Visita Encydia-Wikilingue.com

Cultura da paz

cultura da paz - Wikilingue - Encydia

Pomba portando no bico um ramo de oliveira, um dos símbolos da paz.

A cultura da paz consiste em uma série de valores, atitudes e comportamentos que recusam a violência e previnem os conflitos tratando de atacar suas causas para solucionar os problemas mediante o diálogo e a negociação entre as pessoas, os grupos e as nações, tendo em conta um ponto muito importante que são os direitos humanos, assim mesmo os respeitando e os tendo em conta nesses tratados.Esta foi definida por resolução da ONU, sendo aprovada pela Assembleia Geral o 6 de outubro de 1999 no Quincuagésimo terceiro período de sessões, Acta 53/243.

Conteúdo

Origens

Resolução 53/243

Bandeira das Nações Unidas.

Neste documento titulado Declaração e Programa de Acção sobre uma Cultura de Paz, a Assembleia Geral faz alusão e énfasis na Carta das Nações Unidas, à Constituição da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, à Declaração Universal dos Direitos Humanos e reconhece que "a paz não é só a ausência de conflitos".

Está conformada por 9 Artigos e inclui um Programa de Acção com Objectivos, estratégias e agentes principais e uma Consolidação das medidas a adoptar todos os agentes apropriados nos planos Nacional, Regional e Internacional, no qual se fala de medidas para promover uma Cultura da Paz por médio, principalmente, da educação.

Em dito documento faz-se apelo a todos (indivíduos, grupos, associações, comunidades educativas, empresas e instituições) a levar a sua actividade quotidiana um compromisso consistente baseado no respeito por todas as vidas, a rejeição à violência, a generosidad, o entendimento, a preservación ambiental e a solidariedade.

Âmbitos de Acção

  1. Promover uma cultura de paz por médio da educação
  2. Promover o desenvolvimento económico e social sostenible
  3. Promover o respeito de todos os direitos humanos
  4. Garantir a igualdade entre mulheres e homens
  5. Promover a participação democrática
  6. Promover o entendimento, a tolerância e a solidariedade
  7. Apoiar a comunicação participativa e a livre circulação de informação e conhecimentos
  8. Promover a paz e a segurança internacionais

Manifesto 2000 para uma cultura de paz e não violência

Tomando no ano 2000 como um novo começo, se tenta concienciar ao mundo sobre a necessidade de ter uma cultura de Não Violência e com isto se exige a participação de todos nesta mudança evolutivo, no qual 6 parámetros principais ajudar-nos-ão a forjar um mundo mais justo, mais solidario, mais livre, digno e armonioso, e com melhor prosperidade para todos.

O Manifesto encontra-se em Internet[1] e pode ser assinado sem necessidade de contar com conta de correio electrónico

Respeitar todas as vidas

Respeitar a vida dos demais, a dignidade dos demais. Não ter preconceitos e acabar com a discriminação.

Recusar a Violência

Praticar a Não violência activa mas se a não frequente e recusar a tello e a violência física, sexual, psicológica, económica, social e em todos seus aspectos, em particular aos mais débis, como são os meninos e adolescentes.

Libertar a Generosidad

Compartilhar o tempo e os recursos materiais para terminar com a exclusão, a injustiça e a opresión política e económica.

Escutar para Compreender

Defender a Liberdade de Expressão e a "Diversidade Cultural", privilegiar o "diálogo" sem ceder ao fanatismo e à rejeição.

Preservar o Planeta

Promover um consumo responsável e ter em conta a importância da vida e o equilíbrio dos recursos naturais do Planeta.

Reinventar a Solidariedade

Contribuir ao desenvolvimento propiciando a participação das mulheres e os princípios democráticos.

Movimento Por Uma Cultura De La Paz

Para outubro de 2006, o Movimento Por uma Cultura De La Paz incluía a mais de 700 organizações, que participaram em um relatório sobre os avanços em dita cultura no ano 2005.[2] Dito relatório foi inscripto na Resolução A/60/3[3] adoptada pela Assembleia geral da ONU em 2005, foi reconhecido especificamente por Bangladesh, a União Européia, Qatar, as Ilhas Fiji e Tailândia.

A avaliação dos progressos e obstáculos para a Cultura da paz resumiu-se por regiões no citado relatório. Também há um relatório com conselhos para as Nações Unidas.[4]

Fórum Barcelona 2004

Artigo principal: Fórum Universal das Culturas 2004

A Unesco aprova em sua Conferência Geral em Novembro de 1997 os três temas principais aos quais se enfocaría o Fórum Barcelona 2004 e os quais são:

1. A Diversidade Cultural.
2. O Desenvolvimento Sostenible.
3. As Condições de Paz.

A Prefeitura de Barcelona, a Generalitat de Cataluña e a Administração Geral do Estado aprovaram o 24 de novembro de 1999 uma Agenda de princípios e valores que regeriam o Fórum. Esta se baseia na Declaração Universal de Direitos Humanos e nos princípios das Nações Unidas.

Citas sobre a Cultura da Paz e Informação Adicional.

"Já que as guerras nascem na mente dos homens, é na mente dos homens onde devem erigírse os baultares da paz" (Declaração da Constituição da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Cienca e a Cultura)

"A cultura da paz começa quando se cultiva a memória e o exemplo de figuras que representam o cuidado e a vivência da dimensão da generosidad que nos habita, como Gandhi, Mons. Helder Câmara, Luther King e outros. Importa que façamos as revoluções moleculares (Gatarri), começando por nós mesmos. A cada um estabelece como projecto pessoal e colectivo a paz como método e como meta, paz que resulta dos valores da cooperação, do cuidado, da compaixão e da amorosidad, vividos cotidianamente." (Leonardo Boff, Teólogo e escritor brasileiro)

Martin Auer Reúne informação baixo o nome "A guerra Estranha: Histórias para uma Cultura de Paz"[5]

Referências

  1. Manifesto 2000 para uma cultura de paz e não violência
  2. RELATÓRIO MUNDIAL SOBRE A CULTURA DE PAZ
  3. Téxto Integro Da Resolução
  4. Resumem dos conselhos expostos à ONU
  5. Histórias para uma Cultura de Paz

Veja-se também

Enlaces externos

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/c/ou/m/Comunicações_de_Andorra_46cf.html"