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Dueto de antanho

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Dueto colombiano de serenata e música andina.

Composto pelos cantores e guitarristas Camilo Arturo García Bustamante e Ramón Carrasquilla. Durante vários decenios permaneceram juntos, simbolizando a clássica serenata que por muitos anos se acostumou em Medellín. Camilo Arturo García Bustamante

Cem anos de ter nascido cumprirá o próximo 6 de maio dom Camilo Arturo García Bustamante, o connotado compositor de música colombiana e pelo demais integrante do inigualable Dueto de Antanho, que conformou com Ramón Emilio Carrasquilla Peña.

Nasceu em Amalfi, no lar constituído por Fructuoso García e Teresa Bustamante. A veia musical herdou-a de seu pai, quem com um irmão conformou o dueto dos Irmãos García, que amenizó as noites bohemias do nordeste antioqueño no final do século XIX e princípios do XX. Aos 7 anos apanhou pela primeira vez uma guitarra à que nesse mesmo dia lhe sacou a melodia do coro do Hino Nacional. Quando lhe viram seus dotes, contou em um princípio com o respaldo familiar para aprender a tocar este instrumento. Dias mais tarde seu senhor pai proibiu-lhe seu uso e aprendizagem por temor a que não estudasse e terminasse como um bohemio. Não obstante aos 11 anos dom Camilo García era um douto no manejo da guitarra.

“Onze anos de idade tinha quando me vi na necessidade de abandonar o lar paterno. Uma manhã de um dia qualquer do ano de 1921, com dois centavos no bolsillo e com o que tinha posto como bagagem, saí do povo pelos lados do Zancudo, sem saber para onde me dirigia; caminhei pelo caminho que conduz à estação Porcecito do Caminho-de-ferro de Antioquia. Pedindo como pordiosero, cantando nas posadas do caminho; foi uma odisea que não quisesse recordar, mas que afianzó meu carácter e minha personalidade. Oito dias depois chegava a Medellín” (Entrevista concedida a Dom Carlos E. Serna e publicada em seu livro “O Dueto de Antanho. Sua vida e sua obra”).

Inicialmente o compositor conseguiu-se os primeiros pesos para subsistir em Medellín fazendo mandados em Guayaquil e carregando a mala dos viajantes do comboio. Depois aluga uma peça pelos lados da Tomada e perto consegue trabalho na empresa Coltejer, onde labora três anos, até a idade dos 15. Durante esta época recebe educação na Rémington sobre contabilidade e mecanografía e na Escola de Belas Artes sobre solfeo. Uma doença de sua senhora mãe obriga-o a renunciar e a viajar novamente a Amalfi, onde se encontra com a desagradable surpresa de seu pai viajante em busca de trabalho e fortuna. Sobre os ombros do menino Camilo ficaram sua mãe e oito hermanitos menores. Na banda municipal aprendeu a tocar clarinete e perfeccionó substancialmente sua manejo da guitarra. Com vários amigos criou um quinteto musical que se compunha de clarinete, trombeta, lira, tiple e guitarra. Foi verdadeiramente o início de sua carreira musical. Entre 1925 e 1929 tocou-lhe desempenhar trabalhos muito duros. Aprendeu a colar tijolo nas construções, a empedrar, a fazer tapias de pisón, a emboñigar, a decorar com o hisopo e cal as casas, entre outras coisas. Depois de validar seu bachillerato é vinculado ao Departamento como educador na vereda O Tigre, de ali passa à Escola Urbana de seu povo natal e após seis anos entre um e outro lugar é transladado à cidade de Medellín a laborar na escola “Joaquín Antonio Uribe”. Trinta e três anos depois, em 1962 renúncia para obter sua aposentação.

Seu labor como cantor a iniciou como solista na emissora Ecos da Montanha. Depois conformou o Dueto Incógnito; mais tarde, o Dueto Rival, com Alfredo Pérez, de quem separou-se em 1939 para formar um dueto misto com Chava Loiro, chamado García e Loiro, que durou até março de 1941 quando o 14 de de esse mês e ano se une a Ramón Emilio Carrasquilla Peña para criar o irremplazable Dueto de Antanho que permaneceu no palco nacional até a morte de Ramón, o 7 de junho de 1982.

Casou-se com doña Teresita Martínez, lar onde nasceram Jaime, William, Nelly, Emilse, Byron, Miriam, Dalia, Geovanny e Elkin.

Centos de corredores, bambucos, valses, corridos, tangos e vários géneros musicais têm sua música. Entre outros, os bambucos: Coração antioqueño, Baixavas da montanha, Arrullo moreno, Remembranza, Rumores de oração, Alma; e os corredores: Lágrimas, Coroa-te de flores, Devemos separar-nos, Destino (com letra de Julio Flórez), Ondas viajantes e Tu o ignoras. Por isto e bem mais de história, o amalfitano Camilo García, o próximo 6 de maio cumprirá centenário e a administração municipal, em cabeça do mandatário local Guillermo Arbeláez Canas, durante todo o mês de maio fá-se-ão diferentes reconhecimentos entre eles, será este dia (6 de maio) com o programa serenata de Teleantioquia, que será dedicado a este ilustre filho da terra do tigre.

CEM ANOS DE NASCIDO


Cem anos de ter nascido cumprirá o próximo 6 de maio dom Camilo Arturo García Bustamante, o connotado compositor de música colombiana e pelo demais integrante do inigualable Dueto de Antanho, que conformou com Ramón Emilio Carrasquilla Peña.

Nasceu em Amalfi, no lar constituído por Fructuoso García e Teresa Bustamante. A veia musical herdou-a de seu pai, quem com um irmão conformou o dueto dos Irmãos García, que amenizó as noites bohemias do nordeste antioqueño no final do século XIX e princípios do XX. Aos 7 anos apanhou pela primeira vez uma guitarra à que nesse mesmo dia lhe sacou a melodia do coro do Hino Nacional. Quando lhe viram seus dotes, contou em um princípio com o respaldo familiar para aprender a tocar este instrumento. Dias mais tarde seu senhor pai proibiu-lhe seu uso e aprendizagem por temor a que não estudasse e terminasse como um bohemio. Não obstante aos 11 anos dom Camilo García era um douto no manejo da guitarra.

“Onze anos de idade tinha quando me vi na necessidade de abandonar o lar paterno. Uma manhã de um dia qualquer do ano de 1921, com dois centavos no bolsillo e com o que tinha posto como bagagem, saí do povo pelos lados do Zancudo, sem saber para onde me dirigia; caminhei pelo caminho que conduz à estação Porcecito do Caminho-de-ferro de Antioquia. Pedindo como pordiosero, cantando nas posadas do caminho; foi uma odisea que não quisesse recordar, mas que afianzó meu carácter e minha personalidade. Oito dias depois chegava a Medellín” (Entrevista concedida a Dom Carlos E. Serna e publicada em seu livro “O Dueto de Antanho. Sua vida e sua obra”).

Inicialmente o compositor conseguiu-se os primeiros pesos para subsistir em Medellín fazendo mandados em Guayaquil e carregando a mala dos viajantes do comboio. Depois aluga uma peça pelos lados da Tomada e perto consegue trabalho na empresa Coltejer, onde labora três anos, até a idade dos 15. Durante esta época recebe educação na Rémington sobre contabilidade e mecanografía e na Escola de Belas Artes sobre solfeo. Uma doença de sua senhora mãe obriga-o a renunciar e a viajar novamente a Amalfi, onde se encontra com a desagradable surpresa de seu pai viajante em busca de trabalho e fortuna. Sobre os ombros do menino Camilo ficaram sua mãe e oito hermanitos menores. Na banda municipal aprendeu a tocar clarinete e perfeccionó substancialmente sua manejo da guitarra. Com vários amigos criou um quinteto musical que se compunha de clarinete, trombeta, lira, tiple e guitarra. Foi verdadeiramente o início de sua carreira musical. Entre 1925 e 1929 tocou-lhe desempenhar trabalhos muito duros. Aprendeu a colar tijolo nas construções, a empedrar, a fazer tapias de pisón, a emboñigar, a decorar com o hisopo e cal as casas, entre outras coisas. Depois de validar seu bachillerato é vinculado ao Departamento como educador na vereda O Tigre, de ali passa à Escola Urbana de seu povo natal e após seis anos entre um e outro lugar é transladado à cidade de Medellín a laborar na escola “Joaquín Antonio Uribe”. Trinta e três anos depois, em 1962 renúncia para obter sua aposentação.

Seu labor como cantor a iniciou como solista na emissora Ecos da Montanha. Depois conformou o Dueto Incógnito; mais tarde, o Dueto Rival, com Alfredo Pérez, de quem separou-se em 1939 para formar um dueto misto com Chava Loiro, chamado García e Loiro, que durou até março de 1941 quando o 14 de de esse mês e ano se une a Ramón Emilio Carrasquilla Peña para criar o irremplazable Dueto de Antanho que permaneceu no palco nacional até a morte de Ramón, o 7 de junho de 1982.

Casou-se com doña Teresita Martínez, lar onde nasceram Jaime, William, Nelly, Emilse, Byron, Miriam, Dalia, Geovanny e Elkin.

Centos de corredores, bambucos, valses, corridos, tangos e vários géneros musicais têm sua música. Entre outros, os bambucos: Coração antioqueño, Baixavas da montanha, Arrullo moreno, Remembranza, Rumores de oração, Alma; e os corredores: Lágrimas, Coroa-te de flores, Devemos separar-nos, Destino (com letra de Julio Flórez), Ondas viajantes e Tu o ignoras. Por isto e bem mais de história, o amalfitano Camilo García, o próximo 6 de maio cumprirá centenário e a administração municipal, em cabeça do mandatário local Guillermo Arbeláez Canas, durante todo o mês de maio fá-se-ão diferentes reconhecimentos entre eles, será 1 de maio com o programa serenata de Teleantioquia, que será dedicado a este ilustre filho da terra do tigre.

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