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Clube Universidade Nacional

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Clube Universidade Nacional
Nome completoClube Universidade Nacional A.C.
Apodo(s)a UNAM, Pumas, Universidade, Auriazules, Universitários, Os do Pedregal, Os da UNAM
Fundação28 de agosto de 1954 (56 anos)
EstádioOlímpico Universitário
Cidade de México, México
Capacidade72.449
Inauguração20 de novembro de 1954.
Presidentemexicano Víctor M. Mahbub
Treinadormexicano Guillermo Vázquez
UnePrimeira Divisão de México
Bicentenario 20104° (Quartos de Final)
Sitio site oficial
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Titular
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Alternativo
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Terça

O Clube Universidade Nacional conhecido popularmente como os Pumas da UNAM ou simplesmente os Pumas, é um clube de futebol mexicano, da Cidade de México no Distrito Federal. Joga na Primeira Divisão de México. Representa à Universidade Nacional Autónoma de México (UNAM) e encontra-se administrado por um patronato conformado por diversos universitários notáveis. Tem ganhado seis campeonatos de Une na Primeira divisão mexicana desde 1962 e três Copas de Campeões da CONCACAF, sendo a quarta equipa mexicana (por trás do Pachuca, América e do Cruz Azul) que mais vezes a conseguiu.

Segundo uma encuesta da Coordenação de Investigação e Opinião Pública do Universal, ocupa o terceiro lugar em tamanho de afición em México , por trás do Clube Desportivo Guadalajara e o Clube América, e com um empate técnico com Cruz Azul.[1]

Conteúdo

História

Roberto "Tapatío" Méndez elegeu ao Puma como mascota oficial das equipas atléticos da UNAM em 1942.

No ano 1937, durante o rectorado de Luis Chico Goerne, fez-se a petição para que uma equipa representativa da Universidade Nacional Autónoma de México ingressasse à Une Maior de Futebol do Distrito Federal, mesma que foi recusada, aceitando em seu lugar à equipa Marte, se unindo a Espanha, Astúrias, América, Necaxa e Atlante.

Em 1940 , o reitor Santo encarregou-lhe a preparação da equipa da Universidade ao costarricense Mac Rico, quem jogava com o Clube Luli golo. A equipa universitária compunha-se de jogadores das diferentes escolas e faculdades da Instituição. O estádio de 4 punhos permaneceu neste posto durante 13 anos.

Roberto "Tapatío" Méndez, legendario treinador de futebol americano, decidiu em 1942 que o mote para a escuadra universitária fosse o de: Pumas, pois estava convencido de que se trata de um felino que reúne as características que ele desejava em todo o jogador: forte, agressivo, valente, rápido e inteligente. Ademais, os pumas, que não são grandes de tamanho, saem airosos de confrontaciones com rivais maiores, graças a seu agilidad e astúcia. Na actualidade, Pumas é o nome de concorrência de todos os desportistas universitários.

Em 1954 a equipa foi aceitada na Segunda Divisão, lucro obtido pelo reitor Nabor Carrillo e pelo engenheiro O Puma Varela. Após três anos a equipa pediu uma permissão para ausentarse da concorrência durante um ano com o fim de reestruturar-se.

Os Pumas ascenderam a primeira divisão na temporada 1961-62 depois de vencer ao Catalunha de Torreón 5-1, sendo Octavio Vial seu director técnico. Em seu primeiro partido em primeira divisão, os Pumas jogaram contra a América, ficando o marcador 2-0 a favor do quadro americanista.

Tem sido berço de excelentes jogadores mexicanos, entre os que destacam: Enrique Borja, Aarón Padilla, Cabinho, Leonardo Cuéllar, Spencer, Juan José Muñante, Luis Flores, Manuel Negrete, Miguel Espanha Garcés, Alberto García Aspe, Luis García Postigo, Jorge Campos, Claudio Suárez,Sergio Bernal e o considerado maior jogador mexicano de todos os tempos: o penta pichichi e membro do histórico onze ideal do Real Madri: Hugo Sánchez Márquez. Vale mencionar que o clube Universitário é o que ostenta o maior número de jogadores líderes de goleio em México e se lhe reconhece como a melhor cantera desta nação. Cabe dizer que os Pumas é a equipa que não só tem exportado mais jogadores a outros clubs de México e por outra parte, é o clube mexicano que tem enviado mais jogadores "canteranos" a outros países (Hugo Sánchez, Luis García, Alberto García Aspe, Luis Flores, Jorge Campos, Gerardo Torrado, Héctor Moreno por exemplo) pois do mesmo modo seu cantera tem contribuído com jogadores às selecções nacionais de México, como nenhuma outra equipa do balonpie mexicano. Incluindo a exportação de directores técnicos a outros clubs e às selecções mexicanas, como: "Bora", Miguel Mejía Barón, o mesmo Hugo Sánchez Márquez, Jesús Ramírez, Leonardo Cuéllar, entre outros.

Durante era-a dos torneios curtos, Universidade não conseguia reencontrarse com o sonho de um campeonato, já que na fase de liguilla do Verão 97, sucumbiram ante Touros Neza por um marcador de 3-4, com o qual ficaram na etapa de Quartos de Final. No Torneio de Inverno 98, conseguiram a campanada ao descalificar ao líder da concorrência, o Cruz Azul, durante a mesma instância dantes mencionada. Mas em semifinal, perderam o duelo ao cair ante quem seria o subcampeón do mesmo torneio, as Chivas do Guadalajara. Quando Hugo Sánchez tomou o comando da equipa, conseguiu uma vez mais aceder a outra semifinal, a do Torneio de Verão 2000, e tudo parecia indicar que os felinos voltariam uma vez mais à glória, mas no entanto caíram no Estádio Coroa ante o quadro de Santos Laguna por 0-1 e um global de 1-2, o qual outra vez deixava aos universitários cerca de brigar pelo título. Na segunda etapa de Hugo Sánchez como director técnico, durante o torneio de Verão 2002, a UNAM tinha conseguido por terceira vez consecutiva aceder à semifinal, e tinha todo para conseguir aceder ao grande final, já que o encontro de volta séria em Cidade Universitária, chegava melhor colocado na tabela geral, e ademais tinha a vantagem de ter sacado um empate a zero golos no Estádio Azteca ante seu mais odiado rival, as Águias da América. Lamentavelmente, as coisas não saíram do todo bem e para surpresa dos felinos e seus seguidores, foram eliminados ao cair 1-2 em próprio campo e ante o quadro de Coapa, o qual calou fundo e deixou impressão no campo e a tribuna. Pese a este descalabro,os universitários chegaram novamente à Semifinal no Torneio de Abertura 2002. Seu rival em turno, os Monarcas de Morelia, miraram-lhe uma goleada de 4-0 no partido de ida. Apesar de que os Pumas trataram de reverter tão abultado marcador em Cidade Universitária, o marcador final do partido de volta foi de 2-1 favor da UNAM, para um 2-5 no marcador global, resultado que lhe deu o passe ao quadro de Morelia ao grande final. Esta foi a quarta derrota consecutiva do quadro felino em semifinais em torneios curtos.

No ano 2004 foi o mais exitoso na história do clube, começando com a coronación no Clausura 2004, ao vencer em penais às Chivas do Guadalajara no final, impondo vários recordes institucionais e tendo ademais ao campeão goleador de une-a, Bruno Marioni. Nesse mesmo ano ganhou a Copa do Campeão de Campeões depois de derrotar ao Pachuca, campeão da Abertura 2003, e doblegó ao Real Madri na capital espanhola, para combinar-se com o Troféu Santiago Bernabéu. Em dezembro fechou em um ano perfeito com a coronación no Torneio de Abertura, vencendo no final ao Monterrey e convertendo-se no primeiro e actualmente único bicampeón em torneios curtos na Primeira Divisão Mexicana.

Após ganhar todo o possível, o 2005 foi um ano contrastante e se converteu no pior na história da instituição. A equipa passou por várias jornadas de péssimos resultados, e inclusive recebeu uma das maiores goleadas de sua história, ao ser aplastado pelo Cruz Azul por marcador de 0-5 o 28 de agosto daquele ano, justo no dia do aniversário número 51 do clube universitário. A equipa concluiu no ano no último lugar da tabela percentual, com várias goleadas na contramão, más rachas e com o cesse de seu técnico Hugo Sánchez, ainda que no plano internacional conseguiu um importante avanço ao chegar ao final da Copa Sudamericana em seu ano de debut, com resultados tais como um 3-0 sobre o Corinthians do Brasil nos Quartos de Final, e um 4-0 sobre o Vélez Sársfield da Argentina em Semifinais, ambos campeões de suas respectivas unes. No Final cairia em penais em frente a Boca Juniors, ainda que conseguiu combinar-se com o campeão goleador do torneio, Bruno Marioni, com 7 golos. Em une-a mexicana conseguiu sair de problemas de descenso durante o Clausura 2007, ainda que sem recuperar até esse momento o nível exibido no 2004.

Na Abertura 2007 os Pumas vencem por marcador de 8-0 aos Tiburones Vermelhos de Veracruz na que representa a segunda maior goleada outorgada de sua história e a maior registada por qualquer equipa em torneios curtos. Ademais, conseguiu classificar à liguilla após não o ter conseguido no Clausura 2007, e conseguiu chegar a seu décima final, ao vencer na liguilla do torneio Abertura 2007 ao Clube Desportivo Toluca nos quartos de final (2-0,1-1) e ao superlíder do torneio Santos Laguna em semifinais (3-0,4-2).

Os Pumas da UNAM disputaram o final da Abertura 2007 contra o Atlante, no dia 6 de Dezembro em C.Ou. a qual fica 0-0 e no dia 9 de dezembro em Cancún a qual perdeu 2 a 1.

O sabado 23 de maio de 2009 os universitários perdem 2-1 ante o povoa na semifinal de volta em C.Ou. mas com marcado global de 3-3 e por melhor posição na tabela conseguem avançar ao final do Clausura 2009 ante o Pachuca. No partido de ida em C.Ou., o partido acabou 1 a 0 a favor dos Pumas. No partido de volta o 31 de maio no estádio Hidalgo, ficou 2 a 2 o marcador e 3 a 2 o global a favor dos felinos, como consequência os Pumas se voltam campeões do Clausura 2009.

O torneio Abertura 2009 foi um dos piores que tem tido o Clube Universidade, obtendo 5 pontos nos primeiros dez encontros, e terminando em penúltimo lugar com 17 pontos obtidos na mesma quantidade de jogos. Tudo isto apesar de ter jogado com o mesmo modelo que ganhou o torneio anterior.

Para o torneio Bicentenario 2010, apesar do mau resultado do torneio anterior, a equipa decidiu manter ao treinador Ricardo Ferretti e ao modelo completo. A continuidade deu resultado, pois a equipa qualificou à liguilla em quarto lugar, sendo a melhor defesa desde que instauraram-se os torneios curtos em 1996, recebendo tão só 10 golos em 17 partidos. O record anterior era de 11 golos obtidos pelos Pumas na Abertura 2006 e pelo Atlante no torneio Inverno 96.

Títulos de Primeira Divisão (6)


1976 - 1977

Na temporada 1976/77 conseguiram-se 50 pontos produto de 19 jogos ganhados, 12 empatados e 7 derrotas com 67 golos a favor e 43 na contramão. Terminando como superlíder na campanha e com uma marca de 67 golos, para se situar como o indiscutible melhor equipa goleador. Cabinho conseguiu seu segundo título de goleador com 34 anotações. Junto com Hugo Sánchez, que debutaba nessa temporada, e a Cobra Juan José Muñante constituíram uma das mais espectaculares, contundentes e efectivas ofensivas do futebol mexicano de todos os tempos. A equipa foi dirigida por Dom Jorge Marik. Em liguilla os Pumas enfrentaram-se ao Cruz Azul, Atlético Espanhol e San Luis e não tiveram maiores problemas para ganhar. No final em onde derrotaram aos Leões Negros da Universidade de Guadalajara, empatando no jogo de ida em Guadalajara sem golos e ganhando pela mínima diferença o segundo partido com golo de "Cabinho".

1980 - 1981

Na temporada 1980/81 a equipa terminou em primeiro lugar do Grupo 4, e segundo da tabela geral com 49 pontos, por trás dos Tecos. Os Pumas ganharam 19 partidos, empataram 11 e perderam 8. Anotaram-se 79 golos e receberam-se 53. Na liguilla os felinos impuseram-se ante Guadalajara, Coyotes Neza e Atlético Espanhol. Depois passaram ao final contra Cruz Azul, e o resultado foi um global de 4-2 (0-1, 4-1) a favor dos felinos universitários, e assim os pumas se coroaram por segunda ocasião. A equipa foi dirigida por Bora Milutinović. Cabe mencionar que esta foi a despedida dos pumas do considerado o melhor jogador mexicano em toda a história: Hugo Sánchez.

1990 - 1991

Os universitários dirigidos uma vez mais por Miguel Mejía Barón levaram-se todas as honras nesta campanha. Na fase regular terminaram de superlíderes com 55 pontos, com vantagem de 8 pontos sobre o segundo lugar da tabela geral que foi o Monterrey.

Ademais conseguiram o título de goleio por equipas por nona ocasião na história com um total de 67 golos e finalmente o atacante universitário Luis García foi o campeão de goleio individual com 26 anotações. Na temporada regular os números finais foram: 25 ganhados, 5 empates e 8 derrotas com 67 golos a favor e 30 na contramão.

No final encontraram-se uma vez mais com seu máximo rival, a América, que já lhe tinha arrebatado o título em 2 ocasiões, considerada por muitos dos jogadores dessa temporada como a última oportunidade para lhe ganhar o título ao quadro de Coapa. Nos primeiros minutos de jogo no partido de ida os universitários foram-se à frente no marcador com golo de Luis García Postigo, mas os de Coapa retomaram um ar e encaixaram 3 golos, que fizeram parecer ao quadro de Coapa imparable, aparentemente uma vez mais lhe dava o título à América, dantes do termino do partido o David Patiño anota um soberbio golo que lhes devolve a vida e os mantém dentro do final, apesar de que o marcador era desfavorável.

No partido de volta em Cidade Universitária os Pumas vão-se à frente desde os primeiros minutos, armando jogadas de ataque que rompiam uma e outra vez a defesa americanista, até que Ricardo "Tuca" Ferretti cobro magistralmente um tiro livre fosse da área que lhe deu o triunfo aos universitários, fora de proteger esse golo os Pumas seguiram atacando uma e outra vez atravessando a defesa americanista.

Um caso curioso é do "Tuca" Ferretti que estava concentrado já em funções de assistente técnico e foi convencido por Mejía Barón para seguir jogando. Verdadeiro caso de filme, já que ao fim de contas o final ganhou-se graças a um golazo do brasileiro.

Clausura 2004

A equipa conseguiu ter o segundo melhor puntaje da temporada 41 pontos. Ademais, teve a melhor ofensiva do torneio com 42 golos a favor, por 19 na contramão para ser a defensiva menos goleada, a melhor disciplina ao contar com o menor número de amonestados e expulsados, e o campeão goleador Bruno Marioni com 16 golos. O título foi definido ante o Guadalajara em série de penais, após um empate no marcador global de 1-1. O penal decisivo anotou-o com grande estilo Ailton Dá Silva, jogador brasileiro de excepcional técnica individual e jogo alegre.

Abertura 2004

Ao início da Abertura 2004, os Pumas são convidados a participar no Troféu Santiago Bernabéu, organizado pelo Real Madri. Já no jogo o conjunto merengue e os universitários dão mostras de um futebol muito equilibrado, até que a incursão de Israel Castro quem anotou um golo espectacular lhe deu lhe triunfo ao quadro felino, cabe mencionar que o Real Madri jogou esse partido com figuras da talha de Zinedine Zidane, Raúl González, e David Beckham.

Universidade converteu-se na única equipa no futebol mexicano à data em conseguir um bicampeonato em torneios curtos, vencendo no final a Monterrey com um marcador global de 3-1, ganhando 2-1 em Cidade Universitária com golos de Joaquín Beltrán e de José David Toledo Bosques e 1-0 no estádio do Monterrey com um golo de Francisco Fonseca. Estes dois últimos títulos foram comandados pelo ex futebolista Hugo Sánchez Márquez.

Clausura 2009

A equipa da Ou.N.A.m. começou obtendo dois triunfos consecutivos contra Necaxa no Estádio Vitória e Santos Laguna em Cidade Universitária os quais foram (1-2) e (1-0) respectivamente, no entanto ao perder ante Toluca (1-0) chegaria uma racha negativa de 5 partidos sem ganhar ante Morelia em C.Ou. (0-1) e Pachuca no estádio Hidalgo (3-2), no partido ante Jaguares em C.Ou. o resultado termino empatado (1-1) e ante Atlas no Jalisco voltam a cair por marcador de 2-0, finalmente voltariam a ganhar até a jornada 8 enfrentando aos Tigres o qual finalizaria 2-1 favorecendo aos Pumas e daí em adiante a equipa não voltaria a perder, terminando com as hegemonías que ténia sobre San Luis (2-0), Atlante (3-1) e Cruz Azul (3-2) além de agrandar a hegemonía que tem sobre o Povoa que precisava ganhar para qualificar à liguilla, Universidade acabo aplastando aos camoteros por marcador de 3-1, no entanto a equipa uno 2 empates consecutivos ante os Índios e o Guadalajara, uma derrota ante os Tecos de 2-0 e na última jornada aplasta ao Monterrey por um contundente 3-0 obtendo 28 pontos e o terceiro lugar geral na tabela, na liguilla a escuadra auriazul, enfrentando a Tecos no estádio 3 de Março tem que perderam 2-0 e no partido de volta em CU, os pumas conseguem remontar com marcador de 3-0 (3-2) o global e enfrentaria ao Povoa na semifinal.

Na quarta-feira 20 de maio em partido de semifinais de ida Universidade ganha-lhe por marcador 2-1 a Povoa ainda que no sábado 23 de maio de 2009 perdem 2-1 ante o Povoa na semifinal de volta em C.Ou. mas com um marcador global de 3-3 e por ter obtido uma melhor posição na tabela geral conseguem avançar ao final do Clausura 2009. Ao dia seguinte o Pachuca consegue seu avanço ao final perdendo também em casa 2 - 3 ante Índios de Cidade Juárez. No partido de ida em C.Ou., termina 1 - 0 a favor da UNAM graças a um golo de Dante López ao minuto 21. No partido de volta o 31 de maio no Estádio Hidalgo, ao minuto 33 anota um golo Christian Giménez desde o ponto penal deixando o marcador 1 a 0 e o global 1 a 1, ao minuto 62 Dante López anota um golo em media volta, o que deixa o marcador 1 a 1 e o global 2 a 1 a favor de pumas, ao minuto 78 Christian Giménez anota outro golo, desta vez de tiro livre, o que deixa o marcador 2 a 1 e o global 2 a 2, situação que provocou que se tivesse que definir em tempos extras; ao minuto 107 Pablo Barreira desborda pelo lado direito e esquiva duas sendas varridas e enfila para a portería para anotar um golo pelo que deixa 2 a 2 o marcador e 3 a 2 o global a favor dos felinos. Com isto, os Pumas da Universidade Nacional Autònoma de Mèxico obtêm seu sexto campeonato de une, superando a Leòn e ao Pachuca e ficando só por embaixo do Guadalajara, América, Toluca e Cruz Azul.

Dados do clube

Era profissional (1943-)

Uniforme

Durante as décadas dos anos 70's e 80's os Pumas utilizavam três uniformes: um totalmente branco, outro tudo em azul marinho e um dourado que podia ser tudo em ouro, ou bem em combinação com médias e pantalón em azul marinho. A partir da década dos 90's o uniforme dourado deixa de utilizar-se, permanecendo unicamente o alvo e o azul.

No ano 2002 o uniforme dourado é retomado por uma única ocasião, com motivo do 40 aniversário da ascensão dos Pumas à Primeira Divisão. Finalmente, a partir do torneio de Abertura 2006 e Clausura 2007 os universitários voltam a utilizar a vestimenta dourada.

Escudo

O escudo do desporto universitário reúne em uma sozinha expressão vários elementos, para além de simbolizar unicamente a cabeça de um puma. Os olhos e o nariz do puma formam uma figura abstrata que representa a "Ou" de Universidade, ao mesmo tempo que, junto com a linha da boca, dão a aparência de uma copa, máxima representação do triunfo.

A silhueta que enmarca ao puma é um triângulo com cantos arrendondados (chanfrado) que se forma com três círculos adjacentes, os quais representam às três tarefas fundamentais da UNAM: o ensino, a investigação e a difusão da cultura. As curvas da parte inferior dos olhos do puma também se desenham tendo como guia a um dos círculos.

Cabe destacar a síntese dos diferentes conceitos utilizados no escudo, dando como resultado uma imagem contundente e de grande simplicidad, utilizando para isso à geometria tanto em sua execução, bem como na representação de ideais fundamentais da UNAM, instituição da que fazem parte as dependências que o utilizam. O escudo foi criado o 19 de abril de 1974 por Manuel "O Pajarito" Andrade.

Estádio

O Estádio Olímpico Universitário está localizado na secção da Cidade Universitária situada ao poente da Avenida Insurgentes, frente da Torre de Rectoría.

Foi inaugurado oficialmente o 20 de novembro de 1952 . Nove dias mais tarde, realizou-se em dito palco o clássico de futebol americano entre a UNAM e o IPN.

Tem sido seleccionado como sede de eventos internacionais de grande magnitude, como os Jogos Olímpicos de 1968, o Campeonato Mundial de Futebol de 1986, os Jogos Panamericanos de 1955 e de 1975, os Jogos Centroamericanos e das Caraíbas de 1954 e de 1991 bem como a Universiada de 1979 .

No custado oriental do Estádio Olímpico Universitário, encontra-se um mural de Diego Rivera, denominado "A universidade, a família e o desporto em México". Na construção deste relevo em pedras de cores naturais mostra-se o escudo universitário, com o cóndor e a águia sobre um nopal. Baixo suas asas estendidas, Rivera colocou três figuras que representam à família : o pai e a mãe entregando a pomba da paz a seu filho. Nos extremos encontram-se duas figuras gigantescas que correspondem a uns atletas, homem e mulher, que acendem a tocha do fogo olímpico. Uma enorme serpente emplumada, a imagem simbólica do deus prehispánico Quetzalcóatl, complementa a composição na parte inferior.

Originalmente a tribuna oriente do Estádio Olímpico Universitário era consideravelmente mais baixa que do lado poente (conhecido como do Palomar) para simular a forma de um sombrero de charro, no entanto, para as olimpiadas de México '68 a primeira foi expandida até chegar à mesma altura que a segunda e se lhe agregou um pebetero.

Hino Desportivo

Foi criado em 1940 por um grupo de universitários integrado por Ernesto "Agapito" Navas, Luis Pérez Loiro, Alfonso de Garay, Glória Vicens, Fernando Guadarrama e Ángel Vidal, quem, unidos ao talento do pianista Ismael "Tio" Valdez, conseguiram a música e a letra. Entoado pela primeira vez nos pátios da Escola Nacional Preparatoria. Ainda que por muitos anos pareceu ser exclusivo do futebol americano, desde os anos setenta adoptou-se pára todo o desporto universitário e, desde então, se canta dantes da cada partido dos Pumas em Cidade Universitária.

Jogadores

Categoria principal: Futebolistas dos Pumas da Universidade Nacional Autónoma de México

Modelo 2010/11

N.º Posição Jogador
1 Bandera de México POR Odín Patiño
2 Bandera de México DEF Efraín Velarde
3 Bandera de México DEF Marco Antonio Palácios
4 Bandera de Paraguay DEF Darío Verón
5 Bandera de México DEF Israel Castro
6 Bandera de México MED Efraín Juárez
7 Bandera de México MED Leandro Augusto *
8 Bandera de México DE O Pablo Barreira
9 Bandera de Paraguay DE O Dante López
10 Bandera de Argentina DE O Martín Bravo
11 Bandera de México MED Fernando Morais
12 Bandera de México POR Sergio Bernal Capitán
13 Bandera de México MED Jehu Chiapas
Posição Jogador
14 Bandera de México DEF David Cabrera
15 Bandera de México DEF Humberto González
16 Bandera de México DEF Fernando Espinosa
17 Bandera de México DE O Francisco Palencia
20 Bandera de México DE O Juan Carlos Cacho
21 Bandera de México DEF Deicardi Dìaz
25 Bandera de México POR Alejandro Palácios
27 Bandera de México DE O Pablo Bonells
29 Bandera de México MED Javier Cortês
33 Bandera de México DEF Luis Fernando Fontes
36 Bandera de México MED Óscar Ricardo Vermelhas
77 Bandera de México MED Ismael Soto Romero

(*) Naturalizado mexicano.

Campeões de goleio

Treinadores

Categoria principal: Treinadores dos Pumas da Universidade Nacional Autónoma de México

Listagem de todos os tempos

Nome Data em que dirigiu[cita requerida]
Octavio Vial 1962-1963
Carlos Peters 1963
Renato Cesarini 1964-1965
Ángel Papadopulos 1965-1966
Ángel Pérez 1966-1967
Walter Ormeño 1967-1968
Arpad Fekete 1968-1969
Ángel Papadopulos 1969-1970
Alfonso Portugal 1970-1971
Ángel Zubieta 1971-1974
Carlos Iturralde Rivero 1974-1975
Jorge Marik 1976-1977
Bora Milutinović 1977-1983
Mario Velarde 1983-1987
Héctor Sanabria 1987-1988
Miguel Mejía Barón 1988-1991
Ricardo Ferretti 1991-1996
Pablo Lua Inv 96
Luis Flores Inv 96 - Inv 97
Enrique López Zarza Inv 97 - Ver 98
Roberto Saporiti Inv 98 - Ver 99
Rafael Amador Ver 99 - Ver 00
Hugo Sánchez Ver 00 - Inv 00
Miguel Mejía Barón Ver 01 - Inv 01
Hugo Sánchez Inv 01 - Ape 05
Miguel Espanha Ape 05 - Clau 06
Guillermo Vázquez Jr. Clau 06
Ricardo Ferretti Ape 2006-Bicen 2010
Guillermo Vázquez Jr. Abertura 2010

Palmarés

Torneios nacionais

Torneios internacionais

Torneios Amistosos

Referências

[1] Encuesta elaborada pela Coordenação de Investigação e Opinião Pública do UNIVERSAL

Enlaces externos

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/r/t/Artes_Visuais_Cl%C3%A1sicas_b9bf.html"
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