| Daniel Coronell | |
|---|---|
| Nascimento | 25 de outubro de 1964 Bogotá, |
| Nacionalidade | colombiana |
| Ocupação | Jornalista |
| Cónyuge | María Cristina Uribe |
| Filhos | 2 |
Daniel Coronell é um jornalista colombiano nascido o 25 de outubro de 1964[cita requerida] em Bogotá . É director do noticiário televisivo Notícias Um do Canal Um e columnista da revista Semana.
Conteúdo |
Coronell é bachiller do Colégio Maior de Nossa Senhora do Rosario de Bogotá e Comunicador Social-Jornalista da Universidade Externado de Colômbia. Cursó estudos de Especialização em Suíça e Espanha. Tem sido professor das Universidades Javeriana e Externado de Colômbia e actualmente é-o na Especialização em Jornalismo da Universidade de Ande-los. Igualmente é Senior Research Fellow da Universidade de Stanford, bem como investigador e professor visitante (Senior Visiting Scholar) da Universidade de Califórnia, em Berkeley.
Tem sido jornalista de televisão desde o início de sua carreira e nessa condição desempenhou-se como coordenador geral dos noticiários Noticiero das 7 e Noticiero do Meio dia, chefe de redacção do Noticiero Nacional e director dos programas jornalísticos Protagonista e Magazín 7:30. Coronell foi director de NTC Notícias (antecessor de Notícias Um) e de Notícias RCN.
Coronell tem obtido em seis ocasiões o Prêmio Nacional de Jornalismo Simón Bolívar:
Em 2009 obteve o máximo galardão a um trabalho em televisão entregado pela Fundação Novo Jornalismo Iberoamericano - Cemex, pelo trabalho Um crime quase perfeito,[2] elaborado em 2007 com uma equipa de Notícias Um.[3]
Coronell é conhecido por suas posições críticas em frente à actualidade colombiana e mundial. Seus escritos têm criticado em diferentes oportunidades ao governo do presidente Álvaro Uribe Vélez, ao presidente de Venezuela Hugo Chávez, a dirigentes políticos colombianos activos e retirados, a líderes paramilitares, a grupos guerrilheiros colombianos e ao mundo do narcotráfico, entre outros sectores.
Em agosto de 2005 o jornalista se exilió nos Estados Unidos, junto com sua esposa, a também jornalista María Cristina Uribe, e sua filha. Coronell tinha recebido ameaças de morte mediante telefonemas telefónicos, coroas fúnebres e mensagens de correio electrónico. Segundo as investigações do próprio Coronell,[4] confirmadas mais adiante pelas investigações policiais, o ex congressista Carlos Náder Simmonds, quem reside em Espanha e ademais é mencionado por Fernando Garavito em sua biografia não autorizada de Álvaro Uribe[5] como muito próximo ao hoje presidente de Colômbia,[6] esteve ao que parece por trás das ameaças electrónicas na contramão de Coronell.[7] Em seu defesa ante a imprensa, Náder disse que muitas pessoas usavam seu computador, incluindo os filhos do presidente Uribe.[cita requerida] Náder esteve em prisão nos Estados Unidos por tráfico de drogas e nunca foi enjuiciado pelas ameaças.[8]
Coronell e sua família decidiram regressar a Colômbia em julho de 2007. Poucos meses depois viu-se envolvido em uma discussão, ao ar, com o Presidente da República, através de uma das radiodifusoras da capital colombiana.[9]
Em fevereiro do 2010, em seu artigo em revista-a Semana denuncio anormalidades no financiamento do sino presidencial do precandidato Andres Arias (exministro de Agricultura).[10]
Modelo:ORDENAR:Coronell, Daniel