| Collective Soul | |
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| Informação pessoal | |
| Origem | Stockbridge, Georgia, EE. UU. |
| Informação artística | |
| Género(s) | Rock alternativo Pós-grunge Hard rock |
| Período de actividade | 1993 - presente |
| Discográfica(s) | Atlantic Records (1994-2001) O Music Group (2004-Presente) |
| Site | |
| Sitio site | www.collectivesoul.com |
| Membros | |
| Ed Roland Dean Roland Joel Kosche Will Turpin Cheney Brannon | |
| Antigos membros | |
| Ross Childress Shane Evans Ryan Hoyle | |
Collective Soul é uma banda de rock alternativo proveniente de Georgia , Estados Unidos, e uma das bandas denominadas pós-grunge mais importantes surgidas nos anos 90, junto com outras como Bush, Live ou Foo Fighters.
Seu estilo está enquadrado dentro do rock alternativo, e também experimentam sons grunge e hard-rock misturados com pop e folk; o que lhe dá o carácter à banda. Sua música caracteriza-se pelos riffs pesados e seus pegadizas melodias. As principais influências da banda incluem a Elvis Presley, Elton John, The Cars e The Beatles, como também muitas bandas new wave dos anos 80.
Collective Soul teve seu primeiro grande sucesso no final do ano 1993, com o single "Shine", que foi muito difundido em MTV e as rádios de todo mundo, ajudando à banda a ganhar popularidade e vender milhões de discos.
Conteúdo |
O cantor, guitarrista e compositor, Ed Roland, cujos pais lhe proibiram escutar música, fundou a banda em meados dos 1980 após abandonar a Escola de Música Berklee College of Music devido a falta de dinheiro. Dantes de que aparecesse Shine, Collective Soul já tinha história, mas se circunscribía a Stockbridge, uma localidade de Georgia da que são originarios todos os membros do grupo. Ed Roland levava a música no sangue, mas sua família, de estrita ordem religiosa, não via em isso nenhuma vantagem. Seu pai, sacerdote, pensava que essas coisas do rock e o pop não eram nada positivas para um menino que ia cumprir os dez anos. Era inevitável que, pela rádio ou a televisão, aparecesse algum tema clássico de Elvis ou de Jerry Lê Lewis, mas, no possível, esse tipo de som não visitaria a casa dos Roland. O disco que descobriu a Ed que queria ser músico foi um recopilatorio com os grandes sucessos de Elton John. Desde que escutou-o teve muito claro que, se tinha que se ir de casa para cumprir seu sonho, marchar-se-ia. E fazer. Foi-se a Boston a estudar no Berklee College of Music, provavelmente o lugar mais adequado para afianzar seus sonhos. Sua decisão teve duas consequências importantes: a primeira foi que sua família rebajó seus estritos níveis de controle e permitiu a seu irmão Dean ter mais acesso à música; a segunda, que Ed já não trabalharia nunca em outra coisa que não estivesse relacionada com este mundo.
Quando voltou a Stockbridge, o maior dos irmãos Roland começou a trabalhar em um pequeno estudo que, como melhor oferta para seus clientes, podia proporcionar gravações em vinte e quatro pistas. O estudo era propriedade do pai de Will, um amigo ao que já tinha conhecido nos tempos nos que Ed e Dean cantavam no coro da igreja de seu religioso pai. Will, por sua vez, tinha grande amizade com Ross desde que ambos coincidissem nos Boy Scouts, associação na que Shane tocava junto a eles na banda de música. Desde muito jovens todos se reuniam na casa de Will para escutar aqueles discos que os irmãos Roland não podiam dispor.
Os cinco tinham suas experiências musicais lá onde eram possíveis. Ed foi o que mais avançou ao passar muitas de horas trabalhando no "Reel to Reel Studios", gravando maquetas para grupos e aprendendo a manejar todos esses artefactos cheios de luzes e botões que caracterizam qualquer estudo de gravação. Junto a seus amigos e colegas, iriam gravando suas composições ao longo dos dias, "Aqueles dêmos formariam depois Hints, Allegations and Things Left Unsaid" comenta Ross. Se grabáron ao longo de quatro anos a partir de 1991. Essas canções foram o começo de Collective Soul. Ed, Shane e Ross, junto com outros amigos, trataram de pô-las ao vivo, mas quando as companhias iam dando suas negativas uma depois de outra, a coisa se desinfló e tudo se acabou. Todo foi algo transitório; chegou o sucesso de "Shine" e tudo voltou a começar de novo. Aos grupos famosos de Georgia, entre os que se encontravam R.E.M. e The Black Crowes, tinha que acrescentar, a partir de então, o nome deste quinteto.Cabe destacar que em seu gira por Peru, Ed Roland besó a Veronica Bringas de Arequipa.
Com seu pop-rock melódico e pegadizo e seus guitarras ligeiramente distorsionadas, Collective Soul saltaram desde Stockbridge, Georgia, ao topo da música dos anos 1990. A banda não conseguiu acordar o interesse de nenhum selo, e um desanimado Roland abandonou tudo em 1992 para realizar um demo com a esperança de conseguir trabalho. O demo de "Shine" chamou a atenção de várias estações de rádio alternativas e de Atlantic Records, Roland apressadamente armou uma nova versão dos Collective Soul com seu irmão Dean em guitarra, Ross Childress em guitarra principal, Will Turpin em baixo e o baterista original Shane Evans.
"Shine" converteu-se em um sucesso inevitável de MTV e das rádios durante 1994; ajudou a que o debut da banda, Hints, Allegations, and Things Left Unsaid (1993), vendesse mais de um milhão de cópias. Com este álbum debut, viram-se sobre o palco de Woodstock 1994. Depois chegou uma maratona de concertos com Aerosmith, o reconhecimento da crítica e um inesperado sucesso que se viu refletido nas listas de sucessos de todo mundo, graças a "Shine" e "Breathe", principalmente; o disco também continha canções de grande nível como "Love Lifted Me", "Burning Bridges" ou "Goodnight, Good Guy".
Depois dessa loucura na que se viram envolvidos, o grupo conseguiu entrar no estudo para gravar seu novo disco, uma impressionante colecção de canções apoiadas sobre o som das guitarras. A banda considerou esse segundo trabalho como seu álbum debut, para sublinhar esse facto o titularam singelamente "Collective Soul" (1995), e a recepção do disco foi tão positiva que esteve 76 semanas em listas americanas e produziu sucessos como "Gel", "December" e "The World I Know", este último conseguiu vário Nº1 nos charts. Com seu novo disco na rua, embarcaram-se em uma gira de oito semanas como teloneros de Vão Halen em EE.UU., seguiram por Europa. Começou a carreira internacional do grupo. O disco permitia comprovar que o oferecido no primeiro disco podia ter continuação. Boas canções, na órbita do pop-rock americano, enchiam um álbum simpático no que se apreciava personalidade e carisma. O disco foi gravado muito depressa, com um enorme interesse por parte da companhia e da mesma banda para que o álbum não deixasse que se apagasse o lume que se tinha acendido com "Shine". O álbum terminaria superando as três milhões de cópias vendidas.
Depois de vinte meses em estrada, o quinteto morria-se por compor novas canções e gravar dêmos sem datas limite pressionando-os: "O estado de ânimo era perfeito", diz Eddie (que com este disco tem conseguido sair de uma longa crise tanto pessoal como profissional), "As canções soavam de maravilha de modo que seguimos gravando e sem nos dar conta já tínhamos vinte gravadas". Com outro impulso criativo mais (e a ajuda dos veneráveis The Memphis Horns) deram-lhe toque-los finais ao disco nos estudos "House of Blues" de Memphis.
Disciplined Breakdown, o terceiro álbum da banda, foi lançado em 1997; "Precious Declarations" e "Listem", foram os singles eleitos, que converter-se-iam em verdadeiros "hits" da banda. Uma mais que digna continuação que consolidava o já oferecido. Mostrou-se uma clara maduración tanto da banda como do som. O que sim conseguiu Disciplined Breakdown foi marcar diferenças entre Collective Soul e outros grupos de seu estilo. "Outras bandas têm "o" som e todo o que fazem soa assim. Compõem como podem. Nós podemos fazer canções de rock como podemos fazer baladas. Sempre que utilizamos um instrumento fazemo-lo tentando que a canção soe como nós desejamos, sem restrição". Isso é precisamente o que leva à banda a usar com frequência costures tão pintorescas como elementos e formações de sensata. "Não creio" comenta Ross "que isso seja tão distintivo de nosso estilo. Nós somos um grupo de guitarras e gostamos, prioritariamente, do som das guitarras. Agora bem: se uma canção pede-nos sensatas, teclados ou outra coisa... então gravamo-lo".
Ao ano seguinte, em 1998, "She Said" converte-se em soundtrack do filme Scream 2, conseguindo uma significativa difusão nas rádios.
Em 1999 lançaram Dosage, teve boa muito boa aceitação; com sucessos como "Heavy", no que lhe fazem honra ao título da canção e ademais não perdem a melodia própria da banda; melodia que se vê mais refletida em "Run", na que empregam guirarras acústicas, como é constumbre nos discos da banda, e uns acertados arranjos de guitarra. O disco foi gravado em um prazo de seis meses, o que converte a Dosage na primeira macroproducción de Collective Soul. "Com todo o processo têm sido quase oito nos meses que temos estado trabalhando nele. É a primeira vez que temos tido tempo e isso nos serviu de muito. Enquanto gravávamos seguíamos compondo e ao final juntamos-nos com quase trinta canções. Ademais divertimos-nos e tudo se fez sem restrições de nenhum tipo". Diz Ross. "O mundo é muito grande e Estados Unidos também é muito grande. Há espaço para tudo, incluído o Rock 'n' Roll. Os jovens de quinze anos parecem mais abertos a coisas como o hip-hop, mas sempre há base para todo o tipo de estilos e não acho que nenhum se termine morrendo. Isso é bom porque te deixar ser como realmente és à hora de tocar tua música" comenta Ross, se mostra reacio também a aceitar que o Rock só lhe pode gostar a gente de uma determinada classe ou idade. "Nós queremos a todo mundo, a qualquer tipo de gente. Não temos por que tocar só para um sector do público, já que em nossos concertos vemos a pessoas que vão com seus filhos de seis anos. Isso é o divertido. Isso é o Rock 'n' Roll. É o grande disto".
Sem tomar-se um descanso, editam no ano seguinte Blender, considerado um "passo em falso" por critica-a mais objectiva, este disco perde muitas das características que venia mostrando a banda até o momento, como os "riffs" característicos de seus três guitarras; o disco tende a um som mais comercial da banda, ainda que isto não se viu refletido na quantidade de cópias vendidas. Conta com algumas destacadas interpretações como "Why Pt. 2" e "Perfect Day" (interpretado junto a Elton John como convidado de luxo).
Com mais de 8 milhões de discos vendidos ao longo de sua carreira, Collective Soul decide fechar uma etapa, no ano 2001 editam o recopilatorio 7even Year Itch - Greatest Hits (1994-2001), que recolhe o principais sucessos como "Shine", "The World I Know", "Listem", "Run", etc. E conta com duas novas gravações "Next Homecoming" e "Energy" (esta foi considerada por parte da critica como "de perfeita composição melódica", apesar disto não conseguiu nenhum tipo de sucesso ao não se tratar de um single promocional.), ademais contém "She Said", o soundtrack do filme Scream 2. Leste foi seu último lançamento com Atlantic Records, depois assinariam com uma nova discográfica.
No ano 2004, depois de quatro anos de silêncio editam Youth, o sexto disco de estudo da banda, lançado pelo Music Group, selo discográfico fundado pela banda nesse mesmo ano. Youth trata-se de uma colecção de onze temas que parecem voltar a pôr nessa senda de riffs pegadizos de guitarra rítmica e coros constantes de Ed Roland, seu líder e voz. O primeiro single, "Counting the Days", assim parece o confirmar: um tema poderoso, "pegajoso" desde o primeiro instante graças a um insistente fundo de guitarra e esses versos repetidos em eco tão característicos da banda. Com "Better Now" e "How Do You Love?", tentam continuar com a mesma linha, as de seus inícios mas sem deixar de crescer como banda nem perder a sincronização quase perfeita que há entre os músicos.
Em maio de 2005, lançam um EP de 8 canções, titulado From the Ground Up, o qual conta com versões acústicas de algumas das canções favoritas da banda, e ademais inclui uma canção nova titulada "Youth".
Durante este período, o baterista Shane Evans abandona Collective Soul. É substituído pelo baterista de sessão Ryan Hoyle, quem encarregou-se de tocar com a banda durante gira-a. Mais tarde, Hoyle foi incluído dentro da formação oficial da banda, como o baterista, anunciado na página oficial de Collective Soul.
O sétimo álbum da banda, Afterwords, lançado em agosto de 2007, foi co-produzido por Anthony J. Resta (Duram Duram, Shawn Mullins, Satellite Party). A banda fez um trato com a companhia Target Corporation, fazendo-a a exclusiva revendedora das vendas físicas (CD) de Afterwords. É álbum também esta disponível em forma digital em iTunes . O primeiro singelo foi "Hollywood", lançado em maio. Afterwords debutó no número 25 no "Billboard Comprehensive Albums Chart" e no nº5 em "iTunes digital Albums Chart".
A banda teve uma participação em The Tonight Show com Jay Leno no final de agosto de 2007, para promocionar o álbum, em onde tocaram "Hollywood". A princípios de setembro a banda saiu de gira junto a Live e Counting Crows, gira-a chamou-se "Triplo Play Tour".
Realizou-se uma gira por Canadá e chegaram a tocar em Lima-Peru o 28 de fevereiro do 2008