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Cultivo de cannabis

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Cogollo de maconha procedente de uma plantação caseira.
Ilustração da planta de cannabis sativa

O cultivo de cannabis ou maconha para uso recreativo ou medicinal é uma pratica estendida em muitas partes do mundo. Em algumas zonas como Holanda é legal;[cita requerida] em outros lugares baixo certas circunstâncias, não está penado pela lei; enquanto em determinados lugares as penas são muito rígidas. O cannabis é uma droga popular entre muita gente pelo que às vezes se costuma cultivar para autoconsumo. Existem muitas maneiras de cultivar esta droga, mas costumam ter em comum que procuram conseguir a maior concentração de THC .[cita requerida]


Conteúdo

Fases de desenvolvimento

Germinación

Entende-se por germinación o passo pelo que a semente se converte em plántula . Dantes de poder ser germinada, a semente fica em um estado de repouso para esperar ao ano seguinte. Uma vez passado este tempo de letargo e sempre que encontre-se nas condições adequadas de temperatura, humidade e luminosidade poderá germinar. A semente germinará entre 2 e 7 dias se encontra-se em umas condições dentre 21 °C e 32 °C de temperatura, em ausência de luz e com suficiente humidade. A semente absorve a água e o oxigeno que tem ao redor para que as células do embrião comecem a agrandarse. Então a coberta da semente começa a abrir-se e a radícula (que posteriormente converter-se-á em raiz) emerge primeiro. A seguir, as folhas da semente ou cotiledones crescerão com o talho principal procurando a luz. Ao pouco tempo a planta desprender-se-á da semente adosada aos cotiledones e estes despregar-se-ão acima da superfície. Neste momento a planta começará a realizar a fotosintesis e terá passado ao estádio de plántula.

Um método para germinar sementes consiste em introduzir em um recipiente de água mineral temperada onde deveriam germinar em um par de dias. Assim que note-se a germinación, deverão ser transplantadas a semilleros individuais. A vantagem deste método é que evita plantar em macetas sementes inservibles. Um método similar consiste em germinarlas em algodón húmido e depois transplantarlas aos semilleros.[1]

Fase de plántula

Uma espécie de cannabis sativa em estado de plántula

A semente converte-se em plantón quando ao cabo de uns dias, além dos cotiledones lhe apareceram as primeiras folhas verdadeiras. Este estádio de crescimento dura entre 3 e 6 semanas e durante o mesmo, as raízes crescem e estendem-se pela terra absorvendo nutrientes e água, enquanto o crescimento sobre o nível do solo é lento. Neste ponto de crescimento, o calor e a água são de vital importância. O novo e frágil sistema de raízes é muito pequeno e requer de um fornecimento também escasso mas constante de água e calor. Demasiada água anegará as raízes, o que fará que se pudran e apareça a alternaria. Pelo contrário, a carência de água fará que o incipiente sistema de raízes se seque. As plántulas requerem ao menos 18 horas de luz de baixa intensidade.

O estádio de plántula finaliza quando se inicia o rápido crescimento do follaje. Este desenvolvimento rápido acima do nível do solo é o princípio de crescimento vegetativo. As plantas precisam mais espaço para crescer e costumam transplantarse a um contêiner de maiores dimensões.[2]

Fase de crescimento vegetativo

Uma jovem planta macho em um estado temporão de crescimento vegetativo

Uma vez que se criou um sistema de raízes forte e o crescimento do follaje aumenta com rapidez, as plántulas entram no estádio de crescimento vegetativo. Quando a produção de clorofila vai a toda a velocidade, uma planta produzirá tanto follaje verde como permitam a luz, o CO2, os nutrientes e a água. Com cuidados adequados, a maconha pode crescer entre 3 e 6 centímetros ao dia. Uma planta à que se impede o desenvolvimento pode demora semanas em iniciar seu crescimento normal. Um sistema de raízes forte e sem limitações é fundamental para proporcionar a água e os nutrientes à planta. Um crescimento vegetativo sem impedimentos é a chave para uma boa colheita. Durante este crescimento, o consumo de água e nutrientes da planta muda. A transpiración produz-se a um ritmo mais elevado, pelo que se precisa mais água. Precisam-se níveis altos de nitrógeno; o consumo de potasio, fósforo, calcio, magnésio, azufre e olioelementos cresce a um ritmo mais rápido. Quanto maior é a planta e maior é seu sistema de raízes, mais seca-se a terra. Os ramos laterais fortes, que depois alojarán os cogollos das flores, se desenvolvem.[3]

Fase de pré-floração

A fase de pré-floração compreende desde o momento em que mudamos o fotoperiodo da planta de 18 horas de luz (crescimento), a 12 horas de luz (floração). A planta nessa mudança de luz demora em uns dias em reconhecer seu fotoperiodo, a esse pequeno período de tempo chama-se-lhe fase de pré-floração. Dependendo da raça (índica ou sátiva) reconhecerá dantes ou depois esse fotoperiodo para pôr-se a florescer.

Fase de floração e reprodução

Para completar seu ciclo anual, o cannabis tem que florescer. A maconha é uma planta dioica, isto é, com machos (produtores de polen) e fêmeas (produtoras de óvulos). Em ocasiões podem aparecer plantas hermafroditas com flores macho e fêmea.

Quando a flor feminina é polinizada, um dos numerosos e pequenos grãos de polen do estambre da flor macho aterra no pistilo da flor fêmea. As pontas das flores femininas são uma massa de cálices, e a cada um deles contém um óvulo e um grupo de pistilos. A fertilización consuma-se quando o grão de polen masculino se desliza pelo pistilo e se une ao óvulo feminino em profundidade do cálice. Uma vez que se produziu a fecundación, os pistilos se voltam marrones e se forma uma semente. Uma vez fertilizadas, as fêmeas dedicam toda sua energia à produção de sementes fortes e viables. Quando as flores estão cheias de sementes maduras, a fêmea morre, ao ter completado seu ciclo vital. O macho completa o seu e morre quando tem dispersado todo o polen em procura de fêmeas que fecundar.

Na natureza, o cannabis floresce em outono quando nos dias se encurtam e as noites se alongam. As pautas químicas e de crescimento mudam. Os tallos alongam-se, as folhas nascem a cada vez com menos dedos e a produção de cannabinoides reduz-se ao princípio para depois aumentar. A produção de clorofila reduz-se em favor da absorción de fósforo que ajuda na formação de flores. O tempo de floração depende da raça (índica ou sátiva).

Nos cultivos de interior, a floração induze-se passando de um fotoperiodo de 18 horas de luz, a um de 12 horas de luz. Durante o estádio de floração a absorción de água é um pouco menor. Um riego adequado durante a floração aumenta a química interna da planta e a produção de resina. Pelo contrário, racionar o riego para estresar a uma planta atrofia o crescimento e reduz a colheita. Assim mesmo, retirar as folhas grandes para que chegue mais luz aos cogollos pequenos ou para estresar à planta, é de loucos. As folhas grandes são necessárias para a saúde da planta. Só devem se cortar as que estão morridas ou quase morridas (mais de 50% danificadas).[4]

Machos

Flores macho

Quando o planta alcance um palmo de altitude aproximadamente, depende muito, poderemos observar nas interseções do talho principal com as ramificações duas "estigmas" de cor verde que terão saído faz tempo, pois entre o talho e a cada estigma é onde aparecerá o primeiro indício do sexo de nossa planta. Se aparecem umas quantas bolitas, que irão crescendo e se agrupando em racimos como se de uma vid se tratasse, então nossa planta será um macho.

Ao princípio podemos-nos confundir facilmente se a flor é muito pequena. Ademais, onde primeiro poderemos distinguir o sexo é na parte mais alta da planta, que é onde vai se desenvolvendo mais a planta e em onde saem os primeiros indícios. O inconveniente está em que nessa zona tudo é muito pequeno e está muito apretujado de maneira que é difícil o apreciar com clareza. Deveremos então esperar a que a planta cresça um pouco mais.

Quando passa a floração, as plantas machos começam a desenvolver bolas de polen em todos os ramos da planta. Então é muito fácil reconhecê-los. Quando as carteiras de polen estão maduras, começarão a desprender o polen. Um macho pode fecundar a muitas fêmeas que estejam afastadas centos de metros (todo depende das condições ambientais). Os machos, ao invés que as fêmeas, produzem muito pouco THC, pelo que os cultivadores de droga costumam matar as plantas macho assim que se distingue seu sexo.

Fêmeas

Flores fêmea

Para detectar uma fêmea, também não será necessário esperar até que a planta tenha cogollos. Dantes de que a plante comece a fabricar os cogollos, a planta nos dá um sinal nos mostrando seu sexo. Quando o planta alcance um palmo de altitude aproximadamente, depende muito, poderemos observar nas interseções do talho principal com as ramificações duas "estigmas" de cor verde que terão saído faz tempo, pois entre o talho e a cada estigma é onde aparecerá o primeiro indício do sexo de nossa planta. Se nessa zona aparecem duas pelillos de cor branco ou inclusive vermelho, que saem de uma bolsita alongada verde nossa planta será com total segurança uma fêmea. A partir de ali e mais adiante sairão os cogollos, que serão agregados destes pelillos com suas carteiras recobertas de resina.

Se uma planta fêmea é fecundada por um macho, desenvolverá sementes no interior de seus cogollos, reduzindo a produção de THC.

Sinsemilla

Sem semente é planta-a fêmea não polinizada pelo macho, o que passa é que quando sacamos os machos, as fêmeas crescem mas grandes e com mas THC pois ao votar hormonas criam maior quantidade de THC, para que os machos a encontrem por isso cresce mas e com mas concentração de THC procurando ao macho crecera mas pois precisa crescer para o procurar, algumas costumam ter sementes, mas são sementes de plantas hermafroditas. Ras Supay "Movimento de legalización do Cannabis, La Paz, Bolívia"-

Hermafroditas

Cultivos de exterior

Plantação de cannabis em exterior.

Também denominado outdoor por sua tradução ao inglês ou cultivo de guerrilha em zonas onde está proibido. Quando falamos sobre o cultivo de exterior entram em jogo vários factores como a climatología e a exposição à luz. O cultivo em exterior leva-se a cabo sobre finais de Março e princípios de Abril, já que é o fotoperiodo adequado, colecta-a efectua-se sobre Novembro dependendo de se é Sátiva ou Índica. Tem um problema acrescentado tais como plagas de insectos e climatología adversa como chuva torrencial, granizo e demais. As plagas em cultivos de exterior, costumam ser menos agressivas que em cultivo em interior, já que em exterior existem mais variedades de plantas ao redor às que atacar, enquanto no interior se cebarían unicamente no cannabis. O tamanho das plantas é bem mais grande no exterior porque as raízes podem-se expandir por toda a terra. No cultivo de interior as plantas são de menor tamanho por ter limitada a altura da planta e a profundidade das raízes.

Cultivos de interior

Plantação de cannabis em interior.

Também denominados indoor por sua tradução ao inglês. A grande diferença com os cultivos de exterior, é que em interior se têm as plantas em um meio controlado, tal e como se tratasse de um laboratório. Por isso, são muitos os factores que há que controlar para obter um desenvolvimento óptimo da planta. A grande vantagem que tem este método, é que como a planta tem as melhores condições para seu desenvolvimento[cita requerida], o rendimento da colheita será maior.[cita requerida] Alguns dos factores mais importantes que há que ter em conta são a luz, a água, os nutrientes e o ar, ainda que o cheiro das plantas pode chegar a ser problemático senão se conta com uma ventilación ou um tratamento adequado.

Luz

Quando uma planta se cultiva em interior são muitos os factores que há que controlar, mas o mais importante é a luz. A intensidade, qualidade e duração da luz que a planta perceba, será o que determine o correcto crescimento e floração da planta. Entende-se por tanto que ao não ter luz proveniente do exterior terá que emular as diferentes estações climatológicas. Graças a que é a mão do homem quem controla a luz, se podem obter várias colheitas em uma mesma temporada. Por conseguinte há diferentes estudos sobre a quantidade de luz que devem receber a planta:


Ainda que de maneira muito habitual costumam-se seguir estes ciclos de luz:

O que sempre se recomenda é ir rotacionando e mudando de lugar as plantas para que todas recebam ao longo de sua vida a mesma quantidade de luz.


Durante os períodos de escuridão a planta não deve receber nada de luz, pelo que um truque para as observar sem que seus ciclos se vejam afectados é alumbrarlas com luz verde, já que este tipo de planta não detecta esta longitude de onda.[2]

Durante muitos anos utilizaram-se os fluorescentes para o crescimento de plantas sem sol. Despus utilizaram-se lustres de vapor de mercurio, ainda que sem grandes melhoras. Desde a aparicin dos lustres de alta pressão: as de lustres de vapor de sodio e os lustres de haluros metlicos, que costumam se utilizar no alumbrado público (autopistas, parques, estádios, etc. ), as demais ficaram-se antiquadas, ainda que os fluorescentes podem-se seguir utilizando. (são idneos para certas fases do processo como o crescimento)..[6]

Sustrato

Ao invés que nos cultivos de exterior, o cultivo em interior permite muitas variantes. Dependendo do tipo de sustrato em que se encontrem as raices da planta, podemos falar de cultivos em terra, hidropónicos e aeroponicos. Os primeiros são os cultivos mais singelos onde as raices se assentam sobre a terra de maneira natural. Nos cultivos hiropónicos, as raices depositam-se sobre tanques com água e nutrientes, enquanto nos cultivos aeropónicos, as raices ficam suspensas em uma corrente de ar que tem vaporizados a água e os nutrientes necessários.

Cultivo em terra

O cultivo em terra é o mais generalizado por ser o mais típico e o "mais fácil" de cultivar. Como bem diz seu nome se cultiva desde semente ou esqueje sobre uma base de terra ou sustrato. Geralmente os sustratos preparados para o cultivo de cannabis já vêm com seus nutrientes para toda a colheita, mas ao regar o sustrato tende a prensarse e obstruir os condutos de ventilación das raízes. Nas lojas especializadas vendem uns vermes inofensivos para o cultivo, que se encarregam de abrir canais de ventilación para as raízes.

Cultivos hidropónicos

Artigo principal: Hidroponía
Sistema de cultivo hidropónico.

O cultivo em hidropónico costuma arrancar desde um esqueje já que precisam-se raízes bastante longas e abundantes para submergir nos líquidos hidropónicos. Este cultivo baseia-se no contacto directo das raízes sobre uma mistura de 2 líquidos (A-B) e água. Neste cultivo é essencial controlar uma vez ao dia o Ph (acidez) e a Ec (electroconductividad) da água dantes e despues de acrescentar os líquidos, já que a planta precisa de um Ph de 5.8 a 6.2 para poder assimilar os nutrientes que lhe contribuímos. Depende da fase em que este a planta variaremos a Ec da água entre 0.8 e 1.5. Os resultados deste cultivo estan acima do culvivo de terra, já que controlamos em todo momento a quantidade de comida" e o estado da mesma.

A palavra "hidropónico" (de hidros, água, e pões, trabalho) designa um tipo de botánica que mereceria se chamar "aeropónico", já que seu elemento mais destacado não é tanto o riego como a criação de um meio geral, e especialmente lumínico, cuja finalidade é proporcionar a qualquer tipo de planta um médio idóneo para se desenvolver e florescer. Combinando achados científicos com progressos de índole mais puramente técnica, esta forma de cultivo rende uma potência superior ou comparável a melhore-las variantes conhecidas usando terra e ar livre.

Cultivos aeropónicos

Os cultivos aeropónicos têm uns resultados muito similares ao cultivo hidropónico. O cultivo aeropónico baseia-se em um esmaecimento directo sobre as raízes de uma mistura de líquidos iguais aos do cultivo hidropónico. Ao ser os líquidos esmaecidos directamente sobre as raízes, não é necessário que as barbas (raízes) sejam tão longas como no cultivo hidropónico. Neste cultivo tambien costuma-se arrancar desde esqueje de plantas, mas podem-se germinar sementes e preparar para o cultivo aeropónico. O Ph e a Ec da água controlam-se e têm a mesma importância que no cultivo em hidro.

Ar

No cultivo indoor (interior), é fundamental um bom sistema de extracção e ventilación para que nossa colheita seja óptima. O cultivo indoor ao estar em espaços fechados e de pouca ventilación, precisa que nós lhe proveamos do CO2 que precisa para a fotosíntesis e ao mesmo tempo poder evacuar o oxigénio que produz a planta. Tambien é vital uma boa ventilación que mova o ar para que esteja distribuído de maneira homogénea por todo o cultivo. Nos cultivos de exterior não temos este problema.

O bom de poder controlar o ar é que se lhe podem acrescentar geradores de CO2 para aumentar a concentração desta substância no ambiente. Demonstrou-se que as plantas podem adquirir mais dióxido de carbono do que se encontra de maneira habitual no ar, asi que implementando estes sistemas se podem obter maiores rendimentos na colheita.

Nutrientes

Folhas de uma planta queimadas por um excesso de fertilizantes

Há muita variedades de nutrientes no mercado, especializados para cultivo em hidropónico, aeropónico, e para cultivo em terra. Nas etiquetas dos produtos costumam vir uns planos de cultivo adequados para esse tipo de nutriente. Os planos de cultivo costumam variar dependendo do produto que estejamos a usar.

Água

A água é o médio que usa a planta para poder absorver os nutrientes da terra ou dos produtos para cultivo em hidro ou aero. É muito importante dantes de regar ou encher os depósitos dos sistemas, medir Ph e Ec, já que a planta assimila os nutrientes dentro de uma escala bastante ajustada. O Ph da água deve oscilar entre 5.8 e 6.2, fora destes valores a planta não poderá assimilar certos nutrientes e isso acarretará carências em nosso cultivo. De igual importância é medir a Ec da água, os valores costumam oscilar entre 0.8 e 1.5 depende do estado fotosintético da planta. As águas correntes costumam trazer uma Ec bastante alta (0.5-0.8), e com o qual não poderemos administrar os nutrientes controlados para que a planta se desarroye em óptimas condições. Isto pode acarretar excessos ou carências nas plantas. O ideal é usar uma água osmotizada que tem uma Ec de 0.0, asi até a escala de 0.8-1.5 será todo nutrientes controlados, já sejam químicos ou orgânicos. O Ph das águas osmotizadas costumam ser de 6.0, perfeito para o cultivo.

Cheiro

O cultivo de cannabis tem um factor de risco como é o cheiro das plantas, já que as podem detectar intrusos ou pessoas indeseadas para nosso cultivo. Felizmente existe no mercado filtros de carbono para solucionar este problema. Trata-se de uns cilindros recobertos por uma lana de carbono que filtra em grande percentagem o cheiro do cultivo. Este sistema este desenhado para cultivo em indoor (interior), e acoplam-se aos sistemas de extracção do mesmo. O cheiro toma intensidade na fase de floração

Cosechado, secado e curado

Secado

O secado do cannabis é fundamental fazê-lo bem, já que a potência final da planta, depende muito deste passo. Dizer que o THC da planta, não é psicoactivo quando esta fresco, há que o secar para que adquira toda sua potência. O secado realiza-se em caixas de madeira (cofres), com algun tipo de papel secante em seu interior para que absorva a humidade da erva. É recomendável airear a caixa a cada 2 dias para não criar hongos que podem chegar a criar complicações pulmonares uma vez fumada. O secado costuma durar uns 15 dias.

Curado

O curado da erva é opcional, já que no secado tem adquirido todo seu potencial. O curado encarrega-se de melhorar o sabor da erva e suavizá-lo. O curado costuma durar entre 15 dias e 3 meses e realiza-se em botes de cristal fechados. Neste processo há que ter especial cuidado na manipulação da erva, já que os tricomas (glándulas de resina), estan completamente secas, e se desprendem com facilidade.

Elaboração de hachis

Artigo principal: Hachís

A elaboração de hachis pode-se efectuar de muitas formas caseiras mas existem no mercado máquinas que fazem o trabalho. Uma forma de fazer hachis é quando a planta esta a 1 semana do corte, acariciar as flores e esfregar as mãos, se criam pequenas bolas de hachis em nossas mãos, que despues podemos recojer, prensar com os dedos e assim fazer um trozo maior. Outra forma é com um bote de cristal e uma teia (a ser possível uma média de mulher). Introduz-se os restos de folha e as flores mas pequenas no bote, tampa-se com a teia e fecha-se com a tampa do mesmo. Dá-se a volta ao bote e agita-se energicamente para que os tricomas sejam separados da matéria verde. Abrir o bote de bruços e veremos que o hachis se acumulou na parte da tampa. Recolher e prensar. As máquinas que existem no mercado, realizam esta última acção automaticamente. Só temos que encher o aparelho com os restos de folhas e flores e o se encarrega de girar para separar os tricomas. Só fica recolher e prensar. Tambien há uma maneira um pouco mais complicada que é com uma teia, água e gelo.

Plagas e insectos

As plagas de insectos sempre têm sido um problema para o cultivador. Em cultivos outdoor (exterior) as plagas são mas difíceis de controlar mas menos agressivas que em cultivos indoor (interior). Em cultivos indoor jogamos com a vantagem de poder controlar a temperatura do cultivo, e assim poder reduzir o processo de eclosión dos ovos. As plagas mas frequentes em indoor são os seguintes:


Existem no mercado depredadores naturais para a cada espécie de plaga, mas são de pouca eficácia uma vez a plaga está instalada. Usam-se mas como médio de prevenção. Nos cultivos outdoor também existe plagas de trips, mosca branca, aranha vermelha e demais, mas se somam os insectos de maior tamanho como são os saltamontes, caterpillares e vermes.

Variedades e genética

Existem no mercado muitos tipos de variedades de semente. Desde faz em uns anos o estudo genético tem facilitado a possibilidade de "melhorar" as chamadas famílias puras (índicas ou sátivas), para passar a chamar-se Híbridas. Em genética aproveita-se as características de certas raças, para poder obter uma variedade mais perfeita que a de seus "pais genéticos". Nestas "misturas" genéticas têm-se em conta factores de crescimento, sabor, potência, aspecto e resistência em frente a plagas.

Bancos de sementes

Sementes de maconha.

A venda de sementes de maconha é habitualmente legal e estas ademais se podem obter através de internet. Em países onde plantar a droga é ilegal, os particulares que plantam cannabis para seu autoconsumo ou para o de seu meio, costumam comprar as sementes em bancos de sementes.

Aspectos legais sobre o cultivo de cannabis

Artigo principal: Legalidade do cannabis

Referências

  1. Chema Ferrer (março de 1997) (em espanhol, html). A bíblia do cannabis: terapêutica, cultivo e história da planta proibida. Carena editors. p. 62. http://books.google.é/books?vão=TEU7lcMajI9MC&pg=PA62&dq=germinaci%C3%B3n+maconha&cd=3#v=onepage&q=germinaci%C3%B3n&f=false. Consultado o 7 de janeiro. 
  2. a b Jorge Cervantes (junho de 2002) (em espanhol). [Expressão errónea: operador < inesperado Maconha, cultivo de interior]. Cáñamo edições. p. 36. 
  3. Jorge Cervantes (junho de 2002) (em espanhol). [Expressão errónea: operador < inesperado Maconha, cultivo de interior]. Cáñamo edições. p. 299. 
  4. Jorge Cervantes (junho de 2002) (em espanhol). [Expressão errónea: operador < inesperado Maconha, cultivo de interior]. Cáñamo edições. p. 319 e 320. 
  5. Chema Ferrer (março de 1997) (em espanhol, html). A bíblia do cannabis: terapêutica, cultivo e história da planta proibida. Carena editors. p. 75 e76. http://books.google.é/books?vão=TEU7lcMajI9MC&pg=PA62&dq=germinaci%C3%B3n+maconha&cd=3#v=onepage&q=germinaci%C3%B3n&f=false. Consultado o 8 de janeiro. 
  6. Cultivo Maconha.com (ed.): «Cultivo interior de maconha» (permissão pedida ao autor o 16 de maio de 2010).

Sinsemilla - Ras Supay - La Paz Bolívia "Legalización do Cannabis em Bolívia"

Veja-se também

Enlaces externos

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