O Eléctrico de Múrcia é um projecto de transporte que se encontra actualmente em obras.
No final de 2009, há 1 linha em obras e 3 em projecto que dariam serviço a boa parte do município de Múrcia.
Um "trecho experimental" (parte da linha 1) de uns 2 km de longitude e um largo de via internacional inaugurou-se em maio de 2007, trecho que une o centro da cidade de Múrcia (Praça Circular) passando por Avenida Juan Carlos I, C.C. Ziguezague, Carrefour Zaraiche, até a zona de negócios de Juan Carlos I, na entrada de Espinardo . A empresa encarregada de sua construção e exploração foi a UTE formada por Acciona e Cívica (Tranvimur). E em Outubro de 2009, tomou o relevo uma união temporária de empresas (UTE) formada em 60% por FCC e em um 40% por Comsa,[1] encarregadas de finalizar as obras da linha 1, passando a denominar-se o projecto global "Eléctrico de Múrcia", abandonando o nome de "Tranvimur".
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A concessão é por 40 anos. A construção e exploração é por 264 milhões.[2] O contrato inclui, ademais, a redacção do projecto de construção e o fornecimento de material móvel.[3]
Todas as linhas estão propostas para unir as pedanías e municípios próximos a Múrcia com o centro urbano de Múrcia e os pontos do extraradio mais importantes como grandes shoppings e universidades.
A linha encontra-se parcialmente em serviço, é o denominado "trecho experimental" (serviço gratuito) que consta de 2 km e 4 paradas. Desde sua inauguração (02-Maio-2007) os passageiros que têm passado por esta linha rondan quase o milhão e médio (Agosto 2008).
Desde Julio de 2009, a linha está de novo em obras (ainda que o "trecho experimental" segue em serviço), e não estará finalizada até finais de 2010. Dita linha dará serviço à zona Norte de Múrcia, comunicando zonas finque como o Campus de Espinardo, Espinardo, os shoppings Thader e Nova Condomina, bem como o novo estádio Nova Condomina com o centro de Múrcia em pouco tempo através sempre de uma plataforma reservada para uso exclusivo do eléctrico.
Em uma seguinte fase prolongar-se-á o traçado até a estação intermodal de Múrcia passando pela Grande Via[4] por um lado e para o município de Molina de Segura por outro lado.
Comunicá-la-á a estação central de comboios de ADIF de Múrcia do Carmen com a parte Sur da cidade mediante uma plataforma tranviaria reservada, dará serviço a zonas e lugares como O Palmar, o Hospital Virgen da Arrixaca, o Polígono industrial Oeste (mediante um ramal) e Sangonera a Verde.
A linha dará serviço ao este de Múrcia e virá a substituir o antigo traçado murciano da linha C-1 RENFE de Cercanias Múrcia/Alicante, ao ir esta por uma nova variante longe dos núcleos urbanos, se optou por que o eléctrico lhe substitua, já que é um serviço rápido e que se integra perfeitamente nas cidades e pedanías, dará serviço a pedanías como As Dores de Beniaján, Beniaján, Torreagüera e Os Ramos, também constará de plataforma tranviaria reservada.
A linha percorrerá o Oeste de Múrcia partindo da estação Intermodal (onde poder-se-á mudar com outros meios de transporte) dando serviço à cidade de Alcantarilla e a pedanías de Múrcia como Javalí Novo, A Ñora e Povoa do Soto.
Actualmente utilizam-se eléctricos Citadis 302 como os empregados nas linhas de Metro Ligeiro da Comunidade de Madri.
Quando a linha 1 esteja operativa, circularão pela linha 11 comboios de ALSTOM
Todas as linhas de eléctrico[5] terão parada na estação de ADIF Múrcia do Carmen , que converter-se-á em um grande intercambiador entre autocarros urbanos e interurbanos, 4 linhas de eléctrico, 2 de cercanias, comboios em media, longa distância e alta velocidade (AVE).
O eléctrico de Múrcia não tem certificado de que a electricidade que utiliza procede de fontes renováveis, a fim de mitigar a mudança climática e proteger o médio ambiente.[6]
Em seu primeiro percurso com viajantes, o campeão da Europa de 1.500 metros Juan Carlos Higuero retó e ganhou ao eléctrico com 150 pessoas subidas, chegando à meta com um tempo de 5 minutos e 51 segundos, seis menos que o eléctrico[7]
Não se previu ainda um trecho que uma directamente a Universidade de Múrcia com os shoppings Thader e Nova Condomina, assim linhas circulares que não passem pelo centro de Múrcia.