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Dialecto

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Em linguística , a palavra dialecto[1] faz referência a uma das possíveis variedades de uma língua;[2] em concreto, um dialecto seria a variante de uma língua associada com uma determinada zona geográfica (daí que também se use como termo sinónimo a palavra geolecto ou, em terminología de Eugenio Coseriu, as expressões variedade sintópica e norma espacial). Mais concretamente, um dialecto é
um sistema de signos desgajado de uma língua comum, viva ou desaparecida, normalmente, com uma concreta limitação geográfica, mas sem uma forte diferenciación em frente a outros de origem comum.[3]

O número de hablantes e o tamanho da zona dialectal podem ser variáveis e um dialecto pode estar, a sua vez, dividido em subdialectos (ou, falas).

Independentemente da antigüedad do termo, seu uso linguístico inicia-se no final do século XIX quando a linguística histórica deu passo ao aparecimento da dialectología como disciplina linguística dedicada especificamente às variedades geográficas das línguas.

Os dialectos têm de ser entendidos como variantes geográficas condicionadas historicamente, isto é, a história dos contactos linguísticos é o factor que determina a diferenciación dialectal. Como causas da variação dialectal se assinalam, habitualmente, as seguintes:

  1. a origem dos pobladores que, falando a mesma língua, já apresentavam diferenças dialectales de origem;
  2. a influência de outra língua sobre uma parte do domínio linguístico; e
  3. a separação territorial que dá lugar a evoluções diferenciadas.[4]

Com tudo, a delimitação do conceito de dialecto é um processo delicado em linguística, porque exige uma adequada caracterização da língua do território, a precisão de sua filiación histórica e umas rigorosas análises sociolingüísticos e estudos de atitudes linguísticas por parte dos hablantes.[5] Ademais, obriga a manejar também um determinado conceito de língua, respecto do que se define o primeiro, algo que não está também não exento de dificuldades.

Como elemento acrescentado à hora de dificultar a precisão conceptual de ambos termos, historicamente, a política linguística de determinadas comunidades tem podido usar a palavra dialecto com um valor peyorativo, com o objecto de privilegiar como veículo de expressão oficial a uma determinada língua em prejuízo de outra ou outras às que, como forma de descalificación, se lhes tem aplicado dito termo; neste outro sentido da palavra, dialecto faria referência a um sistema linguístico que não atinge a categoria de língua.[6]

Conteúdo

O conceito de dialecto

Ao igual que ocorre com o caso de língua, as definições do termo dialecto não são muitas vezes coincidentes entre os especialistas.

Com tudo, se assume como princípio básico que, lingüísticamente, não há justificativa para uma distinção entre as realidades às que ambos fazem referência; isto é, tanto um dialecto como uma língua são línguas", no sentido de sistemas de comunicação verbais,[7] pelo que a explicação e justificativa de ambos conceitos deve se fazer tendo em conta critérios extralingüísticos.

Manuel Alvar, com tudo, reconhece como possível esta acepción de dialecto, que seria a de sistema linguístico que não atinge a categoria de língua; a tal efeito, previamente identifica as línguas com sistemas bem diferenciados e bem nivelados em sua norma de seu uso, e que possuem uma tradição literária relevante. Pelo demais, por embaixo do dialecto estariam conceitos mais específicos como fala regional (particularidades expresivas de uma zona sem a coerência do dialecto) e fala local (um conjunto de rasgos pouco diferenciados mas característicos de uma muito concreta zona geográfica).

Aspectos históricos

O estudo da evolução das línguas ao longo do tempo, conhecido como linguística histórica, permitiu descobrir que as línguas modernas emparentadas provem, a sua vez, de outras línguas que também se tinham desenvolvido a partir da fragmentação de alguma língua mais antiga.

Neste sentido, qualquer língua não deixa de ser, em si mesma, um dialecto, enquanto todas as línguas provem de outras, das que têm sido ou são variantes em uma geografia determinada. Esta outra acepción de dialecto considera-se, em ocasiões tão importante como a de variante geográfica":

Há dois acepciones principais de dialecto. Uma é a que o considera como língua derivada de outra. Assim, o francês é um dialecto do latín, o qual a sua vez é um dialecto do indoeuropeo; ou bem o castelhano, o catalão, o francês, o italiano, etc. são dialectos do latín, enquanto o latín, o grego, o persa, o /sánscrito, etc. são dialectos do indoeuropeo. Esta acepción costuma funcionar no âmbito do historicismo e, por tanto, dialecto é um termo técnico da linguística históricocomparativa. A outra acepción da palavra define-o como variedade geográfica dentro de uma mesma língua.[8]

Aspectos político-sociais

A história das línguas explica também que

por razões diferentes (políticas, sociais, geográficas, culturais), de vários dialectos surgidos ao fragmentarse uma língua há um que se impõe e que acaba por agostar o florecimiento dos outros. Enquanto o primeiro cultiva-se literariamente e é veículo de obras de alto valor estético, há outros que não chegam nunca a se escrever, e, se o são, ficam postergados na modéstia de sua localismo. Enquanto o primeiro sofre o cuidado e a vigilância de uma nação, os outros crescem agrestemente.[9]

Este devir histórico é, a maior parte das vezes, o responsável pela ambigüedad com que se costumam utilizar, ao menos popularmente, os termos de língua e dialecto: há casos em que um dialecto em origem termina por ser considerado língua por uma decisão político-social (tal poderia ser o caso do valenciano) e, de igual modo, uma língua em origem (o galego, por exemplo), esteve durante séculos (os chamados Séculos escuros) estigmatizada com sua consideração como dialecto.

Neste sentido, o brocardo atribuído a Max Weinreich que diz que «Uma língua é um dialecto com um exército».,[10] seria uma reflito sintético dessa apreciação.

A endeblez científica de uma distinção baseada em aspectos desse tipo comprova-se se pensa-se em que as fronteiras políticas não delimitam as linhas do uso da língua nem de sua comprensibilidad.

O inglês e o serbocroata são um bom exemplo disto. Estes idiomas têm três variantes principais consideradas como estándares: o inglês de Reino Unido, Estados Unidos e Austrália (outras variantes, como o inglês de Belice, Nigéria e Índia são chamadas "variantes indígenas"). O sérvio e o croata por outra, junto com outras variedades não tão faladas, são mutuamente inteligibles. Por razões políticas, analisar estas variedades como "linguagens" ou "dialectos" produz resultados inconsistentes: o inglês britânico e o inglês americano, falados por grandes aliados políticos e militares, são considerados quase universalmente como dialectos do inglês. No entanto, os idiomas regulares da Sérvia e Croácia, cujas diferenças são comparáveis em número com as diferenças entre o inglês britânico e o inglês americano, são considerados por muitos lingüistas da região como idiomas diferenciados, alegando entre outras razões que usam alfabetos diferentes; mas em boa parte deve-se a que a relação entre ambos países é conflictiva, tendo na religião (católica entre os croatas, ortodoxa entre os sérvios) um signo de identidade diferenciada.

Existem discrepâncias sobre se o idioma macedonio é um idioma ou um dialecto, há quem considera-o mutuamente inteligible com o búlgaro. É considerado um dialecto do búlgaro principalmente em Bulgária e um idioma independente principalmente na própria Macedonia.

No Líbano, o partido político de direitas e ultranacionalista Guardiães dos Cedros, que se opõe aos laços que unem o país com o mundo árabe, se está a mobilizar pára que o "libanês" seja considerado como uma língua diferente do árabe, e não um simples dialecto, e inclusive pretende substituir a escritura árabe por uma resurrección do antigo alfabeto fenicio.

Em Espanha , algumas organizações valencianas e baleares consideram suas respectivas línguas como diferentes do catalão, apesar de que existe um reconhecimento institucional e académico em relação a que tanto o valenciano como o balear são variedades da língua catalã.

Ao longo da história, têm surgido casos de alterações de variedades da fala por razões políticas. No século XIX, por exemplo, os nacionalistas noruegos criaram o nynorsk a partir de um conjunto de dialectos seleccionados no oeste do país e menos influenciados que os dialectos orientais pelo dinamarquês e o sueco durante a ocupação dinamarquesa e sueca.

A questão do prestígio

Quando a disputa se dá entre dialectos do mesmo idioma, surge o conceito de dialecto de prestígio (ou variedade de prestígio), que é a que se associa em uma comunidade que tenha mais de um dialecto, com aquele empregado por grupos de hablantes que ocupam uma posição socialmente prestigiosa (elites económicas, culturais, sociais). Em consequência desta condição social, o dialecto de prestígio costuma empregar nas situações formais, como a diplomacia, como também é, por sua associação com as elites, o dialecto que mais influência exerce na definição da língua regular. Dito dialecto de prestígio costuma basear-se ou estar influído por produções escritas reconhecidas dentro da comunidade, como é o caso o Corán para o árabe ou a tradução da Biblia de Lutero para o alemão.

Em contraposição a este dialecto de prestígio existe o chamado dialecto vernáculo, que é a linguagem "falada em casa". Segundo a impronta da vida pública na vida privada em uma sociedade, este dialecto vernáculo será mais próximo ou longínquo ao dialecto regular. Nos países árabes, pelo geral, o dialecto regular não é falado por quase ninguém no ambiente doméstico. Nos países nórdicos o vernáculo e o regular são quase idênticos nas capitais (Oslo ou Estocolmo) e muito diferentes na província (em Tromsø ou Malmö).

A ambigüedad do termo

Esta vaguedad conceptual, pelo menos em um âmbito não especializado, tem também parte de sua origem em que, etimológicamente, a palavra dialecto não mantém vínculo algum com questões geográficas:

Sem qualificativo, a noção é neutra e genérica, equivale a variedade, a norma. (...) Isto explica que nestes últimos anos tenha começado a se substituir seu sentido de variedade geográfica pela mais explícita noção de geolecto .[11]

A explicação histórica, que em si mesma reflete a dificuldade do problema terminológico, é que a língua grega da antigüedad era, em realidade, um grupo de variedades locais diferentes (jónico, dórico e cobertura) que evoluíram de forma divergente desde uma mesma língua comum originaria, chegando a ter a cada uma delas sua própria tradição literária e seus próprios contextos culturais de uso: o jónico para a historiografía, o dórico para as obras corais e líricas, e a cobertura para a tragédia. Com o tempo, o grego das grande metrópoles, Atenas, converteu-se na koiné ou língua “comum”, isto é, na norma da língua falada, como uma síntese das diferentes variedades que terminaram por convergir no dialecto do centro administrativo e cultural mais importante. Assim, pois, essa situação se converteu em um modelo para a ambigua utilização dos termos língua e dialecto: língua como a norma linguística ou grupo de normas relacionadas e dialecto como a cada uma dessas normas de forma independente.[12]

Consequentemente, na actualidade a palavra dialecto pode-se encontrar aplicada a qualquer variedade de língua. Em francês, por exemplo, distingue-se entre dialecte e patois, o primeiro com o sentido de variedade regional sócia a uma tradição literária e o segundo àquela variedade desse tipo mas sem tradição literária, com um uso habitual de tipo peyorativo, isto é, com uma valoração inherente de inferioridad. Pelo demais, o francês regular não se vê como dialecto do francês, coisa que sim ocorre em inglês. Não obstante, nesta língua, os sentidos da palavra dialecto diversificam-se: dialect serve tanto para referir às variedades locais do inglês, como para os diferentes tipos de fala informal, de classe baixa ou rural. Em outras ocasiões, inclusive, pode referir a uma variedade não regular ou, às vezes, subestándar, com valores de inferioridad. Neste sendido, língua e dialecto podem ser quase intercambiáveis.[13]

Este uso popular dos termos conta também, às vezes, com o refrendo do uso por parte de lingüistas que, com o desejo de sublinhar as relações entre todas as variedades de uma língua, utilizam o termo dialecto para se referir tanto aos dialectos geográficos ou espaciais, como aos dialectos sociais ou outros (os chamados sociolectos).[14] Não obstante, as obras gerais de dialectología abordam exclusivamente o dialecto como variante geográfica, seguindo a opinião de Eugenio Coseriu e outros lingüistas que reservam esse termo sozinho para essa variedade, ao destacar a relevância das variedades geográficas de uma língua em frente a outro tipo de variedades (sociais e comunicativas), porquanto um dialecto assim entendido constitui um sistema linguístico completo (desde o ponto de vista gramatical), em frente à parcialidad ou asistematicidad dos níveis e registos de uma língua.[15]

Em todo o caso, e ainda que chegou-se, inclusive, a negar a legitimidade do conceito de dialecto pela dificuldade de marcar as fronteiras de uso, geralmente considera-se que a vinculação a uma geografia determinada é um factor que permite diferenciar variedades dentro de uma língua, pelo que o termo dialecto é o que se costuma usar em linguística para tal conceito.

A percepción dos hablantes

Simultâneo a este factor, o conceito de dialecto leva aparejado um factor de "concienciación", no sentido de que os hablantes costumam ter uma percepción mais ou menos clara respecto da variedade que usam; esta percepción dos hablantes, unida a umas características linguísticas determinadas, permite à sociolingüística identificar aos dialectos como realidades linguísticas distinguibles de outras. Em consequência, é preciso recordar que

um dialecto existe quando os hablantes se consideram membros de uma comunidade de fala dialectal circunscrita a um determinado território, isto é, quando consideram que sua variedade está suficientemente diferenciada de outras e quando interpretam e valorizam de forma semelhante a variação sociolingüística.[16]

A valoração peyorativa

Por último, na língua habitual o termo aparece muitas vezes connotado com valores peyorativos.

Segundo esta concepção, há línguas e dialectos. Estes últimos [seriam] "inferiores" às línguas. Os critérios empregados pelos não-lingüistas para estabelecer a linha fronteiriça são muito diversos e quase sempre, cientificamente, inmanejables. Figuram, entre outros, o maior ou menor número de hablantes, a extensão geográfica, a riqueza, pobreza ou asuencia de tradição literária (...)[17]

Trata-se, em qualquer caso, de rasgos extralingüísticos que podem explicar a importância social, cultural ou política que se lhe possa conceder aos dialectos, mas não de rasgos que permitam pôr em dúvida o carácter de sistemas linguísticos plenos dos mesmos ou que possam substituir a evidência linguística que os situe como variedade de outra língua ou não.

Critérios utilizados para distinguir os dialectos

Dado que qualquer dialecto o é sempre de uma língua, é necessário manejar algum tipo de critério para adscribir os dialectos às línguas que lhes correspondem, algo que não sempre é fácil. Historicamente, manejaram-se os seguintes critérios para decidir se dois sistemas linguísticos são dialectos da mesma língua:[18]

  1. que, ainda sendo diferentes, sejam mutuamente inteligibles sem precisar uma aprendizagem prévia;
  2. que façam parte de um território politicamente unificado;
  3. que possuam um sistema de escritura comum e compartilhem uma tradição literária.

O primeiro destes critérios pretende ter uma base linguística objectiva, no entanto, ao ser a intelegibilidad uma questão de graus não permitem em todos os casos uma classificação adequada dos dialectos. Pelo contrário o segundo critério é de tipo político mais que linguístico, enquanto o terceiro se refere a factores culturais e históricos acidentais que não têm porqué refletir critérios linguísticos.

Assim as coisas, não existem critérios científicos universalmente aceitados para distinguir as "línguas" dos dialectos, ainda que existem vários critérios que apresentam em ocasiões resultados contradictorios.

A diferença exacta é por tanto subjetiva e extralingüística, dependendo do marco contextual do utente. No uso informal fala-se de dialectos e de línguas de acordo a contextos sócio-políticos. Algumas variedades de linguagem são frequentemente denominadas dialectos por alguma destas razões:

O critério de inteligibilidad mútua também não é uma boa guia para predizer quando uma variedade será qualificada de dialecto ou de língua. O que comummente se chama idioma chinês tem diversos dialectos principais, como o chinês mandarín e o chinês cantonés, os quais não são inteligibles entre si, mas ainda assim se lhes qualifica de dialectos da mesma língua, neste caso se alega que o sistema de escritura é comum. Pelo contrário, o sueco, o noruego e o dinamarquês são consideradas línguas independentes e não dialectos, ainda que seus hablantes se comunicam entre si com pouca dificuldade. A isto há que agregar que muitas línguas nativas americanas não se consideram línguas, senão dialectos, por uma discriminação tradicional, em que se considera línguas às formas européias e dialectos às americanas. No entanto, o náhuatl é uma língua, enquanto o náhuatl de Cholula, o náhuatl do sul de Veracruz ou o náhuatl do norte de Povoa são algumas de suas variantes dialectales. Isto mesmo pode aplicar a outras línguas americanas como o quechua, o maya yucateco, o aymara ou o otomí.

A sociolingüística moderna considera que o estado da língua não está somente determinado por critérios linguísticos, senão que também é o resultado de um desenvolvimento histórico e político. O romanche foi reconhecido como língua ao desenvolver sua própria escritura, apesar de ser muito próximo aos dialectos alpinos do lombardo. Um caso contrário é o do idioma chinês, cujas variantes são geralmente consideradas dialectos e não línguas, apesar de que os hablantes não possam se entender entre eles, porque compartilham uma escritura comum.

Referência

Notas

  1. Cultismo procedente do grego διάλεκτος, através do latín dialectus; em grego significava maneira de falar".
  2. A sociolingüística entende por variedade de uma língua àquela manifestação da mesma que apresenta elementos associados com factores externos tais como uma situação comunicativa, um âmbito profissional, uma zona geográfica, etc.
  3. Manuel Alvar, "Que é um dialecto?", em M. Alvar (dir.), Manual de dialectología..., pág. 13.
  4. Jesús Tusón, Introdução à linguagem, pág. 108.
  5. Neste sentido, Charles F. Hockett, um dos principais lingüistas da primeira metade do século XX, o definiu, também, como um código em cuja constituição intervêm idiolectos altamente coincidentes.
  6. Cf. Manuel Alvar, "Que é um dialecto?", em M. Alvar (dir.), Manual de dialectología..., pág. 13.
  7. Cf. Francisco Moreno Fernández, Princípios de sociolingüística..., pág. 86.
  8. Jesús Tusón, Introdução à linguagem, págs. 103-104.
  9. Manuel Alvar, "Que é um dialecto", em Manual de dialectología..., pág. 7.
  10. Chambers e Trudgill, A dialectología, p. 30, Visor Livros, Barcelona, 1994
  11. Milagres Fernández Pérez, Introdução à Linguística, pág. 62.
  12. Cf. Ronald Wardhaugh, Introdução á sociolingüística, pág. 39-40, quem segue uma exposição do lingüista Einar Haugen.
  13. Cf. Ronald Wardhaugh, Introdução á sociolingüística, pág. 40.
  14. Assim ocorre, por exemplo, com alguns antropólogos linguísticos, que entendem por dialecto a forma específica de língua usada por uma comunidade. Desde esta perspectiva, ninguém fala uma "língua", senão um dialecto da mesma.
  15. Cf. Idem, pág. 92.
  16. Idem, pág. 87.
  17. Guillermo Vermelho, A linguagem, as línguas..., pág. 41.
  18. Cf. Idem, pág. 43.

Bibliografía

Enlaces externos

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