| Clarín | |
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| «Um toque de atenção para a solução argentina dos problemas argentinos» | |
Portada de 1 de agosto de 1952. | |
| Tipo | Diário |
| País | Argentina |
| Sede | Buenos Aires |
| Fundação | 28 de agosto de 1945. |
| Fundador | Roberto Nobre |
| Ideologia política | Centro direita, direita, desarrollismo |
| Idioma | castelhano |
| Atirada | 332.610 (média de segunda-feira a domingo) [1] |
| Proprietário | Arte Gráfica Editorial Argentino S.A. (Grupo Clarín) |
| Director | Ernestina Herrera de Nobre |
| Sitio site | Clarín.com |
Clarín é um diário matutino argentino publicado na cidade de Buenos Aires. Foi fundado por Roberto Nobre na terça-feira 28 de agosto de 1945 . De formato tabloide, é o diário com maior atirada da Argentina. A directora do matutino é Ernestina Herrera de Nobre, viúva do fundador e accionista do Grupo Clarín, empresa proprietária da publicação.[2]
Conteúdo |
Clarín foi fundado o 28 de agosto de 1945 por Roberto Nobre quem foi anos dantes ministro de Governo na província de Buenos Aires de Manuel A. Fresco (1936-1939). O matutino teve como particularidad o ser um dos primeiros diários do mundo em incluir um desenho mais compacto (tabloide) em lugar do típico desenho «sábana» que usavam os diários desse então.[cita requerida]
O diário soube olhar com verdadeiro recelo a chegada do governo peronista, em frente ao que se mostrou mais contemporizador depois da intervenção da Imprensa[3] O rasgo mais distintivo deste jornal foi sua adesão ao ideário desarrolista e a seus representantes, posição que manteve até os anos 80'.[3]
Desde 1974 o diário caracterizou-se por um tratamento austero dos temas relacionados com a realidade nacional e por privilegiar tópicos económicos. A metade dos editoriais publicados entre o 1° e o 23 de março de 1976 referiam-se à economia, e os restantes ocuparam-se alternativamente do poder judicial, do desempenho do sindicalismo, da situação do jornalismo em frente à violência e do papel da oposição. Os editoriais dessa época seguiam a linha de atribuir ao falhanço do sistema económico os problemas que se registavam nas outras esferas. Nos editoriais imediatamente anteriores e posteriores ao 24 de março adverte-se que o discurso do diário considera o fim do governo de Isabel Perón como resultado da severa crise que afectava ao país e da qual era responsável directo. O golpe de estado não foi apresentado como a ruptura da ordem constitucional senão como o resultado inevitável do desgaste do governo peronista. No entanto, a diferença do discurso editorial de outros diários, não adoptaram uma estratégia comunicacional sistémica com o propósito de socavar os alicerces do governo constitucional senão que esgrimiu uma crítica ao desempenho do poder executivo que poder-se-ia denominar mesurada.[3]
O 25 de março de 1976 (ao dia seguinte do golpe de Estado) no diário lia-se:
Sobre a luta antisubversiva disse um artigo publicado no diário em 1982 que nenhuma pessoa responsável negará que dita acção foi necessária, já que a guerrilha tinha posto ao país em trance de disgregación. Algo insuportável».[4]
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Revista-a Notícias (de Editorial Perfil, dona do competidor diário Perfil) acusou a Clarín de sustentar um pacto com o Governo nacional. Assegurava que o ex presidente Néstor Kirchner usava ao diário Clarín como agência de notícias própria.[6]
Não obstante, durante o desemprego agropuecuario de 2008, os meios do Grupo Clarín tomaram uma postura crítica ao governo de Cristina Fernández de Kirchner.[7]
Desde o anonimato puseram-se em Buenos Aires afiches com as lendas «Clarín mente» e «TN: Todo Negativo». Este último, em referência ao canal de notícias Todo Notícias (TN), que pertence ao mesmo multimedios que Clarín.[8] Desde o programa 6, 7, 8, de Canal 7, denunciou-se, contribuindo provas, que tanto o diário como o multimedios de Clarín obtiveram seu status de corporación monopólica mediante duas acções: ao apoiar abertamente à Última Ditadura Militar (1976-1983), e obtendo parte do controle de Papel Imprensa em connivencia com a tortura e a expropiación ilegal realizada a seus legítimos donos, a família Graiver, concretada pelos genocidas e torturadores durante este mesmo período.[9]
Na actualidade, Clarín é o diário com maior atirada da Argentina, sendo ademais um dos de maior difusão no mundo de fala hispana, com uma atirada que promedia os 323.349 instâncias diárias em maio de 2010.[14]
A partir de um pedido no qual o Grupo Clarín alegava que o portal «Que te passa, Clarín?» explodia a marca, o Julgado Civil e Comercial n.º 3 fixou uma multa de 500 pesos diários se o lugar –que analisava e criticava ao matutino– se mantinha on-line; ante isto, seus autores —entre eles Claudio Díaz, despedido do multimedio por opinar— decidiram não seguir utilizando o domínio.[15] [16]
Em 1995 Clarín lançou Clarin.com. É o lugar site de notícias mais visitado do país, seguido pelo do diário A Nação,[17] e o segundo na América Latina.[cita requerida]
Modelo:ORDENAR:Clarin, diário