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Cuenca hidrográfica

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Para outros usos deste termo, veja-se Cuenca (desambiguación).

Entende-se por cuenca hidrográfica , cuenca de drenaje ou cuenca imbrífera ao espaço delimitado pela união de todas as cabeceiras que formam o rio principal ou o território drenado por um único sistema de drenaje natural, isto é, que drena suas águas ao mar através de um único rio, ou que verte suas águas a um único lago endorreico. Uma cuenca hidrográfica é delimitada pela linha das cimeiras, também telefonema divisório de águas. O uso dos recursos naturais regula-se administrativamente separando o território por cuencas hidrográficas, e com olhas ao futuro as cuencas hidrográficas perfilam-se como as unidades de divisão funcionais com mais coerência, permitindo uma verdadeira integração social e territorial por médio da água.

Uma cuenca hidrográfica e uma cuenca hidrológica diferenciam-se em que a cuenca hidrográfica se refere exclusivamente às águas superficiais, enquanto a cuenca hidrológica inclui as águas subterrâneas (acuíferos).

Conteúdo

Características da cuenca ou hoya hidrográfica

As principais características de uma cuenca são:

  • O coeficiente de ramificação: também dá indicações preliminares com respeito ao tipo de onda de avenida.
Esquematización de uma cuenca.

Cuencas dos principais mares e oceanos. As zonas em cinza correspondem a cuencas endorreicas.

Elementos da cuenca

Em uma cuenca distinguem-se os seguintes elementos:

Divisória de águas

A divisória de águas ou divortium aquarum é uma linha imaginaria que delimita a cuenca hidrográfica. Uma divisória de águas marca o limite entre uma cuenca hidrográficas e as cuencas vizinhas. A água precipitada à cada lado da divisória desemboca geralmente em rios diferentes. Também chamado Divortium aquarum. Outro termo utilizado para esta linha denomina-se parteaguas.

O divortium aquarum ou linha divisória de vertentes, é a linha que separa a duas ou mais cuencas vizinhas. É a divisória de águas, utilizada como limite entre dois espaços geográficos ou cuencas hidrográficas.

O rio principal

O rio principal costuma ser definido como o curso com maior volume de água (médio ou máximo) ou bem com maior longitude ou maior área de drenaje, ainda que há notáveis excepções como o rio Misisipi. Tanto o conceito de rio principal como o de nascimento do rio são arbitrários, como também o é a distinção entre rio principal e afluente. No entanto, a maioria de cuencas de drenaje apresentam um rio principal bem definido desde a desembocadura até cerca da divisória de águas. O rio principal tem um curso, que é a distância entre sua naciente e sua desembocadura.

No curso de um rio distinguem-se três partes:

  • curso superior, localizado no mais elevado do relevo, em onde a erosión das águas do rio é vertical. Seu resultado: a profundización do cauce;
  • curso médio, em onde o rio começa a zigzaguear, alargando o vale;
  • curso inferior, situado nas partes mais baixas da cuenca. Ali, o volume do rio perde força e os materiais sólidos que leva se sedimentan, formando as planícies aluviales ou vales.

Outros termos importantes a distinguir em um rio são:

  • Cauce. Cauce ou leito (Do lat. calix, -icis, cano de condução.) m. Leito dos rios e ribeiros. Conduto descoberto ou acequia por onde correm as águas para riegos ou outros usos.
  • Thalweg. Linha que une os pontos de maior profundidade ao longo de um curso de água.
  • Margem direita. Olhando rio abaixo, a margem que se encontra à direita.
  • Margem esquerda. Olhando rio abaixo, a margem que se encontra à esquerda.
  • Águas abaixo. Com relação a uma secção de um curso de água, seja principal ou afluente, diz-se que um ponto estas águas abaixo, se se situa após a secção considerada, avançando no sentido da corrente (em castelhano se utiliza também o termo «ayuso» para se referir a águas abaixo).
  • Águas acima. É o contrário da definição anterior (em castelhano utiliza-se também o termo «asuso» com o mesmo significado).

As afluentes

São os rios secundários que desaguan no rio principal. A cada afluente tem sua respectiva cuenca, denominada sub-cuenca.

O relevo da cuenca

O relevo de uma cuenca consta dos vales principais e secundários, com as formas de relevo maiores e menores e a rede fluvial que conforma uma cuenca. Está formado pelas montanhas e seus flancos; pelas avariadas ou torrentes, vales e mesetas.

As obras humanas

As obras construídas pelo ser humano, também denominadas intervenções antropogénicas, que se observam na cuenca costumam ser moradias, cidades, campos de cultivo, obras para riego e energia e vias de comunicação. O factor humano é sempre o causante de muitos desastres dentro da cuenca, já que se sobreexplota a cuenca lhe tirando recursos ou «a despindo» de vegetación e trazendo inundações nas partes baixas.

Partes de uma cuenca

Uma cuenca tem depois de partes:

  • Cuenca alta, que corresponde à zona onde nasce o rio, o qual se desloca por uma grande pendente
  • Cuenca média, a parte da cuenca na qual há um equilíbrio entre o material sólido que chega trazido pela corrente e o material que sai. Visivelmente não há erosión.
  • Cuenca baixa, a parte da cuenca na qual o material extraído da parte alta se deposita no que se chama cone de deyección.

Tipos de cuencas

Existem três tipos de cuencas:

  • Exorreicas: drenan suas águas ao mar ou ao oceano. Um exemplo é a cuenca da Prata, em Sudamérica.
  • Endorreicas: desembocam em lagos, lagoas ou salgares que não têm comunicação saída fluvial ao mar. Por exemplo, a cuenca do rio Desaguadero, em Bolívia .
  • Arreicas: as águas se evaporan ou filtram-se no terreno dantes de encauzarse em uma rede de drenaje . Os ribeiros, aguadas e cañadones da meseta patagónica central pertencem a este tipo, já que não desaguan em nenhum rio ou outro corpo hidrográfico de importância.

Veja-se também

  • Lista de cuencas por superfície
Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/c/ou/m/Comunicações_de_Andorra_46cf.html"
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