| Débora Arango | |
|---|---|
| Nome real | Débora Arango |
| Nascimento | [[1907][2005]] Envigado, |
| Nacionalidade | Colombiana |
Débora Arango. Pintora expresionista colombiana. Nasceu em Medellín o 11 de novembro de 1907 e morreu em Envigado o 4 de dezembro de 2005 , filha de Castor María Arango Díaz e de Elvira Pérez, estudou no período de 1920 a 1960 artes plásticas e pintura em diferentes institutos de Medellín , na Escola Nacional de Belas Artes, Cidade de México DF e no Technical College of Reading, Londres.
Depois desempenhou-se como professora no Palácio de Belas Artes de Medellín desde 1933 até1935.
Ao longo de sua vida recebeu numerosas condecoraciones e reconhecimentos em Colômbia por sua obra plástica; participou várias vezes no Salão Nacional de Artistas de Colômbia, em onde suscitaria numerosas controvérsias por ser a primeira mulher em seu país que pintou nus em sua época, além de retratar importantes políticos como animais, o que lhe valeu a censura de algumas personalidades, entre elas a do general Francisco Franco, quem fechou uma exposição sua em Madri em 1955 .
Algumas de suas pinturas mais reconhecidas são: "As freiras e o cardeal", "O almoço dos pobres", "O Cristo", "Fugida do convento", "A freira intelectual", "No jardim", "Bailarina em descanso", "Os cargueiros", "Os matarifes", "Clavel vermelho" e "A Maruchenga".
A pintora doou à região e ao país, por intermediário do Museu de Arte Moderno de Medellín (MAMM) em 1987 , 233 de suas obras, as quais podem ser apreciadas e valorizadas actualmente neste museu.
Sua obra é classificada como expressão que procura refletir: O Politico, O Social, O Religioso, A Mulher, O Urbano, A Lúdica, desde a concepção e sensibilidade da artista, segundo consigna-se no documento Débora Arango, património vivo, património Artístico, publicado pelo Museu de Arte Moderno de Medellín.
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