| Crucis | |
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| Informação pessoal | |
| Origem | Buenos Aires, Argentina |
| Informação artística | |
| Género(s) | Rock progressivo, rock sinfónico. |
| Período de actividade | 1974 – 1977 |
| Discográfica(s) | RCA Argentina, BMG Argentina |
| Membros | |
| Pino Marrone (Guitarra) Gonzalo Farrugia † (Batería) Gustavo Montesano (Baixo e Voz) Aníbal Kerpel (Teclados) | |
| Antigos membros | |
| José Luis Fernández (Baixo) Daniel Frenkel (Batería) Daniel Oil (Teclados) | |
Crucis era uma banda argentina considerada uma das pioneiras da música progressiva argentina.
Conteúdo |
Crucis foi formada em agosto de 1974 por Gustavo Montesano (Guitarra e vocalista), José Luis Fernández (Baixo), Daniel Frenkel (Batería) e Daniel Oil (teclados). Quando Fernández deixou a banda, Montesano passou ao baixo. Depois Marrone e Kerpel uniram-se. Em 1975 Daniel Frenkel deixou o grupo e Gonzalo Farrugia (quem vinha de tocar na banda Psiglo) o substituiu. Segundo uma entrevista, Gustavo Montesano e Pino Marrone encontraram-se com Farrugia em um colectivo e daí tomaram contacto para finalmente somar ao grupo.
Editaram dois álbuns, Crucis em 1976 e Os Delírios do Marechal em 1977 . Uma das características mais destacables da banda era que os temas registados em seus discos eram gravados ao vivo. A banda teve apresentações existosas nos teatros do país e nos Estados Unidos. Depois de voltar de seu gira por Norteamérica e depois de uma série de conflitos pessoais entre eles, decidiram se separar imprevistamente.
Os 4 integrantes desta banda tinham uma grande técnica e qualidade musical. Pelos anos em que eles tocaram conseguiram um grande som de estudo. Tiveram produção nos Estados Unidos, algo impensado para um grupo latinoamericano daquela época.
O 9 de janeiro do 2009 no Uruguai, Gonzalo Farrugia se suicida, desaparecendo quizas, uma esperança de futura reunion de Crucis
No ano 2004 em um tributo a Crucis a cargo da banda Pulso, reuniram-se depois de 30 anos, Gustavo Montesano e Gonzalo Farrugia. Desse grande reencuentro nasceu a ideia de reunir à banda e organizar uma gira, facto que levariam a cabo sem Marrone nem Kerpel quem descartaram a ideia de uma possível reunião.
Conquanto o projecto não carecia de apoio promocional de parte das companhias discográficas, não se pôde concretar devido a desacordos económicos e comerciais.