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Doença de Parkinson

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Doença de Parkinson
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PET scan Parkinson's Disease.jpg
Uma tomografía por emissão de positrones pode revelar actividade dopaminérgica mermada nos ganglios basales e facilitar o diagnóstico.
CIE-10 G20., F02.3
CIE-9 332.0
OMIM 168600
DiseasesDB 9651
Medline Procurar em Medline (em inglês)
MedlinePlus 000755
eMedicine neuro/304 

Sinónimos

A doença de Parkinson (EP), também denominada parkinsonismo idiopático ou parálisis agitante,[1] é um transtorno neurodegenerativo crónico que conduz com o tempo a uma incapacidade progressiva, produzido em consequência da destruição, por causas que ainda se desconhecem, dos neurónios pigmentadas da substância negra.[2] [3] Frequentemente classificada como um transtorno do movimento, a doença de Parkinson também desencadeia alterações na função cognitiva, na expressão das emoções e na função autónoma.[4]

Esta doença representa o segundo transtorno neurodegenerativo por sua frequência, situando-se unicamente por trás da doença de Alzheimer.[2] Está estendida por todo mundo e afecta tanto ao sexo masculino como ao feminino, sendo frequente que apareça a partir do sexto decenio de vida. No entanto, além desta variedade tardia, existe outra versão precoz que se manifesta em idades inferiores aos quarenta anos.[1] [2]

Na actualidade, o diagnóstico está baseado na clínica, já que não se identificou nenhum marcador biológico desta doença. Por isso, o diagnóstico da mesma se apoia na detecção da característica tríade rigidez-tremor-acinesia e na ausência de sintomas atípicos, ainda que também tem importância a exclusão de outros possíveis transtornos por médio de técnicas de imagem cerebral ou de analíticas sanguíneas. É importante destacar que até o momento a ciência médica não tem conseguido dar com um método definitivo que cure a doença, ainda que verdadeiro é que por médio do tratamento farmacológico, e inclusive quirúrgico, se podem paliar alguns dos sintomas mais molestos.[1] [5]

No ano 1997, a Organização Mundial da Saúde estabeleceu que o 11 de abril celebrar-se-ia no Dia mundial do Parkinson, com o objectivo de acrescentar a concienciación das necessidades das pessoas aquejadas desta doença. Foi esta a data escolhida ao coincidír com o nascimento de James Parkinson, o médico britânico que descreveu por vez primeira a «parálisis agitante», termo que ele mesmo acuñó.[6]

Conteúdo

Descoberta

A doença foi descrita e documentada em 1817 (Essay on the Shaking Palsy) pelo médico britânico Dr. James Parkinson; as mudanças bioquímicos associados foram identificados nos anos 1960.

A princípios da década de 1960, os pesquisadores identificaram um defeito cerebral fundamental que é o distintivo da doença: as perdas de células cerebrais que produzem um neurotransmisor -a dopamina- fundamental, entre outros, nos circuitos cerebrais implicados no controle do movimento. Esta descoberta levou aos cientistas a encontrar o primeiro tratamento eficaz da doença de Parkinson e sugeriu formas de elaborar terapias novas e ainda mais eficazes. É o exemplo mais comum de uma série de transtornos neurodegenerativos caracterizados pelo agregado nos neurónios presinápticas da proteína α-sinucleina. Quase todas as formas de parkinsonismo são o resultado da redução da transmissão dopaminérgica nos neurónios dos ganglios basales, parte das vias dopaminérgicas do cérebro.[7]

Epidemiología

O consumo de água proveniente de poços, pode ser uma das razões pelas que existe uma maior prevalencia de EP no âmbito rural.

Globalmente, a incidencia anual de EP é de dezoito novos casos pela cada cem mil habitantes, mas a alta esperança de vida que costumam apresentar os pacientes faz que a prevalencia da doença na população seja quantitativamente maior que a incidencia, se registando uns cento sessenta e quatro casos pela cada cem mil habitantes. Segundo os estudos auspiciados pelo grupo de estudo do Europarkinson, a prevalencia de EP no continente europeu é de 1,43% nas pessoas que superam os sessenta anos de idade, ainda que se fizeram estimativas em estados como Espanha ou Reino Unido, que expõem que cerca de cento vinte mil habitantes se vêem afectados por esta doença em sendos países. Na América do Norte a cifra dispara-se até o milhão de pacientes aquejados de EP, estando afectada um 1% da população que supera os 65 anos.

Em idades temporãs, concretamente dantes dos quarenta anos, a EP é excepcional e sua prevalencia é menor do 1/100000. A incidencia desta doença começa a aumentar a partir de cinquenta anos e não se estabiliza até os oitenta, conquanto este facto pode ser resultado de um sesgo de selecção.

É uma doença presente a todas as regiões do mundo e em todos os grupos étnicos, ainda que seu prevalencia na raça caucásica (fluctúa entre os oitenta e quatro e os duzentos setenta casos pela cada cem mil habitantes) é mais importante que entre as pessoas de raça negra e nos orientais, onde parece ser que se registam muitos menos casos. A nível mundial, sugeriu-se a existência de um padrão de prevalencia que decrece de norte a sul. Por outra banda, vários estudos têm posto ao descoberto uma prevalencia acentuada de EP no médio rural, especialmente entre os varões. Isto poderia ser como a vida no campo poderia incluir diferentes exposições medioambientales, como algumas substâncias identificadas na água dos poços ou aos pesticidas e insecticidas.

Evolução da mortalidade

Os estudos sobre a mortalidade na EP encontram-se limitados pela escassez de precisão dos certificados de morte, bem como pela confusão diagnóstica entre o parkinsonimo idiopático e outros tipos de transtornos neurodegenerativos. Com todo isso, pode se estabelecer que as taxas de mortalidade por EP são baixas para qualquer estrato de idade e que a idade da morte dos pacientes tem ido se deslocando até idades mais avançadas, por um progressivo aumento da esperança de vida. Ademais, tudo parece indicar que o tratamento com levodopa reduz o risco de morte dos pacientes, especialmente durante os primeiros anos da doença. De facto, e efectivamente a mortalidade estandarizada da EP situava-se em 2,9 dantes de ter-se produzido a introdução da levodopa, pois depois do aparecimento do fármaco a cifra experimentou um colosal descenso que a deixou em 1,3, lhe proporcionando aos pacientes uma esperança de vida que rozaba a normalidade. No entanto, uma revisão sistémica do efeito de levodopa na mudança da esperança de vida demonstrou que a melhora que se tinha produzido em consequência do tratamento farmacológico era menor, com uma estimativa da mortalidade estandarizada de 2,1.[Nota 1]

Quando se sobreviene a morte nos pacientes aquejados de EP, esta costuma ser devida a uma infecção intercurrente, geralmente torácica, ou a um traumatismo produzido em alguma das quedas ocasionadas pela instabilidade postural. Cabe destacar, que os paciente com EP têm uma menor probabilidade de falecer em consequência de cancro ou de doenças cardiovasculares que a população geral.

Características clínicas

O diagnóstico pode realizar naqueles indivíduos que apresentem ao menos 2 de 4 signos cardinales:

O tremor em repouso está presente a 85 % dos casos de EP. A ausência de expressão facial, diminuição do pisco e do movimento dos braços ao caminhar completam o quadro clínico.

Manifestações motoras

Características não motoras

Efeitos secundários

A disfunción autonómica acompanha-se de diversas manifestações: hipotensión ortostática, estreñimiento, urgência miccional, sudoración excessiva, seborrea. A hipotensión ortostática pode ser ocasionada tanto pela denervación simpática do coração como por efeito colateral da terapia dopaminomimética.

A depressão afecta a aproximadamente o 50% dos pacientes com doença de Parkinson e pode apresentar em qualquer momento de evolução da doença, no entanto deve-se ter em conta que pode ser agravada pela administração de agentes antiparkinsonianos e psicotrópicos; outras causas de depressão refractaria a tratamento incluem: hipotiroidismo, hipogonadismo, déficit de vitamina B12.

Os sintomas psicóticos (mais que uma genuina psicosis se trata da semiología de uma demência) afectam a 6 – 40% dos pacientes, em etapas temporãs incluem alucinaciones visuais, ainda que a depressão e a demência são os principais desencadenantes da psicosis, também o é a administração de gentes dopaminérgicos, anticolinérgicos, amantadita, selegilina..

Etiología

Desconhece-se a causa de dita doença. Têm surgido múltiplas hipóteses patogénicas. Entre as melhor fundamentadas encontram-se as que implicam um factor tóxico, até agora desconhecido, e factores genéticos.

Independentemente de qual seja a causa última, se conhecem diversos processos provavelmente implicados na produção do dano neuronal. Entre eles a formação de radicais livres. Estes são compostos instáveis como carecem de um elétron. Em uma tentativa por substituir o elétron que falta, os radicais livres reagem com as moléculas circundantes (especialmente metais tais como o ferro), em um processo chamado oxidación. Considera-se que a oxidación ocasiona dano aos tecidos, incluídas os neurónios. Normalmente, os antioxidantes, produtos químicos que protegem às células deste dano, mantêm baixo controle o dano produzido pelos radicais livres. As provas de que os mecanismos oxidativos podem ocasionar ou contribuir à doença de Parkinson incluem o achado de que os pacientes com a doença têm níveis elevados de ferro no cérebro, em especial na matéria cinza, e níveis decrecientes de ferritina , que serve como mecanismo protector rodeando ou formando um círculo ao redor do ferro e o isolando.

Outros cientistas têm sugerido que a doença de Parkinson pode ocorrer quando uma toxina externa ou interna destrói selectivamente os neurónios dopaminérgicas. Um factor de risco ambiental tal como a exposição a pesticidas , ou uma toxina no fornecimento de alimentos, é um exemplo da classe de desencadenante externo que pudesse, hipoteticamente, ocasionar a doença de Parkinson. A teoria tem entre seus apoios o facto de que algumas toxinas, tais como 1-metil-4-fenil-1,2,3,6, -tetrahidropiridina (MPTP) induzem sintomas similares aos da doença de Parkinson bem como lesões nos neurónios da matéria cinza nos seres humanos e em animais. No entanto, até a data, nenhuma investigação tem proporcionado prova definitiva de que uma toxina seja a causa da doença.

Uma teoria relativamente nova explora o papel dos factores genéticos no desenvolvimento da doença de Parkinson. De um 15 a um 25 por cento dos pacientes de Parkinson têm um familiar próximo que tem experimentado sintomas de Parkinson. Após que os estudos em animais demonstrassem que MPTP interfere com o funcionamento das mitocondrias dentro das células nervosas, os pesquisadores se interessaram na possibilidade de que o deterioro no DNA das mitocondrias pode ser a causa da doença de Parkinson. As mitocondrias são orgánulos essenciais que se encontram em todas as células animais que convertem a energia dos alimentos em combustível para as células.

Por último, outra teoria propõe que a doença de Parkinson ocorre quando, por causas desconhecidas, o desgaste dos neurónios produtores de dopamina normal, relacionado com a idade, se acelera em certas pessoas. Esta teoria sustenta-se no conhecimento de que a perda de mecanismos protectores antioxidativos está associada com a doença de Parkinson e o envejecimiento.

Muitos pesquisadores acham que uma combinação destes quatro mecanismos - danifico oxidativo, toxinas ambientais, predisposición genética e envejecimiento acelerado - finalmente identificar-se-ão como causas desta doença.

Diagnóstico

O diagnóstico de EP, que é puramente clínico (não existem marcadores biológicos), pode chegar a revestir uma grande complexidade. Esta dificuldade no diagnóstico é corrente que apareça nos primeiros estádios da doença, quando os sintomas que o paciente apresenta podem ser atribuídos a outros transtornos. Consequência directa disto facto é a elaboração de diagnósticos erróneos.

Não existe nenhuma prova de laboratório ou estudo radiológico que permita diagnosticar a doença, mas é frequente que se realizem analíticas sanguíneas com o objectivo de descartar outros possíveis transtornos, como o hipotiroidismo (ao igual que EP, implica uma ralentización nos movimentos), uma disfunción hepática ou patologias autoinmunes. Por outra parte, as técnicas de imagem cerebral, como são a ressonância magnética, a tomografía por emissão de positrones ou a tomografía por emissão de fotón único, são eficazes à hora de excluir outras doenças que desencadeiem sintomas parecidos aos de EP, como um acidente cerebrovascular ou um tumor cerebral.

Resulta habitual que os facultativos formulem perguntas ao paciente com as que pretendem dilucidar se este consumiu alguma classe de estupefaciente ou se esteve exposto a vírus ou toxinas medioambientales, para assim determinar se um factor específico pôde ter sido a causa de um parkinsonismo. É objecto de observação a actividade muscular do paciente durante um período de tempo, pois com o avanço da doença os transtornos motores específicos voltam-se mais evidentes.

Tratamento

O tratamento da doença de Parkinson consiste em melhorar, ou ao menos manter ou prolongar a funcionalidade do doente durante o maior tempo possível. Na actualidade, o tratamento pode ser de três tipos (ainda que são viables combinações): farmacológico, quirúrgico e rehabilitador.

Tratamento farmacológico

Fórmula desenvolvida da dopamina.

Muitos dos sintomas característicos da doença de Parkinson são devidos a uma deficiência de dopamina no cérebro, mas o fornecimento deste neurotransmisor ao paciente com o objectivo de repor as reservas esgotadas não resulta eficaz, já que a dopamina não pode passar da torrente sanguíneo ao cérebro. Por isso, os fármacos que se empregam no tratamento da doença de Parkinson (fármacos anti-parkinsonianos) usam outras vias para restituir de forma temporária a dopamina no citado órgão ou bem, imitam as acções da mesma.

Pese ao optimismo reinante em um princípio, nenhum dos fármacos usados no tratamento da doença de Parkinson actua sobre a progressão da doença. Na actualidade, os fármacos mais usados são levodopa e vários agonistas de dopamina, ainda que também têm certa relevância outros como a selegilina (inhibidor da MAO-B), a amantadina (liberador de dopamina) ou a benzatropina (antagonista do receptor muscarínico da acetilcolina).

Levodopa

A levodopa, um fármaco oral que se introduziu em 1967 para tratar afecciones tais como a bradicinesia, a rigidez ou o tremor, é o fármaco anti-parkinsoniano que reporta uma maior eficácia na actualidade. Geralmente combina-se com carbidopa ou benseracida, conseguindo-se com isto uma redução nas doses necessárias e um amortecimento dos efeitos secundários periféricos. A estrutura que a levodopa apresenta permite que esta penetre no cérebro, onde se sobreviene a transformação em dopamina, ainda que quando se administra Em torno de um 80% dos pacientes tratados com levodopa manifesta uma melhoria inicial, sobretudo no referido a rigidez e hipocinesia, enquanto um 20% das pessoas chega a recuperar por completo a função motora.

Agonistas dopaminérgicos

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Fórmula desenvolvida da bromocriptina.

A efectividad dos agonistas da dopamina sobre o controle dos sintomas, especialmente sobre a bradicinesia e a rigidez, é sensivelmente menor que a da levodopa, mas isto fica em parte compensado por uma vida média mais longa e uma menor incidencia de desenvolvimento de fenómeno «acendido apagado» e discinesias.[Nota 2] Com a excepção da cabergolina, o resto podem usar-se em monoterapia ou sócios a levodopa. A utilização destes fármacos está-se estendiendo a cada vez mais como tratamento único nos estádios temporões da doença de Parkinson, desde que não se apresente um predominio de tremor, com a finalidade de atrasar o máximo possível a introdução de levodopa.[8]

A bromocriptina, um derivado dos alcaloides do Claviceps purpurea, é um potente agonista da dopamina no sistema nervoso central. Inhibidor da adenohipófisis, foi usado inicialmente para tratar afecciones como a galactorrea ou a ginecomastia, mas anteriormente foi constatada sua eficácia na doença de Parkinson. Sua acção prolonga-se mais no tempo que a da levodopa, de maneira que não é necessário a administrar com tanta frequência. Esperava-se que a bromocriptina fosse eficaz naqueles pacientes que deixassem de responder a levodopa por perda de neurónios dopaminérgicas, mas este facto ainda não tem sido confirmado. Entre seus efeitos adversos sobresalen as náuseas e vómitos, mas também se podem apresentar outros tais como congestión nasal, cefalea, visão borrosa ou arritmias.[9]

Outros agonistas dopaminérgicos são a lisurida, cujos efeitos adversos são parecidos aos da bromocriptina; a pergolida, que é o mais potente e um dos que mais vida média apresenta; o pramipexol, um composto não ergolínico que produz efeitos clínicos de importância sobre o tremor e a depressão; o ropirinol, que ao igual que o anterior é um composto não ergolínico, mas a diferença deste pode causar crise de sonho; e a cabergolina, que é um derivado ergolínico, com uma longa semivida de eliminação que permite administração única diária. Cabe destacar que os três últimos agonistas dos receptores de dopamina são os que mais recentemente se introduziram no panorama farmacológico.[8]

Inhibidores da monoaminooxidasa B: selegilina

A selegilina é um inhibidor da MAO selectivo para a MAO-B, que é a predominante nas zonas do sistema nervoso central que têm dopamina. Com a inhibición da MAO-B se conseigue proteger à dopamina da degradação intraneuronal, de modo que em um princípio este fármaco foi utilizado em um princípio como um complemento de levodopa.

Depois de descobrir-se a participação da MAO-B na neurotoxicidad, propôs-se a possibilidade de que a selegilina poderia ter efeito neuroprotector atrasando a progressão da doença.[10]

Liberadores presinápticos de dopamina: amantadina

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Fórmula desenvolvida da amantadina.

A descoberta acidental em 1969 de que a amantadina resultava beneficiosa na doença de Pakinson, propiciou que esta deixasse de ser usada unicamente como um fármaco antiviral, que era pára o que tinha sido concebida. Ainda que os cientistas não conhecem com exactidão como actua, têm sido propostos numerosos possíveis mecanismos de acção partindo de provas neuroquímicas que indicam que incrementa a liberacón de dopamina, inhibe a recaptación de aminas ou exerce uma acção directa sobre os receptores de dopamina. Com todo isso, estudos recentes têm sacado à luz que inhibe a acção do glutamato, uma substância química cerebral que provoca a geração de radicais livres.

Além de não ser tão eficaz como a levodopa ou a bromocriptina, a acção da amantidina se vê diminuída com o transcurso do tempo. Em contraposição a isto, seus efeitos secundários são qualitativamente similares aos da levodopa, mas ostensivelmente menos importantes.

Actualmente hoje utiliza-se a amantadina sócia a Levodopa para logar controlar os transtornos motores, especialmente a discinecia e prolongar a vida util da Levodopa.

Tratamento quirúrgico

Em meados do século XX, a neurocirugía era o método que com mais frequência se utilizava para tratar o tremor e a rigidez característica dos pacientes aquejados da doença de Parkinson, mas o problema se achava em que não sempre se tinha sucesso nas intervenções quirúrgicas e nas complicações de gravidade que costumavam surgir. Com este panorama, o uso da cirurgia se vió reduzido a partir de 1967 com a introdução no mercado da levodopa, um tratamento alternativo que proporcionava mais segurança e eficácia. Mas com o avanço tecnológico experimentado nestes últimos anos, conseguiram-se conseguir inovadoras técnicas de imagem cerebral que hn permitido melhorar a precisão qirúrgica, recuperando a neurocirugía sua popularidade como tratamento para algumas pessoas com doença de Parkinson que por diversos motivos, já não respondem ao tratamento com fármacos.

Transplante nervoso

Foi a doença de Parkinson a primeira doença neurodegenerativa na que se tentou realizar um transplante nervoso em 1982, sendo este um facto que atingiu uma notável repercussão mediática.

Tratamento rehabilitador

É importante que os pacientes realizem exercício de mãos

Se com o tratamento farmacológico consegue-se que os pacientes melhorem quanto aos sintomas motores se refere, não sucede o mesmo com o equilíbrio, pois este vai empeorandao ao longo do transcurso d a doença. De facto, levaram-se a cabo vários estudos que demonstraram que não se experimentam mudanças no equilíbrio global em pacientes com doença de Parkinson em relação com a administração do tratamento farmacológico.

Prevenção

Nos últimos anos realizaram-se múltiplos estudos com o fim de identificar factores exógenos que pudessem modificar o risco de desenvolver esta doença. Mediante estudos caso controle retrospectivos tentou-se relacionar o consumo regular de antiinflamatorios não esteroideos e de certas vitaminas com um menor risco de doença de Parkinson mas os resultados destes estudos são contradictorios e não é possível nestes momentos inferir que o consumo destes fármacos reduza o risco de padecer Parkinson. A associação mais firme actualmente é a maior incidencia da doença entre não fumadores: existe uma relação na alteração nos níveis de dopamina produzidas pelo fumo e um decremento do risco de contrair Parkinson, mas os mecanismos de tal relação ainda não se encontram determinados.[11]

Alguns estudos sugerem uma relação entre o consumo de lacticínios e a doença de Párkinson.[12] [13] [14]

Notas

  1. Quando a mortalidade estandarizada (ME), que se obtém por médio de estudos de cohortes e de casos ou controles que comparam a mortalidade na EP com a da população geral, excede a cifra de 1, isto supõe uma diminuição na esperança de vida.
  2. Uma mudança repentina, que vai de uma mobilidade aceitável a uma falta quase total de mobilidade, recebe o nome de fenómeno «acendido apagado». Este facto costuma estar vinculado aos medicamentos.

Referências

  1. a b c Kumar, pág. 844
  2. a b c Piédrola, pág. 753
  3. Biblioteca Premium Microsoft Encarta 2006, Doença de Parkinson
  4. Stokes, pág. 221
  5. Trilla, pág. 513
  6. Europa Press. «11 de abril: em um dia para marcar a diferença (Serviço de informação sobre discapacidade/Governo de Espanha)».
  7. Zhen Qi, Gary W. Miller, Eberhard Ou. Voit (2008). Computational Systems Analysis of Dopamine Metabolism (artigo completo disponível em inglês). PLoS ONE 3(6): e2444. doi:10.1371/journal.põe.0002444 Último acesso 26 de junho de 2010.
  8. a b Castells, pág. 146
  9. Rang, pág. 520
  10. Navarro Gómez, pág. 146
  11. Healthfinder, Archives of Neurology Fumar cigarros poderia reduzir o risco de Parkinson, Parkinson's Disease Foundation.
  12. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17272289?dopt=Abstract
  13. http://www.neurology.org/cgi/content/abstract/64/6/1047
  14. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12447934?dopt=Abstract

Bibliografía

Enlaces externos

Obtido de http://ks312095.kimsufi.com../../../../articles/a/r/t/Artes_Visuais_Cl%C3%A1sicas_b9bf.html"