezzi e Brady; Gandulfo, Domingo Pérez, Guillermo Haedo, Juan Carlos Haedo e Alisio, foi a primeira formação no profesionalismo. Pela 3º data vence a Racing em campo de River Plate por 1 a 0 com golo de Domingo Pérez, conseguindo assim o primeiro triunfo no profesionalismo.

O 30 de agosto na data 14º debuta Bernabé Ferreyra e converte os cuatros golos com que se lhe ganha a Quilmes por 4 a 1 de local.

O 27 de setembro em campo de Boca Juniors vence a San Lorenzo 3 a 2, depois de ir perdendo 2 a 0 e com três golos de Bernabé nos últimos quinze minutos consegue dar volta o resultado. A partir daí ganha-se o apodo de "A Fera". Bernabé Ferreyra marca 19 golos em 13 partidos.

Era Profissional

Em 1931 funda-se une-a Argentina de Futebol que marca o começo da era profissional neste desporto.[4] Tigre é uma das 18 instituições que deixam a Associação Amateur Argentina de Football para fundar a nova associação, junto a Argentinos Juniors, Atlanta, Boca Juniors, Chacarita Juniors, Estudantes da Prata, Ferro Carril Oeste, Gimnasia e Esgrima A Prata, Furacão, Independente, Lanús, Platense, Quilmes, Racing Clube, River Plate, San Lorenzo, Oficinas (R. de Escalada) e Vélez Sársfield.

O 31 de maio debuta em era-a profissional enfrentando a San Lorenzo de Almagro no velho Gasómetro de Av. A Prata, perdendo por 4 a 2. Savarro; Carmona e Giulidori; Baglietto, Solezzi e Brady; Gandulfo, Domingo Pérez, Guillermo Haedo, Juan Carlos Haedo e Alisio, foi a primeira formação no profesionalismo. O primeiro golo de Tigre nesta nova etapa converte-o Juan Carlos Haedo. Pela data 3, o 7 de junho, vence a Racing Clube em campo de River Plate por 1 a 0 com golo de Domingo Pérez, conseguindo assim seu primeiro triunfo. A primeira vitória como local no próprio estádio de Tigre a consegue pela 5ta data o 28 de junho ao vencer a Furacão de Parque Patricios por 2 a 0. O 30 de agosto, pela data 14º debuta em era-a profissional, o oriunfo de Rufino, Santa Fé, o mítico Bernabé Ferreyra, e primeiramente começa a escrever a lenda: converte os cuatros golos para vencer a Quilmes por 4 a 1 de local.

O 27 de setembro produz-se quiçá o bico mais alto de sua rica história como futebolista: em campo de Boca Juniors, Tigre vence a San Lorenzo por 3 a 2 depois de ir perdendo 2 a 0. Com três golos de Bernabé nos últimos 15 minutos do partido, dá voltada o resultado e fica com a vitória. A partir deste momento, ganha-se popularmente o apodo de "A Fera". Nesta temporada Bernabé Ferreyra marca 19 golos em 13 partidos, e acapara o interesse de River Plate, que o adquire em cifra record para a época: 35.000 pesos, operação que lhes outorga o mote de milionários" que hoje conhecemos.

Em 1932 Bernabé Ferreyra é transferido a River na soma de 35.000 pesos, cifra record por aqueles tempos. Em 1934 junto com Quilmes Atlético Clube é separado da Primeira Divisão por um polémico decreto da A.F.A, mas ao ano seguinte ambos regressam ao círculo privilegiado.

Em 1935 adquirem-se os terrenos de Guido Spano e o 29 de setembro coloca-se a pedra fundamental para começar a construir o que hoje é o actual estádio de Tigre. O Monumental de Vitória.[5]

Em 1936 depois de uma temporada em Segunda Divisão junto a Quilmes voltam a Primeira. O 20 de setembro inaugura-se o estádio enfrentando em um amistoso a Boca Juniors, perdendo por 4 a 1.[6] Em uma semana mais tarde joga-se o primeiro partido oficial, pela 6º data enfrentando a Independente com um resultado adverso de 1 a 0. O 6 de dezembro produz-se o primeiro triunfo de Tigre em Vitória, vencendo a Ferro Carril Oeste por 2 a 0.

Juan Andrés Marvezzi, o máximo goleador da história do clube com 116 golos

Em 1937 chega à instituição Juan Andrés Marvezzi,[7] até hoje o máximo goleador de Tigre com 116 golos em 173 partidos entre os anos 1937 e 1943.

Em 1938 com poucas variantes em sua plantel iniciou Tigre o torneio. Em Vitória obteria 20 pontos em 17 encontros. Na 26º data ganhou-lhe a Racing 2 a 1, cortando assim uma série espectacular da equipa de Avellanaeda, que tinha convertido 8 golos na cada um dos três compromissos anteriores. Tigre formou com Sarquis; Quiroga e Juárez; Vorraso, Videla e Loiro; Fattoni, Rios, Marvezzi, Troncoso e Zatelli. Os dois golos converteu-os Eíbar Rios.

Em 1939 uma boa temporada de Tigre que somou 30 pontos. Novamente a melhor vitória foi como local ante Racing por 2 a 0 com golos de Rios e Troncoso. Juan Marvezzi foi o goleador com 21 golos e destacaram-se também Raimundo Sandoval, Aníbal Trancoso e Eusebio Videla.

Em 1940 a partir deste ano começa a utilizar a actual t-shirt azul com a faixa horizontal vermelha, ainda que em algumas oportunidades seguia utilizando a azul com vivos vermelhos ou a de bengalas. Neste ano também consegue seu maior goleada em primeira divisão, na era profissional, a Rosario Central por 7-2.

Em 1941 O Matador, da mão de Marvezzi, arranca com todo o campeonato e é o ponteiro absoluto até a 6º data do torneio local com 4 triunfos e 1 empate. Mas a equipa perde continuidade de bom jogo e baixa de posição.

O 12 de fevereiro faz seu debut a Selecção Argentina no Sudamericano de Chile enfrentando a Peru com a presença de Juan Andrés Marvezzi. Quatro dias mais tarde, na segunda apresentação, o conjunto nacional impôs-se a seu par equatoriano, derrotando-o por 6 a 1 convertendo, Marvezzi, cinco golos. Ao finalizar o torneio Argentina consagrar-se-ia campeão e o atacante tigrense, o goleador do torneio.

Em 1942 Juan Andrés Marvezzi é transferido a Racing Clube de Avellaneda. Sem a efectividad deste atacante, a equipa faz uma muito má temporada e desce desportivamente pela primeira vez na história.

Em 1943 a primeira equipa não consegue ultrapassar a frustración do ano anterior e faz uma campanha na que alterna 15 triunfos, 14 derrotas e 5 empates. O campeão seria Vélez Sársfield.

Em 1944 sai subcampeón de Segunda por trás de Gimnasia e Esgrima L.P. Disputa 40 partidos dos quais ganha 26, empata 6 e perde em 8.

Em 1945 classifica-se Campeão de Segunda de Ascensão e volta ao circuito privilegiado do futebol.[8] É o segundo título da história e o primeiro baixo a presidência de Mario Piotti. Impõe-se em 28 encontros, empata 4, e perde em 8 ocasiões; converte 128 golos, com mais de 3 golos de média por partido, e recebe 73.

Em 1946 numerosas incorporações apresentou Tigre ao começo deste certamen. Ao plantel que ganhasse a ascensão se somaram Maurino, Collere, Poletti, Rico, Giorgetti, Higinio García, Fiore, Ribeiro, Villafañe, Aguilar, Baum e Herrera. O caso mais curioso protagonizou-o Fernando Loiro, quem integrou a equipa superior em 20 cotejos jogando 6 deles como centrodelantero, 4 como marcador central direito, 3 como volante direito, 2 de marcador central esquerdo, 2 como marcador de ponta esquerdo, 2 como volante central e 1 como volante por esquerda. Ademais, durante alguns minutos do partido pela segunda roda com River actuou de ponteiro esquerdo. Por outra parte na partido Boca 5, Tigre 3, Loiro converteu um golo com o pé descalzo, que foi validado pelo arbitro Dottori

Em 1947 após estar durante quase todo o torneio na última posição, Tigre se salvou do descenso na data final, ao lhe ganhar a Furacão 3 a 1 com golos de Ingunza em duas oportunidades e Gómez; enquanto Atlanta, o perder com River, ficou condenado a perder a categoria.

Em 1948 baixo a presidência de Guillermo Solveyra Casares adquirem-se duas quintas no Partido das Conchas (actual Partido de Tigre). A Quinta Cobo e a Quinta Cibils Avellaneda, sitas na rua Lavalle 668 e 676 respectivamente, onde construir-se-ia a Sede Social de Tigre.

Em 1950 desce por segunda vez na história.

Em 1951 neste ano decorre com uma irregular actuação localizando-se na segunda metade da tabela. Em 30 partidos, ganha 12, empata 3, e perde 15 acumulando 27 pontos. O campeão, Rosario Central, obteve 45 unidades.

Em 1952 melhorando o desempenho do campeonato anterior classifica-se subcampeón a 1 ponto de Gimnasia e Esgrima da Prata. Em 34 partidos obtém 21 triunfos, 8 empates e 5 derrotas, e a melhor efectividad do torneio assinalando 93 golos. Neste ano consegue seu maior goleada em segunda divisão de era-a profissional, 8-2 a Defensores de Belgrano.

Em 1953 campeão de Segunda de Ascensão, regressa a Primeira Divisão.[9] É o terceiro título da história e segundo baixo a presidência Mario Piotti. Com 50 pontos os mesmos que a temporada anterior aventaja a Atlanta. Insolitamente obtém os mesmos triunfos, empates e derrotas que no ano anterior e a delantera volta a ser a mais efectiva do torneio com 87 tantos; também consegue ter a valla menos vencida com 44 golos na contramão.

Em 1954 começa a remodelagem e ampliado do estádio. Constroem-se a cabeceira de cemento com capacidade para 12500 pessoas e a platea techada.

Em 1955 a primeira equipa classifica-se 6º no torneio de Primeira Divisão, que é até nossos dias a melhor campanha em dita categoria. Tigre produziu uma notável actuação na segunda roda. A delantera de Tigre (De Bourgoing, Méndez, Cesáreo, Aguilar e Nicolás Gómez) foi a mais goleadora dessa segunda roda com 29 tantos (seguiu-lhe a famosa delantera de Independente de Micheli, Checconato, Lacasia, Grillo e Cruz, com 28 golos), o que originou que, em uma nota da época, escrita pelo jornalista Osvaldo Ardizzone para a revista "O Gráfico", se nomeasse pela primeira vez ao conjunto de Vitória como "O Matador". Cesáreo foi o herói dessa roda, já que marcou 6 golos decisivos (2 a San Lorenzo, 2 a Boca Juniors e 2 a Racing).

Em 1956 entre Janeiro e Março Tigre faz uma de melhore-las campanhas feita por uma equipa argentina na América, onde enfrentou equipas, conjuntos e seleccionados. Sobre 25 partidos, ganha 16, empata 6 e perde só 3; com 87 golos a favor e 37 na contramão. Seu maior goleada foi 8-1 em frente à selecção de Haiti , do qual essa é a maior goleada de Tigre em toda sua história. Outros bons resultados foram: 7-1 em frente a Kingston (Jamaica), 6-0 em frente à selecção de Vale de Cali, 6-1 em frente a um combinado jamaiquino, 5-1 combinado de Kingston, 4-1 a Tolima, entre outros.

Em 1958 com motivo da actuação do seleccionado Argentino no mundial da Suécia, produziu-se um longo receso no torneio oficial, e jogou-se um campeonato denominado "Copa Suécia". As equipas de Primeira Divisão "A" foram divididos em duas zonas; e Tigre cumpriu uma muito boa actuação, ganhando 5 partidos, empatando 3 e perdendo os 3 restantes. A equipa que disputou essa Copa foi integrado por: Álvarez Vega, Danelutti e Guastavino; De Maria, Ruíz e Ravecca; Porcel de Peralta (que converteu 9 golos), Dei Loreto, Molina, Omar Higionio García e Fanchi (também jogaram: Toriani, Rosso, Barbarino, Leguia, Nettuno, Pombo, Chan, Álvarez, Manghini, Pratto, Druziuk, Evaristo, Nicolás Gómez, Grusso e Sicco). Ao retomar-se o campeonato oficial, a equipa decayó, e a escassa média de anos anteriores provocou o descenso a Primeiro "B".

Em 1960 sai subcampeón de Primeiro B com 44 pontos, escoltando a Ande-los, onde se produz a melhor campanha como visitante realizada por uma equipa de Tigre. A equipa dirigida por René Pontoni lucro 22 pontos em 17 partidos, com 7 triunfos, 8 empates e 2 derrotas.

Em 1965 , um 24 de abril, debuta Néstor Hernandorena, um dos mais recordados arqueiros de Tigre, no partido em frente a Arsenal, substituindo a Cadars. O primeiro encontro completo jogou-o à semana seguinte enfrentando a Colon de Santa Fé. Ao todo suco 92 partidos entre 1965 e 1968.

Em 1967 , já em segunda divisão, Tigre sai campeão de seu terceiro torneio no profesionalismo e consegue ascender pelo reclasificatorio. Cosechó 23 pontos.

Em 1968 desce à segunda divisão.

Em 1969 debuta Pedro Daniel Pellegata, o jogador que mais vezes vestiu a t-shirt de clube com um total de 362 partidos.

Em 1970 desce a Primeiro "C", sendo este o pior capítulo de sua história.

Em 1971 Classifica-se Subcampeón do Primeiro "C" e retorna após um ano ao Primeiro "B". A equipa estabeleceu o record de terminar sem golos na contramão, 21 dos 42 partidos disputados. A defesa habitual dessa equipa era a seguinte: Pepe; Pintos, Pellegata, Murillo e Quiroga. Pepe, o grande arqueiro desse ano conseguiu manter seu arco invicto durante 906 minutos, estabelecendo um recorde por aqueles dias.

Raúl da Cruz Chaparro, um dos melhores do clube nos anos '70

Em 1975 asumé como Presidente Antonio Vitale e como primeira medida se decide formar uma equipa que devolva a imagem futbolística perdida. Os resultados foram que se incrementou a quantidade de sócios e se chegasse a encher o campo de Vitória durante toda a temporada. Compra-se a Raúl da Cruz Chaparro, eixo da brilhante equipa que formava com Pintos, Roa, silvera, Pellegata, Gagliardi e Dalmas; Fierro, De Rosa, Barranco, Chaparro e González.

Em 1979 o Matador realizou uma excelente campanha, coroando-se Campeão e conseguindo a Ascensão à Primeira Divisão. Nesse ano, e depois de duas rodas vencióen 18 partidos, empato em 14 e só perdeu 2 encontros, obtendo 50 pontos. O director técnico dessa grande equipa foi Antonio Villamor, com a assessoria geral desportiva de Juan Carlos "O Toto" Lorenzo. A equipa baseie que produziu esse campañón que deixaria ao Matador de volta em Primeira "A" era: Pistone; Eduardo Sánchez, Juan Carlos Bravo, Pedro Daniel Pellegatta e Raúl Alberto Giustozzi; Roberto Roque do Vale Carrizo, Miguel Ángel Ros e Oscar Omar Belo Meza: Aimetta, Salvador Aurelio Antonio Passini e Miguel Ángel Iannuzzi. Outros integrantes: Oscar Manis (arqueiro), Raúl Pedicone, Miguel Ángel Lemme, Agustín Coria e Orlando Grecco, entre outros.

Como sempre Tigre moveu multidões: nesse ano coroou-se ante 30.000 espectadores, no último partido do campeonato, no "Monumental de Vitória", no que conseguiu o empate que lhe fazia falta para conseguir o título: foi 1-1 vs. Almirante Brown (golo de Roberto Carrizo, de penal) com o que conseguiu a mínima mas definitiva vantagem de um ponto por sobre o Subcampeón, o Sportivo Italiano. Uma curiosidade desse ano: estando Tigre no B, vendeu mais entradas que Racing, San Lorenzo e Independente, em Primeira "A".

Em 1980 após uma magra campanha, volta ao Primeiro "B", conseguindo alguns poucos resultados interessantes como o triunfo ante Boca Juniors por 2 a 0 no velho estádio de Chacarita Juniors, em San Martín, com golos de Ross e Orlando Medina; a Vélez em Liniers por 3 a 2 com golos de Edgardo Luis Paruzzo. Outro facto para destacar foi a convocação que teve a equipa durante a primeira roda, onde apesar dos resultados se manteve nos primeiros postos na tabela de arrecadações.

Em 1982 produz-se um facto inédito até esses momentos na história do futebol argentino. Um grande, San Lorenzo de Almagro, desce a Primeiro "B" e realiza uma campanha espectacular com uma convocação para o assombro. No entanto, não pode com Tigre em nenhum dos dois encontros, que terminam igualados e ademais no primeiro deles, jogado no sábado 30 de março em River Plate, se produz o record de entradas vendidas historicamente em um partido da ascensão; 46.059. Ao estádio coincidem mais de 60.000 pessoas.

Em 1983 outra equipa protagoniza uma de melhore-las campanhas na história do clube. Com Walter Fiori como abanderado e figura excluyente do torneio, Tigre encabeça a tabela de posições durante a maior parte da temporada. Na segunda roda e depois de uma lesão de Walter, a equipa perde a ponta e em consequência a ascensão directa que fica em mãos de Atlanta, aventajando a Tigre por dois pontos. A campanha marca 20 triunfos, 10 empates e 12 derrotas. No Reduzido pela segunda ascensão, Tigre enfrenta a Chacarita e em definição por penais, depois de empatar os partidos correspondentes, os de San Martín conseguem a classificação e mais tarde a ascensão. Nesse ano surge outra das figuras de nosso futebol, Norberto Ortega Sánchez, que depois continuaria sua carreira em San Lorenzo de Almagro e em Coquimbo Unido de Chile .

Em 1984 outro grande, Racing Clube de Avellaneda passa pela divisional. E em dois anos enfrentam-se em 4 ocasiões. Ganham um encontro a cada um, e empatam em duas ocasiões. Depois da frustración sofrida no ano anterior a equipa realiza uma discreta campanha onde se mantém a metade de tabela. De todas formas consegue classificar para o Torneio Reduzido, mas é eliminado na primeira fase. Desportivo Espanhol é o campeão da temporada e Gimnasia e Esgrima da Prata consegue a segunda ascensão, derrotando a Racing Clube no final.

Em 1985 outra discreta campanha realiza a primeira equipa. Rosario Central é o campeão e Racing ascende no octogonal ao derrotar a Atlanta no final.

Em 1986 ante uma modificação nas estruturas dos campeonatos organizados pela Associação do Futebol Argentino na que se emprega o calendário europeu e a criação de uma nova divisão que convoca às equipas do Interior ao círculo da AFA, se realiza um torneio denominado Abertura que classificaria a 10 equipas do Primeiro B a participar do novo Torneio Nacional "B" (depois, instalar-se-ia definitivamente como a segunda categoria do futebol de AFA, se denominando "Primeira Divisão 'B' Nacional"). Tigre classifica primeiro em sua Zona e consegue o direito a participar por uma ascensão a Primeira, mas é postergado novamente na Primeira Fase depois de dois partidos em frente a Sportivo Italiano, que mais tarde seria o que consiga a ascensão derrotando no final a Furacão, que devia, em consequência, baixar de categoria.

Em 1988 depois de um par de campanhas discretas neste novo e difícil torneio Nacional, Tigre realiza uma muito boa temporada e consegue classificar-se para o reduzido pela segunda ascensão, onde novamente é eliminado na primeira fase por San Martín de Tucumán, que depois conseguiria a ascensão. Por maus manejos financeiros perde-se a Sede Social da rua Lavalle, em Tigre, um dos patrimónios mais importantes do clube.

Em 1991 desce ao Primeiro "B" Metropolitano, pela primeira vez desde a escisión de 1986, após cair, 3-0, com Central Córdoba (Santiago do Estero) em um partido desempate jogado em campo de União de Santa Fé.

Em 1994 consagra-se Campeão do Torneio Clausura do Primeiro "B" Metropolitano baixo a condução de Mario Rizzi[10] aventajando em um ponto a Chacarita Juniors, campeão da Abertura. Esta campanha caracterizou-se pelo bom jogo e a contundência demonstrada ao cabo dos dezassete partidos dos quais ganhou 10, empatou 6 e perdeu o restante. A obtenção desse torneio deu-lhe a possibilidade de jogar dois finais com Chacarita Jrs., em campo de River Plate. Após polémicas arbitragens em ambos partidos (especialmente no segundo), Chacarita ganhou o pleito (triunfou em ambos partidos pelo mesmo marcador, 1-0) e obteve a ascensão ao "B" Nacional, passando Tigre a disputar a segunda ascensão em um Octogonal, do que voltou a ficar eliminado, desta vez por penais, em frente aos Andes.

Em 1995 após a negación do ano anterior, consegue-se a ascensão ao Nacional "B", depois da obtenção do Torneio Reduzido do Primeiro "B" Metropolitano. Depois de não se sacar vantagem ao cabo das dois finais com Argentino (Rosario) -ambos encontros finalizaram 0 a 0-, se deve jogar um partido de desempate; um sorteio determinou que seja novamente o estádio de Rosario Central o palco para o partido decisivo. Tigre impôs-se por 2 a 1 com golos de Cristian Fernández e Jorge Caballero, apoiado por uma multidão de 15.000 simpatizantes que se acercou desde Vitória. Baixo a condução técnica de Juan Carlos "O Nene" Kerle, a equipa do Final alinhou a: Daniel Cirrincione; Luis Escobedo, Maximiliano Pizzarulli, Olavarriaga e Mauricio Dei Benedetto; Sebastián Carrizo, Jorge Caballero e Marcos Martín Herschell; Mettini, Enrique Sánchez e Cristian Fernández. Também jogaram durante o ano: Caputo, Julio Ricardo Pereyra, Adrián Enrique Arana, Castillo, Oscar Diego Monge, Joaquín Pratti e L. González.

Em 1996 depois de um campeonato no que não se conseguiu conformar uma equipa conforme às exigências do torneio, não se consegue manter a categoria e novamente se produz o descenso a Primeiro "B". Os resultados mais salientes desta campanha foram os triunfos conseguidos em frente a Nova Chicago em Vitória por 6 a 3 e em frente a Chacarita em San Martín por 4 a 2.

Em 1998 com Alberto Pascutti como director técnico e depois de duas temporadas, ascende a Primeiro "B" Nacional ao ganhar o Reduzido pela segunda praça. No caminho ao Final passaram Argentino de Quilmes e Defensores de Belgrano. Novamente teve que definir com Argentino (Rosario) de visitante mas, com golos de Ezequiel Carlos Maggiolo e Luis Darío Pérez, Tigre voltou a repetir a história de três anos atrás. A equipa: Ibarra; Dei Benedetto, Baigorria, Blanco e Rocco; Avila, Luis Darío Pérez, Juan Carlos Kopriva e Víctor Hugo Delgado; Diego Mettini e Maggiolo.

Em 1999 após um começo incerto quanto a resultados e com a mesma base que conseguiu a ascensão (com Agustín Belmonte como técnico, depois da renúncia de Alberto Luis Pascutti, o DT que tinha conseguido a ascensão), se consegue manter comodamente a categoria e classificar para o Torneio Reduzido pela Segunda Ascensão. Depois de eliminar em partidos de ida e volta a San Miguel e Atlético Tucumán, gerou-se a expectativa, após alguns anos, de brigar pela volta a Primeira Divisão mas, na fase seguinte, o conjunto de San Martín conseguiu a classificação por melhor localização na tabela.

Era Ricardo Caruso Lombardi

Em 2004 renova-se aposta-a para Ricardo Caruso Lombardi, quem tinha assumido a temporada anterior com o objectivo de engrossar a Média. Desta vez, com uma equipa conformada por jogadores que ele mesmo seleccionou (e em muitos casos descobriu), Tigre se propõe voltar a ser protagonista. Nos primeiros partidos, com muito boas actuações -como a goleada 4 a 0 ante All Boys- a equipa se acomodou nos primeiros postos e a gente começou a ilusionarse e a colmar os estádios desde o começo, com um agregado que já se palpitaba desde que se conheceu o fixture: a anteúltima data, possivelmente definitoria, jogar-se-ia ante Platense em Vicente López. A campanha da equipa foi excepcional com triunfos importantes em diferentes campos, e fazendo-se forte em Vitória. No sábado 27 de novembro de 2004 Tigre ganha-lhe a Platense, no Estádio "Cidade de Vicente López" por 2 a 0 (golos de Carlos Ariel Lua e Eugenio Peralta Cabrera), estica a vantagem à definitiva distância de 4 pontos e consagra-se campeão.[11] Finalmente, a popular visitante esteve colmada por uma multidão a mais de 8.000 pessoas. A festa interminável seguiu com milhares de almas festejando na Ponte Saavedra, sobre a Avenida Maipú, embaixo da Av. Geral Paz e a posterior caravana até Vitória. Outros tantos milhares, voltaram-se colmando os 2 comboios que TBA tinha posto a disposição da gente visitante. Um facto destacable dessa campanha foi o primeiro golo de um arqueiro na história do clube: esse facto sucedeu no campo de Ferro Carril Oeste no partido contra Atlanta. Executou-o Cristian Ariel Campestrini e rubricó o 3-0 conque finalizou o partido. Em 2005 não só repete senão que melhora de forma substancial a campanha do torneio anterior e vontade invicto e em forma brilhante o Torneio Clausura 2005.[12] . Com poucas mudanças no plantel, a equipa baseie mantém-se e consegue conservar seu nível e ampliar a vantagem sobre as demais equipas, até o ponto de consagrar-se campeão de forma invicta, conseguindo um recorde de rendimento no futebol argentino e para a Instituição. A 3 datas do final, Tigre podia consagrar-se campeão com só um ponto, ou se seu escolta mais próximo, Platense, não ganhava algum dos partidos que ficavam. Assim, na terça-feira 14 de maio, o "Calamar" iguala como local ante Temperley, 0-0, consagrando a Tigre sem jogar. Ao dia seguinte, quarta-feira 15, o agora Bicampeón da Primeira Divisão "B" (telefonema "Metropolitano"), acompanhado por uma multidão que provocou uma caravana de vários quilómetros na avenida Geral Paz, consegue um agónico empate 3 a 3 (a falta de 15', perdia 3-1 mas Carlos Ariel Lua conseguiu, nesse lapso, os dois tantos definitivos) na última jogada de um vibrante encontro ante Os Andes (o único que o derrotou em toda a temporada) em Lomas de Zamora, e assim consegue manter seu invicto. Com este lucro, ao consagrar-se em ambos Torneios, Tigre consegue a ascensão directa à Primeira Nacional "B", com o condimento de que na penúltima data volta a vencer Platense, com uma equipa de suplentes (golo de Carlos "A Chinês" Lua) participando dessa forma do "festejo" Do Centenário de seu clássico rival. Em toda a temporada colheita um total de 93 pontos sobre 120 (77.50% de eficácia, recorde absoluto do futebol argentino em toda sua história, e segundo recorde internacional, por trás do Manchester United, na Inglaterra que, nesse mesmo ano, obtém 94 pontos sobre os 120 em disputa na Premier League), relegando à segunda posição a Platense com 20 unidades menos. A equipa titular que se consagra Bicampeón, conduzido por Ricardo Caruso Lomardi, é: Cristian Ariel Campestrini; Luciano Krikorián (ou Pablo Nieva), Gonzalo Fernando González e Juan Carlos Blengio; Daniel Alejandro Correia (ou Martín Ariel Galmarini), Diego Rafael Castaño (ou Pablo de Muner), Daniel Alejandro Muñoz e Oscar Milton Alsina (ou Nicolás Ezequiel Torres ou Matías Alejandro Giménez); Gustavo César Sever (ou Facundo Annuar Lemmo); Carlos Ariel Lua e Heber Alberto Arriola (ou Eugenio Else Peralta Cabrera).

Era Diego Cagna

No final do 2006, Diego Cagna, foi nomeado director técnico do plantel de futebol profissional do Clube Atlético Tigre, em substituição de Caruso Lombardi (este último finalizou seu contrato com a instituição e lembrou sua incorporação a Argentinos Juniors, por recomendação de Diego Armando Maradona) com o que fez sua primeira experiência como treinador. Não começou da melhor maneira mas conseguiu plasmar todo seu conhecimento e conseguiu da equipa o jogo que pretendia. Tanto foi de modo que esteve 13 partidos sem perder durante o Torneio Clausura (com uma série de triunfos ao fio, entre elas 3-2 em Baía Branca a Olimpo; 1-0 a Chacarita e 2-0 a San Martín de Tucumán), conseguindo uma cómoda classificação para o Torneio Reduzido, pese a ter caído em Córdoba, ante Instituto, por 1-0, na última data da fase regular. No Torneio Abertura '06, Tigre finaliza 3º com 35 pontos, a 5 do campeão Olimpo de Baía Branca, cosechando 10 vitórias, 5 empates e 4 derrotas. No Clausura '07, que também consagrou a Olimpo, Tigre consegue a 6ª localização, com 8 vitórias, 8 empates e 3 derrotas. Com 67 pontos Tigre posiciona-se 5º na Tabela Geral e classifica ao Torneio Reduzido, junto a Atlético de Rafaela, Platense e Chacarita Juniors.

Na Primeira Fase do mesmo, Tigre deixa no caminho a Chacarita Juniors graças à vantagem desportiva, depois de cair por 3 a 2 em campo de Lanús, depois de um polémico partido no que culminou com 9 jogadores, e vencendo em Vitória nos últimos minutos por 1 a 0. Na Fase seguinte, Tigre visita a Clube Atlético Platense -que vinha de deixar no caminho aos rafaelinos- em Vicente López e iguala 0-0, triunfando em Vitória por 2-0. Tigre obtém assim, o Torneio Reduzido do "B" Nacional e acede ao direito a dirimir uma praça na Primeira Divisão ante um rival da categoria superior: Nova Chicago. O primeiro partido disputa-se em Vitória em uma quinta-feira, ante mais de 25.000 pessoas. Tigre triunfa 1 a 0 com um golazo de chilena de Lázzaro.

A revanche joga-se na segunda-feira seguinte em Mataderos. Tigre, claramente superior em ambos encontros, triunfa 2 a 1 e, já em tempo adicional, quando Martín Gerardo Morel se dispunha a arrematar um penal que lhe tinha cometido Carlos Fernando Navarro Montoya, a parcialidad local invade o campo de jogo provocando sérios incidentes ao agredir à tribuna onde se encontrava a gente de Tigre. Tristemente, os factos generalizaram-se à saída do estádio "República de Mataderos" e, como terrível consequência disso, se deveu lamentar a morte do simpatizante tigrense Marcelo Sobrancelhas.

A equipa titular que obtém o Torneio Reduzido e vence na Promoção a Nova Chicago forma com Daniel Alejandro Ilhas; Santiago Morero (ou Pablo Ezequiel Fontanello), Alexis Xavier Ferrero e Juan Carlos Blengio; Martín Ariel Galmarini, Diego Rafael Castaño (ou Gastón Felipe Stang), Román Fernando Martínez e Nicolás Torres; Lucas Wilchez; Leandro Hernán Lázzaro Liuni e Juan Pablo Pereyra (ou Luis Alberto Salmerón).

Além do debut-volta do clube a Primeira Divisão, também se produz a estréia de Cagna como DT da categoria elite. Seu primeiro partido foi o 4 de agosto, correspondente ao Torneio Abertura 2007, em frente ao Clube de Gimnasia e Esgrima A Prata conseguindo um resultado a favor de 1-0 (golo de Galmarini), no Estádio Cidade da Prata, onde o "Tripero" fez as vezes de local.

A formação titular é: Daniel Ilhas; Santiago Morero, Alexis Ferrero e Juan Carlos Blengio; Martín Galmarini Diego Castaño, Román Martínez e Sebastián Rusculleda; M. Giménez; Leandro Lázzaro Liuni e Sebastián Ereros.

A equipa do Matador goleia ao River de Passarella por 4 a 1. O 22 de setembro de 2007 , Tigre recebeu ao conjunto milionário, em um colmado estádio "matador", com mais de 26.000 tigrenses. Os golos foram de Román Martínez, Matías Giménez (com a mão) e duas de Nestor Ayala; para River, Marco Gastón Ruben punha um 1-3 parcial. A equipa daquela soleada manhã: Ilhas; Ferrero, Morero, Blengio; Galmarini, Castaño, Martínez, Morel; Néstor Ayala Villagra; Guillermo Alejandro Suárez e Lázzaro.

Em seu seguinte partido jogado em Vitória, reafirma sua antiga condição de sombra escura de Racing, ao vencer ao conjunto de Avellaneda por 3 a 2 com golos de Leandro Lázzaro, Nestor Ayala e Guillermo Suárez.

No domingo 11 de novembro Tigre goleia a San Martín (San Juan) por 3-0 com um golazo de Román Martínez, com duas paredes incluídas, e um doblete de um dos grandes goleadores de Tigre desse campeonato, o paraguaio Nestor Ayala Villagra.

Na quarta-feira 28 de novembro Tigre recebia a Boca Juniors e, vencendo-o 2-1 com golos de Martín Palermo (BJ), na primeira etapa, e Lázzaro (T) e Morel (T), no complemento, deixou-o sem chances de que ganhasse o torneio Abertura 2007, oportunidade que só ficava para Tigre e Lanús (que, finalmente, obteria o título). Tigre, no Torneio Abertura 2007, termina Subcampeón, superando a melhor campanha que tinha produzido Tigre na história da Primeira Divisão do futebol argentino (em 1955). Nesta Abertura 2007 Tigre conseguiu 34 pontos, quatro por embaixo da instituição "granate".

Depois de uma campanha irregular onde Tigre deambuló a metade da tabela no 'Clausura 2008', no Tornero 'Abertura' desse ano se produz o que foi a melhor campanha de Tigre em Primeira "A" até esse momento. Termina PRIMEIRO, com 39 pontos, junto a Boca e San Lorenzo. As três equipas participam de um triangular para ver quem é o campeão. San Lorenzo ganha-lhe a Tigre 2 a 1 e perde com Boca 3 a 1. Depois, Tigre ganha-lhe a Boca por 1 a 0. Por diferença de golo: Boca é o campèón e Tigre o Subcampeón (por ter melhor diferencia de golo que San Lorenzo). Conquanto no 2007 também se tinha conseguido um subcampeonato, essa campanha foi superada em 2008, já que Tigre não só terminou primeiro (compartilhando a ponta com os outros duas equipas), senão que ao longo do certamen registou os seguintes resultados importantes: ganhou-lhe como visitante a Boca (3 a 2); a San Lorenzo (1 a 0), a Furacão (3 a 0) e a Rosario Central (3 a 2); e como local superou a River (3 a 1), a Independente (1 a 0) e ao ex campeão Lanús (3 a 0); em tanto empatou em sua visita a Vélez, Racing e Colón (o ‘Cemitério dos Elefantes’).

Para o Torneio Clausura 2009 o clube volta a ter outra regular campanha mas cabe destacar que consegue ingressar pela primeira vez a um torneio oficial internacional como o é a Copa Sudamericana na que debutará contra San Lorenzo de Almagro e na que ficaria eliminado nessa instância, ainda que isso faria feliz aos inchas do Matador, já que cumpriram o sonho de jogar um torneio Internacional pese a ter jogado nas Baixo Flores, como bem longe.

Uniforme

Todas as t-shirts que usou o clube em sua história

Para o primeiro partido contra o Clube Atlético As Conchas, conseguiu-se um jogo de t-shirts azuis com vivos vermelhos nas mangas e o pescoço.

Com a regulamentação das cores e a afiliación a uma nova associação (Associação Amateur de Foot-ball), em 1919 a Associação determina que seja San Lorenzo de Almagro, fundado 5 anos mais tarde, conserve o desenho.

No entanto, ocasionalmente seguiu-se utilizando este desenho com o que se consagrou campeão em 1912 e repetisse em 1945 .

A começos dos ´60 utilizou-se em alguma oportunidade outra t-shirt a listras, desta vez horizontais, doadas por Ernesto Cucchiaroni, quem tinha-as utilizado na Sampdoria durante seu passo por Itália.

A tonalidad de cores também foi variando, aclarando ou escurecendo o azul e o vermelho de acordo ao modelo utilizado, chegando a combinar azul marinho e vermelho granate.

Dentro destas variantes, destaca-se a t-shirt utilizada em Primeira Divisão quando se conseguiu o 6to posto em 1955 : Camisa azul com pescoços e punhos vermelhos, com sobrepõe-na dos botões também confeccionada em cor vermelho.

Nesta época começaram a incorporar-se bolsillos e escudos no peito das casacas.

Em meados dos ´90, o Clube substituiu a mítica t-shirt Adidas, por nova indumentaria: Lhe Coq Sportif, com a que se vestisse até o ano 2001. O modelo tradicional foi azul eléctrico com uma faixa vermelha horizontal, com punhos e pescoço em forma de chomba de cor vermelhos, e o escudo com a sigla "CAT" bordado na frente.

Depois, sucederam-se diferentes modelos da marca EZ, que não introduziram grandes variações ao desenho tradicional, até chegar ao actual Provedor de Indumentaria, Topper, que introduziu a variante de pôr a faixa vermelha em sentido vertical durante o campeonato 2005/2006, para voltar à tradicional no 2007. No segundo ano desta nova etapa na primeira divisão, a assinatura italiana Diadora[1], no 60º aniversário de sua criação, passou a ocupar o cargo de provedor oficial de indumentaria, brindando agora três casacas bem diferentes entre si: a tradicional, uma alternativa branca com uma banda central dividida, azul para o lado direito e vermelho para o esquerdo, com vivos nas mangas do tom correspondente à cada lado, e a grande novidade de uma terça alternativa em cor verde flúo, ao igual que os pantalones.

Em certas ocasiões, o Clube utilizou como t-shirt titular, a habitual t-shirt alternativa, de cor branco com diferentes vivos azuis e vermelhos, como a utilizada no Clausura de Primeiro B obtido em 1994 .

Uniforme actual

As cores

As cores do Clube Atlético Tigre, são os mesmos que se utilizassem desde sua fundação: Azul França (ou eléctrico, quase celeste) e Vermelho Bermellón.

Têm sua origem na bandeira do Cantón Suíço de Ticino, limitante com Itália, de onde era oriundo Adolfo Leber, quem doou o primeiro jogo de t-shirts a dom José Dellagiovanna.

Ascensões/Descensos

Dados do clube

Records e curiosidades

Records


Gira Internacional Mais Exitosa

Foi em 1956 , depois de realizar uma grande campanha em Primeira em 1955 . E em Tigre jogavam grandes jogadores como o arqueiro Miguél Rugilo, e Norberto Méndez. Eram tempos onde não existiam os Torneios e Copas Internacionais entre clubes, e neste sentido, os méritos e lucros para além das fronteiras estavam respaldados pelas Giras.


* Resultados de gira-a:

De 26 partidos jogados, ganhou 16, empatou 7 e só perdeu 3, com 81 golos a favor e 37 na contramão.

Graças a esta gira, Tigre foi tampa de muitos diários dos países aos quais visitou.

Curiosidades


Jogadores

Categoria principal: Futebolistas do Clube Atlético Tigre

Modelo 2010

N.º Posição Jogador
1 Bandera de Argentina POR Daniel Ilhas
2 Bandera de Argentina DEF Cristian Leis
4 Bandera de Argentina DEF José San Román
5 Bandera de Argentina MED Diego Castaño
6 Bandera de Argentina DEF Rodolfo Arruabarrena
7 Bandera de Argentina DE O Carlos Lua
8 Bandera de Argentina MED Jonathan Blanco
9 Bandera de Argentina DE O Leandro Lázzaro
11 Bandera de Argentina MED Ramiro Leone
12 Bandera de Argentina POR Luis Ardente
13 Bandera de Argentina DEF Alberto Alarcón
14 Bandera de Argentina DE O Gerardo Castro
15 Bandera de Paraguay DE O Néstor Ayala
16 Bandera de Argentina MED Lucas Oviedo
17 Bandera de Argentina MED Rubén Botta
18 Bandera de Uruguay MED Ribair Rodríguez
20 Bandera de Argentina MED Mariano Pasini
Posição Jogador
21 Bandera de Argentina POR Lucas Abud
22 Bandera de Argentina DE O Facundo Pumpido
23 Bandera de Argentina DEF Norberto Paparatto
24 Bandera de Argentina DEF Juan Pablo Garat
26 Bandera de Argentina DEF Walter Sánchez
27 Bandera de Uruguay MED Gonzalo Choy
28 Bandera de Argentina MED Juan Miguel Maldonado
29 Bandera de Argentina DEF Pablo Fontanello
30 Bandera de Argentina DEF Carlos Fondacaro
31 Bandera de Argentina DEF Claudio Daniel Pérez
32 Bandera de Uruguay DE O Brian Rodríguez
33 Bandera de Argentina DEF Maximiliano Oliva
34 Bandera de Argentina DEF Joaquín Laso
35 Bandera de Argentina DE O Franco Lanaro
38 Bandera de Argentina MED Gregorio Abregú
Bandera de Argentina DEF Renzo Lado

fonte: http://www.catigre.com.ar/frontend/paginas/futbol/feplantel.aspx

Goleadores históricos

Jogador Golos Anos
Bandera de Argentina. Juan Andrés Marvezzi 116 1937-1943
Bandera de Argentina. Edgardo Luis Paruzzo 105 1980-1989
Bandera de Argentina. Juan Carlos Haedo 86 1923-1932
Bandera de Argentina. Luis Cesáreo 81 1948-1960
Bandera de Argentina. Aníbal Troncoso 75 1937-1942
Bandera de Argentina. Cándido González 72 1948-1955
Bandera de Argentina. Raúl da Cruz Chaparro 61 1975-1986
Bandera de Argentina. José García 54 1943-1946
Bandera de Argentina. Eibar Rios 53 1935-1945
Bandera de Argentina. Adolfo Heisinger 52 1914-1929

Maiores presenças

Jogador Partidos Anos
Bandera de Argentina. Pedro Danial Pellegata 362 1969-1980
Bandera de Argentina. Adolfo Heisinger 350 1914-1929
Bandera de Argentina. Edgardo Luis Paruzzo 346 1980-1989
Bandera de Argentina. Fernando Loiro 255 1938-1953
Bandera de Argentina. Juan Carlos Blengio 231 2000-2009
Bandera de Argentina. Jorge Rio 224 1973-1985
Bandera de Argentina. Santiago Ouviña 220 1932-1943
Bandera de Argentina. Adrián Enrique Arana 206 1992-2000
Bandera de Argentina. Eusebio Videla 206 1935-1942
Bandera de Argentina. Jorge Lorenzo Hidalgo 202 1948-1957
Bandera de Argentina. Roberto De Rosa 201 1966-1977

Treinadores

Categoria principal: Treinadores Clube Atlético Tigre

Treinadores destacados

Presidentes

  • 1902 - 12: José Dellagiovanna (Fundador)
  • 1913: Cristóbal J. Fernández
  • 1913: José R. Vázquez
  • 1913 - 14: Juan Dez
  • 1915: Juan Frogolia
  • 1916 - 17: Juan Mirmier
  • 1918: Anúncio Mareco
  • 1919: Carlos A. L. Conti Mattei
  • 1920: Pablo Mareco
  • 1921 - 23: Anúncio Mareco
  • 1924: Roberto Carpani
  • 1925: Claudio Mazzarella
  • 1926 - 29: Juan Froglio
  • 1930: Victorio Julio Micheli
  • 1931 - 33: Manuel Vale
  • 1934 - 37: León Bourdieu
  • 1938 - 39: Ernesto Das Carreiras
  • 1940 - 41: Primo Vega
  • 1942: Manuel Martín Mujica
  • 1943 - 44: Manuel Vale
  • 1945 - 47: Antonio F. Boccolini
  • 1947 - 48: Manuel Gnecco
  • 1948 - 50: Guillermo R. Solveyra Casares
  • 1950 - 51: Héctor Sustaita Seeber
  • 1951: Augusto Margueirat
  • 1952 - 56: Antonio F. Boccolini
  • 1956 - 58: Pedro Chague
  • 1958 - 60: León Bourdieu
  • 1961 - 62: Nazareno E. Ricciardi
  • 1963: Luis Ángel Corsiglia
  • 1964: Anastasio Zubeldía
  • 1965 - 68: Nazareno E. Ricciardi
  • 1968: Ricardo Sudini
  • 1969 - 70: Manuel Gnecco
  • 1971 - 74: Horacio Esteban Folgueral
  • 1975 - 80: Gerardo Antonio Vitale
  • 1981: Raúl Aníbal Urrere Põe
  • 1982: Jorge Adolfo Leber
  • 1982: (Triunvirato) Dr. Casualidade, Dr. Vale e Dr. Zingoni
  • 1982 - 87: Pedro Miguel Rodríguez
  • 1987 - 96: Daniel Osvaldo Gutiérrez
  • 1996: (Triunvirato de Sócios) Sr. Picart, Sr. Vaccaro e Sr. Rubino
  • 1996 - 98: Miguel Ángel Montero
  • 1998 - 99: Ángel Óscar Saura
  • 1999 - 2005: Rodolfo Bianchi
  • 2006 - Presente: Luis San Andrés

Palmarés

Torneios nacionais

Era Amateur

Era Profissional

Copas nacionais amistosas

Fonte

Referências

13. http://www.periodicoparatodos.com.ar/platense_tigre/historiaclasico.htm - O Clássico

Enlaces externos

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/r/t/Encydia-Wikilingue%7EArt%C3%ADculos_solicitados_2358.html"
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